Flagrando meu filho II

Noite não foi boa para nenhum de nós tenho certeza disso, enquanto preparava o jantar eu sentia meu corpo formigando, excitado, querendo ser acariciado, como li em outro conto, querendo guerra. Meu marido não chegava e eu estava incomodada com aquilo tudo que sucedera durante a manhã.

Meu filho estava na sala vendo ou escutando alguma coisa, a qual não prestei atenção atraída como uma limalha por um imã, eu dava qualquer desculpa para me aproximar e meus olhos somente buscavam a parte baixa de sua anatomia. Eu estava gostando de ver o pacote que aquele garoto tinha entre as pernas, imaginava aquilo crescendo, engrossando e ficando duro, rígido, ao mesmo tempo em que a ponta em lança, abria passos por entre meus lábios vaginais, abrindo-os, estirando-os, alargando-os ao extremo e deslizando para dentro, incendiando minhas entranhas e por fim depositando em minhas profundidades aquela carga enorme de gozo, de esperma, quente e fértil, poderoso em sua juventude, buscando se perpetuar dentro de mim través de um filho gerado no incesto com a própria mãe. Eu me via barriguda, carregando aquele fruto e depois o amamentando em meus seios, os mesmos que alimentaram o pai daquela criança. Aqueles pensamentos me levaram ao êxtase e então, comecei a gemer e a gozar, ali, na cozinha, escorregando para o chão de porcelanato, impossível de ser sustentada por minhas pernas que tremiam, minha xoxota escorria baba como uma fonte, manchando calcinha, ensopada e também escorrendo pelas pernas.

Ele escutou o barulho da queda e me encontrou ali no chão, pernas abertas, calcinha a vista com aquela grande mancha de humidade, as pernas tremendo descontroladas, a respiração descompassada, ofegante.

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Meus olhos se dirigiram para sua entreperna e vi o cacete duro, apontando para mim. Ele me segurou pelos braços e me ergueu, encostando-me na pia e me abraçou, primeiro apenas por cima, como me consolando, mas depois ele juntou o corpo ao meu e senti sua virilidade pressionando meu púbis por cima da saia e da calcinha, querendo entrar no vértice das pernas, que inconscientemente se abriram, permitindo aquela intrusão.

De novo foi demais para mim e comecei de novo me convulsionar pelo gozo, o orgasmo pleno e absoluto. Apenas consegui apertar meu púbis de encontro ao dele tornando ainda mais justo aquele abraço, enquanto me deixava abandonar em seus braços em puro êxtase.

– Mamãe! Está tudo bem?

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– Sim. Tudo acho que foi uma queda de pressão! Tentei em vão explicar, aquela miríade de sensações e aquele prazer inaudito.

Por fim consegui me recompor e alegando um dor de cabeça fui para meu quarto. Tirei toda minha roupa, tomei outro banho e me deitei quando inda não eram vinte e uma horas.

Meu sono estava agitado, sonhos, suores, transpirações, estirei o braço e senti a presença de meu esposo, dormindo ao lado. Abracei seu corpo me aninhando nele, buscando seu calor e sua proteção, mas nada disso adiantava, eu estava perdida, perdida totalmente, invariavelmente, já não era a esposa, a mãe de família. Era uma fêmea que fora seduzida por outro macho, mais jovem, mais viril, mais macho. Eu não queria admitir, mas estava perdida dentro de minha própria casa.

Em meus sonhos, com as pernas escancaradas, quem estava em meio delas, não era outro. Ele era minha perdição, meus anseios, minha agonia, mas antes de tudo meu prazer e minha satisfação enquanto mulher. A simples ideia de ser possuída por ele me levava à loucura e isso foi acontecendo dia após dia, noite após noite, até acontecer o que jamais poderia ter acontecido.

Eu não estava mais aguentando suas encoxadas, seus roces seus carinhos subidos de tom. Ele se acercava como um predador ao encurralar a presa e eu cada dia que passava me sentia cada vez mais encurralada por ele.

Uma manhã eu estava na cozinha fazendo o desjejum e senti-o se aproximando por trás, no ultimo instante me virei e o encarei. Aquilo tinha que acabar. Ele me olhou de alto abaixo, notou meus mamilos intumescidos, querendo furar o tecido da camisola. Sua mão se elevou e dois dedos apertaram meu botão de carne, girando-o entre dois dedos. Eu gemi de dor e prazer. Olhei pra baixo e vi seu cacete duro estufando o calção do pijama. Comecei a empurrá-lo para trás até a mesa e o sentei na cadeira virado com as pernas para fora.

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Ele me olhava assustado, sem saber como reagir.

Coloquei-me de pernas abertas diante dele, levantei a camisola e expus minha calcinha, puxei- a para o lado expondo meus pelos escuros em contraste com meus lábios íntimos rosados. Enfiei a mão pela lateral de seu calção e tirei seu cacete para fora.

– Era isso que você queria né moleque! Disse irritada. Vamos ver se você é homem o suficiente para mim. E sentei sobre ele, recebendo-o profundamente dentro de mim.

Comecei a cavalgar aquele potro jovem. Roçava-me nele, pressionando meu clitóris contra seu corpo e elevando rapidamente a temperatura do ambiente, não demorou muito e comecei gozar, pressionando seu membro com meus músculos internos, sentindo sua glande batendo fundo próximo ao colo do útero. Ele tentou conversar, mas o calei pressionando minhas mãos contra sua boca ao mesmo tempo em que acelerava meus movimentos. Senti seu cacete ficando mais grosso e mais duro, eu sabia que ele não iria resistir muito mais. Abri o máximo possível minhas pernas, eu queria aqueles últimos centímetros dentro de mim, eu o queria totalmente dentro de mim e consegui, pois ele no estertor do prazer moveu o quadril para a borda da cadeira e assim o pouco que havia ficado de fora, entrou e comecei sentir os jatos de porra disparados profundamente dentro de mim. Eu sentia aquela massa gosmenta e concentrada, gordurosa e branca sendo disparada e inundando-me totalmente. Ele gemia em desespero, pulsando aquele membro sendo sugado por mim, por meu túnel de prazer.

Nesse momento escutei um barulho vindo dos quartos, meu marido e seu pai havia acordado, desmontei rapidamente e coloquei a calcinha no lugar, tamponando par não perder nenhuma gota daquele elixir. Meu filho guardava o cacete ainda duro dentro das calças e se arrumava na cadeira. Olhou para mim com cara de desejo e então eu lhe disse rispidamente:

– Isso ainda não acabou moleque, vá pra seu quarto. Não quero que seu pai te veja com essa cara de babaca.

Ele sem entender nada se levantou e cumpriu minha ordem. Meu marido desceu e o despachei para a lida diária. Quando ouvi o portão da garagem se fechar e pela janela seu carro se perder na distancia, tranquei a casa e subi ao quarto de nosso filho.

Ele estava sentado na escrivaninha lendo alguma coisa. Girei-o na cadeira e o voltei para mim.

– Quem você pensa que é moleque? Para ficar roçando em mim? Fazendo-me caricias! Encostando esse pau em minha bunda! Ou tocando meus seios e apertando meus mamilos como se fosse meu marido? Você não é meu marido? Entendeu?

– Sim mamãe é que?

– Existe uma diferença enorme entre desejar e possuir. Hoje vou lhe mostrar como é possuir uma mulher como eu.

Puxei-o da cadeira e o deitei na cama, aquela nossa conversa foi o suficiente para excitá-lo e seu cacete já estava endurecendo novamente. Tirei seu calção e o desnudei, novamente montei sobre ele, mas dessa vez, tirei a calcinha antes. Comecei a cavalga-lo sentindo-o duro e profundamente cravado em mim. Com as unhas eu perfurava a pele de seu peito enquanto usava como apoio, ora cavalgava, ora quicava sobre ele até que novamente senti seus disparos dentro de mim.

Seu pau escorregou para fora e o desmontei. Vi seu cacete amolecendo e o segurei, para em seguida começar a chupar com ganas, limpando-o de nossos fluidos e deslizando a língua por todo seu tronco e glande até que recobrou vida e começou a endurecer de novo, continuei aquela felação até poder montá-lo novamente e cavalgar incansavelmente destilando todos as armas que possuía, colocando meus mamilos em sua boca, tocando seus testículos por baixo da penetração.

Em dado momento me girei e fiquei de costas na cama, puxei-o para cima de mim e ordenei que continuasse a meter.

Dessa vez ele estava no comando ele estava me comendo. Recebi-o com ganas e cada vez que ele entrava, sentia sua glande fundo dentro de mim, seu pau era maior que o do pai e entrava mais fundo, principalmente no momento em que elevei o máximo possível meus quadris e enlacei sua cintura com minhas pernas, prendendo-o naquele abraço que nos fundiu como se fossemos um único corpo.

– Mamãe vou gozar, disse em êxtase.

– Goza dentro, fundo, exatamente no local onde você foi feito ou um pouco mais além, pois seu pau é maior que o de seu pai, portanto vai mais fundo. Enche-me de porra mais uma vez. E ele assim o fez três outras vezes naquela manhã.

Seu cacete ficou esfolado, assim como minha xoxota. Mas essa foi apenas a primeira vez, muita coisa rolou depois, principalmente quando ele me cantou dar a bunda, foi muito dolorido, mas foi também inesquecível.

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