ESSE RABINHO É MEU

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Fuder um rabinho é delicioso e já perdi a conta de quantos foram saboreados na ponta da minha pica. Soellen não seria diferente, pois desejei aquela bunda desde o primeiro dia que a vi.

Ela era uma morena forte, de grandes ancas, seios volumosos, sem ser gorda.

Conhecemos-nos num evento de Café Filosófico. Em pouco tempo nos tornamos amigos e com muitos projetos em comum, além de ser uma pessoa de alto astral e excelente papo.

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O tempo e o destino nos aproximaram, primeiro na Escola de Samba, depois no Sindicato, culminando numa sociedade para trabalhos acadêmicos.

A principio fazíamos o trabalho em bibliotecas e lugares abertos. Com o tempo e a aproximação, passamos a usar a casa dela. E ai o carinho e o perigo aumentaram. Nossa intimidade aumentou e não me fiz de rogado para tentar algo mais.

Todos já sabem o caminho: um toque, um contato, um beijo, coisas simples que ajudam nessa empreitada.

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Das carícias, fomos para o toque sensual, a mão boba, a boca nos bicos, a chupada sem pressa e os dedos nas partes intimas.

Tudo tinha que ser feito quando o filho estava no videogame na sala ou no quarta, enquanto a cozinha pegava fogo.

Eu não tinha pressa, os seios eram tocados livremente nas horas vagas e o próximo toque foi na buceta molhada, que me deu um gozo intenso e silencioso. Delicia.

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Ela tinha aquela buceta gordinha, suculenta e melada. Desejei lamber desde o primeiro gozo. Pude desfrutar deste momento num sábado de chuva, quando o menino estava com a avó e iria demorar pra voltar pra casa. Fomos pra sala assistir uma serie e logo estava ajoelhado à sua frente buscando o cofre que estava no meio das suas coxas.

Arranquei a calcinha e cai de boca, explorei cada centímetro dos grandes lábios ladeados por pelos ralos nas beiradas. Eu estava com a cara enterrada na sua vulva quando ouvi um som bem baixinho: vou gozar.

Nem me mexi, continuei meu trabalho gostoso e percebi que aquilo era diferente pra ela, que confessou que nenhum homem tinha feito aquilo com ela, chupar sua buceta sem pressa, passeando a língua com amor. Foi retribuído com um gozo intenso que ensopou todo o sofá, podendo tomar uma boa parte daquela delicia.

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– aiiiiiiii estou gozandoooooo.

Levantei-me e percebi que ela estava extasiada e sem folego. Esperei que ela se recompusesse e a beijei longamente. Soellen se ajoelhou na minha frente, arrancou minha cueca e tirou o sofredor daquela tortura. Abocanhou com fome e me deu a mamada dos Deuses. Fui à lua e voltei. Aquela boca fazia maravilhas no meu pau.

Anunciei o gozo em pouco tempo e ela continuou chupando, anunciei de novo e ela nem olhou pra mim. Gritei, vou gozar. Ela continuou mamando.

Não deu pra segurar, descarreguei grande quantidade de porra naquela boquinha, que bebeu tudo e continuou mamando até deixar o pau limpinho, que delicia. Seu rosto de satisfação mostrou que ela dominava a arte. E que arte!

Em pouco tempo, o menino chegou e acabou nossa festa. Resolvemos marcar o dia para aproveitarmos melhor nossa intimidade.

Dia 25 de janeiro é feriado em São Paulo, o filho viajaria com os avós e eu rumaria para lá no intuito de finalizar alguns trabalhos. Era o momento perfeito.

Quando cheguei a sua casa, fui recebido por uma mulher perfumada com trajes totalmente brancos em contraste com sua pele morena queimada do sol. Pensem numa imagem maravilhosa. Era essa que eu via.

Subimos a escada do sobrado e conheci os dois quartos da parte superior. A cama dela era grande e de casal. Ainda em pé, nos beijamos muito e fomos nos livrando das roupas. Caímos nus na cama, mamei seus seios sem pressa, beijei o pescoço, toquei a xana com os dedos e fui descendo. Ela arfava. Quando me deparei com a grande buceta depilada, pirei. Beijei com suavidade a principio e depois passei a lamber cada centímetro daquela maravilha. Soellen arfava e dois dedos fundos foram introduzidos para aumentar o desespero dela na brincadeira.

Sua buceta escorria grande quantidade de mel e era certo que seu gozo não demoraria. Em dado momento, ela gritou:

– Caralho, seu puto, estou gozando.

Uma forte descarga elétrica se seguiu após esse grito e ela ficou toda mole. Respirou forte e me puxou pelo braço pedindo: me fode.

Subi no corpão, encapei a pica e direcionei a pica para a grande vulva. Encontrei uma xana quente e fiz o vaivém sem pressa. Soellen gemia e gozava e assim o fez por mais de meia hora.

Ela estava bem mole depois disso, sua buceta encharcada não me permitia gozar gostoso e eu estava com a pica parecendo ferro. Levantei o corpo, fiquei de joelho e na posição frango assado direcionei minha pica para seu rabinho. Soellen arregalou os olhos e disse: ai não.

Respondi com um deixa eu só brincar, vou gozar n a portinha, coisas que sempre digo, e claro, é mentira.

Coloquei um travesseiro embaixo da sua bunda e suas pernas no meu ombro. O cu estava a minha mercê e eu queria muito isso. Minha pica estava meladíssima, feito uma enguia.

O apressado come cru, o homem paciente come tudo.

A posição era propícia e a brincadeira ficou melhor com a massagem na vulva. Meu pau estava esperando uma abertura e ela veio com o encaixe na portinha. Mesmo assim, não me apressei, continuei a brincar na xana e apertei um seio. Senti que a pica invadiu o rabinho e ela deu um gritinho:

– Aiiiiiiiiiiiiiiii

O caminho estava aberto e eu só pensar em gozar na portinha. Iniciei movimentos leves, mas firmes. A vara ia e vinha sem pressa. Soellen gemia e afundei fortemente meus dedos na sua xana. Minha fêmea fechou os punhos e batendo forte no colchão, intimou:

– Empurra Caralho!

Não precisou falar de novo, pois a invasão do meu canhão foi automática, pois quase atravessei seu rabinho com a minha enterrada.

Com a vara pulsando forte, ganhei volume com a exploração. Fiz movimentos rápidos e vigorosos, e ela não parava de gozar com a pica no rabo.

Em dado momento, minhas veias ficaram mais grossas no pau e um calor imenso tomou conta do meu corpo. Meti três dedos na buceta dela e travei a pica o mais fundo possível no seu cu.

Gritei alto: vou gozar porra!

Ficamos longos minutos gozando e suando. Não sei quanto tempo demorei para amolecer a pica. Voltamos à carga depois de um bom banho e dormimos juntos.

Os trabalhos continuam e as fodas também. Um rabinho não pode ser desprezado nunca.

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