Amigos íntimos e esposas putas

Revelar neste relato os fatores que nos levaram, minha esposa e eu, para a prática do swing e do ménage ficou importante porque demonstra o quanto vivemos nos enganando sobre um monte de coisas no tocante às vontades e desejos sexuais ocultos, nossas fantasias e fetiches. Tudo aconteceu há pouco tempo. Estava em viagem. No instante em que abri a página da internet fiquei assustado. Eu não podia acreditar no que estava vendo. Em fotos bem nítidas, algumas em planos bem fechados, ela se mostrava nua, os seios, o umbigo, as pernas abertas e a xoxota depilada, a bunda provocante. O conjunto das três pintas pretas perfeitamente alinhadas logo abaixo do seio direito revelava o que eu jamais esperava que pudesse encontrar. Minha mulher em fotos de nu explícito e num site da Internet, numa relação de acompanhantes, ou seja, mulheres de programa. Eu quis duvidar do que estava vendo. Havia encontrado aquilo ao acaso. Numa viagem de trabalho, o que era comum na minha vida, já que sou representante comercial e visito clientes em várias cidades, havia ligado o Note-Book no quarto do hotel e navegava entre os diversos sites sem uma ideia fixa, quando encontrei aquele de sexo com uma chamada mais atraente. Sexo Infernal dizia a chamada com uma imagem de mulher de seios grandes no meio de labaredas. Eu resolvera entrar ali com a curiosidade de quem vai apenas ver mais um entre milhares, quando vi a indicação das acompanhantes divididas em cidades. “Escolha qualquer cidade e encontre o melhor do sexo”. Escolhi a minha cidade e cliquei. Fui olhando a página com várias fotos e nomes, homens, mulheres, duplas, admirado com a beleza das garotas e mulheres ali expostas até que me deparei com aquele nome. Samla, era muito diferente e resolvi ver mais detalhes. Então descobri o inesperado. E tudo indicava que era ela realmente. O nome de batalha era muito revelador pois eu já havia ouvido minha mulher dizer várias vezes que gostava daquele nome, Samla, e aquilo era mais um belo indício, além do corpo exposto nas fotos corresponder exatamente ao dela. Fiquei atônito e na hora pensei que estavam usando as fotos dela indevidamente. Lembrava-me de várias daquelas fotos onde ela aparecia nua, porque eu as realizara um ano antes, num motel, a pedido dela, para provocar nossa própria fantasia. Mas o fato de ter o nome Samla revelava que somente ela poderia ter escolhido. E havia outras fotos diferentes das que eu fizera, onde ela aparecia fazendo sexo montada sobre o corpo de um homem, ou chupando a xoxota de uma mulher. A ficha técnica indicava: “Atendo homens, mulheres, casais, duplas, em Motel ou Hotel, sou completa e muito fogosa”, e em seguida o endereço eletrônico e o celular de contato. Era inacreditável. Na hora fiquei totalmente revoltado. Primeiro, eu fiquei querendo que tudo fosse um mal-entendido ou obra de alguém maldoso que desejava nos sacanear. Depois, fiquei indignado comigo, me deixando ser enganado de tal forma.

As lembranças passavam velozes em minha memória. Minha mulher, Geni, uma morena de 27 anos, bonita e gostosa, sempre foi uma companheira fiel e animada, sempre disposta a tudo e muito ativa sexualmente. Mesmo sabendo que ela gostava bastante de sexo, o que muito me orgulhava, fazendo nossa vida de casados durar seis anos, sem muita rotina e sem conflitos, jamais tivera o menor indício de que poderia me trair daquela forma. Eu viajava muito, é verdade, mas Geni parecia apaixonada, confiável e séria, cuidando de sua loja de presentes e de nossa casa, sem nunca dar nenhuma mancada que revelasse uma vida dupla. Pensei em nossas transas, lembrei como ela era proativa e como gostava de sexo, como me recebia sempre animada e feliz. Finalmente, me vi naquela noite bem puto da vida. Queria vingança. O ódio sem poder se manifestar foi me fazendo pensar como deveria agir de maneira mais inteligente e vingativa. Precisava desmascará-la e no primeiro instante, achei que ia marcar um encontro em um motel, sem me identificar e quando ela chegasse teria a surpresa de me encontrar. Mas depois, fiquei pensando que precisava uma prova da infidelidade com testemunha, porque se eu entrasse com processo contra ela, seria muito importante ter tais provas. Imaginei que gravaria tudo em vídeo, mas depois concluí que também não seria suficiente porque ela poderia alegar que era uma brincadeira nossa. Finalmente, me veio a incrível ideia de armar uma armadilha, pois se conseguisse provar a verdade, teria o álibi perfeito para exigir dela tudo o que eu quisesse. Então, fiquei matutando como poderia armar uma cilada e dar o flagrante. Foi naquele momento que me lembrei do meu amigo Sandoval, com quem eu já tinha um grande segredo de outros tempos. Eu e Sandoval nos conhecíamos de longa data, do tempo de solteiros quando saíamos juntos com duas garotas amigas e sempre tivemos forte confiança e intimidade, a ponto de termos feito troca de casais entre nossas namoradas. Os anos se passaram e a amizade continuou. Nos casamos e por diversos fatores ficamos um tempo afastados. Mas no ano anterior, meu amigo havia me procurado e depois de uma longa conversa regada a muito uísque, quando já estávamos bem descontraídos, ele disse que precisava de minha ajuda. Garanti minha solidariedade e quis saber o que era. Ele me confessou que a mulher dele tinha descoberto um caso dele com uma amiga dela e em vez de ficar revoltada com aquilo, revelara a ele que a punição seria uma prova. Ela tinha uma fantasia sexual de transar com dois homens sendo ele um deles. Sandoval explicou que ela determinara que o castigo dele seria atender esse desejo. Então, ele confessou que o único sujeito em quem meu amigo confiava que guardaria segredo era eu. Naquela hora eu havia ficado muito admirado, mas como a mulher dele era uma delícia de gostosa, quis saber como ele imaginava que poderia suportar tal situação. Sandoval me tranquilizou dizendo que achava até bom que aquilo tivesse acontecido. Ele pretendia atender o pedido dela, sem revelar a ela que se sentia excitado com a ideia, confessando inclusive que era uma fantasia que ele também desejava realizar. Eu não estava acreditando, porém, diante dos argumentos dele e com a promessa de que ele não me condenaria depois, aceitei a proposta. E tivemos de fato uma transa com a mulher dele, que foi um dos momentos mais excitantes e tesudos da minha vida. Nesse caso tive que “trair” minha mulher, para atender um pedido de um grande amigo. Então, naquele momento ali no hotel, lembrando de tudo o que havia acontecido, tive a ideia de pedir a Sandoval que me ajudasse a armar a armadilha para Geni, ou Samla, como ela se identificava no tal site. Na mesma hora tratei de telefonar para Sandoval e marquei um encontro com ele para o dia seguinte, dizendo que precisava conversar urgentemente. No dia seguinte, tratei de abreviar minha viagem de trabalho e voltei, sem contar para Geni que regressava antes do dia marcado. Cheguei em minha cidade logo após o almoço e fui direto para um hotel pequeno e mais afastado, onde me hospedei e telefonei para Sandoval, pedindo que ele viesse ao meu encontro em segredo. Quando ele chegou, fiz questão de ligar o computador e mostrar o que havia descoberto, explicando o que desejava que ele fizesse. Queria que ele marcasse o encontro com minha mulher, sem se identificar, claro, e quando a suposta Samla ou seja, Geni, chegasse, ele fosse adiante com tudo, insistindo e fazendo o programa com ela, enquanto eu filmaria o que estivesse acontecendo, escondido de dentro do armário. Sandoval sorriu divertido com as minhas exclamações de revolta enquanto eu contava o que havia descoberto e disse que em vez de ficar com raiva eu deveria ver as coisas por outro lado. Que deveria aproveitar para conseguir outro tipo de relacionamento com Geni e passasse a desfrutar de muito mais liberdade e cumplicidade, assim como havia acontecido com ele e sua mulher Lígia. Contou que eles haviam conquistado uma nova etapa na relação, muito mais cúmplice, que faziam ménage e swing desde a época da nossa transa a três e que a vida sexual deles estava muito animada e ativa, bem melhor do que antes. Na hora eu não estava nem um pouco receptivo para aquele tipo de conversa, nem me imaginava com minha mulher numa vida libertina como a deles, queria consumar meu plano e insisti para que ele aceitasse fazer o que eu pedia. Sandoval concordou com um sorriso malicioso e confessou que era um sacrifício maravilhoso, e que retribuiria o favor que eu lhe havia feito, com toda boa vontade. No entanto, alertou-me para o que eu iria assistir e me pediu a promessa de que me controlaria, uma vez que eu poderia me surpreender e tomar atitudes inusitadas. Garanti a ele que não faria nada que colocasse em risco a nenhum de nós e combinamos o que ia acontecer. Deixei-o ir buscar uma filmadora de vídeo e uma caneta espiã, que pretendia colocar em algum local estratégico.

E quando Sandoval regressou ao hotel cerca de meia hora ou quarenta minutos depois, preparamos o encontro, com ele telefonando para o número de celular que estava indicado no anúncio da Internet. Ajeitamos meu esconderijo dentro do armário do quarto, e eu retirei um dos dois parafusos que prendiam o pequeno disco de metal perfurado que ficava na porta do armário, destinado a arejar o interior, para que dali eu pudesse focar a câmera e gravar o que aconteceria no quarto. A caneta espiã eu colei com fita adesiva bem disfarçada na lateral de um quadro que ficava na parede e dava visão completa do quarto. Então, testamos a filmadora, e verificamos que funcionaria perfeitamente mesmo com pouca iluminação. Eu ficava de pé dentro do armário, meio curvado, encostado com a bunda na parede do fundo e encaixava a filmadora bem no orifício da porta, obtendo uma visão bem razoável do quarto. Havíamos combinado que se acaso Geni chegasse e encontrando Sandoval, que ela conhecia, o que certamente a deixaria admirada ou inibida, ele deveria insistir dizendo que estava com muito tesão nela. E afinal, se ela era uma profissional, deveria cumprir o serviço que ele não revelaria a mim o ocorrido. Ele me tranquilizou dizendo que não a deixaria escapar. Tudo ficou pronto em pouco tempo e quando deu 17:00 horas, ouvimos ela bater na porta. Fui me esconder dentro do armário. Meu coração batia tão forte dentro do peito que me deixava com a sensação que poderia ser ouvido do lado de fora. Ouvi Sandoval abrir a porta e Geni exclamar:

— Ah, meu Deus, você!

Sandoval também mostrou surpresa, exclamando:

— Ah, que boa surpresa, me desculpe, mas eu não poderia imaginar. Entre, entre…

Geni dizia:

— Ai, não, assim não dá, é melhor eu ir embora. Por favor esqueça tudo isso.

Sandoval, insistiu:

— Entre, não fique assustada. Eu sou de confiança e nós dois sabemos que estamos aqui com o mesmo desejo.

Ouvi o barulho da porta fechando e passos que se aproximavam do interior do quarto. Sandoval entrou no meu campo de visão e falava:

— Olha, eu não esperava encontrar você mas já que está aqui, tenho que confessar que me excita muito a ideia, você é deliciosa e sempre me pareceu muito tesuda. Olhe como fiquei.

De fato, o pau duro de Sandoval estava estufando a frente das calças.

Ouvi a voz inconfundível de minha mulher responder:

— Independente de sentir tesão ou não, é uma relação profissional e o valor que combinamos continua valendo. Se você quer ir adiante, é tudo uma questão de trabalho.

— Claro, claro! – Sandoval apressou-se a confirmar – mas trabalhe com prazer por favor.

Geni falou baixo:

– Isso nem precisa pedir. Eu adoro!

Geni entrou no meu campo de visão. Estava trajada com um vestido de malha cor de vinho, curto e bem decotado, os seios quase saltando para fora, calçava sandálias de acrílico transparente com salto alto e tinha uma bolsa castanha pendurada nos ombros. O cabelo estava solto e bem escovado. Suas pernas deliciosas pareciam mais tentadoras com as coxas aparecendo. Ela fazia uma pose de mulher provocante, retirou a bolsa dos ombros e falou:

— Se tudo ficar entre nós, para mim está tudo bem.

Ela se aproximou mais de Sandoval e ele estendeu uma das mãos e tocou no cabelo dela, depois, fez uma carícia nos ombros e passou a mão sobre as costas até se fixar na cintura. Ele disse:

— Você é uma tentação maravilhosa. Sou um tremendo libertino. Sempre tive um tesão contido por você. Foi muita sorte minha encontrar você aqui.

Geni sorriu maliciosa e exclamou:

— A vida é assim. Temos tesão com tantas pessoas e não temos coragem de assumir isso. As pessoas não sabem separar tesão de amor. Eu consigo não misturar. E você é bem tesudo também.

Sandoval estava bem perto dela e Geni acariciou o pau duro dele por cima da calça. Ele beijou o ombro dela e depois o pescoço. Depois falou:

— Eu separo muito bem, mas não é sempre que encontro a mulher de um grande amigo, gostosa e tentadora como você, disposta a fazer tudo que eu quiser.

Geni sorriu maliciosa e respondeu:

— Você sabia quando me ligou. Viu o anúncio. Aqui eu sou apenas a Samla, e estou pronta para o seu prazer. Diga o que gosta e eu vou fazer.

Ela começou a desabotoar a camisa de Sandoval enquanto ele acariciava a bunda dela por cima do vestido.

Nessa altura a tensão que eu sentia era grande, eu filmava mecanicamente, minhas mãos tremiam um pouco, mas sem saber o motivo, estava sentindo uma excitação tremenda, meu pau já latejando dentro da cueca. Nem entendia o motivo daquela excitação, estava vendo minha mulher trabalhar como prostituta, e tudo era provocante. Vi quando Sandoval enfiou a mão debaixo do vestido e apalpou as nádegas de Geni. Ela acabou de abrir a camisa dele e deu um beijo provocante no peito enquanto encostava-se a ele. Ela sussurrou:

– Safado!

Com a outra mão, Sandoval puxou a alça do vestido dela para baixo e um dos seios de minha mulher saltou empinado para fora.

O mamilo convidando para o beijo que se seguiu longo e sugado. Meu coração pulsava acelerado. Eu sentia um nó na garganta. De repente minha raiva havia desaparecido e só havia excitação. Ouvi Geni suspirar e depois oferecer os lábios para um beijo prolongado. Eles se ajudavam e as roupas foram sendo retiradas. Ela se esfregava nele e as mãos dele a apalpavam sem vergonha. Percebi que Sandoval estava levando a sério e adorando o desafio. Geni suspirava e sorria meio maliciosa. Ela também estava gostando. Soltou o cinto e desabotoou as calças de Sandoval que desceram pelas penas até ao chão. Ele também fez o mesmo com o vestido dela que escorregou pelo corpo até deixa-la só com uma calcinha. Era uma calcinha transparente e diminuta. O corpo dela parecia brilhar com a pele de seda, morena e macia, sendo acariciada pelas mãos do meu amigo. E ela demonstrava estar gostando muito daquelas carícias. Geni abaixou a cueca de Sandoval e fez o caralho duro saltar para frente. Então, segurou carinhosamente o pau rijo e disse:

— Nossa, que maravilha, bem grande e grosso como eu gosto. Vai me deixar muito tesuda hoje.

Eu vi Sandoval estremecer de tesão e eu também estremeci, completamente tomado por uma excitação incrível. Era uma sensação muito estranha, julgava que deveria ficar revoltado com o que assistia, mas em vez disso, o que eu experimentava era um tesão muito grande de ver aquelas cenas. Sabia como Geni gostava de sexo, sabia como ela se deleitava ao se sentir desejada, mas perceber que ela estava gostando de se oferecer para outro homem, e para ganhar dinheiro, era incrivelmente excitante. Ela estava sendo realmente uma tremenda Puta por puro prazer, porque não precisava do dinheiro, era empresária, possuía vida estável e ganhava até muito bem. E eu também sabia o tesão que Sandoval estava experimentando, pois além do que acontecia com eles, ele tinha consciência que estava sendo observado e filmado pelo marido daquela mulher. Entendi que ele estava adorando me provocar e sem compreender o motivo, aquilo me deixava mais alucinado de volúpia.

Sandoval sugava os seios de Geni e com a mão entre as pernas dela já enfiava o dedo na xoxota, fazendo com que ela abrisse um pouco as pernas para receber aquelas carícias.

Sandoval disse:

— Esta bocetinha molhada está me deixando quase louco. Vou fazer você gozar muito hoje, e quero que faça tudo o que sabe para me matar de tesão. Sei que gosta de uma boa sacanagem e quero aprender tudo o que tem para me ensinar.

Geni sorriu maliciosa e respondeu:

— Então, não perde por esperar. Vou mostrar o quanto sou capaz de fazer. Fico alucinada só de pensar o que nos espera.

Então, ela enfiou dois dedos na própria xoxota e retirou melados de sua excitação oferecendo para Sandoval lamber, dizendo:

— Veja como já estou melada e escorrendo de tesão. Sinta o gostinho da minha xaninha louca por uma sacanagem.

Meu coração deu uma cambalhota, e minha garganta parecia ter brasa. Meu pau já doía de tão duro. Sandoval sugou os dedos dela e agarrou a bunda de minha mulher com firmeza enterrando os dedos nas nádegas rijas. Ela suspirou e se abaixou colocando o pau duro dele na boca.

Começou a mamar com vontade, acariciando o saco do amigo com uma das mãos. Sandoval soltava gemidos de prazer e apertava os seios dela com as mãos. Ele falava:

– Que safada, adora ser puta!

Eu gravava todas as cenas e minhas pernas tremiam de emoção. Vi quando os dois corpos foram para cima da cama, eles se acomodando para fazer um 69. Estavam de lado e eu podia ver a expressão de contentamento e prazer de minha mulher quando sentiu a língua de Sandoval explorando sua xoxota e seu cuzinho. Ela soltou um suspiro de satisfação e exclamou:

— Me chupa, me lambe bem gostoso, suga meu grelo e me faz gozar muito!

Em seguida, ela abocanhou a pica de Sandoval e começou a chupar, mamando do jeito que eu mais gostava, e eu sabia que era de deixar qualquer um maluco de prazer. Durante alguns minutos eu fiquei filmando e ouvindo apenas os gemidos de prazer. Sentia-me muito excitado ao assistir tudo aquilo. Constatei meio intrigado que estava gostando muito da situação. Sabia que Geni era uma mulher tesuda, mas a oportunidade de ver o quanto poderia ser provocante quando desejava, sendo libertina e sensual com outro homem também, era o que me deixava mais tarado e curioso. Não conseguia entender bem o que me acontecia, mas em vez de ficar puto e revoltado, estava tremendo de tesão e louco para ver até onde eles poderiam ir com aquela volúpia. Já havia lido muitos relatos de maridos que contavam ter sentido o mesmo que eu experimentava, mistura de ciúme e tesão, mas jamais imaginava que eu numa situação semelhante também reagiria daquela forma. E Geni e Sandoval se entregavam ao sexo sem nenhuma barreira. Sandoval havia enfiado dois dedos no ânus de minha mulher que se abria mais para ser provocada e explorada. Sandoval provocava dizendo:

— Vou comer esse rabinho hoje com o maior tesão.

Geni rebolava satisfeita e respondeu:

— Vou gozar muito com seu pau aqui dentro e vou fazer você gozar até pedir água.

Eles se chupavam com muito desejo e não estavam mais controlando o tesão. Então, vi quando Geni saiu de cima da cama e apressou-se em pegar uma camisinha, dizendo:

— Ai, eu estou louca de tesão. Quero sentir essa piroca aqui dentro me fazendo gozar como uma cadela no cio.

Ela tratou de vestir a camisinha no pau empinado de Sandoval. Eu vibrava inteiro, como se estivesse sentindo em meu corpo o que ela fazia. A expressão de Geni demonstrava que ela estava mesmo com muito tesão. Em seguida, ela ficou ajoelhada sobre a cama, colocou o corpo sobre o dele, as pernas abertas de cada lado da cintura do amigo e deixou que o pau duro se encaixasse na entrada da vagina, pedindo:

— Vai Sandoval, enfia aqui dentro, me faz sentir essa piroca enorme entrando em minha xana e me fode com todo esse tesão!

Ele murmurou:

– Minha puta safada! Queria ver seu corno vendo esta cena!

A frase dele me arrepiou inteiro porque ele sabia que eu estava ali. Sandoval já tinha a boca sobre um dos seios dela e mamava gostoso. A piroca escorregou pela xoxota melada e se enfiou toda para dentro dela.

Eu quase podia sentir as sensações que eles estavam tendo. Minha respiração estava ofegante.

Geni gemia e rebolava, mexendo-se para a frente e para trás, fazendo com que a pica do meu amigo entrasse e recuasse cada vez mais firme. Ela falava para ele:

— Entra e sai, vai fundo e volta, bem gostoso. Eu gosto muito de sentir uma pica bem dura me comendo assim gostoso!

Sandoval colocou as mãos por trás dela e abria as nádegas. Achei que ele fazia aquilo para que eu pudesse filmar a piroca entrando e saindo.

Ele provocava falando:

— Ah que delícia de boceta. Sua putinha gulosa tarada. Queria que o Simonal pudesse ver como você gosta de dar essa xoxota.

Geni suspirou:

– Ele ia gozar sem tocar no pau dele! Sei como é tesudo!

Pior que eu quase gozava mesmo. Eles já estavam fodendo com embalo. Em menos de um minuto eles gemiam alto. Eu não aguentava mais de tesão vendo aquela cena louca, minha mulher se acabando com o caralho de Sandoval se enterrando até a base e voltando atrás para nova enterrada. Então, Sandoval voltou a falar mais alto, dizendo:

— Vai minha putinha tarada, goza muito na minha piroca, mostra como você gosta de foder um caralho duro e tesudo! Seu marido precisa saber como você é uma puta sacana e depravada.

Eu sabia que ele estava me provocando ao falar aquilo. Lembrei que foi a mesma frase que ele havia dito para a própria esposa quando trepamos juntos, satisfazendo a fantasia dela.

Naquela hora ele me provocava, me fazendo lembrar a situação e me dizendo que estava vivendo o mesmo com minha mulher.

Eu já estava quase gozando dentro da cueca. A cada estocada do pau do amigo na xoxota de Geni era como seu eu pudesse sentir na minha vara o que ele sentia também. E por incrível que possa parecer, era também como se eu pudesse sentir o prazer de Geni com o pau dele entrando. E perceber aquilo era o que mais me deixava tesudo. O mais incrível, era que também parecia sentir o tesão que Geni experimentava, como se eu também pudesse me projetar nela, perceber o quanto ela estava excitada. Atordoado com tudo aquilo, os pensamentos sem nenhum controle, sem parar de gravar, aproveitei uma mão livre retirei o pau para fora das calças e notei que já escorria um caldo melado prenunciando o gozo. Minha lubrificação era quase uma ejaculada. Eu iria gozar dentro de pouco tempo. Então, ouvi Geni gemendo alto e pedindo:

— Vem Simon, (meu nome é Simonal, mas ela sempre me chama abreviando o nome) vem aqui perto e olha como estou gozando gostoso com o Sandoval me comendo. Vem sentir o tesão que estou sentindo!

Olhei assustado para eles. Fiquei meio atordoado. Não sabia se sem querer eu fizera algum barulho que me revelasse ali dentro do armário. Então, vi que Geni olhava diretamente para o armário e dizia:

— Sei que está aí dentro querido, sai e vem aqui, vem me ver gozar. E gozar junto comigo! Estou muito tesuda!

Fiquei paralisado durante alguns segundos sem entender nada. Então ouvi Sandoval insistir:

— Pode vir, pode sair daí amigo, ela sabe de tudo. Vem gozar com a gente!

Surpreendido por uma situação que eu nem sequer sonhava, abri a porta do armário e fiquei ali olhando. Abaixei a câmera de vídeo.

Geni estava com aquela expressão de prazer que antecede o orgasmo, a boca aberta, a língua meio para fora num dos cantos, os olhos perdidos para o alto. Ela movimentava o corpo fodendo sem parar como um animal, gemendo alto, a respiração ofegante, e pedindo:

— Ahhhh, vem querido, vem aqui perto, vem me ver gozar, goza comigo. Olha como está gostoso, veja a gente trepando. Estou morta de tesão e quero que me ajude a gozar muito com o Sandoval!

Na minha mente as coisas estavam muito confusas. Não conseguia fixar nenhum pensamento. Mas estava tarado, sem controle. O impulso do tesão me chamava para junto deles. Minhas calças abertas desceram para o chão. Saí do armário e deixando as calças e cueca no chão fui me aproximando da cama. Quando percebi estava bem pertinho. Geni segurava meu pau duro e dizia:

— Deixa chupar você. Ajuda-me querido que eu estou morrendo de tesão! Vem sentir como estou gozando gostoso com o Sandoval.

Ela meteu meu pau em sua boca e sugou com vontade. Uma das mãos dela apertava minhas nádegas e me mantinha de pé junto deles. Ela se rebolava no caralho de Sandoval e sua respiração era cada vez mais ofegante. Ela gemeu sem tirar meu pau da boca. Sandoval exclamou:

— Goza tudo, sente minha pica gozando dentro de você! Ah Simonal, que delícia de mulher sacana você tem!

Ele voltou a mamar um dos seios dela e Geni estremeceu mais forte. Senti que Geni me sugava com mais força. Eu podia sentir que ela experimentava um orgasmo intenso, com o pau duro dele inteiro na xoxota.

Geni gemia e exclamou:

— Ai, estou gozaaaannndo! Gozem comigo!

Então, não consegui conter a onda de prazer ao perceber que ela estava mesmo gozando no pau do amigo totalmente entregue ao prazer e me chupando, excitada com a situação. O orgasmo veio incontrolável. Minhas golfadas de porra invadiram a boca de Geni e ela continuava mamando e se movimentando sobre Sandoval que urrava de prazer. Ficamos um bom tempo entregues às contrações daquele orgasmo indescritível. Meu pau nem amolecia, mas eu já não ejaculava mais. Fiquei ali até que minhas pernas ficaram moles e me sentei sobre a cama. Geni ainda se esfregava sobre Sandoval gemendo, Ela se inclinou um pouco e me pegando pela nuca me deu um grande beijo com a boca toda melada com minha própria porra. A língua dela me provocava alucinada indicando que estava ainda gozando. Depois ela falou:

— Ai querido, como eu sonhava com uma coisa destas! Gozei demais.

Eu não sabia o que dizer. Também estava ofegante. Ela continuou:

– Estou feliz que tenha gozado junto comigo. Fiquei louca de tesão.

Eu não tinha mesmo o que dizer. Estava sem condições de falar nada. Na verdade, eu mesmo havia provocado aquela situação. Deixei que ela me beijasse com a boca melada do meu orgasmo. Aquilo era ainda mais provocante. Eu ainda sentia muito tesão. Então, Geni se levantou e deixou que Sandoval saísse da cama. Ele foi para o banheiro retirar a camisinha e lavar a piroca. Eu fiquei sentado olhando Geni que me abraçou sentando-se ao meu lado. Ela disse carinhosa:

— Meu amor, agora nós podemos conversar com sinceridade. Não tenho mais nada para esconder e já posso confessar tudo o que você quiser perguntar.

Eu nem raciocinava direito. Nada me veio à cabeça naquele momento. Estava confuso demais para pensar com clareza. Mas sem querer perguntei:

— Você sabia que eu estava aqui?

Ela abanou a cabeça confirmando. Foi Sandoval quem respondeu vindo do banheiro:

— Fui eu amigo, que contei a ela na hora em que fui buscar a câmera. Eu tinha que fazer isso pois senão nunca mais poderia encarar a Geni, somos amigos, e não sou de fazer armadilhas para ninguém. No entanto, sabia que você ia gostar de ver o que aconteceu. Eu tinha certeza que ia ficar cheio de tesão de ver a Geni transar comigo. Como fizemos com minha mulher. Combinamos tudo. E agora já estamos quites, pois retribuí o favor que você me fez o ano passado. No fundo somos muito parecidos. Aposto que daqui para frente vocês dois vão ser muito mais felizes também.

Eu estava sem reação. Não podia negar que me envolvera com eles, e não sabia mais como conduzir as coisas naquele momento. O tesão que tivera ao ver Geni gozando com ele fora tamanho que eu não tinha argumentos. Então, Geni me deu mais um beijo carinhoso e falou:

— Amor, adorei sentir você cheio de tesão. Eu fiquei muito excitada sabendo que estava escondido assistindo o que eu fazia. Eu fiquei com mais tesão sabendo que estava ali. E o Sandoval garantiu que você ia participar. Quando saiu do armário você estava tremendo de tão tarado que ficou.

Ela falava e me acariciava o pau. Meu cacete ainda estava meio duro e a situação ainda era inusitada e muito excitante. Geni explicou:

— Eu sou mesmo muito tarada querido. Uma puta safada. Mas você também é. Sandoval me contou o que aconteceu com a Lígia, você e ele realizando o sonho dela de ter dois machos. Fiquei muito tarada em saber do caso e queria ver se comigo também seria igual. Só de pensar no que a gente fez agora eu fico novamente com muito tesão. Você gravou tudo?

Eu estava parecendo um estúpido, sem saber como me comportar. Acenei afirmativamente com a cabeça. Meu pau duro revelava que ainda estava excitado. Geni me ajudou a retirar a camisa. Ela me provocava com sua mão em meu pau, apertava a acariciava. Ela disse:

— Oh querido, eu quero repetir tudo de novo, estou ainda morrendo de vontade. Adorei ser a puta sem vergonha para vocês dois. Estava muito gostoso e quero sentir o tesão de vocês dois junto comigo mais outra vez. Quero que me façam gozar mais ainda.

Minha cabeça girava. Meu tesão me traía. Ela estava sendo verdadeira e sem barreiras, assumindo a sua fantasia e seu desejo libertino e aquilo me deixava alucinado novamente. Olhei para Sandoval e vi que estava de pau duro. Ele falou:

— Vamos dar o que ela gosta meu amigo. Sua mulher adora sexo! Vamos dar uma chuva de pica nessa mulher tesuda. Ela adora ver o pau entrar e fica louca para dar essa xoxota melada.

Geni não esperou minha resposta e colocando a boca no meu cacete, começou a lamber e chupar. Eu não conseguia ter reação para impedir. E confesso que não queria parar. Era tremendamente provocante aquela situação. Geni falou:

— O Sandoval tem razão querido, eu adoro sentir que vocês estão cheios de tesão e loucos para me foder. Quando vejo o pau duro quero sentir ele me comendo. Sou mesmo a safada que sempre falamos que eu era. Mas agora você está vendo.

Ela ficou de pé, o corpo meio abaixado, as pernas abertas e apoiada com as mãos sobre a cama. A bunda generosa empinada. Ela chupava meu pau com carinho e volúpia e exibia a bunda para o meu amigo. Sandoval ficou algum tempo se masturbando e olhando aquele rabo delicioso. Então, Geni rebolou a bunda e pediu:

— Vem Sandoval, vem junto com a gente. Esfrega seu pau aqui. Quero sentir os dois cheios de tesão.

Ele me olhou como se esperasse para ver se eu concordava. Eles estavam aproveitando porque sabiam que o meu tesão me faria concordar com tudo. Naquele momento, não havia motivo nenhum para que eu negasse. Na verdade, eu queria ver de novo Geni tarada gozando como uma cadela. Eu já havia descoberto que aquilo me deixava louco de tão tarado. Já havíamos chegado até ali, experimentara o tesão alucinante de ver minha mulher se entregar como puta a outro homem na minha frente, e o desejo de avançar mais uma vez era maior do que qualquer outro tipo de raciocínio lógico. Eu estava tomado pelo desejo e principalmente, queria ver até onde poderíamos chegar com aquilo. Lembrava-me que com a mulher do Sandoval havia sido muito bom e todos gozamos demais. Acenei com a cabeça e Sandoval chegou atrás de minha mulher e encostou o pau em sua bunda. Ela rebolou as ancas e deixou que ele se esfregasse. Então, tomada novamente pela luxúria, Geni se levantou e ficando de pé na minha frente pediu:

— Quero que vocês me chupem por inteiro. Deixem-me louca de vontade de dar até desmaiar de prazer.

A xoxota estufada e vermelha da foda que dera estava a um palmo do meu nariz e não tive nenhuma dificuldade em colocar a boca sobre seu Monte de Vênus e começar a lamber. Ela escorria de excitação. Sandoval abraçava Geni e trocava beijos chupados com ela.

Ele também chupava os seios dela e minha mulher gemia, exclamando:

— Ah, que loucura, tenho dois cachorros tarados querendo foder a cadela no cio. Quero dar como uma cadelinha vagabunda, alucinada de vontade. Vou gozar como nunca!

Ouvir Geni falando aquilo me tirou do controle. Tomado de excitação, suguei o grelinho dela que estava bem saliente no vértice superior da xoxota. Geni soltou um gemido e não agüentou ficar de pé pois suas pernas estavam moles. Ela me empurrou para que me deitasse de costas sobre a cama e se colocou ajoelhada por cima, na posição de 69. Então, puxou Sandoval para que também se deitasse ao meu lado e com isso ela tinha dois cacetes próximos, que passou a chupar e lamber alternadamente. Eu lambia a xoxota, enquanto ela me chupava e logo estávamos gemendo com aquelas carícias. Era muito bom ver e sentir como ela estava tesuda. Geni provocava dizendo:

— Duas picas deliciosas que vão me comer de tudo que é jeito. Ah queridos, que maravilha!

Ficamos entregues aos caprichos de minha mulher que nos chupava alterando os cacetes em sua boca.

Então, Sandoval lambeu o rego e a bunda dela e enfiou dois dedos no ânus de Geni que permitiu a entrada sem nenhuma resistência. Geni movimentava as ancas, suspirando:

– Ai que delícia, que loucura, estou tesuda demais!

Ela demonstrando que aquilo a deixava mais louca redobrava as chupadas em meu cacete. Ela me peguntou:

– Amor, está tesudo de me ver bem safada?

Eu exclamei um “sim” meio abafado na xoxota dela. Eu enfiava a língua na xoxota, mordia os grandes lábios, sugava o clitóris, fazendo Geni berrar e pedir:

— Isso amor, que gostoso, enfia, chupa forte querido. Provoca bastante.

Para Sandoval ela falou:

— Vem aqui por trás Sandoval, mete a piroca na minha xoxota e deixa o Simon ver bem de perto como eu gozo gostoso.

Meu amigo se levantou e ajoelhando-se atrás dela, colocou o pau na entrada da xoxota que eu chupava. A cena da cabeça da rola encostada na xana estava a cinco centímetros dos meus olhos. Parei de chupar e fiquei olhando bem de pertinho. A cabeça do pau dele estava roliça e firme e se esfregava sobre a xoxota melada com minha saliva e a lubrificação dela. Geni gemia e podia sentir o tesão dela com aquilo. Então, minha mulher perguntou:

– Então amor, está tesudo? Gosta de ver sua putinha dando como uma cadelinha?

Concordei exclamando que estava ficando maluco. Geni então pediu quase gemendo:

— Chupa gostoso querido, chupa o pau dele junto, e lambe a minha xoxota ao mesmo tempo. Experimenta chupar o cacete que vai me comer. Faz ele ficar bem tesudo para comer o meu rabinho. Deixa a gente loco de tesão.

Geni estava completamente tarada e eu fiquei admirado com o que ela pedia. Nunca tinha sequer pensado em uma coisa daquelas, mas ela gemia e rebolava com muito desejo insistindo:

— Chupa gostoso essa pica meu amor. Faz ele ficar louco de vontade de entrar em mim. Sente na sua boca o tesão do caralho duro vibrando de vontade de me enrabar.

Olhei para o caralho cheio de veias que se esfregava na xoxota de Geni. Nem liguei para o fato de não ter camisinha. Naquele momento as palavras de minha mulher me deixavam completamente sem controle, alucinado de tesão e subordinado aos seus caprichos. Ela queria que eu sentisse na boca o pau como ela sentia. Geni pediu:

– Experimenta como eu vou sentir ele aqui dentro quente e duro. Eu sei que você vai gostar de saber como é tesudo um pau duro e quente.

O que mais me excitava era a loucura devassa que ela vivia, querendo que eu compartilhasse e provasse de seu tesão e de seu prazer. Eu também estava ficando louco com aquela tara. Percebi que estava com vontade de fazer o que ela pedia. Sem pensar muito, comecei a lamber o pau duro e a xoxota ao mesmo tempo. Era mesmo provocante. Minha língua explorava a xoxota e o pau duro e aquela novidade me dava prazer. Sandoval movimentava o pau para frente e para trás. Quando ele afastava um pouco a rola da entrada da xoxota, eu colocava a boca sobre a cabeça vermelha e lambia. Ele enfiava na minha boca e esperava eu sugar. Depois retirava ofegante. Quando entendi que estava curtindo fazer aquilo, chupando o pau duro e lambendo com muito prazer, imaginado como seria aquela piroca entrando no corpo de Geni, fiquei mais tarado. Sandoval fazia com calma, me deixando sugar a cabeça que pulsava latejando na minha boca. Ele também sabia que eu estava gostando, louco de tesão por conhecer como era. Experimentar o que minha mulher experimentava. O pau estava quente e duro, e descobri que chupar e provocar era excitante também. Geni sugava o meu caralho e dizia:

— Vem querido, faz como eu faço, chupa gostoso e sinta como eu fico louca sentindo o pau que vai me foder e me fazer gozar muito.

Eu imitava o que ela sempre fazia, chupando e lambendo o pau e o saco de Sandoval como Geni sempre fazia comigo. Eu também sugava a xoxota dela de vez em quando e via como estava escorrendo de prazer. Eu estava gostando muito daquilo e era como se eu sentisse o que minha mulher sentia. Mas o tesão foi ficando incontrolável para os três e Geni acabou pedindo:

Enterra essa pica na minha bunda Sandoval, estou desesperada de tanta vontade. Vou dar meu cuzinho pra meu corninho ver como eu sou safada!

Sandoval então retirou o pau e afastou-se um pouco pedindo:

— Passa gel no meu pau que eu vou comer este rabinho com muito prazer.

Sem se mexer de onde estava, Geni pegou uma bisnaga de gel que estava na bolsa ao lado e me entregou.

Eu estava deitado de costas e com as mãos livres, tratei de colocar um pouco de lubrificante no pau duro de Sandoval. Sandoval sabia o que eu estava sentindo pois disse:

— Segura e veja como meu caralho está vibrando de desejo. Imagina como ele vai entrar neste cuzinho mais tesudo.

Era verdade, era provocante pensar naquilo e sentir o pau vibrando na minha mão.

Enquanto eu passava o gel, podia sentir as pulsações do cacete e imaginei o tesão do amigo, prestes e foder o rabinho de Geni. Sandoval retirou os dedos do ânus dela e então colocou a cabeça da piroca na entrada, esfregando e fazendo pressão. Ele falou:

— Olha aí meu amigo o cuzinho piscando, veja como sua mulher está louca para sentir a minha vara entrando no lindo rabinho guloso dela. Você vai ver bem de perto como ela vai gozar com a boceta na sua boca e com o rabo na minha piroca.

Ele falava aquilo para me provocar e inacreditavelmente, eu ficava mais louco de tesão e vontade de ver e sentir tudo aquilo.

Geni sentiu meu tesão crescendo com a vibração da minha piroca em sua boca e pediu:

— Ai meu querido, estou louca, tarada de ver você tesudo. Querendo que ele me enterre essa piroca toda no cuzinho. Sou mesmo uma devassa libertina e sem vergonha. Você vai ver e sentir como vou gozar demais com vocês dois.

Ela arrebitou um pouco mais a bunda e eu puxei suas nádegas abrindo ainda mais a visão do que ia acontecer. Eu estava muito tesudo de ver aquilo. Parecia que o tesão de Geni me deixava mais louco. Sandoval forçou mais a pica. Pude ver a cabeça do pau se enterrar mais um pouco no ânus de Geni, esticando tudo como se fosse arrebentar a pele. Ela gemeu e rebolou para facilitar a entrada. Ele firmou a pica. De repente, vi o cacete escorregar para dentro. Geni arfou e gemeu, dizendo:

— Ah, entrou. Delícia! Ele quase me rasgou! Está entrando mais! Que gostoso, enfia mais, vai fundo, me mata de prazer!

Eu estava assistindo a sodomia de minha mulher a uma distância de dez centímetros, com a xoxota dela em minha boca e estava admirado com aquela cena, tomado pelo desejo e louco para que ela gozasse como uma égua. Nuca poderia sonhar que ia adorar. Era incrível como aquilo me deixava excitado. Comecei a lamber com força o grelo de Geni que suspirava e pedia mais. Sandoval começou a enfiar e recuar o pau dentro do rabo, fodendo com vontade. O saco dele batia na minha testa e naquele momento nem aquilo me atrapalhava. Era ótimo ver como ele fodia gostoso o cuzinho de Geni e ela parecia gostar muito porque falava:

— Isso, vai fundo, faz forte, enterra mais. Me fode, me faz gozar tudo!

Para mim ela dizia:

— Ah querido, meu corninho tesudo, veja que delícia! Ele está fodendo bem gostoso! Estou muito louca, me chupa inteira, e me dá sua porra!

Era incrível poder ver aquela cena, sentir o prazer que Geni parecia experimentar com o pau grosso entrando em seu rabo e perceber que Sandoval também se entregava a foder aquele cuzinho com todo o seu desejo. Despertava-me uma excitação sem igual. Sandoval socava forte. Geni gemia deliciada. Eu via o cu sendo fodido e ela gemendo. Dominado pela tara e não resistindo mais, comecei a esguichar porra na boca de Geni enquanto ela tremia gozando com minha boca grudada em sua xana e com Sandoval que gozava deliciado dentro do rabo de minha mulher. Sandoval dava estocadas firmes e Geni ofegava. Quando vi eu também gemia a cada estocada, como se sentisse o gozo deles também. Foram orgasmos prolongados e tremendamente inebriantes. Soltávamos exclamações de prazer e gemidos incontroláveis. Ficamos engatados uns três minutos ou mais até que senti Geni desfalecer quando Sandoval retirou o pau meio amolecido de seu rabo. A porra escorria e caía no meu rosto, queixo e pescoço. Vi o cuzinho dilatado e melado piscando ainda com o tesão, de onde o esperma escorria. Então, ela se deixou ficar estendida sobre meu corpo e Sandoval se deitou ao nosso lado. Repousamos quase dez minutos em silêncio, somente nossa respiração ofegante era audível.

Foi quando Sandoval falou:

— Eu sabia que estava fazendo um favor a vocês dois. Agora, vocês já sabem como é boa a cumplicidade nesse grau de intimidade. Já podemos fazer coisas muito gostosas juntos e aposto que a Lígia também vai adorar.

Geni me abraçava e me beijava, dizendo:

— Meu amor, eu sou apaixonada por você, amo demais, e tenho que confessar que mesmo assim, não via a hora de poder assumir todo o meu tesão de safada para você. Eu me tornei uma sacana tarada. Passei a fazer programa quando você viaja para apagar meu desejo devasso.

Eu não conseguia organizar as idéias. Havia me envolvido de tal forma naquela loucura que era impossível negar o quanto fazer tudo aquilo me excitara. Claro que desejava muitas explicações, mas nem sabia como começar o assunto. Geni me confessou:

– Estou muito feliz e espero que me entenda e me perdoe a libertinagem.

Eu a olhava com expressão desnorteada. Só consegui falar:

– O que foi isso!

Foi Geni quem deu a primeira pista, quando disse:

— Eu sempre quis confessar a você o que eu fazia. Já tem quase um ano que eu queria viver essas fantasias. Foi quando pedi para você fazer as fotos sensuais. Queria experimentar apenas uma vez como seria viver na pele de uma puta, me entregar a um homem que me contratasse para ser tudo o que desejasse. Era uma fantasia louca. Mas quando realizei, me deixou mais louca de tesão. No começo achei que seria uma vez só. Mas o tesão foi enorme e quis repetir. Depois disso não consegui resistir e tornei a fazer outras vezes. Há três meses que comecei a viver essas aventuras, como uma mulher de programa. É muito excitante. Acontece que eu morria de medo que você jamais entendesse, porque só amo você de verdade. Quando o Sandoval me ligou, me contando o que você descobriu e o que pretendia fazer, achei que era a hora de assumir tudo. Nunca quis magoá-lo e nem perder o seu amor. Foi quando Sandoval me explicou que vocês dois já haviam feito a mesma coisa com a Lígia. Ele me confessou que lhe devia esse favor. Então, aceitei correr o risco e encarar a realidade de frente.

Eu estava aturdido, ainda sentia uma espécie de sentimento ferido pelo fato dela ter feito algo escondido, me sentia traído, e isso se misturava com a surpresa de descobrir nela uma mulher muito mais provocante e libertina do que eu imaginava, com coragem para experimentar fazer aquilo de uma forma tão despudorada. E também não conseguia evitar a excitação que nos envolvera, revelando que de fato tinha sido uma experiência extremamente libidinosa. Que eu mesmo criara e acabara gostando. Só consegui dizer:

— Você não precisava fazer nada escondido. Fiquei puto com a sensação de ser enganado. Isso me deixou muito revoltado.

Geni estava humilde e visivelmente abalada quando respondeu:

— Eu entendo e sei que você está com a razão. Eu assumo que fiz errado. Todos os dias eu morro de medo de magoar você e isso estava acabando comigo. Amo muito você e tudo isso me deixava louca.

Então eu perguntei:

– Mas por que não falou comigo?

Geni me olhava de frente:

– Acontece que era isso que eu tentava experimentar. A tentação que eu sentia era a vontade de realizar essa loucura, queria ser infiel, saber como é essa sensação, não por amor a outro, mas apenas pelo desejo de ver como era fazer escondido. Queria viver o papel de uma puta, e sentir como era. Depois que fiz, senti o quanto é excitante. Vocês homens sabem como é, já viveram tais experiências na vida. Eu queria também saber como é isso.

Eu abanei a cabeça ainda sem saber o que fazer. Comentei:

– E gostou disso!

Geni acenou com a cabeça e depois de uns segundos falou:

– Não fiz muito, mas cada vez que eu fazia, mesmo com um tesão louco pela coisa proibida, sentia muita falta de você, de poder compartilhar o tesão como fizemos hoje. Muitas vezes cheguei em casa louca de vontade de me abrir e confessar tudo. Mas depois me acovardava, temia a sua reação. Agora, infelizmente acabou descobrindo da pior maneira. Não sei o que dizer nem fazer. Só peço perdão.

Eu estava pensando em tudo aquilo, pensando no que ela dissera e no que eu iria dizer. Não conseguia pensar com clareza. Mas Sandoval foi quem interrompeu e disse:

— Acho que ele descobriu da melhor maneira, junto com você. Acho que foi bom para os dois. É como o meu caso. Quando aconteceu comigo, se para Lígia foi bom, eu achei que foi ótimo porque nos permitiu descobrir novos rumos na nossa relação, muito mais verdadeiros e abertos. Para vocês, será a mesma coisa. A sorte foi que o Simonal me chamou e eu tive a idéia de provocar tudo o que aconteceu. Garanto que depois do que nós fizemos hoje, vocês terão muito mais certeza do que desejam e do que vale a pena fazer. Confessem que foi a trepada mais excitante que vocês tiveram até hoje. Assumam que quando puderem fazer novamente, comigo, com a Lígia, com outros casais, vai ser tão bom ou até melhor, e não precisarão mais de fazer nada escondido e em segredo. Poderão fazer juntos e dividindo o prazer e a excitação de cada aventura.

Geni estava calada, olhando para a minha reação. Eu compreendia o que Sandoval dissera e mesmo guardando ainda uma pontada de mágoa pelo sentimento de traição, desejava que ele tivesse razão, pois também amava Geni e não queria o fim do nosso relacionamento. E tinha que confessar que o que havíamos feito tinha sido muito gostoso.

Sandoval então levou a conversa para um rumo onde eu não podia argumentar em contrário, nem queria. Ele se aproximou de Geni e sentando-se ao lado dela na cama, acariciou os seios dela, dizendo:

— Você tem a sorte de possuir uma mulher deliciosamente tesuda, que o adora, que gosta de sexo como poucas e que o deixa muito tesudo com isso. Ela faz coisas que o deixam cheio de tesão e você experimenta fazer tudo junto com ela e comigo. Viu como gozamos tomados pela sacanagem? Não foi gostoso ver ela gozar dando o cuzinho e sentir a xoxota dela melada de tesão? O que você quer melhor do que isso? Vamos, deixe de bobagem. Não pense como os conservadores e retrógrados. Pense de maneira liberal. Venha beijar sua mulher. Não misturamos amor numa transa dessas. Nós fizemos sexo e do melhor. E você gostou muito. Aproveite e deixe o amor de vocês fazer o resto.

Geni foi quem estendeu os braços e me puxou, para um beijo carinhoso. Retribuí o beijo. Ainda estava melado com a porra do Sandoval no rosto e no pescoço. Geni me beijava, e deixei que ela me acariciasse o rosto. Ela disse:

— Eu o amo demais e quero que me perdoe, que me entenda, e fique comigo. Eu adorei poder transar junto com você nessa sacanagem tão gostosa!

Eu fiquei olhando para ela. Ia responder quando Sandoval interveio dizendo:

— Sei que os dois se amam muito, sei também que adoraram tudo o que fizemos e que ainda sentem tesão só em lembrar o que rolou aqui. Ainda estou cheio de tesão e muito feliz que tenha conseguido iniciar vocês dois no ménage. Vi como o Simonal gozou demais vendo eu comer a bundinha da Geni e ela se matando de gozar também. Isso mostra que nós adoramos uma sacanagem de verdade. E vocês se amam. Não misturamos as coisas. Respeito vocês, como o Simonal respeitou minha mulher, apesar de fazer ela delirar de tanto gozar.

Ele estava certo e o fato de estarmos os três pelados e juntos ali sobre a cama era a prova. Senti uma nova pontada de tesão ao lembrar do episódio. Sandoval continuou:

— Desejo agora pedir para a gente cortar esse papo de love story e aproveitar todo o prazer que ainda podemos nos dar ainda hoje. Já que começamos devíamos acabar direito. Olhem que não é todo dia que estou com a pica dura e disponível para tanto prazer. O que me excita é justamente a situação em que estamos. Vamos meus amigos, entendam que tudo ficou melhor do que antes.

Ele ficara de pé e estava com o pau duro novamente. Ele passava o pau no rosto de Geni e vi que os peitos dela ficavam com os bicos duros de desejo. Sandoval estava propondo mais sacanagem e aquilo me excitou também. Vi que Geni também estava olhando com vontade para o pau duro. Sandoval provocou dizendo:

— Vamos queridos, aproveitem. Vamos brincar mais uma vez.

Olhei para Geni e vi que os mamilos dela estavam empinados de desejo. A simples ideia da sacanagem nos contagiava de novo. Geni me acariciou e disse:

— Ah, querido, como eu fico tesuda com a ideia da sacanagem e muito feliz com você aqui. Ajude-me a chupar o pau do Sandoval. Veja como é gostoso deixar ele bem tesudo!

Eu aceitei o beijo que ela me dava e senti meu pau se empinando novamente. Ela segurou nele e segurou no pau de Sandoval pedindo:

— Por favor, me façam ficar louca de tesão de novo.

A volúpia havia voltado ao ambiente. Geni me aproximou do cacete do amigo e eu fiquei excitado de poder chupar junto com ela. Nossas línguas se encontravam lambendo o pau duro e Sandoval gemia com aquelas sensações. Geni chupava e depois me deixava chupar dizendo:

— Eu fico cheia de tesão de ver você chupando o pau com tanta vontade. Gosto de ver que também fica com desejo.

Eu não precisava mentir. Estava mesmo com prazer e desejo chupando o pau duro que pulsava em nossa boca. O que me excitava era fazer algo que antes parecia ser proibido e a gente havia quebrado todas as barreiras. Eu sugava e lambia com vontade. Geni então me fez deitar de costas sobre a cama e deixei que ela e Sandoval também chupassem meu pau. Enquanto isso, Sandoval enfiava um dedo na bunda dela.

O tesão falava mais alto e estávamos gostando daquela loucura. Sandoval chupava meu pau com o mesmo tesão com que eu chupara o dele. Ficamos uns cinco minutos naquela provocação. Ouvi Sandoval dizer:

— Vou chamar a Lígia para a gente comemorar.

Eu e Geni nem precisamos responder. Continuamos nos acariciando. Ele pegou no telefone celular e discou para a esposa. Enquanto isso, eu e Geni nos entregávamos a novas carícias e chupadas.

Ela subiu para a cama e pediu que nós dois a chupássemos. Deitada de costas sobre o colchão ela se abria e oferecia a xoxota para que Sandoval a lambesse. Enquanto isso, ela me beijava e me guiava para que mamasse em seus peitos. A nossa respiração ofegante indicava nosso desejo. Menos de cinco minutos depois, enquanto Sandoval sugava o clitóris de Geni arrancando dela gemidos de prazer, ouvi a porta do quarto se abrir e Lígia apareceu. Nunca podia imaginar que chegasse em quinze minutos. Ela devia estar esperando o telefonema do marido estacionada na frente do hotel. Foi quando entendi que o Sandoval era um sacana e havia combinado tudo. Ela entrou dizendo:

— Quer dizer que fazem a festa e nem iam me avisar? Esperem por mim queridos.

Ela arrancou o vestidinho curto de malha azul que usava, revelando que estava totalmente nua por baixo dele, descalçou os tamancos delicados e chegando perto da cama, abriu as pernas para mostrar a xoxotinha depilada toda molhada de vontade. Ela falou:

– Só de esperar por vocês e pensar no que estava acontecendo aqui eu quase gozei sozinha lá no carro.

Lígia era uma mulher loira, bonita, gostosa e muito sensual. Em seguida, ela se ajoelhou sobre a cama e deu um beijo na boca de Geni, dizendo:

— Também quero ajudar você a ficar mais tesuda ainda.

Eu estava tremendo novamente de tanto tesão. Entendi que Sandoval preparara aquela situação. Com a chegada de Lígia eu quase não conseguia conter as ondas de orgasmo que se aproximavam. Logo nos envolvemos numa troca maravilhosa de carícias, beijos intensos, novas chupadas, onde as mãos trabalhavam ajudando a provocar. Sandoval chupava a xoxota de Geni e Lígia beijava minha mulher com muito desejo. Fui para trás da bunda de Lígia e comecei a chupar a xoxota da mulher do amigo que se arreganhava e se abria para facilitar meu trabalho. Em dois minutos as mulheres já estavam gemendo em voz alta e pedindo para serem fodidas.

Lígia se colocou de quatro sobre a cama, de pernas abertas sobre o rosto de Geni para que minha mulher chupasse sua boceta e me pediu para que eu metesse em seu cuzinho. Me coloquei atrás dela, passando um pouco de gel lubrificante em sua bunda, e fui me preparando para enrabá-la. Geni estava deitada de costas sobre a cama com Lígia a cavalo sobre seu rosto. Sandoval também enfiou a piroca na xoxota de Geni que abria as pernas para que ele pudesse enterrar com força. Forcei o pau no ânus da amiga e ela suspirou de prazer quando percebeu que a piroca ia se enfiando lentamente. Lígia rebolava a bunda e eu me agarrava em suas ancas, começando a socar com mais ritmo. Lígia disse:

– Isso, me fode gostoso! Mostra pra sua mulher como você me fez gozar como uma louca!

Naquele momento era Geni que podia ver meu pau fodendo o rabo de Lígia. Sandoval também fodia firme e seguidamente a xoxota de Geni. A duas mulheres gemiam e suspiravam deliciadas. Ofegávamos e gemíamos de prazer. Continuamos bombeando com mais ritmo. As ondas de prazer aumentavam e logo sentimos o orgasmo se aproximando. As mulheres gozavam muito e faziam questão de confessar tudo entre seus gemidos e suspiros. Assim, como se fosse uma onda que crescia, nosso prazer foi aumentando até explodir em orgasmos intensos e demorados. Foi maravilhoso e quase desmaiamos de tanto esforço. Nossos corpos se embolaram sobre a cama e ficamos ali sem capacidade para mover um dedo. Somente dez minutos depois tivemos condições de levantar da cama e fomos para o banheiro, onde seguimos Sandoval num banho de chuveiro. Depois que nos lavamos, as duas mulheres nos acariciando e beijando, voltamos para a cama e deitamos, onde ficamos abraçados, trocando carícias e conversando. Ficamos mais de uma hora deitados, curtindo aquela intimidade e aquele prazer. Finalmente, Sandoval e Lígia resolveram partir, pois, tinham outras coisas a fazer e eu e Geni ficamos ainda mais uma hora deitados, conversando. Falamos tudo que tínhamos que falar, e combinamos que dali em diante, nenhum de nós jamais faria alguma coisa escondida.

Desde então, passamos a ser cúmplices de nossas vontades e fantasias e os amigos Sandoval e Lígia tornaram-se companheiros de maravilhosas aventuras a quatro e até em grupo.

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