Minha Deusa de Ébano com meu melhor amigo

Minha Deusa de Ébano com meu melhor amigo

Acordei bem cedo, olhei para minha maravilhosa esposa deitada nua na cama, ela dormia profundamente. Me levantei, coloquei um café pra passar na cafeteira enquanto desci pra comprar pão. Acordei Janete com beijos enquanto servia seu café na cama. Percebi o quanto ela ficou feliz e aliviada com meu gesto de carinho. – “Você não vai trabalhar?” – Perguntou preocupada; – Não, hoje vou ficar com você. – Disse enquanto a beijava. E assim passamos o dia; conversando, beijando, namorando e metendo muito. Passamos muitas coisas a limpo, aparamos arestas, contamos segredos, imaginamos besteiras e muito mais.

Janete me contou do dia em que o meu melhor amigo, Zé Carlos, a viu nua. Eu não sabia disso, nem ele nem ela haviam me contado; Janete, desde criança, nunca teve o costume de trancar a porta do banheiro, e um dia, eu e o Zeca estávamos na sacada tomando umas cervejas e papeando quando ele me pediu licença para ir ao banheiro. Janete me disse que estava saindo do box quando ele entrou, ela não sabe dizer o quanto ele viu, mas me disse que o Zeca arregalou os olhos antes de cobri-los com a mão, pedir desculpas e sair do banheiro. Depois, já na cozinha, ele pediu desculpas novamente e lhe pediu que não me contasse para que eu não ficasse bravo com ele. Foi aí então que tive a brilhante ideia de sugerir pra Janete dar uns pegas no Zeca, ele se dizia famoso por sua jeba de 20 centímetros o que eu nunca tive o interesse de constatar, e seria uma forma de nos firmar em nossa nova vida sexual, nossa prova de fogo.

Zé Carlos era meu melhor amigo desde os doze anos de idade, quando eu comecei a ir na serralheria de seu pai para usar seus equipamentos e ferramentas. A serralheria cresceu com o tempo e se tornou uma empresa com mais de trinta funcionários, mas eu nunca parei de ir lá para, com ajuda do Zeca, criarmos as mais malucas invenções.

Logo surgiu a oportunidade, Janete se mostrou mais safadinha e inventiva do que eu conhecia e nossa cumplicidade se multiplicou, combinamos com o Zeca de passearmos no centro naquele lindo sábado de verão curitibano. Marcamos então de encontrar com o Zé Carlos na serralheria, já que ele teria que ficar lá até as três da tarde por algum motivo que nunca me importei em saber.

Chegamos na empresa, Zeca estava sozinho na serralheria, era um barracão enorme cheio de máquinas e ferramentas, cheirava a óleo e metal, cheiro que eu sempre adorei. O escritório ficava na frente com uma pequena sala de espera com a mesa da recepcionista, um sofá e uma mesinha daquelas cheias de revistas velhas. Nos fundos do barracão, depois da área de produção, ficava a cozinha com um pequeno refeitório, os vestiários e os banheiros.

Zé Carlos nos pediu licença pois ele tinha de tomar um banho antes de sair e seguiu para os vestiários. Eu e Janete planejamos rapidamente o que íamos fazer, demos uns minutos pro Zeca e Janete partiu para o ataque.

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Janete entrou de mansinho no vestiário, ela podia ouvir o barulho do chuveiro que Zeca estava usando, os box de banho eram daqueles que não tem porta, só a divisão nas laterais. Minha esposinha safada seguiu devagar para o box em uso, ela se inclinava com a cabeça a frente tentando ver antes de ser vista, e eu, como um bom maridinho, fiquei na porta do vestiário do lado de fora só observando o que iria rolar.

Percebi pelo rosto de Janete o momento em que ela viu o Zeca, seus olhos brilharam e ela sorriu. Mais tarde ela me contou que ele estava de costas e ela achou engraçado a maneira que ele ensaboava a própria bunda. Quando Zeca se virou e deu de cara com Janete ele pulou de susto e tentou se cobrir com as mãos;

_ “Por favor Neti, saia daqui antes que o Juarez veja e mate nós dois.” – Disse Zé Carlos receoso.

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_ “Ele sabe.” – Disse Janete dando de ombros e segurando o pau do Zeca. – “Isso é pra descontar por você ter ido me sondar pelada no banheiro.” – Dito isso, Janete punhetou o o pau do Zé Carlos rapidamente com cara de safada e saiu do vestiário deixando o coitado de pau duro na mão.

Do lado de fora ela me abraçou toda assanhada e, voltando para a sala de espera, combinamos o próximo passo.

Zeca chegou na sala todo constrangido, já vestido com os cabelos ainda molhados. Janete sorriu pra ele e perguntou se estava tudo bem, Zeca meio sem graça olhando desconfiado pra mim, disse que sim. Janete arrancou a toalha de seus ombros e disse que também precisava de um banho, pois havia vindo direto do trabalho (mentirinha) e saiu rebolando em direção dos vestiários.

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José Carlos, depois de olhar um tempo para o rabo delicioso de minha esposa, me fitou e perguntou o que estava havendo. Expliquei-lhe apenas que Janete estava muito excitada e que queria fazer uma arte diferente.

– Tem certeza? – Perguntou.

– Você sabe que não faço nada se não tiver certeza. – Respondi. – Vai lá descontar o que ela fez com você.

Zeca me olhou fixamente ainda meio desconfiado e se dirigiu devagar ao vestiário, olhando pra trás de vez em quando para ver se eu o estava seguindo. Eu aguardei até ele entrar no corredor que dava acesso aos vestiários pra seguir rapidamente na mesma direção, eu não queria perder nada.

Chegando na porta do vestiário masculino, meio escondido pra não atrapalhar, vi que o Zeca ainda não havia achado a Janete, ela tinha escolhido o ultimo box bem próximo da parede e Zeca ainda andava devagar e desconfiado, sempre olhando para trás. Eu podia perceber o quanto ele estava nervoso e, acredito, estava se guiando apenas pelo tesão.

Então, nas palavras de Janete, segue o que se passou:

– “Eu cheguei no vestiário masculino nervosa e excitada achando que o Zeca estava atrás de mim, mas, quando me virei e não vi ninguém, fiquei decepcionada e preocupada. Achei que ele não tinha topado a brincadeira e que tivesse ficado chateado com aquilo, mas resolvi continuar com o plano. Não sei o porque escolhi o ultimo box, já que eram todos iguais, tirei minha roupa devagar, sempre olhando pra porta de entrada do vestiário. Eu não tinha muita roupa para tirar, era uma tarde bem quente e eu havia deixado minha blusa no carro. Eu só tinha uma saia, uma calcinha e uma blusinha para tirar pois eu geralmente não usava sutiã. Pendurei a roupa um box antes para não molhar e liguei o chuveiro me perguntando o por quê da demora, eu estava muito ansiosa, acho que até tremia quando ouvi me chamarem baixinho. Era inconfundível, só o Zeca me chamava de Neti. Gelei totalmente nesta hora, senti aquele friozinho no estômago, minhas pernas amoleceram, eu sabia que ele estava perto, sabia que não iria escapar, tentei me manter calma e me virei de costas empinando meu bumbum e, fingindo tomar banho, ignorei o chamado. Eu pude sentir a presença de Zeca atrás de mim, me virei um pouco, só o suficiente para poder vê-lo. Ele estava parado a dois metros de mim, seus olhos estavam fixos em minha bunda pelada e molhada.”

– “Vai ficar aí só olhando? – Perguntei tentando quebrar o gelo – Me ajuda com o sabonete, esfrega as minhas costas.”

“Passei o sabonete pra ele por cima do ombro o qual ele pegou rapidamente, demorou um pouco até ele criar coragem e começar a esfregar minhas costas. Minha ansiedade havia passado, agora eu só sentia tesão, principalmente por estar nua com outro homem, um amigo de meu marido, meu amigo de muitos anos. Não me lembro de ter pensado em dar pra ele antes, mas, naquele momento, isso era tudo que eu queria.”

“José Carlos ensaboou minhas costas por tempo demais e eu tive que apelar; – Vai ficar só aí? – perguntei autoritariamente. Nisso Zeca criou coragem e atacou minha bundinha empinada. Ele largou o sabonete e passou a acariciar minhas costas e nádegas, eu já estava ficando doidinha quando Zeca me puxou pra fora do box, me tirando de baixo da água do chuveiro e me abraçou por trás encostando seu corpo no meu. Suas mãos não paravam, logo de cara ele agarrou meus peitinhos e depois desceu até a minha bucetinha que já estava toda assanhada, foi delicioso sentir sua mão correndo por meu corpo ensaboado. Zeca brincava com os dedos em minha bucetinha enquanto beijava minhas orelhas e meu pescoço e esfregava seu pau duro em minha bunda. Ele ainda estava de calça mas eu podia sentir o grande volume que crescia atrás de mim.”

“Eu já não aguentava mais de tesão, mas não queria transar com ele ali naquele lugar frio e desconfortável. Pedi então pro Zeca pegar a toalha no box ao lado e me secar. Ele, taradinho, me secou todinha, sem tirar os olhos de mim. Quando Zeca abaixou pra secar meus pés, eu aproveitei pra aproximar minha chaninha do seu rosto, o safado olhou-a fixamente e caiu de boca. Na hora perdi o equilíbrio e me afastei um pouco me encostando na parede, ergui uma das pernas e deixei aquela língua quente e úmida entrar em mim. Foi incrível, ele me chupou todinha, enfiando e tirando a língua, chupando meu grelinho, mordendo meus lábios e até lambendo o meu cuzinho.”

“Fiz o Zeca parar, eu não estava com pressa de terminar aquela delícia, e queria um local mais confortável. Me enrolei na toalha e pedi pro Zeca me levar no colo até a sala de espera, eu não queria pisar descalço naquele chão sujo de poeira, metal e óleo. José Carlos era um rapaz grande e forte, uns dez centímetros mais alto que meu amado maridinho, ele me pegou no colo quase sem esforço algum e se dirigiu pra fora do vestiário. A toalha era curta, eu sabia que estava com a bundinha de fora e esperava ser vista por meu marido sendo levada nua por outro homem mas, para minha preocupação, eu não vi meu corninho em lugar nenhum, achei que ele estivesse nos esperando na sala mas, chegando lá, não havia ninguém. Zeca me pôs no chão, tirou minha toalha e me beijou, aos poucos foi descendo até meus peitinhos, pequenos, durinhos, de auréolas pretinhas que, normalmente eram arredondadas, naquele momento estavam tesas e pontudas. Eu estava muito preocupada e meu tesão começou a se dissipar, eu pensava no Juarez, cadê ele? Ele ficou bravo e foi embora? Ele vai me deixar? Eu vou perder o amor de minha vida? Ai meu Deus, o que será de mim? Minha ansiedade voltou, meu coração estava estranho e meu estômago estava gelado quando, Juarez apareceu na porta da sala com cara de bravo, aí sim meu coração parou e minhas pernas amoleceram, eu quase desmaiei fixando-o com os olhos arregalados quando, meu amor sorriu e piscou pra mim com cara de malandro. Na hora eu fiquei mais tranquila, sorri pra ele e deixei o tesão rolar solto. Meu Zézão neste momento, já estava lambendo minha barriga e umbigo, ele desceu sua língua mais um pouco e voltou a se deliciar com minha bucetinha ainda mais ensopada.”

– Hum, como eu adoro uma chaninha raspadinha – Disse ele sem tirar sua língua de mim. – Não está raspada – Disse-lhe – Ela é assim mesmo. – Zeca só respondeu com um “Humm” mais longo e continuou me chupando, de pé, encostada na mesa da recepcionista.

“ Eu já não aguentava mais, ergui-o para deixa-lo de pé e passei para o ataque. Tirei sua camiseta molhada, beijei seu tórax forte e peludo, me abaixei ficando de joelhos á sua frente, sem perder tempo, baixei sua calça e seu pau duro pulou pra fora quase batendo em meu rosto. Era enorme, grande, grosso, duro e cabeçudo, muito mais do que eu esperava. Segurei aquela tora com as duas mão e senti minha buceta molhar, sem pensar duas vezes, dei um beijo naquela cabeçona e enfiei-a na boca com certa dificuldade. Eu chupava aquele pinto com imenso tesão, já imaginando ele dentro de mim enquanto meu amado maridinho nos observava da porta sem entrar na sala. Terminei de despir o Zeca e fiquei de pé abraçando-o e sentindo aquela pica encostada em mim. Zeca colocou seu pau entre minhas pernas e começou a me beijar e chupar, dizia o quanto eu era bonita e gostosa, ele me fez sentar na mesa, abriu minhas pernas e deu mais umas lambidas nela, rapidamente, sem demora. O que Zeca queria mesmo era enfiar a sua tora em minha grutinha, assim, ele me deitou na mesa de pernas abertas e encostou a cabeçorra na minha chaninha, foi muito gostoso sentir aquele pau na minha entradinha, então, bem devagar, ele foi entrando em mim.”

“Eu podia sentir milímetro por milímetro daquela delícia penetrando minha grutinha gulosa ávida por pinto, aos poucos meu garanhão aumentava o rítimo das estocadas e foi me deixando cada vez mais louca. Eu estava dando pro amigo de meu marido, em cima de uma mesa, em um lugar impróprio, totalmente nua gritando e gemendo como nunca havia feito. E tudo isso na frente de meu maridinho amado e precioso. Eu me sentia uma vaca, uma verdadeira puta, safada aos extremos. Que delícia, eu era uma vadia, liberada pelo marido e pronta para dar pro mundo inteiro. Era assim que eu me senti naquele momento e meu Zeca não parava, me tirou da mesa e me colocou de quatro sobre o tapete verde, brega e empoeirado da pequena sala de espera. Ele beijou minha bunda, lambeu minha chana e socou de novo, agora sem cuidados, meteu sem dó, eu senti seu pau entrando e, por um momento, tive a impressão que não ia mais parar de entrar, parecia que não tinha fim até sentir seu corpo encostar no meu. Zeca socava forte e eu gritava alto, eu sentia seu pau me arrombando e cutucando fundo, as pancadas de seu corpo contra o meu quase me derrubavam, de repente me lembrei do loiro, aquele a quem meu marido me pegou trepando em nossa cama, seu pinto era ainda maior que o do Zeca, quase rasgou minha bucetinha mas ele não socava com tanta força, se o fizesse, com certeza, ele teria me matado. Mas desta vez, com o Zeca, eu estava metendo sem medo e sem culpa, fazendo a vontade de meu corno e na frente dele.”

“Zeca finalmente gozou com um urro fenomenal inundando minha buceta com sua porra quente. Eu já havia gozado umas três vezes, minhas pernas estavam moles, sentia minha buceta ardendo, me levantei e fiquei ali parada, olhando pro meu marido que, finalmente, entrava na sala. Juarez me abraçou e beijou, passou a mão em minha chana e pode sentir todo o creme ali deixado pelo meu novo macho. Juarez olhou pro Zé Carlos e mandou-o sair da sala, ele disse que ia tomar um banho e partiu. Meu maridinho me pôs de volta sobre a mesa e caiu de boca em minha perereca judiada e melada de porra, eu percebi então o quanto ele estava gostando de sentir o gosto de outros machos dentro de sua mulherzinha. Deixei ele chupar o quanto quis e depois o puxei pra dentro de mim, fiquei com medo de doer pois eu já estava toda fudidinha mas seu pau parecia ter sumido, depois daquela tora toda, seu pintinho parecia ter ficado minúsculo, mas ele socou até explodir em gozo e misturar sua porra com a do Zeca na minha bucetinha esfolada.”

***

Nós namorávamos ainda nus no sofá, quando Zeca chegou de calças mais sem camisa com a toalha pendurada nos ombros. Janete, novamente, puxou a toalha com aquela cara de safada e foi pro banheiro, rebolando como antes mas desta vez peladinha e com porra escorrendo pelas coxas. Eu e Zeca fomos até a porta da sala só pra ver a nossa putinha desfilando nua pela empresa. Quando Janete sumiu de nossas vistas nos olhamos e percebemos que tínhamos que conversar.

Quando Janete voltou, tomada banho e vestida, nós, eu e Zeca, já havíamos conversado o básico sobre o que tinha se passado. Eu, também já com roupas, abracei-a e os chamei para sair. Nosso passeio foi muito bom, fomos a uma lanchonete, conversamos muito, aparamos arestas, fizemos planos, a Janete bolinou o Zeca por baixo da mesa e tudo mais. Dali fomos para casa e, é claro, levamos o Zeca conosco, e o que rolou eu conto logo logo.

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