FUDENDO COM TRÊS ANGOLANOS DENTRO DO CARRO

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Olá pessoal, meu nome é Julia tenho 22 anos é sexo é o meu vício desde que eu tinha 12 anos de idade, aos 16 transei pela primeira vez e de lá pra cá não parei mais e hoje não vivo sem sexo.

Desde que publiquei meu primeiro conto que me empolguei a escrever, espero que vocês tenham gostado e quem sabe eu faça igual a Bruna Surfistinha e um dia lance meu livro de memórias e aqui vai mais uma.

Depois que transei com meu tio, toda oportunidade que eu tinha de transar eu não perdia, podia ser com homem ou mulher, eu só queria experimentar de tudo no sexo, com meu tio bastava ter uma oportunidade, bastava estarmos em casa sozinhos, embora algumas vezes corríamos algum risco para deixar a coisa mais excitante, lembro-me certa noite minha vó estava na sala assistindo novela, dormia que mais assistia, minha mãe na varanda lendo um livro, eu passei pela porta do quarto do meu tio quando ele me puxou, arriou o calção com a rola já dura e mandou eu chupar, no mínimo tinha assistido algum vídeo e ficou excitado, eu lhe falei do perigo pois não estávamos sós, ele disse que ia deixar a porta aberta e ficaria olhando para o corredor e se viessem alguém a gente disfarçava mas que eu chupasse logo que ele já não aguentava de tesão, então é claro obedeci, chupei pouco mais de 5 minutos e ele esporrou seu leite delicioso na minha boca, engoli tudo rapidinho antes que aparecesse alguém.

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Já fazia alguns meses que eu vinha transando mas ainda não tinha tido várias rolas me fodendo ao mesmo tempo, já havia trepado em duas rolas no mesmo dia mas não na mesma hora, certa vez eu fui fazer um trabalho da escola na casa de um colega e transamos, mas nem foi uma foda muito boa, ele gozou duas vezes e eu nenhuma (por isso que prefiro homens experientes) e quando cheguei em casa minha mãe e minha vó tinham ido a missa, meu tio aproveitou que estávamos só, e me fodeu deliciosamente como ele sabe fazer, ai sim eu gozei muito, mas a vontade de ter várias picas me comendo aumentou depois do fato que vou narrar agora:

Entre tantas virações que meu tio tem, ele é motorista e guia para turista, eu estava com uns amigos num barzinho perto de casa e meu tio chegou com 3 angolanos, fui na mesa deles dei um beijo no meu tio e ele me apresentou aos homens, todos na faixa de 40 a 45 anos, Azakel aparentava ser o mais velho, seu irmão Sadik e o cunhado Marcos, haviam deixado as esposas no shopping e saíram para beber, quando me juntei aos meus amigos, notei que conversavam e olhavam para mim, meu tio fez sinal me chamando na sua mesa, quando cheguei ele foi direto ao assunto disse que os angolanos estavam a fim de foder e perguntou se eu ajeitava umas amigas para se juntar a eles e quem sabe ainda ganhar uma graninha, Fechei a cara e disse que não, nem eu nem minhas amigas eram prostitutas, Azakel então disse que não quis ofender, só que não se importaria em recompensar caso elas fizessem um agrado a eles, eu disse que tudo bem não estava ofendida mas as meninas não iam querer inclusive porque algumas estavam até com os seus namorados, Sadik então perguntou:

– E tu tens tem namorado? Não estais a querer namorar um pouquinho conosco?

Achei engraçado aquele português estranho como eles falavam, sorri para eles e disse que não e fui para junto dos amigos, mas quem tem o sexo na cabeça como eu, não tem jeito e esse tipo de proposta fica martelando e a imaginação voa, fiquei então analisando eles, eram 3 lapas de negões, Azakel era alto acho que um 1,90mts forte e com uma certa barriguinha, Sadik quase a mesma altura porem magrelo e marcos baixinho truncado, até então eu já havia transado com pessoas de cor mas não tão escuras como eles, e fiquei imaginando como seria a rola de cada um e qual iria me comer, e tamb[em o fato de receber dinheiro pra fuder confesso que era algo excitante, então não resisti me despedi dos amigos e fiz sinal para meu tio me encontrar num lugar reservado, e lhe perguntei:

_ Tio como é o rolo com esses caras?

_ Os caras estão afim de foder de todo jeito, vou ligar para umas amigas e ver se tem alguém disponível, por quê? O que você tá pensando? Não me diga que você quer? Para você não dá não, além do mais você é de menor isso pode dar rolo e seria muita sacanagem minha arrumar programa para você, não tem nem cabimento isso

_ Tio deixa de frescura que por dinheiro até minha vó e minha mãe você vende

_ Porra Julinha não é assim não, é isso que você pensa de mim?

– Tá bom tio desculpa, mas eu topo, deve ser interessante transar com pessoas de cultura tão diferente, e olhando bem é cada negão gostoso vai ser legal e estou querendo comprar um vestido e esse dinheiro vem em boa hora

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_ Julia veja bem, não vá entrar nessa vida e depois falar que foi eu que te coloquei nela

_ Eu já disse a você que tenho consciência de tudo que faço, vamos lá falar com os negões

_ Bom você é dona de sua vida mas depois diga que não avisei, tá bom vamos lá, olha só transe de camisinha, caso contrário não aceite

Fiz sinal concordando com ele e fomos para mesa falar com os angolanos, quando nos aproximamos meu tio disse que eu tinha topado e ligaria para mais duas amigas no mesmo top que eu para vir também, então Azakel disse que o negócio tinha mixado, e que não poderia esperar as outras meninas e nem ir a um motel pois a esposas haviam ligado e em 40 minutos no máximo em 1 hora iriam ao encontro delas, fizemos todos aquela cara de decepção e Sadik então falou:

_ Poxa não posso deixar passar uma ratinha branca linda como esta, só há um jeito

Olhou para meu tio e perguntou se poderia ser no carro dele, meu tio me olhou esperando uma resposta minha, fiz com a cabeça que não haveria problema, e quando ele ia dizer algo Marcos se adiantou e já disse que ia querer também, meu tio então perguntou:

_ Não entendi, é pra chamar outra menina também, ou os dois querem foder com ela?

_ Com os três – Disse Azakel _ A rapariga vai foder com os três, não dá tempo de esperar ninguém, pode ser um de cada vez já que a de ficar ruim os quatro dentro do automóvel

Meu tio novamente olhou para mim esperando uma resposta, eu fiquei calada ainda meia perdida naquela conversa e meu tio então disse que seria um pouco mais caro e que teria que ser de camisinha e sem violência, cochicharam entre si e aceitaram, o carro do meu tio era um Doblô e estava no estacionamento do bar que ficava num terreno ao lado, ele disse que iria colocar o carro mais para o fundo do terreno para que ficasse mais isolado, recebemos o dinheiro acertado, meu tio me deu minha parte e saímos do bar e fomos para o estacionamento, meu tio chamou o guardador discretamente num canto, cochichou alguma coisa no seu ouvido e lhe passou umas cédulas, depois se dirigiu ao seu carro, levou para o fundo do terreno e veio andando em nossa direção, me entregou uns pacotes de camisinha e disse que tinha deixado um creme e uma toalha no banco se eu precisasse, ainda disse que tinha uma caixa térmica com agua mineral, e sabendo que quando estou gozando fico gemendo alto, pediu para maneirar e não chamar a atenção, me perguntou se eu tinha certeza mesmo do que ia fazer, fiz sinal que sim e fui em direção ao carro, não sei como foi que decidiram quem seria o primeiro, mas quando olhei para trás Azakel era quem me seguia, quando chegamos no carro meu tio já tinha deixado o banco afastado e inclinado, mesmo assim o espaço era apertado não seria nada confortável, entrei primeiro e retirei meu vestido, a calcinha e o sutiã enquanto Azakel ficou do lado de fora só olhando, depois ele entrou, estava vestido com camisa polo, bermuda meia e tênis, tirou sua roupa ficando de camisa e meias e sentou no banco, sua rola ainda não estava totalmente dura mas era maior que a do meu tio, realmente algo cavalar, ele ficou massageando meus seios e beijando meu pescoço, eu peguei em sua rola que a essa altura já estava durissima, e pude sentir com clareza o tamanho e grossura dela, realmente era a maior pica que tinha visto ao vivo,maior que a do meu tio, fiquei massageando depois me abaixei e coloquei na boca, ele segurava em meu rosto enquanto socava a rola na minha boca, as vezes enfiava até a garganta me fazendo engasgar, tirava e depois ficava fazendo vai e vem novamante, depois peguei uma camisinha e fui desenrolando ela na sua vara, ele se contorcia e segurava com força meus cabelos, depois fiquei ajoelhada no banco ao lado dele enquanto ainda chupava sua rola preta, ele começou e tocar em todas partes do meu corpo, massageava meus seios, enfiava os dedos em minha boceta, só não tocava no meu cuzinho, eu estava adorando e caprichava na chupada só esperando a hora que teria aquela rola descomunal dentro de mim, ele sentou no banco fazendo sinal para eu sentar nele, peguei o hidratante passei na minha vagina lubrificando bem e fui para cima me sentando de costas pra ele, pela excitação que eu estava e com todo creme que tinha passado na minha bucetinha, não foi difícil agasalhar aquele mastro, ele colocou a mão por baixo dos meus braços agarrando meus seios e me fazia subir e descer em seu mastro preto, meu tio tinha deixado o motor e ar condicionado ligado, mesmo assim estávamos suando muito, e aquele cheiro singular que toda pessoa de cor tem, me excitava mais ainda mais, e me veio novamente aquele orgulho de saber que minha bucetinha aguentava uma rola com aquelas dimensões, depois com o certo sacrifício ele me colocou de quatro, pensei que comeria meu cuzinho mas ele enfiou novamente em minha buceta, ele me pegava com rapidez e meio bruto então comecei a gemer alto e gozar, me lembrei da recomendação do meu tio, peguei a toalha e comecei a morder para gemer e sem gritar, ele me segurava pelos cabelos e puxava com força socando sua rola de jumento na minha bocetinha, quando ele estava para gozar não me importei pois estava com camisinha, mas ele saiu rapidamente de dentro de mim, retirou a camisinha e me virou, quando eu ia reclamar ele enfiou o pau na minha boca, tentei sair mas ele puxou os meus cabelos com força e com a outra mão puxou minha cabeça em direção a sua barriga e gozou no fundo da minha garganta, a quantidade não era muita mais era uma porra grossa e espessa, sem ter muito o que fazer e sem conseguir respirar direito só me restou engolir enquanto ele ficava dando gargalhadas, depois que terminei e ele retirou o pau esfregou na minha cara e foi se vestir, eu reclamei que o acordo não era aquele, que deveria ser tudo com camisinha, ele então disse que foder poderia ser mas para gozar o pau tinha que está livre, eu achava engraçado o jeito dele falar com aquele português estranho e não conseguia ter raiva dele.

Depois que ele saiu continuei pelada, apenas peguei uma agua e lavei o rosto para tirar o resto de porra e limpei com a toalha, fiquei aguardando o próximo macho, nem tinha me preparado totalmente quando Sadik entrou, não sei se ele estava próximo assistindo mas já entrou no carro tirando a roupa e seu cacete estava duríssimo, fiz todo procedimento igual ao o outro, massageando e chupando sua rola que assim como o irmão também era comprida porem um pouco mais fina, mas igualmente gostosa, e só fato de estar ali manuseando rolas tão grande me excitava, enquanto mamava na sua pica eu ia massageando minha buceta, ele tinha os braços longos e como eu estava de quatro no banco ele colocou a mão por cima das minhas costas e apalpou minha bunda e depois enfiou o dedo no meu cuzinho, então gemi de prazer e acelerei o boquete, mamava em sua rola que a baba caia aos montes, ele enfiava os dedos na minha buceta e no meu cuzinho, tirava dava uma chupada e enfiava novamente, coloquei a camisinha nele e deitei no bando do carro com as pernas aberta, e na posição papai e mamãe ele veio para cima de mim, socava a sua rola na minha buceta com força, dava uma parada mamava em meios seios e depois voltava a socar, quando pensei que ele iria gozar ele me colocou de quatro e enfiou em minha boceta, tirou o pau e apontou para meu anel, eu sabendo o que ia acontecer pedi para ele esperar, peguei o creme passei por meu cuzinho, melei bem sua rola e me posicionei de quatro novamente, ele enfiava devagar e com delicadeza, mas depois que a rola estava toda dentro e ele começou a foder com força, por ser bem magro se mexia com muita rapidez, dei um gemido alto e gozei, achei que ele iria gozar comigo mas ele continuava a me castigar, o cheiro de suor impregnava o carro e aquilo me deixava excitadíssima, depois ele me deitou no banco levantou minhas pernas na posicão frango assado e novamente enfiou no meu cuzinho, o local era apertado e desconfortável, mas ele mesmo sendo alto conseguia ficar envergado e me bombear, tive que morder a toalha novamente para não gritar de prazer, comecei a rebolar para ele gozar logo, então ele saiu de dentro de mim, praticamente sentou em meu rosto me deixando presa entre suas pernas, retirou a camisinha e enfiou o pau na minha boca, eu sabia que não adiantaria reclamar, então comecei a chupar, depois fiquei com a boca parada ele se mexendo em um vai e vem socando a rola na minha boca começou a gozar, tinha mais porra que seu irmão, eu fiquei com a boca parada esperando ele terminar e acumulando a porra na minha boca, quando ele terminou que soltou meu rosto, então engoli enquanto ele me olhava com satisfação, quando ele saiu, coloquei a cabeça para fora do carro, verifiquei se eu poderia descer nua sem ninguém me ver, então desci discretamente, acho que Marcos pensou que eu iria fugir pois me segurou pelos braços com força, eu pedi pra ele ter calma que queria apenas me esticar um pouco e jogar uma agua no rosto, ele me olhou desconfiado mas me soltou, o carro estava em num lugar escuro e a porta virada para o muro impedia que fossemos vistos, mas dava para eu ver a entrada do estacionamento onde estava meu tio conversando com o porteiro e mais afastado Azakel e Sadik se cumprimentando num abraço e gargalhando, fiquei feliz por saber que a felicidade daqueles homens tinha sido eu que proporcionara, Marcos me puxou no braço novamente, fiz sinal que ok para ele, tomei um gole de agua e entrei no carro, Marcos nem tirou a bermuda apenas arriou até a canela, e puxou minha cabeça para chupar seu pau, e do jeito que fiz com os outros também fiz com ele, fui chupando seu pau enquanto ele segurava meu rosto subindo e descendo em sua rola, confesso que já estava com o maxilar doendo de tanto chupar rola, e rolas grandes, também sentia falta por não ter ganho nem uma lambida na minha xoxota, mas fazia meu trabalho direitinho, sinceramente, eu me sinto poderosa e dominadora quando tenho um macho gemendo e se desmanchando em minhas mãos ou língua, não me sinto sendo usada, mas sim usando, pois sinto os homens vulneráveis nestes momentos, a princípio não queria que eu lhe colocasse a camisinha, mas convenci que só transaria se fosse com a camisinha, que quando ele fosse gozar poderia ser no meu corpo ou nos meus seios, só não no rosto nem na boca, falei isso pra evitar que fizesse feito os outro que me pegaram de surpresa, Marcos era mais forte e mais musculoso que os outros e mais bruto também, não falava nada mas com gestos me dava ordem me dizendo o que era pra fazer, por ser mais baixinho se movia bem dentro do carro, sua rola era menor que os outros porem mais grossas, me desculpem a comparação mas achei parecida com essas linguiças paio que colocamos na feijoada, ele fodia bem, tinha uma pegada forte e bruta e gozei mais rápido com ele do que com os outros, quando ele me colocou de quatro já sabia o que ia fazer, fui pegar o creme mas ele não permitiu, com uma mão só segurou meus braços colocando para trás, empurrou meu corpo pra frente me deixando mais inclinada e apontou a rola no meu anelzinho, tentei argumentar que deixasse eu passar o creme para não doer, mas ele deu um forte tapa na minha bunda e me penetrou, comecei a xingar e esquivar meu corpo mas ele puxou meus cabelos com força e enfiou de vez, doeu e só não mais porque eu já tinha sido arrombado por sadik e já estava um pouco descontraído, mas depois da dor inicial comecei a sentir prazer então me entreguei de vez, rebolava cada vez mais em seu caralho, quando lembrava mordia a toalha mas nem estava me importando com isso, ele enquanto socava sua rola grossa no meu cuzinho com as mãos massageava minha buceta e enfiava os dedos, depois tirou a rola do meu cu e enfiou na buceta, depois colocou no cu novamente, ficou fazendo isso por diversas vezes e gozei novamente, quando ele saiu me deitou no banco e tirou a camisinha e começou a bater uma punheta com a pica apontando pra mim, eu massageava meus seios e as vezes colocava os mamilos em minha boca, disse que ele enchesse meus seios de porra, já dizia isso para ele não querer gozar na minha boca, mas foi pior ele com uma mão batia punheta e com a outra segurava forte no meu rosto, colocou a cabeça da pica entre meu olhos e gozou, ficou parado um pouco enquanto a porra escorria por meu rosto, depois começou outra punheta ainda segurando em meu rosto colocou a pica entre meu nariz e meus lábios e gozou novamente, continuou ainda batendo punheta, aproveitou que eu estava com a boca meia aberta colocou sua rola nos lábios e um novo jato de porra recebi sendo dessa vez nos dentes já que a boca não estava totalmente aberta, não tive outra alternativa a não ser engolir a porra que estava na minha boca, depois ele pegou sua mão e ficou esfregando a porra por todo meu rosto, depois mandou eu lamber sua mão, ele saiu e foi de encontro aos amigos que ficaram festejando os seus feitos, eu novamente me senti poderosa por saber que a alegria deles fui quem tinha proporcionado, desci do carro me vesti, lavei meu rosto e tentei me recompor da melhor maneira possível, meu tio se aproximou, perguntou se estava tudo bem, eu disse que sim e até hoje ele não sabe que gozaram sem camisinha no meu rosto e na minha boca, ele mandou eu entrar no carro que ia passar em casa para me deixar, os Angolanos entraram no carro disseram ao meu tio que apesar do desconforto foi muito bom, fiquei no meio do caminho e eles seguiram

Quando cheguei em casa verifiquei se não tinha ninguém pois minha aparência era muito incriminadora e depois de um bom banho fiquei no meu quarto pensando em tudo que tinha acontecido e fiquei tentando imaginar como teria sido se tivesse sido num quarto de motel com os três ao mesmo tempo, sabia que logo participaria de uma suruba ou algo parecido, pois as coisas vinham acontecendo naturalmente em minha vida, bastava eu estar atenta para as oportunidades.

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