Enquanto eu assava a carne minha esposa se assava sendo fodida

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Fomos convidados pra um churrasco do pessoal do trabalho. Havíamos chegado a pouco tempo na cidade eu eu achei um trabalho vendendo cursos de inglês. Não dava pra ganhar muito, mas pagava as contas mais imediatas.

O churrasco foi em um salão de festas de um condomínio de um dos colegas da empresa. Ainda não sei porque, mas acabei ficando na churrasqueira ajudando a assar a carne. Digo que não entendendo porque na boa eu não curto assar carne nem em casa, imagina para um monte de gente.

Mas enfim, já tava com a mão na massa mesmo, fui ajudando a assar a carne. Confesso que o que menos tinha ali eram pessoas conhecidas, na verdade mesmo, ninguém era conhecido nosso. Alguns poucos eram meus conhecidos do trabalho, mas mesmo eles eram poucos, uns 3 ou 4 conhecidos no meio de uns 20 desconhecidos.

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Como fiquei envolvido com o churrasco, confesso que perdi a minha esposa de vista no meio da galera, e aí que a coisa ficou muito louca.

Enquanto eu estava na volta da churrasqueira teve um cara, que eu não conhecia, se não me engano era de uma outra filial, que começou a dar em cima da minha esposa. Até aí tudo bem, ninguém conhecia ninguém, não eramos casados, ou seja, não havia aliança no dedo de ninguém, logo, num ambiente como aquele, tá tudo certo e como minha esposa é de fato uma baixinha pra lá de atraente, uma cantada era quase inevitável.

Eu não me liguei, até porque estávamos numa fase do relacionamento onde praticamente não fazíamos sexo, eu ficava madrugadas inteiras assistindo pornografia e deixava ela na seca, na boa mesmo, eu tava pedindo para levar choque!! Mas ela era uma mulher de princípios, mas assim, tudo tem limite…

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O cara cantou ela e ela disse que estava comigo e tals, com o cara que está assando a carne. Aí ele perguntou se eramos casados, aí ela disse que casados não éramos, mas era como se fôssemos uma vez que morávamos juntos e tals. Aí ele disse que não, que casado é diferente e ficou com estes papinhos. E creio que ela como é educada, não cortou o cara e ele pode ter entendido isso como uma certa abertura e ficou na volta, com educação, mas ficou na volta.

Eu sinceramente não sei nem que era, não conhecia o cara. Enquanto eu assava a carne ele cortejava minha esposa com as intensões mais promíscuas que se pode imaginar, mas segundo ela, ela se esquivava educadamente. Mas já viu, né? Para alguns uma esquiva assim pode demonstrar interesse, e entrou no jogo. Cantava, elogiava e isso deixa qualquer mulher, até as mais recatadas, toda boba. E ela como bebe pouco, o pouco que bebe já é suficiente para ficar “alegrinha”.

O churrasco começou cedo, a noite ia ser longa e longa tbm a pressão do cara sobre minha esposa. Ela volta e meia vinha até a churrasqueira e tals e acho que isso deve ter provocado ainda mais o cara, que passou a intensificar as aproximações, mas todas sem sucesso.

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Isso devia ser umas 09 horas da noite, quando foi lá pela meia noite é aquele momento em que fica um grupinho aqui e outro ali batendo papo, tomando cerveja… Foi quando a Cíntia, uma colega, chamou a minha esposa para subir no apartamento para fazer um café.

Estavam as duas fazendo o café e a Cintia comentou que viu o fulano dando em cima dela e tals, e disse que ele é um cara muito legal, mas é mulherengo e tals, gosta de dar em cima das novinhas e inclusive falou que tava maravilhado com a gaúcha… com os papos, com o corpinho estilo mignon, ou seja, rasgou elogios. E quando a Cintia falou isso para minha esposa, ela ficou toda boba!

Nisso adivinha quem entra no apto? Sim, o próprio. E claro que ele viu ali uma excelente oportunidade de investir mais pesado… principalmente quando a Cintia falou que ia descer e bater um papo comigo… ou seja, deu a deixa!

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Minha esposa se fez de desentendida, levou para a brincadeira e foi ao banheiro. Mas quando saiu do banheiro a Cintia de fato havia descido e estavam só os dois ali. E o cara, sem cerimônias, grudou ela… que tentou se esquivar dizendo que não, que não podia, aquela coisa toda, mas ouviu dele a frase – você pode não estar querendo, mas tá deixando… Falou isso e aproveitando a confusão mental dela com a resposta, a pegou novamente e a beijou… ela tentou se esquivar, mas por alguns segundos cedeu e permitiu ele colocar a língua em sua boca…fez isso, mas logo se recompôs. Só que a partir daí ela informou que continuaria não querendo, mas continuaria cedendo…

Ela foi ir em direção a porta quando ele a pegou por trás e desta vez, muito mais ousado, a pegou pela cintura e começou a beijar seu pescoço, e ela continuava resistindo, mas permitindo e ele percebendo isso, intensificou as caricias.

O medo de entrar alguém era real, ele então entre amassos estendeu a mão e passou a chave na porta. Neste instante minha esposa relaxou mais e, óbvio, ele percebeu e aproveitou.

Começou novamente a beijá-la intensamente e agora com mais participação dela, ainda resistindo, mas muito mais receptiva e daí pra frente já é mais fácil de imaginar. A preocupação com o esposo assando carne cedia espaço para os desejos da carne, as carícias daquele desconhecido acendiam nela um fogo acumulado de muito tempo sem saber o que era sexo. E a medida que as carícias ficavam mais e mais ousadas ela ia lembrando de todas as vezes que dormia com tesão porque o maridão ficava na internet assistindo pornografia. E este sentimento parecia potencializar o tesão.

Mas ainda assim, apesar de estar com seus peitos sendo apertados pelas mãos fortes daquele desconhecido e sua boca sendo invadida pela língua dele, ainda assim ela resistia, resistia menos, mas resistia.

– Meu Deus, meu marido!! Eu não posso! Vai chegar alguém!

O cara simplesmente ignorava e continuava as investidas, e aproveitando que ela estava de vestido, puxou para baixo e fez saltar os seios dela para fora. Durinhos ao natural e mais duros ainda de tesão. E simultaneamente colocou a boca no peito e a mão na bucetinha. E mesmo por cima da calcinha ele percebeu ela ensopada de tesão… isso tudo em pé, pressionando ela contra a parede próximos a porta entre um aparador e o sofá.

Ela continuava falando – eu não posso, meu marido, vai chegar alguém…

Ele então a levou para o Sofá, mais um ponto para ele.

Deitou-a no sofá, chupou seus peitos e desceu até chegar na bucetinha ensopada dela. Neste momento as resistências deram lugar a gemidos de prazer. Ele puxou a calcinha dela para o lado e chupou, chupou todinha!!

Neste momento ela já estava de fato entregue e sabia do final da história, o limiar há havia sido ultrapassado e ela seria traçada ali mesmo, naquele sofá. Ela só podia escolher como seria isso, o quão se entregaria a isso.

Ela deitada no sofá e ele ajoelhado no chão a chupando… apertando seus peitos e sugando sua bucetinha com todo desejo. Ele então levanta um pouco e, obviamente que ela no sofá, quando ele levantou o seu pau foi parar direto na cara dela! Ela recusou, ele então só pediu que ela pegasse no pau e que batesse uma punheta, mas aí quem resolveu se entregar foi ela. Sim, ela colocou o pau na boca e chupou!! Já tava fudida mesmo, agora era fuder de verdade, pensou. A partir daí ela começou a chupar com vontade, chupava, punhetava, lambia, se deliciava no pau daquele desconhecido enquanto seu marido conversava no churrasco. Nem imaginava que sua esposinha estava com um cacete duro na boca e prestes a ser traçada, fudida de verdade, coisa que a muito tempo não acontecia.

E sim, aconteceu naquele sofá mesmo. O cara tirou o pau da boca dela e pediu para que ela ficasse de quatro… enquanto ela se virou ele colocou uma camisinha e nem pela ela tinha se posicionado ele já estava com ela pega pela cintura e com o pau esfregando na entrada da bucetinha. Foi só forçar um pouco e, feito… lá estava o pau entrando todinho na buceetinha apertada e toda melada dela…

O tesão dos dois, a dureza do pau do cara e a lubrificação dela fizeram entrar tudo de uma vez, bem fundo… ela soltou um gemido alto e iniciaram o bate-bate!!

A mescla de tesão, de medo que alguém entrasse e de desforra já que o maridão não estava atendendo seus desejos só fazia o prazer aumentar ainda mais. O vai e vem forte e cadenciado seguido de estalos dos corpos se chocando quase podia ser ouvido por quem passava. Mas o que estava sendo passado de verdade era o rodo na casadinha que estava há tempos carente de uma boa trepada.

Em meio a isso tudo ela resolveu se entregar e deixar rolar, se entregar totalmente àquele estranho para que a fudesse como melhor desejasse. E embora só pensando isso, parece que foi transmissão de pensamento, pois o cara começou a fudê-la muito… se maravilhava e dizia – tá gostando? Tá gostando de dar gostoso enquanto teu marido fica lá, conversando? A partir de agora eu vou te comer todinha, tu vai ser minha putinha e vou te fuder toda!

A vontade que ela tinha era de gritar e mandar ele foder forte, mas manteve-se comportada, mas o cara nem tanto. Puxou ela para ficar de joelhos no tapete e debruçada no sofá e ainda de quatro, só que mais empinada, meteu novamente na bucetinha.

Ela gozou com as primeiras estocadas, um gozo profundo. Mas o cara continuou metendo firme, mas foram poucas estocadas para ele não se aguentar…

Ele perguntou onde ela queria que ele gozasse e ela pediu que gozasse na bunda… Ele tirou o pau, sacou fora a camisinha e esporrou na bunda dela, jatos fortes, quentes que se espalharam pela bunda, pelas costas, pelos cabelos…

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