A farmacêutica - Conto Erótico

A farmacêutica

Ele não estava bem, o joelho doía mais do que tudo, dor intensa, chata, que lhe impedia de trabalhar, raciocinar, e ainda faltavam 2 horas para o término do expediente. Mas, bravamente ele resistiu cada segundo da jornada faltante, a dor parecia não iria embora, mas não havia mesmo o que fazer. Logo que saiu … Ler mais…

Caindo em tentação

Olá, Começarei meu conto com um clichê: este é meu primeiro conto de muitos. Vocês já devem ter lido muito isso por aqui. Eu sou o Charlie e o que vou relatar aqui muita gente pode se identificar. Não pelo conto em si, mas pelos personagens. Pessoas normais fisicamente, com suas taras e desejos. Tenho … Ler mais…

Foi uma noite de diversão

Já era tarde da noite, após um dia cansativo de trabalho ele ainda estava na procuradoria, pois precisa ter inspiração para escrever um texto que prometera para a redatora de blog, como fazia tempo que não desenvolvia nada de qualidade, estava decidido de que daquela noite não passava, iria conseguir escrever e cumprir a tempo … Ler mais…

Aquela noite

Ele levantou-se disposto, fez o café, tomou banho, fez a barba, até teria penteado o cabelo, se não o tivesse raspado. Enfiou-se no closet a procura de um terno que combinasse com a camisa verde que já havia escolhido. Não demorou muito para encontrá-lo, o próximo passo era decidir qual gravata usaria, não hesitando em … Ler mais…

Pós-treino - Conto Erótico

Pós-treino

Eu estava matriculada em uma academia próximo a minha casa, ia e voltava a pé todos os dias. Uma tarde, voltando do treino, passou um cara numa moto esportiva, empinando a moto ao passar por mim. Achei graça. No dia seguinte a cena se repetiu. E no outro dia também. Quase todos os dias ele … Ler mais…

Um dia desses - conto erótico

Um dia desses

Um dia desses, eu e um amigo voltávamos de um mercado e ele resolveu mostrar me a academia da qual ele começou a treinar, disse maravilhas do lugar e que iam belíssimas garotas treinar naquele recinto, o que é um incentivo e tanto para alguém começar a treinar, enquanto ele me mostrara os arredores do … Ler mais…

Morena do olhar Penetrante

O que vou contar a seguir parte daquela simples frase: por que não? Estava com uns amigos em uma casa de shows de sertanejo aqui na cidade. Muitas mulheres bonitas, bebida e musica. Estávamos eu, meu irmão e um amigo de infância. Naquela noite não queríamos nada alem da diversão e colocar o papo em … Ler mais…

Levando um trato do fisioterapeuta - Conto Erótico

Levando um trato do fisioterapeuta

Este é um conto muito fácil de escrever. Sabe quando você repete uma cena em sua cabeça tantas e tantas vezes? Há alguns anos atrás eu fazia sessões de osteopatia devido a uns problemas de coluna. O Osteopata chama-se Marcio, é um homem relativamente alto (1,80 talvez), tem uma linda pele morena (como a cor … Ler mais…

Finalmente, depois de muito tempo, Samanta aceitou sair comigo. Algumas vezes, eu já tinha a chamado pra ir ao show num bar, mas ela sempre tinha uma desculpa, sempre me dizia que não podia que estava sem dinheiro, estudando pra faculdade de letras, ou pensando na adoção do primeiro filho dela. Não que não fossem verdadeiras essas desculpas, mas elas sempre me frustraram e sempre me deixaram pra baixo. Mas, finalmente, lá estava Ela. Samanta era uma mulher linda. Tinha 25 anos, cabelos compridos, lisos, olhos castanhos, grandes que pareciam sugar sua alma, pareciam entender todos os problemas do seu coração, todos os anseios da sua mente. Sua boca, carnuda, era linda, sempre senti vontade de beijar aqueles lábios, sempre tive vontade de ter aquele toque nos meus lábios. Não era alta. Se eu tinha 1,70, ela deveria ter lá pelos 1,64. Seus seios eram lindos, pareciam firmes e do tamanho perfeito, cabiam na palma da minha mão… Logo que sentamos a mesa, pedi uma cerveja. A primeira vista, ela parecia ter gostado do lugar. Alias, era um belo lugar, aconchegante Tinha um piso escuro, mesas de madeira, cadeiras também de madeira, tinha um degrau mais alto, que era o palco onde a banda se apresentava no fundo do bar, acho que pra poder levar a musica pra frente onde a acústica era melhor. Ela não gostava de pagode, na realidade, nem eu, mas fomos muito pela conversa, pelo papo com uma musica de fundo. Nós dois escrevíamos, eu tinha meus poemas, não os achava muito bons, mas todos que liam os achavam lindos. Diziam que eu deveria tentar escrever um livro, coisa que minha total falta de talento nunca permitiu que eu fizesse. Já Samanta estava no seu segundo romance. Eu arrumei pra ela um contato de outro escritor, amigo meu, que levou ela pra um editor. Esta, por sua vez, publicou seu primeiro livro que fazia um belo sucesso na época, e já estava escrevendo seu segundo romance. Eu estava falando de coisas mais filosóficas com Ela. Por algum motivo, nossas conversas sempre iam pra esse rumo, sempre íamos pra assuntos muito complexos, o que me agradava, porque eu era muito mais atraído pela inteligência dela do que pela beleza. – Então Zeca, eu estava lendo outro dia sobre uns protestos de umas mulheres contra o machismo, aquelas coisas de mulheres mal comidas, lembrei de você… – Jura? Por quê? – Elas estavam mostrando os peitos na rua – Sua risada era incrível, mostrava que era descontraída, que achava graça das coisas, feliz da vida, acabava contagiando a todos a sua volta. Para a surpresa de ninguém, eu era um tarado, mas como já diria Nelson Rodrigues “Tarado é toda aquela pessoa normal pega em flagrante”. E Samanta despertava ainda mais em mim esse desejo, com o lugar quente, a bebida gelada. Já passávamos das cinco garrafas quando ela começou a suar, nesse momento, meu tesão foi ao ápice. Eu não era um homem muito bonito. Com cabelos espetados, olhos castanhos escuros, quase pretos, rosto quadrado com algumas cicatrizes da época que fiquei no exercito. Ombros largos, braços firmes, não fortes e nem grandes, mas firmes. Como ainda fazia esportes, estava em forma, e senti naquele momento, que Samanta sentia o mesmo que eu… Tesão. Nesse momento, decidi que seria a hora, a espera iria acabar, tínhamos uma tensão sexual há um tempo, seis meses pra ser exato: varias olhadas, vários toques, alguns beijos na bochecha bem próximos a boca… Aproximei-me do ouvido dela. – Quer ir pra um lugar mais confortável, só nós dois? – O que sugere? – Não sei… Pode escolher – Que tal um Motel? Nunca fui a um, quero conhecer… Aquelas palavras eram o que eu precisava pra agir. Ela, assim como eu, adorava uma sacanagem e eu tinha certeza que aquela não era sua primeira vez num motel. Fui ao balcão, paguei a conta, e fomos para o lado de fora esperar um taxi. Eu estava muito zonzo pra dirigir e Samanta ainda não tinha carteira. Liguei pra um amigo de dentro do taxi pedindo pra buscar meu carro, e fomos para um motel. Chegando lá, Samanta quis tomar um banho, disse pra eu esperar na cama e que voltaria logo. Depois de alguns minutos, ela voltou. Abriu a porta do banheiro com a toalha enrolada no corpo, o cabelo preso em um coque no alto da cabeça (parecia ter adivinhado que eu tinha tesão em nucas) e o corpo semi molhado, com um olhar sedutor, atraente, aqueles dos filmes que hipnotizam qualquer homem. Deixou a toalha cair pelo corpo, revelando o seu incrível corpo, seios rosados, barriga magra, toda depilada, pernas grossas, musculosas e definidas… Fiquei imóvel, nunca tinha ficado com uma mulher tão linda. Também nunca tinha sentido tanto tesão por uma mulher. Nunca tinha sentido aquele misto de sensações, um arrepio na nunca, respiração ofegante, pernas tremulas. Samanta se aproximou de mim, ainda mantendo o olhar que deixava a minha pulsação a mais de mil. Seu caminhar era leve, felino, uma perna na frente da outra. Abriu um sorriso indecente que me fez estremecer. Ela caminhou até a cama e sentou-se de costas para mim, as costas nua. A pele, branca e com aspecto macio, me chamava. Entendi o recado. Aproximei-me delicadamente dela, e comecei a passar meus dedos em sua pele para logo depois trocar estes por meus lábios. Beijei toda a superfície cheirosa e quente de suas costas passando para seu pescoço. Ela estremeceu ao me toque no pescoço e parecia ansiar os meus lábios a cada mordida leve que lhe dava. Virou seu rosto para mim, seus olhos cheios de desejos, e me deu um beijo cheio de excitação. Enquanto nos mantínhamos naquele beijo delicado, mas feroz, eu coloquei suas pernas em cima da cama. A morena desceu os lábios para o meu pescoço, enquanto desabotoava a minha camisa que jogou longe. Fez-me deitar, deixando-me entre suas pernas. Começou a dar selinhos no meu tórax e passou para o abdômen, chegando ao meu pênis. Mas, então, percorreu toda a extensão de volta, com a língua. Isso fez com que me sexo pulsasse. E ela me inundou com um beijo, fervendo. No entanto, deitou-se ao me lado, na cama, esperando para ser manuseada. Eu a desejava mais que tudo naquele momento. Meu sexo explodia de tesão. Comecei a beijar testa dela, descendo todo o seu rosto com selinhos delicados. Em seu pescoço, mordidas que fez com que sua respiração tornasse-se mais ofegante, cheia de desejo. Deparei-me com se colo, reluzindo. Passei minhas mãos em seus seios que eram firmes e quentes. Sentia a mulher ansiando, quase louca de prazer. Coloquei minha boca no seio direito, chupando-o com bastante fervor, enquanto massageava o esquerdo. Samanta deixou um gemido involuntário escarpar por entre seus lábios. Ela suava. Desci minha língua pelo seu abdômen e cheguei bem perto de sua vagina, mas eu a deixei, por um segundo, arrancando minha cueca. Voltei a ela e abri suas pernas. Comecei a lambê-la. De início, sua respiração foi ficando mais alta e ofegante, e logo se transformou em gemidos. Seus gemidos eram baixos e sem muita frequência, sem grandes exageros. Aquilo me incentivava a continuar. Parei quando já não podia mais e então ela me fez sentar. Encostou no meu sexo, provocando-me e depois o chupou. A cada movimento da sua boca em mim, eu me sentia mais excitado e louco para comê-la. Então, como se soubesse o momento exato de parar, ela cessou e deitou na cama. Eu abri mais as pernas dela, subi nela e investi. Adentrei-a mais duas ves antes do ápice. A cada investida, sentia a morena se arrepiar inteira e soltar gemidos um pouco mais baixos que os outros, quase imperceptíveis. Voltei a chupa-la, agora com toda a calma do mundo, sentindo o gosto dela, o cheiro dela, era perceptível em suas pernas o arrepio, os gemidos ficavam mais intensos a cada segundo, ela puxava meu cabelo, como se quisesse que eu entrasse nela, e gemia mais alto, até que fui aos seios de novo, aquilo era um paraíso, era o mundo que eu queria viver pra sempre, chupa-los reascendeu o fogo em mim e ela gemia… -Zeca… Ai Zeca… Não para, ai… Era maravilhoso ouvir aquilo, até que voltei a penetra-la, uma, duas, três, varias vezes, mudamos de posição, ela pediu pra eu come-la de quatro. Naquela posição, eu tinha todo o domínio do corpo dela, podia apertar os seios dela, puxar o cabelo, dar tapas naquela bunda, carnuda, grande, que foi ficando vermelha a cada tapa. Ela gemia alto, quase gritava, até que ela finalmente teve um orgasmo, pediu pra eu não para, pra puxar o cabelo dela bem forte, puxei quase até as costas dela tocarem meu peito, e ela teve mais um, dois orgasmos, até que eu não aguentei mais… – Dentro, Zeca, dentro… Não tive como negar aquele pedido, ejaculei ali, dentro dela, com um grande puxão em seu cabelo, o que a fez dar o gemido mais alto da noite… Caímos exaustos na cama, suados, nus, ela me abraçou “Eu estava querendo isso há muito tempo Zeca”. Seus olhos brilhavam, notei ela estava satisfeita, ela me abraçou e dormiu no meu abraço a noite toda, eu queria que aquele momento nunca mais acabasse, queria que aquela química nunca se zerasse, mas quem poderia dizer o dia seguinte… - Conto Erótico

Noite no Bar

Finalmente, depois de muito tempo, Samanta aceitou sair comigo. Algumas vezes, eu já tinha a chamado pra ir ao show num bar, mas ela sempre tinha uma desculpa, sempre me dizia que não podia que estava sem dinheiro, estudando pra faculdade de letras, ou pensando na adoção do primeiro filho dela. Não que não fossem … Ler mais…

BATE COM FORÇA, PORRA! - Conto Erótico

BATE COM FORÇA, PORRA!

Alguma coisa acontece no meu coração / Que só quando cruzo a Ipiranga e a avenida São João… Acho que estava tocando esta música de Caetano Veloso quando seguia, de taxi, para um hotel da região central de São Paulo. Era o final de tarde de uma quinta feira e estava prestes a realizar a … Ler mais…