Aventura no litoral

Antes de tudo vou descrever os personagens tema central: Mariana, 23 anos, morena seios volumosos, coxas e bumbum chamativos.

Heitor 35 anos, estatura média, físico normal e bastante observador.

Nossa história se passa numa praia, bucólica e de águas límpidas onde o prazer e o turismo ditam a essência do local.

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Nas férias de verão no ano de 2011, eu Heitor fui convidado por um grupo de amigos para me hospedar numa pousada a beira mar em um certo Estado do Brasil (vou deixar em suspense rs). Eu estava cansado pelo ano anterior que foi pesadíssimo aceitei na hora o convite, partirmos em direção a praia, nesse passeio estávamos em 8 pessoas:

Luana, Jessica, eu, Marcos e os casais Wilson e Lara, Maicon e Michelle.

Saímos ao amanhecer no dia 06/02 e chegamos perto da hora do almoço fizemos o check-in deixamos as coisas nos quartos e fomos conhecer as maravilhas do local.

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Passamos a tarde na praia e ficamos sabendo que naqueles próximos dias haveria uma espécie de festival de música no pequeno paraíso situado no litoral brasileiro. Rumamos aos quartos da pousada, pedimos uma comida leve e descansamos já que a noite prometia aventura e diversão.

Às 21h saímos em direção ao local do evento havia muita bebida, comida e música para todos os gostos. Puxei a Luana para dançar um forró de serra e os outros amigos se animaram e virou quase uma competição rs. Após alguns minutos de dança e cerveja fui rumo ao banheiro e foi aí que começou a mudança da minha vida: cruzei com ela, Mariana a morena dos sonhos.. a índia, raio de sol ante a tempestade.

A olhei dos pés a cabeça e ela simpática me deu um sorriso que iluminou o local inteiro (fabuloso momento) nossos olhos se entrelaçaram por segundos, mas ela voltou aonde estava: com o namorado que parecia mal humorado. Fiquei de longe, resignado e até certo ponto decepcionado, mas estava ali para curtir a noite e é isso que faria rs. Dancei bastante com Luana e acabamos nos beijando – nada muito sério – e curtimos o restante da noite.

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Acabou a festa e voltamos a pousada, a imagem de Mariana ainda pairava sobre minha cabeça.

No dia seguinte acordamos, tomamos um café reforçado para curar a ressaca da noite anterior chegando na praia fui comprar água de coco e me deparo com a mesma morena da festa, a Mariana. Tomado por um impulso e sabedor que oportunidade não se perde fui ao encontro da deusa de jambo e perguntei seu nome e me apresentei, lembrei que a tinha a visto e falei outras banalidades. Ela simpática respondia o que eu lhe preguntava e mantinha o assunto demonstrando humor que lhe era peculiar.

Em dado momento questionei sobre o namorado onde estava que não tinha o visto na praia.

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Mariana respondeu: Deve estar bebendo com os amigos que é o que faz de melhor.

Percebi sua insatisfação com a situação em que se encontrava e fui educado dizendo que ela é nova e ele também que por essas coisas as pessoas acabam tomando atitudes egoístas. Mariana me deu um sorriso e disse que eu tinha razão e talvez por isso passava vontades.

Perguntei quais eram e ela disse: Bom.. acho que isso não é algo para se dizer a um estranho, mas quem sabe a noite eu tenha coragem de dizer alguma delas. Agora terei de sair mais tarde você me acha no mesmo local de ontem.

Esse foi o diálogo mais misterioso que tive com uma mulher…. A noite prometia…rs

No mesmo horário do dia anterior me aprontei e fui ao evento prontamente fui ao bar comprar uma bebida e vejo a Mariana de costas sendo atendida pelo Bartender. Cheguei bem próximo a seu ouvido e disse: “Boa noite morena hoje quero desvendar seus segredos conforme prometeu mais cedo..rs”.

Com um sorriso magnetizador a Mari respondeu: “Achei que havia esquecido.. já estou com vergonha”.

Continuei insistente: “Na minha terra promessa é dívida, espero que mantenha a palavra”. Mari concordou e pediu que a esperasse perto dos barcos que ficam ancorados próximos aos quiosques a beira mar.

Paguei a bebida e rumei ao local combinado cerca de 15 minutos depois chegou a morena iluminada.

Perguntei qual era o mistério e ela respondeu: “Meu namorado bebe demais e prefere ficar com os amigos muitas vezes fico sozinha como hoje”. Tomado de desejo me aproximei dela e disse: “Por algum motivo nos encontramos nessa praia e farei de tudo para que seja inesquecível”. Dito isso puxei-a ao encontro do meu corpo e a beijei.. uma mistura de sabores, toques com malícia, desejo e atitude. Segurei-a pela cintura e encaixei minha mão por trás de sua nuca sugava a lingua dela como se fosse um manjar, uma volúpia adolescente com os hormônios a flor da pele.

Mari de maneira até então surpreendente tomou as ações e retirou minha camisa beijou meu pescoço e falei ao meu ouvido: “Heitor, hoje vou te devorar”. Senti um arrepio que parecia uma descarga elétrica o tesão aflorou e apressei a retirada de tudo que impedia de possuir aquela mulher que até então era o maior desejo.

Beijei seu pescoço, orelha, ombro… passando pela nuca e ao mesmo tempo segurando sua cintura nossos corpos colados parecia uma fusão incandescente. Passei a sugar os seios com sofreguidão alternando lambidas, chupadas e leves mordidas nas aréolas fazendo-a gemer de prazer e às vezes de dor (duas combinações extremamente excitantes).

Mari quase implorava: “Me chupa”. Atendi de imediato fui beijando sua barriga, umbigo, púbis e passei a lamber sua bucetinha delicada, pequena e convidativa a medida em que chupava Mari gemia: “aiiii, aiiii, delicia.. passa a barba nela… vai seu puto, me faça gozar.. vou gozaaaarr”. Passei a alternar chupada, lambida e massagens no clitóris. Mari estremeceu e falou palavras inaudíveis chegando a um orgasmo eletrizante.

Mari mudou a expressão de seu rosto e disse: “Agora é minha vez de te mostrar meu talento”.

A morena iluminada beijou minha barriga e sem perder tempo engoliu meu membro rígido… ela lambeu a glande, toda a extensão a até base como se fosse um picolé eu gemia, arfava, me contorcia com aquele momento que queria eternizar.

Mari acelerava, diminuía o ritmo sabia como fazer um homem ter tesão a flor da pele… após cerca de 10 minutos anunciei que estava perto de gozar e Mari fez algo que quase me faz gozar antes do tempo: ela se ajoelhou, de forma sexy prendeu os cabelos lisos e negros… fechou os olhos e pôs a lingua para fora dizendo: “Quero leitinho da fonte”.

Amigos, se tem algo que é excitante é quando a mulher toma iniciativa e se joga sem medo ou pré conceito.

Acelerei a masturbação e despejei em sua boca, rosto e seios 5 jatos de porra que estavam presos e querendo ser expelidos desde a noite anterior… foi visceral, sublime parecia que o tempo havia parado e só existia nós dois na naquele lugar.

O proibido estava excitante, ser descoberto dava medo e vontade de continuar.

Sentamos e olhamos a lua, a estrelas que visual… estávamos matando o desejo e ainda não havíamos reparado na lua e naquele magnetismo de estar na praia, ondas do mar e maresia característica do litoral.

Nos recompomos, mas ainda havia muito desejo para ser posto em prática… voltamos a nos beijar, toques, carinho, carícias.. a deitei novamente chupei seu sexo e fui guiando meu piru até a gruta lubrificada de Mari. Penetração que me fez sentir como estivesse nas estrelas e voltado a lua era testemunha daquele amor inesperado e até então desconhecido fui fazendo movimentos vigorosos, Mari arranhava minhas costas com força, mordia meu ombro uma mistura de dor e tesão que me fazia explorar com força cada estocada dentro da minha amada (mesmo que seja por breve tempo). Coloquei-a em meu colo e ela ditava a penetração, intensidade e profundidade de cada estocada ao mesmo tempo eu chupava seus seios, degustava como se fosse um prato de comida. Que mulher! Que dia! nada poderia ser mais perfeito naquele momento.

Cada vez mais Mari gemia e comprimia seu sexo em mim… depois fiquei sabendo que era praticante de pompoarismo (deveria experimentar rs) eu perdia as forças de tanto tesão e devido a posição não era eu quem estava no comando.

Troquei a posição para aproveitar a visão daquele corpo com o ambiente que estávamos… Mari ficou de quatro e a minha frente estava ela: a lua cheia, linda e puljante. Segurei a anca de Mari com força e passei vigorosamente a enfiar em sua bucetinha.. passei a dar tapas em sua bunda e puxava seu cabelo para trás seu pescoço chegava a dobrar para trás..rs

Ela gemia, gritava para não parar que estava quase gozando novamente.. Eu aviso que estou quase também e ela me surpreende pela terceira vez na noite: “Goza no meu cuzinho.. quero sentia sua essência em mim”.

Tomado pela volúpia deitado ela de ladinho e por trás inicio uma lenta penetração, ela geme, respira e recomeça a dizer palavras desconexas… eu enfio dedos (anelar e dedo médio) em sua bucetinha e massageio com o polegar enquanto penetro seu cuzinho. Digo em seu ouvido: “Gosta de dupla penetração? Gosta de dois ao mesmo tempo? Tarada, safada te quero muito… vou gozar…” Mari acelera os movimentos contrarios aos mesmo e o gozo se aproximava, vamos dizendo palavras inaudíveis e gozo chega… parece uma explosão, um hecatombe, um dia que não deveria ter acabado.

Nos beijamos, conversamos mais um pouco.. ela me contou que estava na cidade a passeio também que mora na capital trocamos telefones por educação, pois o número não era o correto.

Foi um dia inesquecível, ela é inesquecível talvez, talvez, talvez não sei como seria fora dali.

Ela mesmo do alto de seus 23 anos deveria ter ideia do que aconteceria e preferiu ficar com aquela lembrança de um dia que não deveria ter acabado.

Ano que vem voltarei ao litoral… será que ela também?rs

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