Casada esfomeada

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Meu nome é Júlia Maria, tenho 55 anos, dois filhos (um de 31 e outro de 27), sou casada e essa é a primeira vez que escrevo aqui. Antes de mais nada quero me desculpar por me alongar demais na narrativa.

Desde minha juventude sempre “chamei atenção” dos homens. Sou loira, magrinha, olhos claros. Tive alguns namoradinhos com os quais nunca rolou nada além de uns beijos. Meu primeiro namorado sério foi meu marido com quem casei (virgem) há 32 anos.

Durante todos os anos de casamento sempre fui fiel ao meu marido embora eu sempre desconfiasse de alguma aventura dele fora do casamento.

Até que, por volta de 2008 comecei a manter contato, numa sala de bate papo, com um homem casado que vim a conhecer e que acabou por se tornar “o segundo homem” com quem estive.

Vou chama-lo de Carlos. Desde 2008 temos vivido uma relação que nunca imaginei que fosse capaz. Ele me mostrou um lado do sexo que eu desconhecia. Me faz gozar como nunca consegui durante todo meu casamento. Já me amarrou pra me foder, já me deu uns tapas na bunda, goza na minha boca, me faz engolir, já deixei ele me enrabar, enfim, estou tendo uma vida sexual muito mais plena e que eu nunca imaginei que pudesse acontecer depois de muitos anos no marasmo de um casamento rotineiro e sem graça, onde eu raramente gozei.

Pretendo relatar algumas “aventuras” que vivi com Carlos durante esse tempo todo. São todas situações verídicas, das quais não me arrependo, ao contrário, me proporcionaram muito prazer.

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Desde o nosso primeiro encontro passei a me sentir mais solta, mais leve, mais segura. Ele me elogia, me incentiva a usar roupas ousadas e eu gosto disso. Afinal é muito prazeroso estar com alguém que te valoriza e notar os homens me olhando quando eu passo por eles na rua.

Logo que eu conheci o Carlos eu morava numa cidadezinha pequena e pacata no interior. Ele numa cidade vizinha pouca coisa maior do que a minha.

Essa proximidade facilitou muito nossos primeiros encontros. Ou ele vinha até minha cidade ou eu ia até a dele. Em minha cidadezinha o combinado era a gente se encontrar numa pracinha pouco iluminada que existe ali por perto da minha casa. Numa das primeiras vezes que nos encontramos ali numa noite, ele já abriu o zíper da calça, deixando o cacete à mostra e me incentivando a mamar ali mesmo, no banco da praça, sempre com o risco de alguém passar e nos ver. Foi sensacional, sentir aquele pauzão enorme na minha boca, latejando e babando até ele finalmente gozar e me inundar de porra ali naquela pracinha tão perto de casa. Pra vocês terem uma ideia, até conhece-lo eu nunca tinha feito sexo oral em homem nenhum. Chupar pau era um verdadeiro tabu pra mim. Eu lia na internet, mas nunca tinha feito “aquilo”. No casamento, meu marido sempre achou “sujo” ou “errado”. Então posso afirmar que foi o Carlos que me ensinou como se faz um belo de um boquete. Ele sempre me diz que é inacreditável que alguém que tenha feito isso em apenas um homem na vida toda tenha tanta habilidade. Nas primeiras vezes eu achava nojento a pica babada e melada na boca, mas depois de muito praticar fui me acostumando e percebi que é delicioso engolir toda a porra dele. Hehehehehe.

Certa vez, meu marido saiu logo após o jantar, para visitar um amigo que tem na cidade e o Carlos (com quem eu já tinha combinado) veio na minha casa. Em todos os anos de casamento, na minha casa nunca teve um sexo tão bom. Transamos maravilhosamente no sofá da sala e só interrompemos o sexo quando ouvimos o carro do meu marido já de volta estacionando em frente ao portão da garagem, que fica na rua lateral, quando então Carlos se vestiu e saiu correndo pela porta da frente e foi até seu carro que estava estacionado um quarteirão abaixo da minha casa e foi embora.

Com Carlos descobri que essas situações que envolvem muito risco de ser surpreendida me excitam demais. E ele também se excita muito com isso.

Noutra oportunidade fui até a cidade dele e nos encontramos no carro dele, à luz do dia, no estacionamento de um shopping center. Incentivada por ele, novamente lhe apliquei um delicioso boquete ali mesmo, sempre com o enorme risco de aparecer alguém e me ver abaixada no seu colo com a pica na boca, mamando.

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Depois de algum tempo, me mudei para uma cidade maior também no interior, para acompanhar meu filho mais novo que estava fazendo um curso preparatório para um concurso que ele iria prestar. Fiquei mais longe do Carlos, mas, na cidade grande eu tinha muito mais liberdade, afinal ficava em casa sozinha o tempo todo sem ter o marido por perto pra me policiar. Andando por um shopping da cidade fui abordada por um caça talentos de uma agencia de modelos que me fez um convite pra eu trabalhar pra eles. Inclusive já participei de algumas campanhas publicitárias para essa agência, o que me proporciona muita satisfação pessoal apesar de pagarem um cachê muito ruim para figurantes.

Teve uma vez que Carlos me convidou pra gente passar o final de semana juntos na capital. Falei pro meu filho que iria viajar pra um lugar próximo com uma amiga e, no sábado cedo, Carlos passou me pegar e fomos para a capital. No caminho, aconteceu uma situação engraçada que vale a pena relembrar. Estávamos na estrada, ele guiando e eu do lado. Então ele abriu o zíper da calça e eu imediatamente entendi o recado me pus a mamar aquele cacete delicioso. Chupar o pau dele é algo que me deixa morrendo de tesão. Eu estava ali “fazendo a minha parte” quando ele me avisou que estávamos chegando numa praça de pedágio e perguntou se eu queria parar. Eu disse que não. A atendente do pedágio me viu abaixada no colo dele e percebeu o que estava acontecendo. Demorou horrores pra ela dar o troco e entregar o recibo do pedágio. Ela ficou esperando pra tentar me ver chupando aquele pau delicioso.

Fomos até a capital e Carlos me avisou que a noite ele iria me levar pra conhecer uma “balada liberal” e que eu provavelmente iria gostar.

Usando um vestido curtinho e decotado que ele me deu, que favorecia bastante meu corpo, fomos numa casa de swing. Eu nunca tinha ouvido essa palavra na minha vida. No caminho ele pediu que eu tirasse minha calcinha. Estranhei, mas aceitei. Tudo aquilo era novo e desconhecido pra mim, mas ele me deu confiança, me acompanhando, me guiando e me mostrando um mundo muito prazeroso que eu nunca pensei que existisse.

Entrando no lugar, sentamos à mesa e logo notei que inúmeros homens e mulheres nos olhavam. Não me importei, afinal Carlos parecia muito tranquilo com a situação. Logo me tomou pela mão e me levou para um corredor escuro onde havia uma série de cabines uma ao lado da outra. Entramos numa cabine dessas, também escura, ele me fez ajoelhar na sua frente, abriu a calça, tirou o pau pra fora e eu comecei mais um daqueles boquetes que gosto tanto. Dai ele acendeu a luz da cabine e notei que havia muitas pessoas do lado de fora espiando por uma divisória vazada que havia na cabine. Isso não me incomodou, ao contrário, me excitou e eu me empenhei mais ainda, mamando e sugando aquele cacete, fazendo caras e bocas pra quem estivesse olhando e deixando a pica toda babada. Logo Carlos me pôs de 4 num sofazinho que havia dentro dessa cabine e passou a me foder deliciosamente. Sentir aquele cacete afundando inteiro na minha buça ao mesmo tempo que eu olhava para as pessoas me observando me deixou muito excitada. Eu gemia, arfava e urrava de tesão e logo gozei…

Logo saímos dessa cabine e continuamos a explorar outras dependências do lugar. Entramos num ambiente bem grande (uma espécie de salão) e totalmente escuro, que estava cheio de gente. Na penumbra dava pra perceber muitos casais transando, mulheres fazendo chupetas, homens chupando peitos. Paramos nesse ambiente e fiquei com as costas encostada contra uma parece com o Carlos bem na minha frente. Ele me abraçou e me deu um beijo delicioso e, nesse momento, senti “uma mão” bolinando minha “buça” Confesso que assustei, mas não deixei que o Carlos percebesse isso. Continuei beijando ele e abri levemente as pernas, assim o “dono da mão” (que eu nunca soube quem era) continuou a me bolinar tocando meu grelo, no meu cuzinho e enfiando um dedo na minha buça encharcada. Bem do nosso lado, havia um outro casal também encostado nessa parede. Mas o homem estava com as costas na parede e a mulher bem de frente pra ele. Quando o Carlos parou de me beijar, essa mulher do lado dele, tascou um beijo na boca do Carlos que me pareceu interminável. Notei que o dedo na minha buça ia afundando cada vez mais me alargando e me incomodando. Nesse momento resolvi ajoelhar no chão pra me desvencilhar daquilo e abri o zíper da calça do Carlos e comecei a chupar a pica de novo. De repente, o homem que estava bem do meu lado cuja mulher estava beijando o Carlos, abriu a própria calça tirou o pau pra fora e colocou bem na direção do meu rosto. Achei estranho pois enquanto eu mamava no cacete do Carlos havia uma outra pica bem ali do lado “roçando” no meu rosto. Carlos e a mulher pararam de se beijar, parei de chupar o pau dele, levantei e saímos desse ambiente.

Voltamos para a mesinha onde estivemos sentados pedimos alguma bebida e logo apareceu na nossa mesa uma menina linda (uns 20 e poucos anos) de nome Daisy. Uma morena, cabelos pretos, de rosto lindo, peitos grandes, coxas grossas e uma bundona que se destacava no shortinho jeans que ela estava usando.

Conversamos um pouco e Daisy não parava de me elogiar o que me deixou até constrangida. Ela sentou ao meu lado no mesmo banco que eu na nossa mesinha, deixando o Carlos de frente pra nós. Daisy perguntou para Carlos se ele ficaria com ciúmes se ela me beijasseEle respondeu que não via nenhum problema desde que eu aceitasse. Dai ela se voltou pra mim e começou a dizer que estava com muita vontade de me beijar desde que me viu entrar no lugar. Eu nunca na vida nem imaginei ter uma relação com outra mulher. Para mim aquilo era totalmente irreal. Uma mulher? Me beijando? Apesar de soar totalmente absurdo, olhei para o Carlos e levantando os olhos, perguntei: o que faço? Ele me deixou totalmente à vontade e me disse: se você quer provar, vá em frente, faça o que tiver vontade. Notando que eu havia cedido, Daisy me deu um longo beijo deliciosamente macio e carinhoso. Diferente dos beijos que os homens dão. A língua de uma mulher atraente enfiada inteira na minha boca, me surpreendeu no início, mas comecei a retribuir e, quando paramos, tinha um monte de gente (homens e mulheres) nos olhando. Aproveitando do meu vestido curto e decotado Daisy passou a explorar meu corpo com as mãos, o que, honestamente, me deixou incomodada. Pedi que parasse. Voltamos a conversar os três, e ela nos convidou pra sair dali e ir pra um lugar mais reservado, no apartamento do namorado dela que estava conversando no bar com uns amigos. Carlos que já me contou seu fetiche de ir pra cama com duas mulheres rapidamente topou o plano. Mas eu ainda estava meio reticente, não sabia ao certo se seria ou não uma boa ideia. Tentando ganhar tempo, falei pra ela que gostaria que ela nos apresentasse o namorado para então decidirmos se aceitaríamos o convite.

Vou confessar pra vocês. Eu estava morrendo de vontade de beijá-la de novo, mas tinha medo de que fosse algum tipo de golpe. Estava insegura. Ela levantou da nossa mesa e foi até o bar chamar o namorado. Combinei com o Carlos que iriamos conversar os 4 mais um pouco ali mesmo na mesinha e, se me sentisse confiante, toparia sair de lá com eles.

Quando ela voltou pra nossa mesa, desta vez acompanhada do namorado, tive uma surpresa. O namorado dela era um negro enorme, alto, forte, de rosto bonito, um homem realmente atraente. Ele sentou no mesmo banquinho que eu, onde Daisy havia estado antes e ela ao lado de Carlos, todos bem apertadinhos (e pertinhos uns dos outros) naquela penumbra do ambiente onde estávamos.

Ele foi cavalheiro, se apresentou (Eric) disse que trabalhava com marketing digital. Que tinha 38 anos e que estava com Daisy há pouco mais de dois. Falei um pouco sobre mim, ele passou a me elogiar, foi me deixando à vontade e mais segura, dizendo que deveríamos sair todos dali e ir para o apartamento dele para “esticar a noite” Quando olhei para o outro lado da mesa, Carlos e Daisy já estavam se beijando. Aquilo me atordoou. Não sei se pelo fato dele estar beijando outra mulher bem ali na minha frente, ou pelo fato dela estar beijando ele não a mim. Eric fez menção de me beijar, mas desviei e, num rompante, sugeri que trocássemos de lugar. Daisy veio sentar novamente ao meu lado e Eric e Carlos foram até o bar buscar mais bebida. Quando eles voltaram do bar com as bebidas, Daisy e eu estávamos “atracadas” uma na outra, em meio a beijos deliciosos, com a mão dela percorrendo meu corpo todo.

Chegamos à conclusão (os quatro) que deveríamos sair dali para um lugar mais tranquilo.

Saimos juntos num táxi, em direção ao apartamento do Eric, que ficava perto dali.

Chegando lá, ficamos na sala vendo um show na tv, conversando e bebendo alguma coisa. Daisy, que nesse momento estava dançando no meio da sala, resolveu tirar a roupa ficando nua e me incentivando a fazer o mesmo. Quando finalmente tirei meu vestido, e era só isso que eu estava vestindo pois Carlos havia sugerido a sair aquela noite sem calcinha nem soutien, ela literalmente me agarrou e me levou para o quarto. Carlos e Eric, que só assistiam, nos acompanharam.

Ela me deitou de costas numa cama de casal enorme, com as pernas abertas e começou a me chupar do modo mais maravilhoso que eu já experimentei. Como disse antes, durante os longos anos de casamento, nunca tinha feito ou recebido sexo oral. Então desde as primeiras vezes que Carlos chupou minha buça, aquilo foi uma experiência incrível que me levou a “gozar na boca” dele diversas vezes.

Mas agora era diferente. Eu estava deitada quase na cabeceira cama com as pernas abertas e Daisy, lá do outro lado me chupava e me lambia de uma forma incrível. Sua língua macia, sedosa, percorria vagarosamente cada centímetro da minha bocetinha me deixando alucinada. Sua respiração ofegante bem perto do meu clitóris, a língua percorrendo os lábios da buça até finalmente se enfiar no buraco todo encharcado foi me deixando transtornada. Eu gemia descontroladamente com Carlos (já sem roupa) de um lado da cama e Eric (ainda vestido) de outro. Quando Eric começou a pressionar levemente o bico do meu peito com as mãos, olhei para o lado do Carlos que se masturbava, agarrei ele pelo pau e puxei pra perto de mim e comecei a mamar a pica “como se não houvesse amanhã”

Estava tendo espasmos musculares e gozando seguidamente quando então pedi para o Carlos: Me fode! Ele pediu para Daisy parar, colocou o cacete na buça e começou a socar freneticamente. Daisy então começou a chupar meus peitos alternadamente um de cada vez. Fechei os olhos de tesão, fiquei por um instante curtindo aquela sensação maravilhosa e, quando abri os olhos de novo, vi o pau enorme do Eric a centímetros do meu rosto. Aquele cacete negro e muito grosso ali bem pertinho, olhei para o Carlos pra ver a reação dele que balançou a cabeça positivamente. Diante do “incentivo” dele não tive qualquer dúvida. Abocanhei aquela cobra preta monstruosa e passei a chupar sem parar. Eric estava se deliciando com a minha boca gulosa que ora engolia a pica, ora lambia as bolas. Era sensacional. Carlos fodia minha buça, Daisy chupava meus peitos e, se isso não bastasse havia aquela pica maravilhosa ali inteirinha pra eu chupar. Transtornada de tesão, olhei para o Carlos e implorei: Quero tomar no cu! O safado olhou pra mim e perguntou: qual pau no cu? O meu ou o do Eric? O seu, claro, respondi. Ele já havia me enrabado algumas vezes antes e já sabia a forma que mais me dava prazer. Quando ele tirou o pau da buça e se preparava pra enfiar no meu rabinho, Eric tirou o pau repentinamente da minha boca deitou-se na cama e pediu pra eu subir na pica e cavalgar. Imediatamente, e com a ajuda de Daisy, montei naquele cacete maravilhoso e comecei a montaria. Eu estava me sentindo realizada com aquele cacete negro e enorme enfiado inteiro em mim. Acho que toda mulher, especialmente as loiras, têm esse fetiche, de transar com um negão bem grandão. Rapidamente gozei novamente e, bastante cansada, deitei sobre o peito do Eric que ainda estava socando o pau na minha bocetinha. Dai ele me abraçou bem forte, impedindo que eu levantasse, e isso foi o sinal para que Daisy começasse a enfiar sua língua no meu cuzinho. Comecei a me excitar de novo e dai senti a pica do Carlos vagarosamente sendo enfiada no meu rabo.

Não cabia, não havia espaço. O cacete enorme do Eric preenchia minha buça e impedia que o Carlos conseguisse me enrabar. Daisy ficava auxiliando, ora abrindo bem meu cuzinho com as mãos, ora apontando o cacete do Carlos na direção daquele buraco apertado, ora dando sugestões para que um e outro enfiassem ou tirassem os cacetes de dentro de mim. Ela estava certa, pois quando Eric tirou o pau da buça, sobrou espaço para o Carlos e ele finalmente enfiou aquele pau delicioso no meu cu. Mas dai era a pica do negão que não cabia mais na minha buça. Daisy enfiava os dedos, tentava achar um modo, mas não tinha jeito. Quando os dois finalmente conseguiram “fazer um trabalho em equipe” dai sim conseguimos o que todos estávamos querendo. Enquanto uma pica afundava inteira no meu cu, a buça tinha que estar livre. Quando Carlos tirava o cacete do meu rabo, dai o Eric socava aquele pauzão preto enorme na minha bocetinha. Eles foram conseguindo fazer isso compassadamente e logo eu tinha dois paus enfiados em mim ao mesmo tempo. Mais tarde vim a saber que isso se chama dupla penetração. Eu nunca tinha ouvido essa expressão, mas a sensação que tive naquela noite nunca mais foi igualada. Gozei tantas vezes que eu nem saberia dizer quantas foram. Carlos gozou no meu rabo pois eu percebi o momento que ele anunciou o gozo e começou a bombar freneticamente no meu cu antes de encher ele de porra. Eric manteve-se firme e não gozou. Não na minha buça, porque logo depois que o Carlos gozou, Eric saiu debaixo de mim, me fez chupar aquele pau todo melado até gozar fartamente na minha boca. Descobri que engolir porra é delicioso, mas não apenas a porra do Carlos como a do Eric também.

Saimos do apartamento dele com o dia quase clareando, tomamos um táxi, voltamos para o hotel, na tarde seguinte Carlos me levou de volta para minha cidade e, nunca mais, tive sensações tão intensas e maravilhosas como as daquela noite. Toda vez que estamos juntos, Carlos e eu combinamos de tentar novamente, mas é difícil de dar certo algo assim.

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