A diretora era durona no trabalho e vagabunda na cama

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Hoje vou contar como transei com a Camila, uma colega de trabalho com quem eu discutia frequentemente.

Trabalhávamos na mesma empresa, Camila era uma jovem executiva, de trinta e poucos anos, e frequentemente atuava no corte de benefícios aos empregados, defendia demissões, aumento da carga de trabalho. Era uma carrasca.

Por outro lado, eu era vinculado ao sindicato da categoria e cobrava justamente a concessão dos benefícios que Camila gostava de cortar.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Fora do ambiente de reuniões, Camila era sempre cordial no trato comigo, evitando ao máximo abordar temas de trabalho.

Certa vez, fui tomar um café na máquina que a empresa disponibiliza aos empregados e lá estava Camila, com um vestido preto sóbrio, porem ressaltando suas curvas generosas. Ela usava um batom bem vermelho em seus lábios carnudos naquele dia e brincos discretos.

Quando me aproximei, ela me abordou para exibir fotos de um cachorro que havia adotado nos dias anteriores. Foi passando foto por foto. Em uma delas, Camila aparecia em trajes bem caseiros, usando um baby doll. Não sei se foi proposital, mas aquela foto mexeu com a minha imaginação e ela seguiu passando outras fotos.

Na sequência, o papo evoluiu para relacionamentos, e ela desabafou que vinha fugindo de relacionamentos sérios por falta de tempo, mas as vezes sentia falta de alguém.

Achei curiosa aquela abordagem e refleti sobre aquilo.

Ao fim do expediente, decidi acompanhá-la, e seguimos conversando durante o caminho sobre banalidades. Chegando perto de sua casa, Camila me convidou para conhecer seu apartamento. Refleti por um momento e topei a proposta.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Chegando lá, ela me ofereceu para dividir uma lasanha congelada. Camila era uma mulher muito ocupada, trabalhava muito e era sem dúvidas uma workaholic, não tinha tempo para afazeres domésticos.

Enquanto a lasanha esquentava no microondas, Camila foi ao banheiro.

Quando voltou à cozinha, Camila me serviu um pedaço de lasanha e voltou a conversar. Ela estava se insinuando, mexia nos cabelos e no decote quando eu falava, olhava fixamente para os meus lábios. Havia algo no ar, Camila estava visivelmente excitada, não sei se por razões hormonais, carência, ou outro motivo qualquer.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Ela então me ofereceu uma cerveja, e eu aceitei:

– Obrigado, estava precisando. – agradeci.

– Você sabe do que eu estou precisando? – perguntou ela, quase sussurrando, com o corpo projetado na minha direção, oferecendo os lábios.

Nesta hora, nos beijamos lascivamente. Camila soltava pequenos gemidos apenas com nossos beijos. Eu segurava seu cabelo com as mãos. Aproveitei para apalpar sua bunda generosa, passando por suas pernas. Fui subindo e … qual não foi a minha surpresa ao perceber que ela estava sem calcinha. Certamente havia tirado quando foi ao banheiro. Camila deu um sorriso safado ao perceber minha surpresa. Sua xota já estava bem molhada e eu comecei a dedilhar seu clítoris enquanto beijava seu pescoço. A umidade aumentou em poucos segundos e pude apreciar a expressão de prazer no rosto de Camila. Ela gemia na minha mão, até que passou a desabotoar minha calça e enfiou a mão dentro da minha cueca para libertar meu pênis. Ela se ajoelhou diante de mim e passou a me chupar alucinadamente, lambendo minhas bolas e toda a extensão do meu pau, fazendo garganta profunda. Ela aproveitava também para tocar uma siririca. Passados alguns minutos, Camila se levanta e me conduz até o quarto. Ela se deita na cama, me encarando de pernas abertas oferecendo sua xaninha. Aproveito para cair de boca naquela vulva e Camila passa a gemer e a falar palavrões em tom de ameaça para que eu não interrompesse a chupada.

Segui chupando enquanto seu corpo se contorcia e ela apalpava os próprios. Em um momento, ela envergou o corpo, gemendo mais alto e pressionando a minha cabeça contra sua xota com uma das mãos. Alguns minutos depois ela deu um grito e chegou ao clímax.

Na sequência, ela se aproximou de mim e me beijou na boca, segurando meu pau com uma das mãos. Ela se movimentou, roçando minha pica em sua vulva. Na sequência, introduziu meu pênis, acomodando-o dentro de seu corpo. Montada na minha piroca, Camila iniciou uma cavalgada e gemia sem parar, ora elogiando meu pau, ora falando palavrões. Era curioso perceber o contraste entre a sobriedade daquela mulher no dia a dia da empresa e seu comportamento no sexo. Pareciam duas pessoas absolutamente diferentes. Camila sentava com vontade com as mãos apoiadas no meu peito e dizia que queria dar a buceta para mim havia muito tempo e que ficava excitada com a maneira como eu a confrontava no trabalho. Camila então pediu que eu a comesse de quatro e se postou diante de mim com a bunda arrebitada. Dei uma lambida naquela raba generosa antes de introduzir o meu pau. Passei a bombear com força aquela xana e ela seguia gemendo como uma cadela no cio. Passei a dar uns tapas em sua bunda e puxar seus cabelos e ela pedia mais. Dizia que “adorava ser fodida como uma vagabunda”. Acredito que toda mulher deva gostar de ser tratada como uma vagabunda na cama mas, mais uma vez, essa frase contrastava com o choque que eu sentia em lembrar de sua postura arrogante e contida no trabalho.

Camila então ordenou, aos palavrões, que eu gozasse em seu útero. Passei a bombear com mais força, ao que Camila passou a gemer mais alto. Eu sentia sua bucetinha se contraindo e despejei meu líquido dentro.

Camila também gozou junto. Deitamos por um momento, até que me levantei, me vesti e fui embora, pois precisava estar bem disposto para confrontar Camila no trabalho no dia seguinte.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *