Adriene e o sobrinho universitário

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Adriene tinha um sobrinho, no Rio de Janeiro, que estava terminando o colegial e pelo qual nutria o maior tesão e a maior paixão. Como a família não tinha condições de custear um curso superior, Adriene me consultou se poderíamos trazê-lo para estudar em São Paulo e hospedá-lo, com o que concordei. Sabia que aquela generosidade dela ia resultar em safadeza.

Ela tem 30 anos, aparenta bem menos, é bem branquinha, extremamente bonita, 160, 54 quilos, seios e quadris cheios, cinturadinha, coxas grossas, pernas e pés bonitos, loira falsa, inteirinha tingida. Casou-se comigo aos 18 anos, e desde então venho incentivando-a a ter experiências com outros homens, o que ela leva muito a sério. Atualmente mantém várias relações fixas. É amante de meu melhor amigo; de um tio casado da prima dela, que a recebe todos os sábados a noite no apartamento dele, muitas vezes com alguns amigos presentes; de um grande empresário viúvo; do marido de uma das irmãs, que mora em outro estado, e que a recebe no hotel, quando ele vem para nossa cidade sozinho a trabalho; e, recentemente, se tornou cadela também de um sobrinho adulto, filho de outra irmã. Aliás, é deslumbrada por ele, ele é bonito, grande, forte, pirocudo do jeito que ela gosta – pica grande, grossa e cabeçuda, tem pegada forte, e bate nela durante o sexo, o que a enlouquece. Durante muitos anos, quis que ela tivesse alguma experiência como prostituta, o que acabou acontecendo recentemente, acidentalmente. Um cliente do cunhado que ela conheceu e para quem o cunhado a ofereceu, pensou que ela fosse garota de programa, gostou dela, pagou a ela, e ela se acostumou, porque ele volta a pelo menos cada dois meses. E o outro cliente é um grande empresário do Rio de Janeiro, que ela conheceu acidentalmente e com quem pelo menos uma vez por mês, faz programa no Rio. Hoje, além dos amantes fixos, mantém também estes dois clientes.

Mal decidimos que ela poderia trazê-lo, ela começou a preparar uma das suítes do apartamento, para recebe-lo. Esvaziou-a e fez uma redecoração completa. Alegando que o rapaz era alto, pôs uma cama de casal kingsize, uma mesa de escritório para que ele estudasse, comprou um computador top, em termos de marca e configuração, roupas de cama e banho novas, e lotou o banheiro com sabonetes, cremes, perfumes, um imenso estojo de maquiagem que ela achou que eu não havia visto, e mais, preservativos e cremes lubrificantes.

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Aproximadamente uns 20 dias depois ele veio de mudança. Um rapaz muito bonito, simpático, grande do jeito que ela gosta, e totalmente sem cerimônia, andava de bermudão sem cueca pela casa o dia todo, ostensivamente cobiçando Adriene, e o mais importante, com um volume invejável dentro do bermudão.

Ela, por usa vez, encantada com ele, dava-lhe todas as atenções. Logo, estavam os dois comendo sobremesa no sofá da sala, assistindo televisão, um prato só e uma colher só, os dois comendo juntinhos, ela dando na boca dela – e o pau dele, sempre cada vez mais de pé, quase saindo do bermudão, e ela não muito discretamente, olhando para ele o tempo todo.

Uns dias depois, ela começou a ir ao quarto dele para dar boa noite. Começou voltando rapidamente, depois de uns dia já demorando para voltar, até o dia em que começou a ir de baby-doll e saltos, maquiada, e demorar para voltar.

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Fui um dia atrás dela, e fiquei espiando pela fresta da porta. Ela chegou, ele estava no computador jogando, ela sentou no colo dele, ficou abraçada no pescoço dele, rostinho colado, lambendo a orelha dele, até que ele a beijou, ela tirou o baby-doll e deixou que ele se divertisse nas belas e imensas mamas dela, acariciando, apertando os bicos, chupando mamando, mordendo até que ela começou a se abaixar e só aí percebi que ela estava punhetando ele o tempo todo, e ele deve ter dito a ela que ia gozar, e ela foi com a boquinha, recebeu todo o leite dele, engoliu tudo, limpou todo o pau dele com a linguinha, deu um beijo nele e voltou para o nosso quarto.

Quando chegou ao nosso quarto, eu havia acabado de deitar. Ela tem uma pele bem clara, e quando fica excitada sexualmente, fica com as bochechinhas vermelhas, que era como estava naquela hora. Perguntei a ela o que havia acontecido – como se não soubesse, e ela me contou fielmente todos os detalhes. Perguntei como ela estava, e confessou que muito excitada com o sobrinho. Perguntei se gostaria de voltar lá, e ela disse que sim. Fiz com que se levantasse, tirei o babydoll e a tanga fio dental, deixei-a só de saltos, e disse-lhe que agora poderia voltar para ele, mas ainda queria saber quanto tempo ia ficar lá. Ela me perguntou se poderia passar a noite, e eu concordei, e ela saiu para a suíte ao lado, de saltos, rebolando a bundona, e toda excitada.

Ouvi a porta da rua de manhã fechando, sabia que ele tinha compromisso e tinha que sair cedo, e logo depois ela voltou para o quarto. Deitou-se ao meu lado e me deu um beijo prolongado, passando os restos de porra que tinha na boca, para a minha boca. Comecei a olhar o corpo dela, estava inteirinho melado de porra, inclusive o cabelo, mordido, marcado de chupões, e de apanhar. A bocetinha e o cuzinho, alargados e abertos. Perguntei a ela como estava se sentindo, ela disse que ótima, tinha se sentido uma prostituta com ele, e o que é melhor, disse que tinha tido muito prazer em ser prostituta dele, e queria saber que condições eu ia impor à relação deles. Disse-lhe que nenhuma, desde que a coisa ficasse só em casa.

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Começou então a contar como tinha sido a noite dela, sendo prostituta do sobrinho. Disse que ao voltar para a suite dele só de saltos, ele ficou assustadíssimo, que eu poderia procura-la, mas ela o tranquilizou dizendo que depois que eu dormia, só acordava com o relógio, de manhã cedo. Ele arrancou o bermudão e foi pegar uma camisinha, mas ela disse que ele poderia gozar nela sem camisinha, ele sentou-se na beira da cama, puxou-a de frente para o colo dela, enfiou na bocetinha dela de uma vez só, começando a alarga-la, enquanto chupava as tetonas dela, e ela cavalgava na pica dele. Logo ele jorrou o gozo na vagina dela, e ela foi para o banheiro se higienizar. Quando voltou, ele estava sentada nú na poltrona, com as pernas aberta e a pica dura novamente, e apontou para que ela se ajoelhasse no chão e o mamasse, o que ela fez com extrema maestria, chupou as bolas, lambeu o cabresto, mamou o cabeção, enquanto ele batia com força na carinha dela (ela adora apanhar quando está sendo usada sexualmente), chamava ela de puta, biscate, franguita, e ela respondia que adorava ser a puta de luxo dele, e dos amigos dele – se ele quisesse, até que ele, pela segunda vez naquela noite, encheu a boquinha dela de leite, batendo na cara dela até ela engolir tudo. Mandou-a em seguida para a cama, ficar de quatro na beira da cama, e enrabou-a sem dó, ela chorava de dor porque o pau dele é muito mais grosso do que ela está acostumada, mas ao mesmo tempo, gemia, rebolava, e o estimulava a enfiar mais e mais, e foi o que ele fez, socando até enchê-la de gozo. Deitou-se, em seguida, enquanto ela foi para o banheiro novamente para se higienizar, fez uma maquiagem bem pesada com predomínio de vermelho, que combinava com seus esmaltes, e voltou para o quarto, para a cama de seu garanhão jovem. Ele a pos encostada, sentada, de pernas abertas e foi chupar a boceta dela, logo ela estava se retorcendo e gemendo, e gozou em seguida. Ele disse que queria prendê-la e ela saiu do quarto para pegar um pacote de braçadeiras, que entregou a ele, que prendeu suas mãos e seus pés, perguntando a ela o que poderia fazer com ela. “Tudo o que você quiser, sou sua tia e sua prostituta, meu amor …” , ela respondeu. Ele avançou para os seios dela, e passou um tempo usando-os de todas as formas, fez espanhola, mamou, mordeu, apertou os bicos. Depois, foi até o armário, pegou um cinto, e deu uma surra nela, enquanto a chamava de puta, vadia, galinha, e ela rebolava, gemia, e dizia que adorava apanhar de homem, e apanhou até chorar. Ele parou, ficou do lado da cama, e enfiou a rola na boca dela, até a garganta, quase asfixiando ela, e ficou socando até quase afogar ela com tanta porra que gozou. Em seguida, saiu do quarto, voltou, e mandou que ela ficasse de quatro de novo na beira da cama, ainda com as mãozinhas presas, enfiou um tubo de lubrificante no rabinho dela, deu uma espremida, e começou a violá-la com objetos – salto 10 da sandália dela, banana, cenoura, espiga de milho, bico de garrafa, cabo de panela, cabo de vassoura, e finalmente, com os dedos – conseguiu enfiar três, a mão dele é imensa, enquanto a chamava de “titia puta”, e ela rebolava e gemia, e estimulava ele, “meu novo marido, me arromba”.

Isso virou rotina na maioria das noites, ela ia só de altos, nua a pelo, dar boa noite para ele e ou demorava a voltar, ou só voltava de manhã, sempre prostituída.

Com o final do semestre escolar, o sobrinho começou a trazer dois amigos para estudar em casa com ele para as provas. No primeiro dia em que vieram, ela estava com tamancos brancos de saltos, um microvestido de cotton branco, frente única, obviamente sem soutien e só com um fio dental vermelho por baixo, que aparecia pela transparência do vestido. Pela forma como olharam para ela, não só acharam que ela estava vestida feito uma puta, como o sobrinho já devia ter contado alguma coisa a eles.

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Quando ficamos a sós, perguntei o que ela tinha achado dos rapazes. Disse que se eu permitisse, ia servir um lanchinho especial para eles, ali pelas 22 horas. Disse a ela que ficasse a vontade. Logo vi que ela estava se arrumando, e ficou pronta para sair. Uma maquiagem pesada predominante em pink, jóias e colares, uma micro saia jeans pink, uma sandália de saltos combinando, sem fio dental e sem blusa, com os seios nus, soltos, balançando. Foi para a copa, pos o lanche no carrinho de chá, e passou para a sala, rebolando, com os seios nus balançando, e com a bunda empinada, empurrando o carrinho de chá. Quando chegou à sala, parei de ouvir as vozes dos rapazes. Logo depois, ouvi um “tia, vem sentar no meu colo”, do sobrinho, e depois ouvi os outros dois rapazes falando baixo com ela, mas de forma ininteligível para quem estava longe como eu. Espiei do corredor, e ela estava deitada no sofá, com as pernas abertas – um pezinho no chão e o outro no encosto do sofá, com um chupando a bocetinha dela, outro se divertindo com os seios, e o terceiro com o pau na boca dela. Logo eles passaram pelo corredor, um dos amigos do sobrinho com ela no colo completamente nua, só de saltos, indo para o quarto dele. Depois que eles entraram e encostaram a porta, cheguei próximo e fiquei olhando pela fresta, estavam na cama fazendo dp com ela, enquanto ela fazia chupeta no terceiro. Quando eles gozaram e saíram, pude ver que estavam todos sem camisinha, e os dois amigos, como o sobrinho, eram também bem dotados. O sobrinho foi dando as coordenadas, e fizeram de tudo com ela, como o sobrinho estava acostumado a fazer. Ela só voltou para o nosso quarto de madrugada, depois que os amigos dele foram embora. Só de saltos, nem sabia onde estava a saia, toda melada, marcada, mordida, arrombada e abertinha. Deitou-se, abriu as pernas e me disse: “meu amor, essa noite eu me prostitui com três garanhões jovens, e deixei que eles fizessem o que quisessem comigo. Estou cheia de porra dos três, e quero que você venha me limpar…” E fui chupar porra dos três, que tinham enchido a bocetinha dela …

Essa rotina se repetiu pelos dias consecutivos, com a diferença que em algumas noites, ficava um dos amigos, e ela ia dormir com ele na suíte de hóspedes, só voltando ao nosso quarto pela manhã, depois de prostituída e abusada a noite toda

Chegando ao final do semestre, foram todos aprovados em tudo, e resolveram fazer uma festinha, para comemorar. Queriam convidar mais uns quatro amigos, e ela ofereceu o apartamento para que eles fizessem a festa lá. Agendaram a festa, ela tomou todas as providências, e resolveu que ia convidar também a mãe e as duas irmãs, a mãe desse sobrinho que também é uma putona – que acabou não podendo ir, e a mais nova. A mãe é uma morena bonita, sensualmente vulgar, seios imensos, e adora receber rapazes no meio das pernas ou o rabinho, ou em ambos ao mesmo tempo. E a irmã mais nova, de 18, que está seguindo o mesmo caminho das irmãs e da mãe, e adora experimentar camas novas sempre.

No dia da festa, os rapazes começaram a chegar, e o sobrinho foi anfitrionando cada um que chegou. Só depois de algum tempo foi que as três apareceram na sala. Aparentavam o que realmente são: três prostitutas de luxo. Todas de maquiagem pesada, jóias, alianças e tornozeleiras de casadas liberdadas, cada uma “vestida” de um jeito. Adriene com um micro biquíni preto, transparente, que contrastava demais com a pele muito branca dela. Top eram dois triângulos pequenininhos, que mal cobriam o bico dos seios, e a tanga uma tirinha de pano bem fininha que ficava o tempo todo enfiado na racha, e atrás só um fiozinho que ficava no meio da bundona dela. A mãe, toda de vermelho, saltos e baby-doll, mas um baby-doll bem reduzido e transparente, que deixava toda a bundona e parte dos seios de fora, e uma tanga fio dental. E a irmã mais nova, aproveitando a sua imagem de menininha, apesar dos 18 anos, vestidinha com um uniforme escolar, mas muito sensual: sapatinho de boneca – tipo escolar, mas de saltos; meias ¾ brancas com meias de seda cor da pele 7/8 por baixo, presas por cinta-liga preta; sainha azul marinho, bem justa e bem curta, a bundona quase aparecendo, sem fio dental; uma blusinha branca com botões na frente, bem justa, e sem soutien por baixo; e um lencinho amarrado no pescoço. Começaram a cumprimentar os rapazes, dar e ganhar beijinhos, ganhar carícias, amassos, elogios e encoxadas. Logo estavam sentadas no colo dos rapazes, conversando, namoricando, e sendo acariciadas, sempre por mais que um, porque afinal eram sete rapazes e três mulheres. Num determinado momento, chamei Adriene no quarto, perguntei o que já tinham feito com ela, ela contou que havia sido beijada por vários, tinham mexido bastante nos seus seios, acariciado sua xoxotinha, alguns enfiaram dedos, e um já enfiara dedos no seu cú. Perguntei se ela estava bem, disse que sim, estava se sentindo uma puta, sabendo que era uma puta mesmo, e estava muito excitada com isso. Perguntei se ela queria continuar na festa, ela disse que sim, então tirei o biquíni dela, e mandei-a nua para a sala, e que quando chegasse lá, ficasse de quatro no sofá, oferecendo a bundona. Foi o sinal de largada, três foram ficar ao redor dela, um enfiou direto no cú dela e virou-a para os amigos, que enfiaram os dois paus juntos na bocetinha dela, dois pegaram a mãe, começaram a rasgar o baby-doll dela e arrancaram o fio dental e também começaram a fazer dp, e os outros dois avançaram para pegar a irmã, um a pos no colo e começou a beijá-la, enquanto ela abria as pernas para o outro chupá-la.

Um dos dois que foi pegar a mais nova foi o sobrinho, que pelo visto andava louco para comer a tia novinha. Colocou-a de quatro, e enfiou no cú dela de uma vez só, fazendo-a chorar, mas manter a tradição de putas da família, de gemer, rebolar e dar prazer, mesmo quando estava sendo rasgada, enquanto o amigo pegava a bocetinha dela.

A partir daí, a festa ficou bastante animada. Os rapazes começaram a trocar de cadelas, e logo todos eles tinham montado as três. Aí elas fizeram um intervalo, e foram cada uma para um banheiro, se higienizar e se arrumar para a continuação da festa. Adriene me perguntou o que eu achava que deveriam fazer, sugeri que agora fosse cada uma delas para uma suíte do apartamento, e recebessem os rapazes mais a vontade, na cama, de um em um ou em quantos eles quisessem e elas topassem, e que voltassem para a sala só de babydoll e saltos, sem tanga, com a boceta de fora. Foi o que elas fizeram, e foram cada uma para uma suíte, com grupos de tamanhos diferentes. O primeiro grupo que foi para a suíte com Adriene era o sobrinho e os dois amigos de sempre. Três foram para a suíte com a mãe de Adriene, bastante devassa, e o outro ficou sozinho com a irmã mais nova. Durante a madrugada, os rapazes todos passaram pelas três suítes, e em torno de 3 horas da manhã, começaram a ir embora, ficando só o sobrinho com Adriene, os dois amigos com a mãe de Adriene, e a mais nova veio para a minha suíte, me fazer companhia.

Fez questão de antes de ficar comigo, se produzir toda – banho, maquiagem, cabelo, saltos e baby-doll, sem fio dental, com a bocetinha aparente. Perguntei como tinha sido a noite, ela disse que tinha se divertido, mas queria ter uma experiência de ganhar dinheiro fazendo sexo. Disse que poderíamos fazer aquilo naquela hora, se ela quisesse, ela estava assustada em se prostituir, mas muito excitada com a ideia, e topou. Dei a ela um microvestido frente única de Adriene, de cotton e número pequeno – fico bem curto e agarrado, disse a ela que fosse sem lingerie e pusesse apenas saltos e bijuterias. Enquanto ela se preparava, liguei para um amigo meu sessentão e perguntei se ele não gostaria de comer uma franga novinha, mil reais por duas horas. Ele ficou todo interessado e, assim que ela ficou pronta, levei-a, ele morava em um imenso apartamento de cobertura nos Jardins, sozinho. Ele ficou encantado com ela, cheio de tesão, mandou que ela desfilasse nua para ele, e depois a levou para o quarto. Ele a comeu por quase duas horas, que era o tempo combinado, aí trouxe-a para a sala, e a colocou no sofá, entre nós dois. Disse que ela novinha do jeito que ele gosta, lindinha, e muito vadia, fez tudo o que ele quis, mas ainda não estava pronta para fisting – que eu precisava resolver isso, e que ia querê-la outras vezes, já tinha anotado o telefone dela.

Contei a ele que era a irmã mais nova de Adriene, que ele conhece muito bem, também, porque já a levei lá para que ela se prostituísse para ele. Ela fez carinha de espantada, porque sabia que a irmã transava com vários caras, mas não sabia que ela fazia programa por dinheiro. E, seguida, ele perguntou a ela se ela queria ficar com os dois, por um período de mais duas horas, e dobrar seus ganhos. Ela me olhou com a carinha assustada, e eu a estimulei, finalmente ela concordou. Nos a prendemos na mesa de centro da sala, eu a enrabei enquanto ele fazia ela mamá-lo, depois – a pedido dela, a iniciamos em algumas práticas sadomasoquistas leves – pingar cera quente, velas no rabo, chibata, etc. Quando a soltamos, levamos para a suíte dele, e na cama kingsize fizemos dp com ela uma primeira vez, e depois invertemos posições. Terminadas as duas horas, ela pos o vestidinho de puta da irmã em cima do corpinho todo usado, recebeu seu dinheiro, e voltou para casa abraçadinha comigo no carro, de pernas abertas para eu ir acariciando a bocetinha dela, com dois mil reais na bolsa, e excitada sabendo que agora era puta como as outras duas irmãs e a mãe.

Chegamos ao apartamento e fomos passar pelas suítes, para ver quem estava por lá ainda. Na que fica próxima a cozinha, estava um dos amigos do sobrinho e a mãe de Adriene. Na seguinte, o outro amigo, e a irmã dela que tinha chegado mais tarde que é a mãe do sobrinho, na do sobrinho, estava ele montado enrabando Adriene, então a convidei para ficar comigo em nossa suíte, no que ela carinhosamente concordou. Trancamos a porta, fomos tomar banho juntos, eu a comi durante o banho, ela me mamou gostoso, depois voltamos para o quarto, emprestei a ela um baby-doll dos mais atrevidos que Adriene tem, sem tanga, ela pos, e foi para a cama comigo. Transamos ainda duas vezes, depois dormimos. De manhã, quando acordamos, saímos do quarto, a mãe dela e a irmã tinham ido embora, e Adriene estava ajoelhada no sofá da sala, com os três comendo o rabinho dela até aquela hora. Perguntei se ela tinha vontade de dar para eles, ela confirmou, levei-a e a pus de quatro no outro sofá, e chamei os rapazes, logo um deles já estava pegando ela. Voltei para o quarto, e depois de um tempo ela voltou para ficar comigo na cama, contando que os dois amigos do sobrinho tinham ido embora, e ele estava no quarto dele com Adriene. Deixei-a lá e fiquei com sua irmã o resto do dia, transamos muito, fiz todo tipo de depravação que ela pediu, inclusive começar a alarga-la para fisting vaginal e anal. Havia, na dispensa, algumas berinjelas e pepinos, que levei para o quarto, e queria enfiar um dos menores nela, para começar a prepara-la gradativamente, mas exigiu que enfiasse um maior, que teve que ser forçado. Ela se retorcia de dor e de prazer, enquanto eu forçava e enfiava, mas com uma sensualidade extrema, para uma garotinha de 18 anos. Pediu que eu a apresentasse a homens com mãos grandes, queria se sentir como Adriene, que frequentemente lhe contava que se encontrava com homens de mãos grandes, e se sentia arrombada por eles. Disse a ela que assim que ela estivesse preparada, ela passaria uma noite conosco, e ia oferece-la ao sobrinho, que era a maior mão que Adriene já tinha curtido e depois disso, se ela curtisse, íamos trazer os dois amigos dele só para ela, para quem a irmã andava abrindo as pernas também, e curtindo as mãozonas deles, e ela adorou a ideia. E já combinei de leva-la para conhecer uma boate de swing, que ela quer.

Adriene só voltou para o nosso quarto tarde da noite, naquele dia, e contou tudo o que fizeram com ela, que ela conseguiu lembrar, na festa. Disse ainda que o sobrinho, enquanto eu estive fora, leiloou-a aos amigos – quem desse mais, poderia leva-la para o quarto e usa-la a vontade, durante meia hora. Ela se prostituiu com três dos amigos dele, nesse tempo.

O sobrinho foi passar as férias no Rio, para voltar no início do semestre seguinte.

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