50 Tons de dia das Mulheres - Conto Erótico

50 Tons de dia das Mulheres

Havia chegado mais um dia das mulheres, nada de anormal na vida de Júlia, ela tinha acordado às 8:00 hs, cuidado das roupas, colocado a comida no fogo, se preparava para cuidar dos filhos, etc. Eduardo tentava consertar algumas coisas, entre elas, providenciar a troca do rádio do carro, tentava colocar um aparelho de DVD … Ler mais…

No início ninguém conhecia ninguém, tratava-se de um apunhado de desconhecidos que tinham um único anseio: o diploma de Direito. Era o primeiro dia de faculdade, cada um sentava-se no lugar que escolhia, sem regras, sem réguas, sem castigos, todos ali já eram adultos ou tratados como tais. A primeira aula, Direito Civil, deliciosamente ministrada por uma professora daquelas de parar a rua, esbelta, definida de musculação, bumbum arrebitado, cabelos cacheados até um palmo além dos ombros. Uma perfeição. Os alunos se olhavam, as moças com um pouco de ciúmes, os homens com a nossa velha e conhecida tara. Mas, não havia como negar que algumas alunas se destacavam pela beleza, se a primeira aparência era o que contava, certo que as aulas seriam repletas de momentos maravilhosos. Entre elas, havia uma em especial, não tão alta, branquinha, olhos verdes, o rosto perfeitamente adornado com algumas pintinhas, boca capaz de envolver até o menos malicioso dos homens, uma bundinha redondinha e um andar rápido, mas deliciosamente sexy. Ela integrava um grupo de alunos que, apesar de estarem pela primeira vez na sala de aula, já se conheciam, pois eram funcionários da faculdade. Os meninos sentaram-se um pouco mais atrás, elas, as moças à esquerda do professor ocupando entre as terceiras e quartas cadeiras das duas primeiras filas. O pensamento era praticamente unânime entre aqueles que estavam tendo contato com o Direito pela primeira vez, ela entendia do assunto, pois apesar de trabalhar na biblioteca da facu, tinha interesse ímpar pela ciência cega, conhecia os livros preferidos dos alunos e quais realmente deveria dedicar seu precioso tempo debruçada. Diferencia Capez, Mirabette, Damázio, autores conhecidos da molecada, que, com certeza, despertou um certo gosto pela leitura, mormente pelo fato de que a bibliotecária era mesmo um espetáculo. Ele chegou na dele, observava, tocava o barraco quando necessário, questionava tudo e a todos, inclusive os mestres que, com paciência e maturidade, sabiam como contornar o questionador. O tempo foi passando, os dias, anos, meses. Entre eles, o questionador e a bibliotecária, parecia haver um fenômeno especial, que envolvia a sensualidade e a sexualidade, deixando cada um, em uma situação única, aquela definida pelo jogo da sedução. Apesar dele ser cônscio sobre ela ser casada, também não ignorava o fato da relação matrimonial não estar mais bem encaminhada. Ele também namorava, o que fazia manter-se com os dois pés atrás. Apesar da atração que sentia por ela. Passaram-se os dias, os meses, anos e sempre os elogios, as cantadas, os flertes eram feitos. Com o tempo, também chegavam as histórias, muitos se vangloriavam de tê-la traçado (que termo chulo, totalmente desnecessário), mas ele continuava na dele. Então, como viviam juntos por muito tempo na facu, por óbvio acabaram fazendo um ou outro trabalho juntos e, em um desses trabalhos, eles decidiram não pegar o elevador social, pois demorava parecia horas. Assim, se dirigiram para o elevador dos funcionários, o qual chegara rapidamente. Assim que as portas se fecharam, ela disse para o questionador: “- Se você não me agarrar agora, é sinal que é muito viado” Com a imposição, ele não mais hesitou, a agarrou pela cintura, beijando-a freneticamente, passando a agarrá-la pelo por trás de seu pescoço, pressionando-a contra a parede e quase sufocando-a, o tesão estava à mil. Ela passou os braços por trás de sua cabeça e cruzou as pernas por entre seu corpo, expondo o calor que sentia na buceta, que provavelmente já estava úmida e larga, esperando ser devidamente preenchida. Ele começou a mordiscar o pescoço dela, o que a fez soltar pequenos gemidos, ela, por ser branca, já estava rosa, cheia de tesão, ele de pau duro, já fazia vontade para a buceta molhada. Chegando ao andar que desceriam, ambos permaneceram no elevador, apertando o botão indicativo de um dos andares que estavam “fechados”, pois neles não haviam aulas. Assim que desceram em um dos andares, passaram a procurar uma sala aberta, o que não foi difícil, assim entraram na sala e começaram a se beijar loucamente, mais uma vez. Ela já levaria marcas de mordidas aparentes para casa, mas o tesão não possuía freio. Ele levantou a blusa dela, e começou a beijar os peitos redondos e pequenos que foram expostos, agarrando pela bunda. Enquanto isso, ela passou a chupar o pescoço daquele homem, com o qual sonhava fazia tempos, mas que a vida impedia de tê-lo. Ele abaixou as calças, colocando o pau para fora, arrancando em seguida a calça dela, o que expôs a calcinha branca, fio dental, que deixava suas curvas ainda mais perfeitas. Ele se ajoelhou, colocou a perna esquerda dela em cima de seu ombro, afastou a lingerie e começou a chupá-la gostoso, como se chupasse uma manga bem madura, explorando cada centímetro daquela abertura vulcânica e molhada. Sem medo de se melecar, sem medo de ser feliz. Assim, começou a colocar um, depois dois dedos enquanto chupava o grelinho durinho que estava latejando. De tanto tesão, ela, em uma manobra tresloucada, subiu em cima dele, colocando a outra perna em cima do ombro vago. Aproveitando a loucura, ele se levantou e continuou chupando-a, fazendo-a gozar como a tempos não fazia. Após sentir o gosto do mel puro, tirado da fonte, ele a colocou no chão, virou-a de costas e a penetrou. Devagar, gingando de um lado para o outro, fazendo com que todo o espaço daquela bucetinha fosse explorado. Ela se curvou para a frente, apoiando as duas mãos na parede, arrebitando a bunda ainda mais, enquanto ele fazia um vai e vem ritmado, segurando-a pela cintura e puxando-a para trás, para que a estocada fosse cada vez mais forte. Ele não aguentou ao ver o cuzinho arrebitado, e passou a massageá-lo com o dedo, o que ela tentou impedir, mas ele pediu confiança e continuou massageando o botão rosado. Deu uma cuspida para umidificar o local, e continuou a massageá-lo, sem – contudo- penetrá-lo. Continuo metendo gostoso, enquanto massageava o cuzinho gostoso. Ao perceber que ele iria gozar, ela se voltou para ele, ajoelhou-se e pagou-lhe um dos melhores boquetes que poderia sonhar. Ato contínuo ele gozou e ela engoliu tudinho, ainda chupando aquela pica, deixando-a limpinha para uma próxima. Assim, eles se vestiram novamente, se beijaram muito, olhando bem fundo nos olhos e perceberam, que aquilo era mesmo só o começo. - Conto Erótico

A bibliotecária de direito

No início ninguém conhecia ninguém, tratava-se de um apunhado de desconhecidos que tinham um único anseio: o diploma de Direito. Era o primeiro dia de faculdade, cada um sentava-se no lugar que escolhia, sem regras, sem réguas, sem castigos, todos ali já eram adultos ou tratados como tais. A primeira aula, Direito Civil, deliciosamente ministrada … Ler mais…

O prazer

O corpo dela ardia, estremecia sempre que ela pensava em tê-lo, todo, inteiro nela, imaginando o cheiro que exalava do seu desejo em senti-lo. Ela o desejava, com uma ânsia doida, de um modo intenso, indecente, poder-se-ia dizer: pornográfico. Assim, ela ia vivendo, na esperança de poder tocá-lo, de sentir suas partes, de poder respirar … Ler mais…

Galeria do rock - Conto Erótico

Galeria do rock

Sábado e as 13hs da tarde se aproximam, logo vou sair do trabalho e enfim pode beber… Então entra aquela que seria a última cliente, devia ter seus 19, 20 anos no máximo, alta, cabelo com três cores (azul, loiro e preto), cheia de tatuagens e piercings. Mas o que mais chamava a atenção era … Ler mais…

Transei com minha vizinha e com a nossa sequestradora - Conto Erótico

Transei com minha vizinha e com a nossa sequestradora

Estava colocando o saco de lixo na lixeira quando o portão da casa vizinha se abriu. Era daqueles automáticos que se levantava devagar. A falta de lubrificação provocava um ruído desagradável. A traseira de um veículo apontou. O ocupante, o chato do meu vizinho, nem se preocupou em me cumprimentar, partindo acelerado para o lado … Ler mais…

Puta por um dia - Contos Eróticos

Puta por um dia

Não sei o que me deu, não lem­bro direito como come­çou o assunto, se foi fazendo ana­li­ses sobre os mar­gi­nais da soci­e­dade capi­ta­lista judaico-cristã oci­den­tal, se minha curi­o­si­dade se uma pros­ti­tuta metia tão bem que nenhuma garota comum pode­ria fazer sexo melhor do que ela, ou qual­quer coisa do gênero, só sei que falando com … Ler mais…

Loucura na estrada - conto erótico

Loucura na estrada

Carlos sempre foi muito assanhado, sua atual namorada Vanessa sempre dizia que isso poderia lhes render alguma dor de cabeça um dia qualquer, porém o malandro não acreditava nisso. Num belo dia, quando voltavam de uma festa, Carlos enquanto dirigia falou para Vanessa: – Amor, sabe o que seria legal? Disse ele com aquele sorriso … Ler mais…

Ménage a trois

Pois é, todo homem deseja sexo a 3 embora nem todos admitam, ele se torna melhor ainda quando a mulher é bissexual, ou seja, ele vai fazer com duas e ainda vai ver elas fazendo entre si… Vamos ao relato. O mês era janeiro, o dia sexta-feira, o ano é melhor deixar pra lá… Só … Ler mais…

Pensando em outro

Dentre muitas experiências que eu tive, transar com um cara pensando em outro foi uma das que eu mais repeti… A ultima transa que eu tive, foi com alguém que eu gosto muito. Meu corpo estava lá, mas minha mente estava muito longe. Transei de olhos fechados o tempo todo pois só conseguia pensar no … Ler mais…

Aulas extras

Aulas extras

Sempre tive minhas fantasias secretas (e quem não tem?). Uma delas era sair com um professor, não sei se era parte da minha tara por homens mais velhos ou só perversão mesmo. Entrei pro curso de secretariado e no segundo semestre tive aulas com um professor tudo de bom, o W.. Eu, sempre bem soltinha, … Ler mais…