Ganhando uma carona depois da festa

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Olá, hoje vou contar sobre uma carona que ganhei depois do aniversário de um amigo, o Claudio.

Todos os anos, ele comemora aniversário com uma pequena recepção em sua residência, com parentes e amigos mais próximos. Temos bastante amizade e sou frequentador da sua casa há muitos anos, então conheço muitos de seus amigos e familiares.

Contudo, acabamos nos afastando por um tempo em que tive um relacionamento, e deixei de ir a seu aniversário por dois anos seguidos.

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Entretanto, depois de ficar novamente solteiro, compareci mais uma vez ao seu aniversário, e fui novamente muito bem recebido. Havia comida e bebida para todo mundo. Quando cheguei ao local, logo cumprimentei Claudio, que vive em um grande apartamento em São Paulo, em um bairro nobre. Cumprimentei também os outros convidados, muitos dos quais eu conhecia. Entre eles, estava Letícia, uma prima de Claudio que eu conhecia desde que passei a frequentar sua casa. Ela era uma gostosa, loira, de olhos claros, seios firmes, bundinha arrebitada. Nunca havia rolado nada entre nós, mas era muito claro para mim que ambos nos sentíamos atraídos um pelo outro.

Eu conhecia Letícia havia uns dez anos, ele tinha apenas uns dezoito aninhos. Agora, mais velha, parecia também mais madura e independente.

Começamos então a conversar, ela me perguntou sobre o meu relacionamento, lamentou pelo término e começamos a falar sobre trivialidades para colocar o papo em dia. Contei a ela que estava morando sozinho. Ela disse que estava de carro e poderia me dar uma carona até lá quando acabasse a festa.

Ao término da festa, eu e Letícia caminhamos até o carro. Lá, ela começou também a falar sobre sua vida pessoal, e que também estava solteira. Se queixou dos homens de modo geral, e passou a me aconselhar e dizer que eu deveria sair com outras pessoas para esquecer a minha ex.

Na verdade, eu tinha a impressão de que Letícia se sentia excitada com a possibilidade de transar comigo depois de tantos anos que nos conhecíamos, ainda que isso não fosse resultar, necessariamente, em nada mais sério.

Eu acredito que ela tinha uma fantasia e não gostaria de deixar passar a oportunidade. Era exatamente o mesmo sentimento que eu tinha, diga-se de passagem.

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Letícia então entrou em um assunto de sexo, dizendo que não transava havia muito tempo, que estava na seca, etc.

Quando chegamos à minha casa, a convidei para entrar. Ela então aceitou, sem apresentar resistência.

Quando esperávamos o elevador, na garagem, ficou um clima estranho no ar, porque estava claro o que faríamos ali, embora nada tivesse sido dito.

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Então me aproximei dela, elogiei seu perfume, ao que ela agradeceu, já com a respiração ofegante. Ela parecia ansiosa e eu beijei seu rosto, ao que ela se virou e me beijou na boca, ainda dentro do elevador. Parecia um sonho, quantas vezes eu já havia fantasiado com aquela mulher.

Como estávamos em uma festa, ela estava muito produzida, chamando ainda mais atenção do que de costume. Começamos a nos agarrar no elevador, minhas mãos tateavam suas pernas torneadas e sua raba generosa. Ela me beijava com vontade, parecendo querer me engolir, enquanto nossos corpos se tocavam. Confesso que poucas vezes vi tanto desejo nos olhos de uma mulher que não estava em pleno ato sexual. Aquilo me deixou envaidecido e, saindo do elevador, Letícia procurava sempre o máximo de proximidade física que fosse possível comigo.

Entrando no apartamento, voltamos a nos beijar, sua maquiagem já estava toda borrada, Letícia procurava freneticamente apalpar meu membro por cima da calça. Eu beijava seu pescoço e sentia seus pelos arrepiados. Ela já soltava pequenos gemidos de prazer enquanto minhas mãos passeavam por aquele corpo delicioso.

Ela usava um vestido bem curto naquela noite e eu aproveitei para checar a umidade de sua xaninha e não me decepcionei. Se não estivesse de calcinha, seu mel estaria escorrendo pelas pernas.

Passei então a dedilhar seu clítoris por dentro da calcinha e, em poucos segundos, minha mão já estava ensopada com seu líquido. A expressão no rosto de Letícia era de prazer absoluto, seus olhos reviravam e ela apertava o meu braço com força, deixando a marca das unhas. Ela gemia sem cerimônia. Em um determinado momento, ela me afastou, ofegante, tirou a calcinha e ordenou, apontando para sua vulva:

– Me come!

Então tirei a calça e a cueca e me aproximei, já com o membro em riste. Trocamos longamente um beijo molhado e fui introduzindo lentamente meu pênis em sua xota gulosa, que o engoliu por inteiro, enquanto eu apreciava os gemidos de Letícia nesta primeira estocada. Ela ergueu as pernas com os calcanhares apoiados por sobre meus ombros e passei a bombear com força, enquanto ela gemia de olhinhos revirados. Letícia seguia agarrada com força nos meus braços e gozava várias vezes:

– Tinha muitos anos que eu queria sentir o seu pau – confidenciou ela, confirmando as minhas suspeitas.

Ela então pediu para fazermos um 69 e iniciamos em um ritmo alucinante. Eu caí de boca vorazmente naquela bucetinha deliciosa e ela não ficava atrás e mamava meu pau com maestria. Eu dava lambidas que iam do cuzinho ao clítoris e a ouvia gemer. Em um momento, porém, ela parou de me chupar, parecendo querer se concentrar mais na chupada que recebia. Ela ainda segurava meu pau, mas seu corpo se levantava, denunciando que ela não pretendia mais me chupar.

A partir de então, ela simplesmente permaneceu sentada com a xota no meu rosto, apenas movimentando os quadris para receber as lambidelas que tanto prazer lhe davam e segurando novamente com força nas minhas pernas.

Letícia soltou um grito, denunciando ter chegado a mais um orgasmo naquela noite, e caiu na cama, se afastando do meu corpo. Assim permaneceu por uns 5 minutos, enquanto eu apenas observava.

Quando ela recobrou a consciência, pediu que eu “lhe desse leitinho” e passou a me chupar como se não houvesse amanhã.

Foi uma mamada lenta e paciente, até que anunciei que gozaria. Ela então intensificou o ritmo para receber meu jato e eu gozei, soltando meu líquido em sua garganta. Ela sorveu cada gota e seguiu chupando até limpar o meu pau.

Depois, ela disse que se arrependeu por ter levado tantos anos para transar comigo.

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