Fazendo uma coroa sentir-se mulher outra vez

Fazendo uma coroa sentir-se mulher outra vez

Houve um tempo, antes de arrumar um emprego formal,eu trabalhava numa banca de jornal ( sem querer desmerecer o trabalho, é como qualquer outro ) no centro de Nova Iguaçu, um lugar bastante movimentado, e o estabelecimento ficava aberto o dia inteiro só pra fazer recarga, e o pessoal procurava era muito material de concurso público. Eu rendia o funcionário mais antigo, que trabalhava muito mais intensamente que eu pela manhã, e ficava até 20h, com um movimento bem mais brando, porém não quer dizer que era um trabalho fácil. Estressava-me profundamente lidar com o público. Principalmente na hora de fazer recarga de telefone. Tinha um pessoal lesado da porra que recarregava um número errado, aí achava que você tinha que devolver a grana, ou o sinal da recarga tava fraco, e o documento de confirmação já tinha saído, era um porre esses lances do trabalho. Eu procurava resolver tudo numa boa, porque eu dependia daquilo, né. Não podia ficar destratando cliente, nem me indispondo toda hora.

O cara da manhã tinha a clientela fixa dele, ganhava mais do que eu, movimentava muito mais dinheiro e todo mundo já era acostumado com o trabalho dele. Já eu não era tão conhecido, então no início eu precisei me dedicar intensamente pra cativar os clientes dele e fazer minha clientela também.

Havia uma senhora muito simpática, chamada Bárbara, que todos os dias passava pelo nosso estabelecimento pra poder fazer um agrado: trazia um biscoitinho, um docinho feito por ela própria, e o Carlos Henrique, o cara da manhã, era o beneficiado. Viúva, já aposentada, despreocupada com a vida, vivia sozinha, pois os filhos eram todos crescidos, e por ser uma mulher muito sozinha estava sempre passando por lá vendo as revistas de fofoca.

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Tinha dia que ela ficava horas a fio lendo e muitas vezes nem comprava. O Carlos não ligava pra aquilo. Já eu fervia por dentro, mas não falava nada. Teve um dia que ela chegou perto de mim e indagou:

Bárbara: Se eu estiver incomodando você, eu páro, tá?

Eu prontamente sorri pra ela, passando por cima da minha irritação com aquele comportamento e respondia que tava tudo bem, que ela era uma cliente muito querida nossa, e sorria educadamente.

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E aí, com o tempo, ela passou a frequentar até mais o meu turno. Ela sempre passava pela manhã. Isso porque nossas folgas eram escalonadas: eu trabalhava 12 dias direto e folgava 2. Nos fins de semana era só à parte da manhã até umas 14h.

Na época eu tinha uns 31 anos e a Dona Bárbara, uns 56. A gente foi ficando amigo, ela passou a vir mais no meu horário da tarde, e não mais lia as revistas, agora lia e também comprava. Quando ela se soltou comigo, fui descobrindo como ela era um amor de pessoa.Afeiçoei-me àquela mulher e ela a mim, e teve um dia que passei quase uma hora com ela ensinando-a a mexer com seu aparelho de celular novo. E quando tinha que fazer recarga, fazia comigo. A conquista daquela cliente foi tão importante, que ela indicava às amigas delas pra fazer recarga comigo e até comprar revistas. É claro que aquilo me fez um enorme bem, afinal o movimento aumentou, e com isso a responsabilidade de cativar novos clientes.

Percebi que na verdade ela era bem carente de atenção. E um dia, ela abriu o coração pra mim e começou a relatar sua história de vida: o finado marido também trabalhava no mesmo ofício que eu. E a banca dele era uma das maiores que tinha lá. Mas quando eu passava por lá eu via uma mulher, mais nova um pouco que ela. E aí ela me contou que o defunto tinha um caso com ela e descobriu porque uma amiga havia contado. Ela de início não havia crido, achou que a amiga tava criando intriga, e ela era uma funcionária pública, trabalhava na prefeitura , não tinha tempo pra poder ficar cuidando da vida do esposo 24h por dia. E o falecido sempre foi um bom esposo, sempre cuidou bem dela e dos filhos, era muito conhecido e o caralho a 4, sempre muito simpático com todo mundo, brincalhão, educado com as clientes, e ela quando voltava do trabalho ele ainda estava na banca, encalhando revistas, era um cara muito trabalhador.

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Quando ele adoeceu, nem o filho e nem ela queria continuar tocando o negócio, então a moça que tava lá acabou ficando com a banca. Era uma funcionária que o ajudava no negócio. Ela e mais um garoto novo, que trabalhava com ele nos depósitos encadernando os jornais e também encalhando as revistas semanais e mensais. Funcionários de confiança, diga-se de passagem. Porém, a fofoca da amiga virou uma pulga atrás da orelha da Dona Bárbara, e ela descobriu a verdade da pior forma possível: quando ele morreu, descobriu que a empregada tinha um caso com ele e já tinha um filho daquela relação. O cara deixou um testamento incluindo o nome do moleque na herança e o caralho, e aquilo foi um desgosto tão grande pra ela que durante muito tempo ficou deprimida, e até pensou em acabar com a vida. Ela foi à banca, a amante do finado, toda dona do negócio, atendendo todo mundo, mas puxou a mulher pelo cabelo, e tirou força nem sabe de onde, levou a amante do defunto ao chão e deixou a mulher toda lavada no próprio sangue de tanto soco e arranhão que desferiu contra a desgraçada.

Ela contava aquilo pra mim, eu atônito, ouvindo aquela porra toda, que até errava o troco pros clientes, e os caras até brigavam comigo, pedindo atenção.

Eu: Dona Bárbara, eu tô chocado com essa história! Quem te vê sorrindo desse jeito, hein… nem imagina o desgosto que teve de passar!

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Bárbara: Ih, filho, eu cheguei a tomar remédio de pressão, fiquei desgostosa da vida, cheguei a pedir a Deus pra morrer e tudo, mas a velha aqui é tão ruim de morrer que mesmo tomando remédio pra dormir, nem assim o vaso véio quebrava, viu?

Eu: Olha, Dona Bárbara, com todo o respeito, o vaso pode estar até velho, mas está inteiro. E não tá quebrado, não, tá é bonito, viu?

Dona Bárbara é uma mulher muito vaidosa. Sempre andou chique na rua, sabe aquelas coroas que ainda estão durinhas, cintura fina, e sempre andando de salto e bem maquiadas? Era ela. Pra esconder os cabelos brancos sempre tingia eles com cores bem escuras. Mandou um tom escarlate nas madeixas uma certa feita que até eu fiquei boquiaberto.

Mas depois de tudo isso que ela passou, ela decidiu que iria cuidar mais de si mesma, que iria viver um dia de cada vez, ao invés de definhar esperando a morte chegar e se entupir de remédios, e foi pra academia, assim relatou ela. No fim da tarde, sol já se pondo, ela vinha toda durinha, trazendo ou um biscoitinho ou um docinho pra adocicar minha boca. Ficou minha amiga mesmo, até me dava liberdade pra zoar Com ela.

Eu: Dona Bárbara, mas como você tá estilosa, hein! Não pintou nem um pretendente pra lhe propondo casamento, não?

Bárbara: KKKKKKKKK, Eu? Na minha idade, não quero me descabelar cuidando de homem, não! Quero só curtir, aproveitar a vida pois foram anos dedicados àquele SAFADO, CACHORRO, SEM-VERGONHA! Kkkkk! Eu agora só me divirto naqueles bailes da terceira idade, fico só na paquera, se aparecer um coroa inteiro, que nem eu, rico, aí a gente pensa no caso! Eu não vou te negar, não, menino: até se for um tipo feito você, e com muita disposição(se é que você me entende, kkkkkkkk!) eu tô pegando,kkkkkkk!

Ela foi ficando saidinha comigo, até pegava na minha mão pra poder brincar e contar as fofocas dela, e ela falava alto, gente, tinha hora que eu ficava até envergonhado.

Essa amizade durou meses, até o Carlos vir me perguntar: ” Erik, Dona Bárbara sumiu, cara! Tô preocupado com ela. Tu não a tem mais visto, não?

Eu: Ué, que estranho! Eu a vejo todo dia, no finzinho da tarde!

Carlos: Ah, é!? E como ela tá?

Eu: Irmão, nem parece aquela Bárbara que eu pensava conhecer no início. Me traz docinho todo dia, conversa, compra as revistas, faz recarga comigo, brinca, conta os “causos” da vida, sem contar que agora tá fazendo academia e tudo, tem que ver a coroa, rapaz, toda gata!

Carlos: É, né… roubou minha cliente, né seu safado? Kkkkkk, e ganhando docinho, biscoitinho todo dia? Sei, não, acho que ela vai pegar você pra criar!

Eu: Ué, ela não te dava docinho também!?

Carlos: Erik, dava, mas aí ela parou de trazer docinho, falou que eu tava muito inchado, que deveria me cuidar, feito você, porque você é um pretinho charmoso, tem um sorriso lindo, e sua barriga tá em forma, não tá esse tambor como o meu.

Eu: Ah, cara, tá mesmo! Tu bebe pra caralho!

Carlos: Aí, ela foi parando de vir, não demorava muito, e tem quase umas 3 semanas que não a vejo. Mas abre teu olho aí, parceiro, sei não hein! Essa coroa tá com outras intenções, kkkkk!

Eu: Ah, cara, nada a ver! Não que ela seja feia, ela é uma coroa enxuta, vaidosa, mas tá afim de ó( fiz o gesto de grana ) de um cara de caráter e( fiz o gesto de alguém ao volante) personalidade.

Carlos: uhum… Tá! Bom, se liga no que eu te disse.

Num primeiro momento aquilo meio que soou bastante babaca, mas… claro que fiquei com uma pulga atrás da orelha. E foi se confirmando dia após dia, com as vindas dela somente à tarde, muitas conversas fúteis, brincadeiras, pegadas de mão, e aí evoluíram pra apertos no meu braço, tórax… até que perguntei pra ela:

Eu: Dona Bárbara, o Carlos tem sentido falta da senhora.

Bárbara: ah, eu gosto mais de você! Tu é muito mais simpático que ele, ultimamente ele nem tava mais parando pra conversar comigo, e você me recebe sempre com um sorriso, é mais atencioso que ele.

Eu: Eu, Dona Bárbara? Que nada! Aquele cara zoa demais com o pessoal do bar aqui de manhã! Brinca com todo mundo, é mais alegre que eu…

Bárbara: Ah, mas comigo ele tem sido muito sem sal! Além disso tá muito barrigudo! Pra você eu dou meus docinhos, porque você é um pretinho muito gatinho! Não se incomoda de lhe chamar de pretinho não, né!?

Eu: A senhora tá sen…

Bárbara: VOCÊ! Não sou nenhuma velha!

Eu: Tá boom, Bárbara, rsrsrs! Ser chamado de pretinho é até um elogio, porque sou negão. Olha pro tom da minha pele!

Bárbara: Ah, é um tom de preto maravilhoso, vai ficar um velho bem conservado e muito bonito!

Eu: principalmente porque eu não bebo, né! E nem sou de farra, eu procuro me cuidar.

Bárbara: Verdade, e quem bebe parece ser muito mais seboso, inchado, parece que vai explodir, o Carlos tá muito feio!

Eu: KKKKKKKKKKK!

Mas aí ela pediu para recarregar o celular dela em créditos. Aproveitei e anotei seu número, claro que com sua permissão. Disse que iria ao mercado e perguntou se eu queria alguma coisa.

Eu: Traz uma rosquinha, rs! De chocolate, se não for muito abuso.

Despediu-se fazendo um carinho na minha mão e partiu. Pela primeira vez, eu notei que as gracinhas dela realmente tinham um sentido por trás. Ela voltou com a rosquinha, mas demorou, gente, eu tava quase no final do meu expediente, encalhando os jornais do dia, e aí ela voltou com umas sacolas pesadas, deu de cara com as portas da banca cerradas, e foi então que viu que estava de saída.

Bárbara: Meu Deus! Quase que não te alcancei, que horas são?

Eu: 19:50h, eu já tava de saída mesmo.

Bárbara: Ai, que bom que te encontrei!

E quando se fecha as portas da banca, fica um calor fodido lá dentro. Saí todo suado, e o dia tava quente mesmo. Ela estava bem exausta. E as bolsas enormes, bem pesadas mesmo.

Eu: Bárbara, quer uma ajuda com essas bolsas?

Bárbara: Ai, meu anjo! Eu sei que você deve estar cansado, não precisa se incomodar! Eu moro aqui pertinho!

Eu: Quem já tá cansado fica cansado e meio, a gente se ajuda. Você vem aqui todo dia alegrar meu dia, com sua graça, eu ajudo a carregar até em casa. Só me deixa tirar a camisa pq não aguento mais ela!

O meu físico não era o mais bonito, eu não tenho um corpo atlético, e já tenho uma barriguinha saliente, porém nada exagerado. Acompanhei a Dona Bárbara até sua casa – era um bom pedaço de chão da banca até sua residência – e ao final do trajeto, ela ainda queria me prender jogando papo fora.

Bárbara: Entra um pouco, menino! Aceita um copinho d’água?

Eu: Olha, vou aceitar, sim. Mas não quero abusar.

Bárbara: Que nada, meu anjo, você é um amor!

Aí entrei com ela. Casa tão bem arrumada, limpinha, ela é muito caprichosa, não vi uma poeira nos móveis, lugar muito cheiroso. Ao contrário de mim, né… quem trabalha numa banca volta PORCO pra casa.

Do copo d’água, foi pra um lanchinho. Me convidou pra comer um sanduíche, eu querendo sair porque tava imundo, eu fico incomodado de estar imundo, e aí ela perguntou o fatal:

Bárbara: Quer tomar um banho pra renovar suas forças? Eu sei que tá calor! Toma um banho, e eu te faço algo rápido.

Eu: Dona Bárbara, rsrs, não se incomode com isso, não, eu fico sem graça…

Bárbara: anda, vai pro banheiro, tira o resto dessa roupa e eu te levo a toalha.

Cara, eu fui pro banheiro, mas eu tava com um pressentimento de algo forte, eu não sabia dizer, mas aquilo era o sinal de que eu não sairia dali tão cedo. Eu fui pro banho. O problema foi que naquela situação toda, fui também só com a bermuda e o tênis. E pior: nem lembrei de trancar a porta. Tomei o banho, realmente foi revigorante, mas tomei uma ducha gelada,mudei a chave do chuveiro pra desligado porque detesto banho quente. O box era de vidro temperado, e quem entrava não via quem tava no box, e vice-versa. Quando havia acabado de tomar o banho… Puta que pariu! Ela havia entrado no banheiro, com a toalha na mão… e sem roupa nenhuma!

Bárbara: Uau! Rsrsrs, hummm, mas que belo deus de ébano!

Eu: D-dona Bárbara, o que a senhora está fazendo? Que loucura!

Meu pau reagiu na hora. Era uma coroa de corpo muito bonito, belas curvas, claro que não um corpo jovem, era um corpo de senhora, mas… Que seios lindos!

Bárbara: Eu sei que já não sou mais uma moça tão atraente como nos meus 20, 30 anos, mas… ainda sou uma mulher cheia de vontade de viver! E não tinha momento melhor de descobrir o quanto posso ainda mexer com um homem como… Agora! E parece que ainda faço um estrago, né, rsrsrs…

Não dava para esconder, meu caralho estava imponente, furando qualquer barreira que pudesse cobri-lo com minhas mãos. Ela havia se aproveitado de toda a situação. Cachorra, safada, SEM-VERGONHA, como ela costumava falar do marido.

Eu: Não posso negar, Bárbara( descobri meu pênis): Não é de hoje que reparo em você.

Bárbara: Nossa, como é bom ouvir isso, e como você é todo bem feito! – Caminhou lentamente até mim. Enverguei minha estatura de 1,87m até Bárbara, e roubei-lhe um beijo sôfrego e lento de sua boca.

Bárbara: Quanto tempo que não sinto o calor de um macho…10 anos que não sou tocada desse jeito.

Tomei-a pela cintura em meus braços e ela sentiu meu membro rijo tocando em seu ventre e sua boca se abriu com a fome de ser possuída como há muito tempo ninguém o fazia. E o tempo e a experiência realmente tornam a foda de uma mulher muito melhor que na juventude. Os seus beijos só faziam meu corpo ficar ainda mais teso. Bárbara levou suas mãos até meu membro e começou uma excelente punheta. Bem lenta, suas mãos suaves e firmes me faziam uma pressão deliciosa. Minhas mãos retribuíram o toque que me deixava ainda mais enfurecido de prazer e começamos uma deliciosa e recíproca masturbação. Bárbara gemia deliciosamente, libertando aquela fêmea selvagem que havia por tanto tempo sido reprimida, talvez privada por seu marido em função de tempos mais remotos nos quais a mulher não era tão livre para se permitir como agora. Entramos debaixo do chuveiro, e nos banhamos lentamente nos beijando e explorando nossas partes mais sensíveis.

Ensaboei todo seu corpo e passei com sua esponja pelas suas costas, pernas, e com as mãos cheias de espuma brinquei com sua xota carnuda. A essa altura, eu já estava louco pra possuí-la, mas me contive. Então, Bárbara tomou controle da transa, e com minha potência em suas mãos abaixou-se para enfim tomar-me em seus lábios e me dar um dos boquetes mais inesquecíveis que já tive na vida. Mas ela mamava pra caralho, puta que pariu!

Bárbara: Eu sempre tive a curiosidade de ter um pau de um macho na minha boca. Mas meu marido dizia que isso era coisa de puta, mulher perdida! Mas como você é gostoso! E muito cheiroso também! Minha nossa!

Eu: Você nunca tinha feito isso? Nossa digo eu!

Bárbara: Você gostou?

Eu: Se gostei? Claro! Eu tô amando, delícia! Brinca mais, brinca! Sou todo seu!

Bárbara me torturou com aqueles lábios maduros e experientes, ela realmente sabia como agradar um homem. Quando senti que ia gozar dentro de sua boca, pedi para parar, pois não queria estragar o melhor da noite. Cansaço? Nossa, nem lembrava mais que tava cansado. Trouxe seus lábios até os meus e encaixamos num beijo ainda mais voraz que os de antes.

Ainda molhados, saímos do banheiro e fomos agarradinhos até os aposentos de minha cliente carente por um pau que a preenchesse, que a libertasse como mulher. Coloquei-a deitada de barriga pra cima e abri suas pernas. Mergulhei entre suas coxas e tomei sua buceta molhada em minha boca.

Bárbara: Ainn, seu puto, que boca quente e profana é essaaaa? Não pára, meu pretinho delicioso, chupa gostoso, chupa!

Bárbara arqueava sua xota em direção a minha boca e me afogava no seu mel que não parava de verter. Seu corpo estremeceu, ela deu um gemido mais alto, tomou minha cabeça em suas mãos e gozou muito. Que mel delicioso! Que mulher intensa!

Exigiu-me dentro dela. Não aguentava mais. Perguntei-lhe como preferia ser possuída. Ela disse: ” Sou Tua! ”

Eu: Então hoje você será possuída… Como uma cachorra safada e SEM-VERGONHA! Fica de 4, fica minha putinha!

Ao Que me respondeu prontamente. Arrebitou aquele rabão gostoso e recebeu uma chupada por trás, como um cachorro faminto por possuir sua fêmea no cio. Chupei desde a buceta até bater com língua na portinha do seu rabinho. Ela rebolou gostoso, e mandou que eu a fodesse com vontade. Posicionei-me com a cabeça inchada e grossa na portinha de sua xaninha e enterrei paulatinamente até ele sumir dentro dela. Iniciei lentamente um vai e vem para não machucá-la, não quis surpreendê-la abruptamente. Tava apertadinha por dentro, do jeito que eu gosto.

Bárbara: Minha N.S dos prazeres, que cacete é esse! AAAAAH! Eu me sinto toda preenchida, Erik, que delícia de cacete duro!

Eu: Tu ainda não viu nada, gostosa…

E comecei a acelerar as estocadas, e a coroa foi gemendo mais alto, e foi pedindo mais, e aquele bumbum flácido, porém farto batendo na minha virilha e o pau socando e abrindo tudo.

Eu: Toma rola, cachorra, tu não tava com fome de pica, toma tudinho, toma!

Bárbara: Cafachorro, seu piranha, deus grego, acaba comigo, acaba!

E as estocadas começaram a ficar mais vigorosas e o cuzinho dela piscando pra mim, e eu disse a ela que tava louco pra brocar no rabinho dela.

Bárbara: Garotoooo, rsrsrs, será que eu vou aguentar esse cano todo?

Eu: Vou abrir esse cuzinho com carinho. Confia em mim?

Bárbara : Ai, meu Sto. Antônio! Tá bom! Mas e se doer?

Eu: Se doer, eu páro, e você monta gostoso no meu mastro e faz o que quiser comigo! Combinado, lindona?

Bárbara: Ainnn, tá tão gostoso, mete mais!

Leva mais umas estocadas. Realmente comê-la está sendo bom demais. Tiro minha pica de dentro de sua rachinha lubrificada. Estoco bem fundo com os dedos, que saem encharcados de seu mel. Enfio bem devagar um dedo no seu cuzinho. Ela respira fundo. Sei que é um incômodo na primeira vez. Caio de língua no seu rego. Ela rebola gostoso na minha cara. Dou uma salivada no seu botão. Enfio meu dedo médio de novo. Penetro devagar. Pergunto se dói. Ela assente que agora nem tanto. Brinco com meu mastro na portinha de sua xana. Meto mais algumas vezes. Deito-a de frente pra mim e encaixo mais uma vez, agora no velho e delicioso papai e mamãe. Exploro sua boca, seus seios. Trocamos baixarias um no ouvido do outro. E finalmente, pergunto se está pronta.

Bárbara: Confio em você. Essa noite tá sendo a melhor , talvez, dos últimos 30 anos! Nunca ninguém me fez sentir tão viva depois de anos casada e depois disso.

Eu: Nunca é tarde pra se viver o melhor da vida, Bárbara. Nem tudo são perdas e sofrimentos, às vezes a felicidade vem disfarçada de … coisas ruins. É uma questão de aprendermos a tirar lições de tudo.

Retiro meu membro de sua buceta madura. Suspendo suas pernas para o alto de forma que eu vejo seu cuzinho e sua buceta num ângulo perfeito. Aponto pra o maior objeto da cobiça de todo homem. Forço a entrada lentamente, ela respira fundo. Avanço mais um pouco e mais um pouco. Ela geme baixinho. Volto e avanço de novo.

Eu: Tá doendo? Quer que eu páre?

Bárbara: Só um pouco. Achei que fosse pior. Você está indo muito bem. Mete mais um pouco, mete.

Penetro mais uma vez e nessa deixa eu coloco tudo. Começo a meter com mais vontade. Repouso suas pernas sobre meus ombros, o que lhe dá mais um alívio, pois ela já não é mais uma menininha com toda a elasticidade que possuía. Ela começa a se tocar e a dor vai dando lugar ao prazer. Ela olha com satisfação nos meus olhos. Diz que posso gozar quando quiser, pois já está plenamente realizada. Agarro bem forte nas suas coxas e meto com vontade, ela começa a gemer alto e seu rosto fica ruborizado, fecha os olhos bem forte e apenas deixa ser invadida sem resistir. Suas pregas cedem e agora meto sem dó nem piedade.

Bárbara: Isso, meu negão, fode gostoso, dá esse leite todo pra mim!

Finalmente minhas forças para conter minha essência se esvaem e explodo com toda volúpia dentro do seu rego. Um grito rouco sai da minha garganta. Caio exausto ao lado de Bárbara, que se aninha ao meu corpo, repousando a cabeça no meu peito.

Bárbara: a cavalgada vou deixar pra um outro dia, tá? Kkkkkkk, tu acabou comigo, seu cachorro! Mas foi maravilhoso, viu? Eu descobri que era louca por um negão. E agora sei como um feito você é capaz de fazer gostoso. Acho que já tô viciada, kkkkkkk!

Eu: Então bem-vinda à sua segunda juventude. Eu também fiquei curioso pra poder te provar, sabia?

Bárbara: Ah é? Rsrsrs. Eu sei que não tô na melhor forma de uma garota em pleno vigor, mas…

Eu: Shhhh! Cada fase da vida tem sua beleza, tem seu prazer, tem seu próprio mal. Tô diante de uma verdadeira professora. Aprendi com os melhores provadores de vinho que quanto mais ácida a terra, mais doce é a uva. E agora você tá dando o melhor vinho na vida!

Bárbara: Uau! Que profundo, rsrs. Vamos tomar um banho bem quentinho pra relaxar!? Ou prefere um banho gelado, pra dar um choque revigorante?

Eu: Do jeito que você quiser, mas agora bateu um apetite…

Bárbara: menino! Verdade, você ainda não comeu nadaaaa!

E a noite prosseguiu assim, com muitas risadas, brincadeiras, trepadas nos chuveiro, cavalgadas sobre o sofá, a cama.

Essa história ocorreu antes de eu tornar a encontrar a Elianne, minha amiga de escola. Quando eu não estava satisfeito com meu trabalho como vendedor de recargas e revistas, nosso lance foi minguando até finalmente acabar. Mas como ninguém assumiu compromisso com ninguém, o que ficou guardado foram as lembranças, os bons momentos e as noites tórridas vividas ao lado dessa mulher que, se por um lado era tão sofrida, por outro ardia ainda de vontade de viver e permitir aquilo que sua posição perante familiares e grupo social sempre reprimiam.

Eu não tive mais notícias dela, mas espero que ela esteja bem e esteja sendo livre, realizada, e envelhecendo feliz.

E é isso aí, galera, eu sou o Erik, era vendedor numa banca, e hoje trabalho como Driver e também Instrutor numa Auto-Escola para Mulheres habilitadas. Estou morando com a Elianne. Mas ainda tô metendo brabo por aí afora como um ninja solitário, kkkkkkkkkkk!

Até breve!

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