Minha esposa gostosa e o aluno rebelde. Parte 2

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Olá pessoal. Apenas para esclarecer alguns fatos. Não estou conseguindo publicar no meu perfil por algum problema. Por isso estou publicando na conta do Guga. Sim, pessoal, o Guga existe. Consegui o contato dele e somo bons amigos. Mostrei pra ele toda a minha história e de forma excepcional ele permitiu usar sua conta. Além disso, ele disse que logo mais continuará o conto dele (que com certeza é um dos melhores deste site). O que posso dizer é que ele me deu provas de que sua história é real assim como a minha. Esse foi um dos motivos para que ele me desse essa concessão. Bom, agora passo a contar a continuidade do meu relato:

Naquele dia fui pra casa com a cabeça a mil. Não conseguia pensar em mais nada além das “brincadeiras” de Renata. Eu decidi que não iria intervir a menos que fosse realmente necessário. Dessa forma, eu saberia qual era o limite da fidelidade da minha esposa e também caso fosse coisa da minha imaginação, eu não iria me queimar à toa. Mais tarde, em casa, tomei um banho e fiquei com minha filha, brincando na sala. Eu olhava pra Renata, em especial pra sua bunda. Ela vestia um pijama que deixava evidentemente as maçãs de sua bunda expostas. Era uma tentação. Fiquei pensando que qualquer um daria qualquer coisa por aquela bunda imensa e perfeita. Comecei a me assustar como eu tinha uma esposa gostosa e como isso ao mesmo tempo era bom e também uma ameaça. Depois que Clara dormiu, eu fui pra cama dormir. Em seguida Renata também deitou. Naquela noite, transamos como dois cachorros no cio. Ela estava mais excitada do que o normal. Até cavalgar de costa ela cavalgou. Sem falar que sua buceta estava pingando. O fato de pensar que ela podia estar excitada por motivos alheios ao nosso relacionamento me deixou maluco de tesão. Estranhamente eu curti aquele momento, mesmo que depois o arrependimento tivesse batido. O final de semana passou e eu segui minha vigília ao longo da semana. Notei que Renata estava muito mais ousada em suas roupas. Ela fazia questão de colocar calças mais justas e com a cintura mais alta, o que empinava ainda mais o seu rabo. Eu fingia não notar pra ela não desconfiar, mas sabia das suas intenções mesmo que veladas. Eu já estava desencanando quando numa tarde vejo uma conversa entre Vanessa e Renata:

– Vanessa. Ele me pediu o telefone de novo…

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– Nossa amiga. Você não deu neh?

– Então. Ele me viu mexendo no telefone e perguntou se já sabia o número. Antes de falar qualquer coisa ele disse que era apenas para ajudar em dúvidas aos finais de semana. Disse que eu não incomodaria a menos que fosse muito necessário. Que eu estava ajudando no desenvolvimento dele e que ele estava se sentindo bem mais confiante nos estudos.

– E você acreditou?

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– Sim, amiga. O que você queria que eu dissesse?

– Então você deu seu número pra ele?

– Dei, mas impus condições. Ele só me chamaria se fosse realmente necessário e apenas pra tratar de estudos. E nunca na parte da noite que é quando estou com minha família.

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– Seu marido não vai achar isso ruim não?

– Claro que vai, mas ele não precisa saber neh.

– E se ele olhar seu telefone?

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– Eu apago todas as vezes que ele vier falar comigo.

– KKkkkkkkkkkkkk se você ta falando… E ele ainda fica te olhando?

– Ta cada dia pior. Nessa hora que ele me pediu o telefone, ele ficou bem perto de mim. Parecia que ele queria encostar em mim. E ele nem disfarça pra olhar mais a minha bunda. Pra falar a verdade eu já até me acostumei kkkkkkkkkk.

– Toma cuidado que ele pode querer evoluir.

– Nem me fale. Esses dias eu estava de costa e ele chegou na hora do intervalo por trás de mim. Não havia quase ninguém por perto. Ele tapou meus olhos com as mãos dele e pediu pra adivinhar quem era. Ele veio me dar um chocolate.

– Sim… E daí?

– Daí que quando ele chegou por trás eu acho que senti… Você sabe…

– O pau dele?

– É!

– E tava como?

– Eu acho que tava duro porque eu senti alguma coisa me cutucar bem no meio da bunda. Eu me esquivei imediatamente, mas deu pra sentir.

– Que moleque abusado, amiga. Vai querer ficar com essas brincadeiras de encoxar também?

– Claro que não Vanessa. Já não basta ele me comer com os olhos. Se ele encostar em mim, é capaz dele explodir kkkkkkkk…

– Quem sabe um dia a gente não descobre… kkkkkkkkkkkkkkkk

A conversa continuou com outro assunto. Eu pude ver que a coisa era pior do que o imaginado. Apesar de monitorar Renata pelo aplicativo, eu não conseguia saber o que poderia realmente passar no período em que ela estava na escola com aquele bastardo. O máximo que eu poderia fazer era torcer para que ela relatasse a sua amiga os acontecimentos. Isso me preocupou ainda mais. Notei, com o passar do tempo, que Renata estava mais vaidosa, arrumava mais seus cabelos, maquiava-se para ir trabalhar todos os dias (coisa que ela fazia raramente). Em um final de semana ela disse que iria ao shopping e pediu para que eu ficasse com Clara. Eu concordei, afinal adorava passar um tempo com minha filha. Quando ela retornou, vi que carregava em suas mãos algumas sacolas. Eu perguntei:

– Foi fazer compras, amor?

– Só algumas coisas que eu estava precisando. Vou subir, tomar um banho e arrumar isso no guarda roupa.

Eu nem dei muita importância. Aparentemente! Assim que ela trancou a porta do banheiro, eu subi as escadas e fui em direção ao nosso quarto, deixando Clara dormindo na sala. Quando entrei e a escutei tomando banho, fiquei mais seguro de verificar o que ela havia comprado. Poderia ser paranoia minha, mas talvez aquelas roupas me dariam um norte melhor, já que ultimamente ela nem tinha falado nada com sua amiga. E eu não errei. Pelo menos não na minha cabeça. Vi que as roupas que ela comprou eram um tanto chamativas. Principalmente umas calcinhas de renda fio dental de várias cores. Algumas com as laterais bem fininhas que se emendavam num minúsculo pedaço de pano na frente e principalmente atrás. Havia também algumas calcinhas com modelos variados, com alças de silicone transparente. Agora, sem dúvida, a mais chamativa era uma verde fluorescente. A cor se destacava de longe e com certeza se ela se abaixasse de cócoras, aquele pedaço de pano iria se revelar para quem quisesse ver. Além disso, notei um padrão. Com certeza todas ficariam socadas em sua bunda majestosa. Principalmente umas de pano. Não pude acreditar que ela iria pra escola com aquelas roupas. Vagabunda! Devia estar com más intenções. Acho que ela gostou tanto de provocar aquele favelado que ela se preenchia de luxuria ao repetir esses atos.

Além da vestimenta, o que me preocupou mais ainda foi o fato de saber que aquele garoto tinha o telefone da minha esposa. Apesar de ela deixar claro o motivo do contato, eu não poderia confiar plenamente nas intenções daquele aluno tarado. Se o que minha esposa relatava fosse verdade (sobre ele ficar secando a bunda dela descaradamente), ele não demoraria a fazer contato. A minha sorte era meu constante monitoramento. Certo dia no período da tarde, enquanto trabalhava no meu PC, resolvi entrar como já de costume e policiar as conversas de minha esposa. Eu tomei um baita susto quando vi uma conversa do Thiago com Renata. Ele puxou assunto:

– Oi professora, pode me tirar uma dúvida?

– Olá. Qual seria?

Ele mandou uma foto com um determinado exercício dizendo que não havia entendido. Minha esposa mandou um áudio explicando tudo. Logo depois ele mandou:

– Muito obrigado Renata. Você é a melhor professora do mundo.

Ela só respondeu um obrigado e nada mais aconteceu. Pelo menos não nesse momento. Não notei nada de anormal nas duas semanas que se seguiram. Apenas uma constante troca de mensagens entre os de cunho puramente didático. Na verdade, estava me batendo um remorso de ficar espionando minha esposa. Apesar do que ela fez provocando o garoto, eu concluí naquele momento que não havia espaço para os absurdos confabulados em minha mente. Por isso decidi que não olharia mais as conversas de Renata.

Bastou uma semana e meia para que eu mudasse de ideia. Um certo sábado estávamos brincando na sala com nossa filha. O celular de Renata estava apoiado no braço do sofá. Vi que o seu celular tinha vibrado e instintivamente olhei para o aparelho. Vi o nome do Thiago e uma notificação de foto. Não teria dado bola porque pensei que era mais uma dúvida que ele estaria tirando. Apesar disso, minha esposa, logo pegou o telefone, viu a mensagem, bloqueou o celular e o colocou na estante. Achei curioso e resolvi perguntar:

– Quem era amor?

– Era a Vanessa, querendo saber sobre um projeto da escola. Nada demais.

Eu fiquei perplexo porque sabia da mentira. Se a mensagem não fosse nada, porque ela mentiria? Não poderia ser uma simples dúvida. Meu alerta ficou ligado. Não pude evitar. Decidi que iria reativar o aplicativo e puxar todo o histórico de conversas da minha esposa.

Na segunda feira, bem cedinho, fui ao trabalho e a primeira coisa que fiz foi ligar o aplicativo e baixar as conversas de Renata, em especial a com Thiago. A primeira coisa que me chamou atenção, antes mesmo da conversa, foi a foto do moleque. Eu ainda não havia notado. Ele era mais moreno do que eu imaginava e possuía realmente uma cara de malandro. Sua foto de perfil era uma selfie onde ele estava com aqueles óculos de malandro e um boné de aba reta. Era um garoto super estranho. Além disso ele tinha aquele bigodinho de adolescente e estava sem camisa. Era magrelo e particularmente bem feio. Se Renata gostava de provocar, deveria ser por puro fetiche porque por beleza não era. O garoto era a cópia fiel daqueles malandros de favela. Depois dessa breve análise, resolvi ir ao histórico de conversa.

Havia muita coisa sobre as dúvidas de escola, mas notei que vez ou outra, o garoto tentava chamar atenção de uma outra forma, mesmo que sutil. Mandava um recado de bom dia, ou boa tarde. Minha esposa respondia simplesmente por educação. Resolvi ir ao dia em questão em que Renata havia tentado mascarar a mensagem. Vi que era uma foto dele fazendo uma selfie como se fosse num clube. Ele tinha mandado além da foto:

– Aproveitando o final de semana prof. Só falta você.

Bem mais tarde, Renata respondeu.

– Oi Thiago. Que legal. Onde você ta?

– Estou no clube. Poderia ter vindo. Agora já to em casa. Você ia gostar daqui.

– Final de semana é complicado porque tenho minha filha pra cuidar. Quem sabe numa próxima.

Eu fiquei revoltado ao saber que Renata dava corda pra ele. Ela deveria ter cortado na mesma hora. Afinal, aquele canal era só pra fins acadêmicos. Ele continuou:

– E quando você vem ao clube, gosta de vir como?

– Como assim, Thiago?

– Ah… É biquíni, maiô…

– Ai Thiago… Dependente. Geralmente é biquíni, mas eu também gosto de maiô.

– Posso te fazer uma outra pergunta?

– kkkkkk… O que seria?

– Quando você vai ao clube, geralmente é com um biquini assim…

Ele demorou um pouco pra completar. Acho que foi propositalmente para aguçar o pensamento de Renata. Até que ela não resistiu:

– Termina Thiago. Você me deixou curiosa.

– Tá bom, mas se não quiser responder não precisa. O biquíni do clube é do tamanho das calcinhas que você usa?

Eu fiquei branco e comecei a suar frio. Como aquela conversa chegou aquele ponto? Ela demorou uns 10 minutos pra responder. Acho que ela pensou bem, mas no final não resistiu:

– Ai Thiago. Que pergunta boba. Geralmente sim, mas dependente do ambiente. Agora, por que você fez essa pergunta? Você por um acaso sabe o tamanho das minhas calcinhas?

– Ah prof, só quando você vai com calça de ginastica. Com todo respeito, mas não dá pra não perceber. Ainda mais com esse seu…

– Esse seu o que, Thiago?

– Esse bumbum grande kkkkkkk

Renata apenas mandou uns emoticons rindo e alguns com carinha de vergonha. Aquilo só me preocupava mais porque abria portas pra futuras conversas improprias. E eu não poderia fazer nada a não ser continuar observando. O que mais me deixava revoltado era a passividade de Renata em aceitar aqueles questionamentos. A conversa continuou com Renata dizendo:

– Não esqueça que segunda temos uma palestra no auditório no começo da tarde.

– Pode deixar, eu não vou esquecer. Ficarei bem perto de você, prof.

– Então tá. Boa noite.

-Bjos prof.

Minha esposa mandou por último um emoticon com um beijo. Ela também não colaborava para que aquilo cessasse.

Isso era segunda a tarde. Antes do fim do meu expediente, vi que Renata começou uma conversa com Vanessa:

– Amiga, tudo bem? Preciso te falar uma coisa.

Eu achei que era sobre a conversa de sábado, mas me enganei. Era outra coisa que me espantou ainda mais. Vanessa logo respondeu.

– Fala amiga.

– Hoje tivemos uma palestra aqui no auditório sabe. Estava tudo lotado quando eu cheguei. Por isso tive que ficar em pé. Eu avistei aquele aluno: o Thiago. Ele me chamou e disse pra ficar ali ao lado dele. Pouco tempo depois ele se posicionou atrás de mim. O auditório só enchia cada vez mais. Em certo momento eu senti que ele encostou em mim.

– Como assim, amiga? Ele tava te encochando?

– Então… no começo achei que era coisa da minha cabeça, mas conforme passaram os minutos, eu percebi alguma coisa me cutucando. Ele tava realmente me encoxando. Eu senti nitidamente o… Você sabe.

– Ai amiga, sem meias palavras. Pode falar tudo!

– Tá bom. Eu comecei a sentir o pinto dele no meio da minha bunda. Quando eu achei que não poderia ficar pior, ele começou a pressionar. Eu não tinha o que fazer e nem sabia o que fazer. Resolvi fingir que nada acontecia. Eu não sei se ele entendeu aquilo como um sinal positivo. Só sei que ele continuou pressionando minha bunda contra seu pau. Eu sentia até que ele estava ofegante. Quando o evento estava acabando e as pessoas iam se dispersar, ele fez uma coisa que me deixou boquiaberta.

– O que ele fez amiga?

– Assim que o pessoal começou a se levantar pra sair, ele se atreveu a segurar a minha cintura com as duas mãos e me puxou contra seu corpo. Eu não sei como ele teve coragem de fazer aquilo, mas ele fez. E foram uns 10 segundos nessa pressão. Pela posição, eu acho que ainda fiquei com a bunda empinada, o que deve ter atiçado ainda mais esse tarado.

– Nossa amiga, como ele é ousado. E depois?

– Eu dei um passo pra frente e ele soltou a minha cintura. Eu não tinha percebido o quanto ele estava grudado em mim. Ele só me deu tchau, como se nada tivesse acontecido. Eu também dei tchau e com o canto de olho vi que o pinto dele estava enorme. Qualquer um poderia ver. Eu fiquei morrendo de medo de alguém ter visto, mas como estávamos encostando na parede, éramos os últimos do lugar. Acho que ninguém nos viu. Eu fiquei boba, Vanessa!

– Será que você não ta provocando esse garoto demais não?

– Acho que não. Afinal eu não fiz nada. Ele que é tarado.

– Uhum… Sei… Como você tava vestida hoje?

– Eu tava com uma calça legging.

– Pois é amiga! Essas suas calças provocam bastante. Ainda mais com esse traseiro enorme. E essas suas calcinhas pequenas então.

– Nem me fale. Depois dessa encochada eu tive que ir ao banheiro, porque ficou bastante atolado.

Elas ficaram conversando mais algumas besteiras, mas o resumo da conversa foi isso. Dessa vez, percebi que não tinha como esconder que Renata, a minha mulher tão recatada e puritana estava dando atenção a um moleque adolescente favelado. Eu e ninguém jamais imaginaríamos tal situação. É obvio que apesar de tudo isso, eu não poderia imaginar, nem sequer por um segundo, que essa situação piorasse.

Nesse dia, eu coloquei nossa filha pra dormir e decidi que iria judiar de Renata na cama. Na verdade, ela que judiou de mim. Me fez comê-la de quatro, frango assado, de lado. Ela me deu de todas as maneiras possíveis. Até tentei forçar um anal, mas ela era irredutível quanto a isso. Eu sabia que a fonte desse tesao todo tinha um motivo. E não era por minha causa. Isso ao mesmo tempo me dava raiva e me excitava. Aquilo tudo se tornou uma novela e a cada capítulo eu me espantava mais. Passei a ficar vidrado esperando os próximos passos.

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