Minha Deusa de Ébano na Volta pra Casa

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No carro Janete me pediu pra deixá-la ir no banco de trás com o Zeca, o que deixei prontamente. Eu tentei me concentrar na direção mas podia ouvir os amassos que os dois davam atrás de mim. Regulei o retrovisor interno para poder vê-los, Zeca estava chupando os peitinhos de Janete com a mão enfiada por baixo de sua saia. Minha esposa gemia alto com os dedos daquele safado enfiados em sua buceta.

Quando chegamos em casa eu, minha deusa e o Zeca, já estávamos pra lá de excitados e tiramos as roupas ali mesmo na sala. Minha neguinha estava novamente nua com outro homem sendo beijada e bolinada em pé na minha frente. Eu me sentei no sofá e fiquei apreciando a cena. Zeca apertava a bunda durinha, lisinha, pretinha e arredondada de Janete enquanto beijava e chupava seus peitinhos e brincava com os dedos em sua bucetinha careca. De repente, Zé Carlos sentou-se no sofá e balançou sua jeba oferecendo-a á Janete que caiu de boca sem pensar duas vezes, que visão maravilhosa minha esposinha com seu rostinho lindo mamando o cacete de outro homem.

Janete devia estar com a chaleirinha já fervendo pois ela não chupou por muito tempo e logo sentou na linguiçona do Zeca engolindo tudo e deixando somente os ovos de fora. Minha tarada esposa pulava e rebolava sobre aquela pica alheia como se montasse num cavalo bravo, enquanto beijava toda a face de Zeca dizendo o quanto ele a deixava louca. Eu podia ver aquele caralho branco entrando e saindo da grutinha preta de Janete que, não demorou muito, gozou, gemendo e gritando alto alucinadamente enquanto se acabava no pau duro do Zeca:

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– Me come seu filho da puta… me regaça com esse caralhão gostoso… me fode na frente do meu maridinho… Ai que pinto gostoso… Isso é que é macho…se eu soubesse que você é gostoso assim eu já dava pra você a muito tempo!

Nessa hora fiquei preocupado, com certeza todo o andar ouviu os gritos de Janete metendo com outro. Ela gozou mas eu e Zeca ainda não, ele se levantou com Janete ainda em seu colo, a colocou de quatro no sofá apoiada no encosto e com a bunda empinada em nossa direção e socou com força nela por trás. Eu, como antes, fiquei só assistindo e esperando o Zeca gozar pra, só depois, eu encaixar também. Quando meu amigo tirou o pau extasiado da buceta de Janete eu pude ver um grande volume de porra que escorreu de dentro dela e caiu no sofá, rapidamente peguei uma toalha no banheiro e limpei a meleca, afinal de contas, eu não estava a fim de sentar em cima da porra de ninguém.

Abracei e beijei Janete em pé e a coloquei de quatro no tapete onde meti gostoso nela por trás enquanto o Zeca assistia a tudo sentado no sofá já com o pau mole tombado de lado. Apesar de sua chana estar toda melada e cheia de porra, gozei rápido, principalmente por saber que outro homem estava ali, assistindo minha mulher dando gostoso pra mim.

Gozamos os três e ficamos ali na sala, pelados e exaustos, deitados no tapete, descansando e conversando, nos preparando pra próxima rodada quando Janete nos lembrou que estávamos programados para descer pra praia no final de semana seguinte que era feriado de carnaval e ficaríamos quatro dias em Matinhos. Ela queria levar o Zeca mas ele não podia ir, na empresa de seu pai eles trabalhavam até nos sábados e, por conta de uma grande encomenda, não iriam emendar o feriado. Percebi que Janete ficou triste mas não disse mais nada a respeito, ela então se levantou e foi ao banheiro alegando que tinha porra demais na buceta e tinha que tomar um banho. Zeca, rindo, olhou fixamente para a bunda de Janete enquanto ela saia da sala e comentou:

– Puxa cara, eu sabia que a Neti é bonita mas nunca tinha imaginado que ela é tão gostosa, que bunda ela tem, nunca vi uma bunda tão durinha assim. Você é o homem mais sortudo que já conheci, a Neti além de tudo, não tem pelo nenhum no corpo? É isso mesmo? Nem nas pernas nem nas axilas e principalmente não tem nenhum pelinho na bucetinha? Cara que massa, sua mulher parece uma boneca, parece ter sido feita a mão, só exageraram um pouco na tinta mas combina bem com ela.

Rimos com a brincadeira meio racista que era comum entre nós, Janete não se importava e também nos zuava pelas nossas pernas e bundas brancas, rimos a respeito e Zeca continuou:

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– Essa é a primeira vez que como uma garota negra e deu de mil a zero em todas as brancas que eu já comi, acho que nunca mais vou querer uma mulher branca e com certeza, vou começar a frequentar mais a sua casa de hoje em diante.

Caímos na gargalhada pela forma que ele falou, rimos tanto que até a Janete de dentro do banheiro quis saber do que estávamos rindo. De repente, Zeca ficou sério e abaixou a cabeça, sem me olhar nos olhos disse-me:

– Olha, eu adorei, sua mulher é demais, mas essa foi a última vez, não quero por a perder a nossa amizade e eu respeito muito a Janete, amo vocês dois, são meus melhores amigos da vida toda, não quero que isso se estrague.

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Eu percebi que ele falava sério e lhe prometi que depois deste final de semana esqueceríamos de tudo o que houve e voltaríamos com nosso relacionamento normal de sempre (só que não).

Janete voltou pra sala ainda nua (como gosta de andar pelada meu amorzinho), linda com um sorriso encantador, seus cabelos pelos ombros, os peitinhos pequenos e durinhos, sua barriguinha bem feita, sua cintura fina e sua linda, maravilhosa e careca bucetinha. Tudo aquilo vindo em nossa direção, pra nós dois, uma mulher de dois homens, uma puta de dois machos, minha deusa de ébano. Ela se deitou entre nós dois e tivemos que contar pra ela tudo o que falávamos, Janete ficou triste com o pedido de Zeca e disse:

– Que pena, eu esperava que a gente fosse se divertir sempre desse jeito de agora em diante. Bom, mas faz sentido, não podemos nos deixar levar pelo tesão. Você está certo Zeca, eu concordo, mas então vamos fazer este final de semana valer.

E Beijou intensamente o Zeca na boca quase engolindo sua língua enquanto agarrava seu pau ainda mole.

Janete parecia não ter limites, seu fogo não acabava, quanto mais ela metia mais queria meter, ela já era tarada desde que casamos mas estava ficando pior, e naquele dia, estávamos acordando um monstro ninfomaníaco que eu esperava não adormecer nunca.

Saí da sala e fui preparar algo na cozinha para relaxarmos um pouco, pois se continuasse daquele jeito, eu e o Zeca passaríamos vergonha não conseguindo, em dois, saciar a putinha tarada da Janete. Estourei pipocas para nós e chegando na sala, vi Janete já com o pau do Zeca na boca.

– Tira esse negócio da boca mulher, – Disse zombando. – Você não sabe por onde isso andou!

– Sei sim, – Disse ela, colocando a mão na buceta e falando – Por aqui!

Zeca não se conteve e riu rasgado, acredito que ele esperava uma oportunidade de conseguir uma folga pra descansar. Ele estendeu a mão e pegou a bacia de pipocas se movendo de forma que seu pinto automaticamente saísse da boca de Janete. Coloquei um filme no VCR alegando que precisávamos descansar um pouco e sentamos no sofá para assistir, era um lançamento muito esperado por mim que eu aluguei antes de saber que nosso final de semana seria tão movimentado. Eu fui o primeiro a pegar aquela fita, estava na locadora quando ela chegou por Sedex, foi só o tempo de meu amigo Lauro cadastrar a fita e eu já a levei embora sem saber que talvez não teria tempo de assistir o tão esperado filme.

Janete não saiu do lado de Zeca, ela o beijava e bolinava o tempo todo, enquanto eu só prestava atenção no filme pra não perder nenhuma legenda. As pipocas que eu pegava sem olhar, as vezes enfiava no olho ou no nariz, sem tirar a atenção da enorme tela de vinte polegadas.

Realmente, nunca me esqueci daquele final de semana e, até hoje, toda vez que algum canal da sky anuncia uma reprise de “Independence Day”, eu me lembro da primeira transa extra conjugal oficial de minha linda e totalmente maravilhosa esposinha.

Depois do filme, Janete já com a buceta encharcada de tesão, deixei que os dois fossem pra nossa cama e fiquei na sala mexendo em minhas fitas, mais disfarçando pra dar tempo pra eles se curtirem. Eu podia ouvir os gemidos de Janete que se esbaldava nos braços de Zé Carlos. Confesso que até fiquei com uma pontinha de ciúmes e receio que minha deusa acabasse gostando demais daquela vara e me deixasse pra ficar com ele. É claro que esses pensamentos foram rápidos e passageiros, eu sabia que ela me amava e esperava que nosso amor crescesse ainda mais. Fui até a porta e vi quase a mesma cena de quando peguei ela metendo com o grandalhão loiro, Janete estava de quatro com a bunda voltada para a porta e Zeca estava atrás dela socando tudo o que tinha. As pancadas de seus corpos um no outro eram fortes e eu podia ouvir o som característico que provinha do coito. Voltei pra sala, sentei no sofá e fiquei ouvindo a foda de minha mulher com meu melhor amigo e, de repente, pelos gemidos, percebi que a foda havia terminado e fui para o quarto podendo assim ver minha neguinha deitada nua ao lado do homem que havia acabado de meter nela de todo jeito que quis. Me deitei ao lado de Janete que estava meio que desfalecida na cama, abracei-a em posição de conchinha e cochilamos cansados.

Metemos mais durante toda a noite, dormimos os três juntos na cama com Janete no meio, é claro. De manhã, Zeca deu mais uma socada em Janete, de papai e mamãe ao meu lado, eu já não aguentava mais, fingi que dormia e deixei a foda rolar solta. Eu não acreditava o quanto aqueles dois metiam, e eu que achava ser bom de cama, perdi feio pro Zeca.

Me levantei por volta das onze da manhã deixando os pombinhos nus desmaiados na cama, tomei um banho e fui preparar o almoço, eu sempre gostei de cozinhar e muito bem, qualidade minha que Janete adorava. Caprichei no rango pois sabia que estariam com fome, levei cerca de uma hora no macarrão a bolonhesa, no frango a passarinho empanado e na salada de couve-flor que Janete adorava.

Quando fui ao quarto para acordá-los não acreditei no que vi, os dois aparentemente fatigados amantes metiam alucinadamente como se fosse a primeira foda da vida deles. Parei na porta e esperei que terminassem, pelo que entendi, eles já estavam transando a algum tempo pois gozaram logo depois que eu cheguei no quarto.

– Vocês não se cansam não? – Falei meio em tom bravo. – O almoço tá pronto, vocês vão comer ou vão ficar aí metendo?

– Desculpe. – Disse Zeca de cabeça baixa. – Já tô levantando.

Janete só me olhou com cara de safada e correu pro banheiro sorrindo descaradamente.

Nos preparamos pra almoçar, fiz Janete vestir uma roupa pois parecia que ela só queria ficar pelada. Após almoçarmos e eu receber os elogios obrigatórios se acaso meus convidados tivessem interesse de novamente comer em minha casa, fomos pra sala conversar. Combinamos que aquilo não aconteceria novamente, que era só aquela vez, que iríamos esquecer de tudo e demos a nossa palavra (até parece).

Meu amigo ficou até as três da tarde, apertou minha mão, deu um beijo de língua em minha mulher enquanto apertava sua bunda e foi embora deixando uma sensação de insegurança em meu coração e muita porra na buceta da Janete.

Estávamos ansiosos pelo próximo final de semana, carnavalzão, quatro dias na praia só curtindo….

Mas fica pro próximo conto.

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