DOIS É BOM, MAS TRÊS, É DEMAIS!

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Como tudo que é bom acaba, aquele verão estava no final. Depois de 30 dias viajando pelo Nordeste o resultado só podia ser muito bom. Muita mulher na Bahia, um namorico de verão em Fortaleza e muita farra com os amigos em Natal. Resultado: corpo sarado, cor de Jambo e muito tesão ainda pra gastar.

Naquele ultimo final de semana de verão no Guarujá, segui a mesma rotina, muita praia no sábado, balada em Perequê a noite e o domingão, pensei eu, pra relaxar e se preparar pro resto do ano.

Preparado para a praia, coloquei minha sunga e bermuda, peguei a primeira cerveja do dia e fui fazer meu trajeto saindo de Pitangueiras e indo caminhar até o final da Enseada. Na segunda latinha, logo que pisei na areia na Enseada, ouvi.

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– Vitor!

Fiquei procurando e vi do meu lado a Cris, alta, esbelta, cabelo preto com pele clara que eu tinha conhecido num PUB no ano anterior e tinham rolado algumas fodas muito gostosas.

– Pô, você sumiu, faz tempo que não te vejo. – disse ela.

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Dei aquela desculpa esfarrapada de sempre e emendei.

– Pois é, muito trabalho e acabei viajando um pouco e fiquei fora do ar por uns tempos.

Secando meu corpo moreno de cima embaixo, falou.

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– É, tá dando pra sacar que tipo de viagem você andou fazendo. Vem cá, deixa eu te apresentar minha amiga Karen.

A Karen era o oposto da Cris, enquanto ela era magra, alta, com quadrilzão e pouco peito, a Karen era mignon, mais carnuda e tinha uns peitos que sai de baixo. Não consegui parar de olhar o peito dela naquele biquíni minúsculo, e para disfarçar cumprimentei a Karen e sai pedindo para barraca do lado.

– Jacaré, me traz uma cerveja.

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Durante o dia a coisa foi esquentando, muita cerveja, caipirinhas e o juízo indo pro espaço. Enquanto eu me engraçava dando uns pegas na Cris, a Karen desfilava o corpo e os peitos na minha cara o tempo todo. No final da tarde, já todos meio altos começamos a desmontar a barraca para irmos embora. Quando fui me despedir, a Cris chamou.

– Vamos subir para tomar a saideira.

– Acho melhor não. – falei.

– Deixa de besteira, vamos subir,  o apartamento dos pais da Karen é bem legal, você vai gostar.

– Então tá, vamos pra saideira.

O apartamento realmente era bem legal, com um visual do mar lindo, e como era novo, por enquanto bem desequipado mas com umas cadeiras e uma mesinha pra apoiar as garrafas. Karen ligou um som e o clima foi esquentando aí sim pra valer. Cada vez que a Karen ia buscar uma cerveja, eu levantava e beijava a boca da Cris já  metendo a mão na buceta dela e ela começando a gemer. Sentindo o clima, a Karen falou.

– Vou tomar um banho.

Quando ouvimos o barulho da porta do quarto dela fechar, não tivemos dúvida, levantei, e fui metendo a mão embaixo do biquíni da Cris e enfiando dois dedos naquela buceta molhada, ao mesmo tempo ela puxou meu pau pra fora da sunga e abocanhou com gosto. Espumando falei. – Aqui não dá pra ser.

Ela me segurou e carregou para o quarto dela, nada além de uma cama e um colchão estendidos pra gente. Arranquei o biquíni dela em um segundo e cai de boca naquela buceta, fui chupando e enfiando os dedos nela de um jeito que ela começou a gemer e pedir minha rola. Deitei na cama, me virei pra ela e começamos um 69 animal. Enquanto chupava aquela buceta, ela me deixava com o pau parecendo um poste de tão duro que estava. Virei o corpo e enfie fácil nela, fui brincando devagar pra dar mais gosto, enfiando e tirando, fazendo ela implorar pra deixar minha rola dentro dela. Quando ela começou a gemer mais alto (a Cris sempre gemeu bem alto nas fodas), parei, pensei e falei.

– Não é justo.

– O que? – ela falou reclamando.

– Não é justo a gente aqui curtindo na casa dela, e a Karen lá sozinha.

– Não sei se eu tô gostando muito dessa conversa. – ela falou séria.

– Relaxa, deixa comigo, deixa eu ver se tá tudo bem.

Coloquei só a bermuda e com o pau duro sai da quarto. A Karen estava com uma saída de praia, sem sutiã ou biquíni naqueles peitos lindos e escovando os cabelos molhados. Ela me olhou com uma cara de poucos amigos e foi direto olhar meu quadril. Cheguei do lado dela, pegando sua mão, falei.

– Vamos, estamos te esperando.

Começando a destravar  a cara e não conseguindo não olhar para o meu pau, falou.

– Acho melhor não.

– Vem comigo e você faz o que você quiser, até se for pra sair correndo ou me expulsar do apartamento, você faz o que quiser, só não fica brava com a Cris.

Começou a aparecer um sorriso no rosto dela e criando coragem, começou a acariciar meu pau por fora da bermuda, levantou repetindo que estávamos fazendo besteira, mas não parou um segundo mais sequer.

Quando entramos no quarto a Cris estava deitada esperando e as duas sorriram sem jeito. Por trás, puxei o vestidinho da Karen por cima  e fiquei louco. Além de não estar usando mais nada por baixo,  o corpo dela era fenomenal, carnudo, durinho e de novo aqueles peitos maravilhosos mirando o céu. Parecendo não saber o que fazer, abracei ela por trás e fiz ela deitar ao lado da Cris na cama. Depois disso não foi precisei incentivar mais nada, Karen montou em cima da Cris e começou a beijar a boca dela como louca. Enquanto eu esperava para ver o que ia rolar, a Karen começou a beijar o resto do corpo todo até chegar na buceta. Ali a Cris se rendeu, ela sempre foi louca por sexo oral, o gemido dela começou a aumentar.

Resolvi participar mais da brincadeira, como que pedindo autorização comecei a acariciar a buceta da Karen enfiando um dedo e depois dois. Isso fez ela começar a rebolar excitada, abracei por trás e comecei a chupar a buceta dela. Era uma loucura. Molhadinha, ela começou a gemer. Quando fui enfiar meu pau ela soltou.

– Não, não quero.

Fiquei puto, mas devagar fui empurrando a Karen pra frente para as duas ficarem se beijando como loucas e tive a visão do paraíso, as duas xanas se esfregando tentando encontrar uma rola. Cheguei colado ao corpo delas e senti a mão da Cris segurando meu pau e me olhando de lado como que implorando por rola. Abri as pernas dela e enfiei fundo, fácil, gostoso. Ela foi se concentrando em mim, enquanto a Karen ficava no meio dos dois, meio que “sobrando”.

Enquanto enfiava a rola na Cris, voltei a bolinar a Karen para ela aproveitar, comecei enfiando um dedo na buceta, depois outro no cu. Ela foi reclamar, mas mudou de idéia e foi curtindo. Enfiando meu pau na Cris e enfiando minha mão na buceta e no cu da Karen senti uma reclamação na seqüência. A Karen queria mais.

– Mudou de idéia? – falei.

– Mudei, me fode, porra!

Com calma, sai da buceta deliciosa da Cris e sem titubear fui enfiando na buceta da Karen com força, vontade e até raiva. Cada estocada, ela batia a cabeça na cabeceira da cama e nem me preocupei. Tirei dela de novo e voltei pra Cris, fazendo ela rebolar de novo e assim fui revezando algum tempo. As duas estavam se revezando entre serem comidas e ficarem na sobra.

Depois de um tempo fiquei com uma vontade louca de gozar, não agüentando mais tinha que escolher entre uma buceta e outra. Escolhi a Karen (não tem jeito, buceta nova é sempre mais gostoso) e aumentei o ritmo louco.

Quando a Cris, que me conhecia a tempos soube disso ela saiu de baixo da amiga que estava gozando tolamente no meu pau e sentando ao meu lado na cama esperando falou com uma certa bronca.

– SEU PUTO! FODER, VOCÊ PODE ACABAR DE FODER COM ELA, MAS GOZAR, VOCÊ VAI GOZAR NA MINHA BOCA!

Na boa, eu não poderia deixar de fazer vontade dela. Enchi a boca dela de porra!

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