Minha mãe e meu irmão adotivo – A academia no fundo de casa

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Saudações, leitores! Continuando o meu relato. Peço desculpa pela demora. Há muito ainda a ser contado. Estou tentando organizar tudo em ordem cronológica. Como disse no início, não busco popularidade, mas se puderem comentar apenas para ajudar, eu agradeço. É uma situação difícil de aceitar, mas ela realmente aconteceu. Quem não acredita nesse relato, não importa. O importante é o que eu sei. Não escolhi viver essa tragédia, mas esse é o meu fardo. Esse trecho não será tão grande, pois a sequência dele é mais detalhada e não quero juntar os dois. Na verdade, a sequência desce relato irá deixar todos abismados. Vamos em frente…

Ainda estava em choque naquela semana. Não acreditava no que tinha visto àquela noite. Parecia que eu estava preso em um pesadelo e não podia fazer nada a não ser espreitar. Apesar de querer confrontar minha mãe, tinha muito respeito por ela e muito medo do que ela poderia pensar de mim e fazer quando soubesse que eu tinha sido testemunha daquela baixaria. Além do mais, eu queria acima de tudo preservar minha família. Tudo que eu não queria era um escândalo e um fim trágico desses que a gente vê na TV.

Não tinha visto nada de anormal naquela semana. Na verdade, mamãe passou usar roupas mais comportadas até dentro de casa, como shorts jeans folgados e blusas que iam ate o meio da coxa. Acho que ela ficou preocupada com o que aconteceu e queria garantir que isso não aconteceria mais. Eu realmente gostei daquela postura.

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Já era quinta e tínhamos um feriado que começaria naquele dia. Aproveitei pra dormir ate um pouco mais tarde. Acordo umas nove e vou pra cozinha tomar café. Esse cômodo tem uma janela com vidro fumê por causa do sol a tarde. Ela dá visão pro quintal, onde fica a pequena academia. Nesse dia percebo mamãe malhando nos aparelhos sem música, apesar dela gostar. Vejo o idiota do Beto perto dela se olhando no espelho. Na verdade, sabia que ela queria ver mamãe de reflexo. A janela estava fechada e eu discretamente abro pra ver se os ouvia. Como a academia dava um certo eco, eu os ouvia mesmo falando baixo. Nada de estranho, até que Beto chega perto de mamãe. Ela fazia um exercício de abertura sentada numa cadeira. Ele simplesmente ficava olhando pra ela e parecia olhar quando ela abria as pernas. Mamãe para e pergunta:

– O que foi, Beto?

– Como vc é linda, mamãe. O papai tem que dá muito valor em vc, sabia?

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– Obrigado, filho, mas eu agradeceria se vc parasse com esses elogios. Eu fico sem graça.

– Não sei pq, vc é linda mesmo. Dá de dez a zero nessas novinhas aí. Na verdade, eu prefiro as mulheres mais velhas, como vc mamãe.

– Para de bobeira, filho. Vc é muito novo pra pensar nessas coisas.

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Nisso ela sai do aparelho. Acho que tava sem graça com aquela conversa. Ela começa a fazer um agachamento de costas pra ele. Eu não sei se mamãe era extremamente ingênua, mas fazer agachamento com aquela bunda de costas pra aquele tarado era demais. A proposito, ela estava com um short preto de academia bem colado e uma blusinha que na verdade era um top. Era a primeira vez naquela semana que eu a via mais a vontade. Beto olhava fixamente mamãe de costa a mais ou menos 1,5m de distância. Ele fica alisando o pau ali mesmo. Eu já começo a ficar com o estômago doendo e com a adrenalina la em cima. Sem cerimônia ele põe a mão dentro da calçaa e começa a se masturbar. Ele só podia ser doente ou estava muito obcecado por nossa mãe, que até então nada percebia. De repente ela acaba a série e se vira. Obviamente ela vê Beto com o short estufado e pergunta:

– O que é isso Beto? Vc não vai começar tudo de novo neh?

– Mamãe, eu não consigo parar com isso. Na verdade, eu não consigo controlar. Se eu não me alivio, essa sensação só piora. Eu juro que tento.

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– Tá, então vai ao banheiro bem ali (tínhamos um banheiro ao lado da academia).

– É que desse jeito eu não consigo.

– Eu já vou avisando que vc não vai tocar em mim. Aquilo que aconteceu domingo nunca vai se repetir. E para de me perturbar pq eu quero terminar meu exercício

Acho que ele percebeu a seriedade de mamãe pq ela falou em tom muito ríspido. Ele ate ficou meio sem graça. Nisso ela começa um exercício que um peso fica preso ao calcanhar, ela de quatro levantando a perna para o alto. Era um exercício que beirava o erotismo. Beto não se aguentou. Ele arregalou os olhos e pôs a mão de volta dentro da calça. Beto emendou:

– Então dessa vez vc não vai me ajudar neh, mamãe?

Ela ainda de costa disse um sonoro não.

– OK. Beto põe o pau pra fora e começa a se masturbar nas costas de mamãe. Aquela distancia, se ele gozasse, cairia tudo nela. Mamãe percebe e para na hora.

– Garoto ta maluco?! Seu irmão ta em casa. E se ele aparecesse ali na porta da cozinha?

Mal eles sabiam que eu já acompanhava tudo há algum tempo.

– Eu fechei a porta com a chave, mãe. Ele não vai ver nada (idiota, esqueceu da janela).

– Olha Beto eu não vou tocar em vc. Aliás, vc tem 2 minutos pra terminar isso. E aponta essa coisa pra outro lado.

Como ela podia consentir com aquilo? Cadê a moral de mãe dela?

Eu fiquei pasmo. Não sei pq mamãe simplesmente não acabava com aquilo levantando dali e indo embora. Ela, mesmo que inconscientemente, era conivente com aquela loucura.

Ele nem deu ouvidos a mamãe e continuou na mesma posição a poucos centímetros dela. Ele terminou de abaixar o calção até os pés e se deliciava naquela situação pitoresca. Mamãe fingia que nada acontecia. Ele fica uns 6 a 7 minutos ali. Estranho que já era pra ela ter terminado o exercício, mas suspeitei que ela estava esperando Beto terminar o dele. De repente ele fala num tom um pouco mais elevado:

– Ai caralho, vou gozar, pqp, que rabo…

Beto no auge da excitação falava muita imoralidade. E ele nem se importava se o alvo era a mãe dele. Na verdade acho que era uma satisfação fazer isso justamente com ela. Quando penso que ele continuaria mais um pouco. Beto solta os primeiros jatos sem falar nada. Mamãe percebe que Beto ta gozando, mas pouco pode fazer pq a maior parte da gala cai bem na bunda dela e um pouco nas costas. Beto quase cai de fraqueza. Mamãe sai calmamente da posição de quatro, passa a mão no short sujo e olha pra Beto apenas balançando a cabeça negativamente num ar de reprovação. Malditos! Eu já estava ficando com raiva de mamãe pq ela podia dar um fim naquilo, mas não o fazia. Odiava Beto pela sua ousadia e falta de respeito. Será que ele não pensava no papai? Eu ainda acreditava que mamãe fazia aquilo pra evitar algo pior como um escândalo. Mas será que poderia ficar pior?

Logo descobriria que sim.

Depois de ver aquelas imagens grotescas, fiquei sem reação, mas sabia que precisava sair dali, pq, com certeza, eles iriam entrar logo-logo em casa. Antes de sair, vi pela janela que mamãe foi ao banheiro (acho que para se limpar). Meu irmão subiu o calção e se ajeitava. Eu subi pro meu quarto e fechei a porta. Tinha vontade de chorar, por tanta raiva que eu estava de Beto. Ele era muito abusado e cada dia que se passava, ele tomava uma liberdade maior com mamãe. Apesar de tudo, eu não pude deixar de me masturbar. Ver aquela bunda naquele short em posições tao eróticas me fez tocar uma das melhores punhetas da minha vida. Comecei a perceber que o que era proibido me excitava muito. Só queria que fosse eu no lugar daquele maldito.

Depois de passar um tempo no meu quarto, desci para ver como estava o clima. Mamãe estava na sala arrumando alguma coisa. Ela já estava de short jeans e uma camisa mais comprida. Entretanto, não apresentava nenhum comportamento diferente, ou seja , não dava bandeira. Beto tinha saído pra jogar bola. Eu aproveitei pra ficar mais perto de mamãe. Via aquele corpo de perto. Sua cintura era bem fininha e aquela bunda tirava meu sossego. Observar era tudo que eu fazia. No resto dia, não houve nada de anormal. Papai chegou a tarde, já que ele não ia ter feriado. Nós jantamos e assistimos um filme. Eu, nesse dia, não dei mole e não deixei Beto sozinho com mamãe. Obviamente, ele não tentou nada. Mamãe começou a se comportar até em seus pijamas. Ela vestia uma calça comprida e uma blusa folgada que escondiam o que ela tinha de melhor: bunda e peito. Todos fomos dormir.

No outro dia era sexta-feira e ainda era feriado. Por ter dormido tarde, acordei um pouco depois do normal. Fiz o mesmo rito do dia anterior. Quando chego na cozinha, vejo que tudo estava fechado. Ao contrario do dia anterior, a janela estava fechada e com a persiana do lado de fora abaixada. Era justamente pra proteger do sol, além do vidro fumê. O problema é que eu não via nada que tava acontecendo lá fora. Entretanto, percebi que tinha alguém lá pq ouvia vozes. Fiquei pensando pq alguém se daria ao trabalho de fechar a persiana, pois naquela hora da manhã o sol era fraco. Além disso a gente só fechava quando todos saiam de casa. Num lampejo, começo a pensar o pior. Mamãe devia estar malhando e aquele bastardo tentando alguma coisa. Mas como iria observar sem chamar atenção? Lembrei que o quarto no andar de cima de mamãe dava vista para os fundos de nossa casa. Subi correndo. Com cuidado, me posicionei na janela, que estava com a cortina tapando a visão. Devagar, coloquei a mão na cortina e fui observar. Não dava pra ouvir. Mamãe estava sentada num banco, que era um aparelho para malhar as coxas. Beto estava de frente a ela e eles conversavam. Mamãe olhava para beto e gesticulava a cabeça com “não, não”. Eu consegui ler os lábios dela. Ela dizia “não vou fazer isso”. Percebi que Beto alisava o pinto, que parecia meia bomba. Que raiva daquele moleque. Eu tava com muita vontade de urinar pq não tinha feito na hora em que levantei. Fui rapidamente no banheiro no quarto de mamãe. Quando voltei e botei os olhos na janela, não pude acreditar. Beto já estava com a bermuda arriada e mamãe… minha mãe…. ela punhetava o pau de Beto. Eu ate sentei no chão. Achei que ia passar mal. Ela tinha cedido de novo às provocações de Beto. Ela fazia com cara de preocupação, pq toda hora ela olhava pra porta da cozinha, acho que tinha medo de eu acordar. Eu pude ver que ela falava pra ele: “anda logo, anda logo”. Beto parecia se deliciar. Ele deixava mamãe fazer tudo. Ela começou a acelerar os movimentos. De repente, Beto passa a mao direita no cabelo de mamãe e aproxima seu rosto do pau dele. Minha barriga gelou pq eu acho que ele queria iniciar um boquete. Eu não poderia acreditar nisso. Será que ela ia consentir com esse absurdo? Mesmo ele forçando, mamãe ia dando um jeito de desviar e de se afastar. Pude ler os lábios de Beto: “vai… vai, mãe; só um pouquinho”. Ela dizia um sonoro “não”. Acho que estava ventando e alguma coisa caiu no corredor ao lado da cozinha. Beto subiu a bermuda bem rápido e mamãe se levantou eles deveriam achar que era eu. Beto foi ao corredor, mas logo voltou já abaixando o short. Eles voltaram pra mesma posição e continuaram. Acho que Beto estava pra gozar pq ele fazia umas caretas de olho fechado. E isso se confirmou. Vi que ele forçou a cabeça de mamãe com certa contundência. Ela não tinha chupado, mas ele tinha a pretensão de gozar no rosto e principalmente na boca dela. Acho que mamãe tb percebeu e tentou se esquivar. Quando ele começou a jorrar gala daquele pinto, mamãe conseguiu se esquivar dos esguichos, mas o primeiro e mais forte foi bem no cabelo dela. Eu fiquei impressionado como Beto tinha gala. Na verdade o saco dele era bem grande. Acho que isso tem a ver. Quando o primeiro jato pegou no cabelo dela, mamãe se levantou e fez uma cara de nojo. Beto nem se moveu e ficou esporrando mais uns 5 jatos , que alcançavam uma distância considerável.. ela foi correndo pro banheiro se limpar. Beto só colocou a roupa e esperou mamãe sair. Ela sai com uma toalha que enxugava um pedaço do cabelo. Com certeza a parte cheia de gala. Vi que ela vestia uma calça leggin e uma blusa comprida, que, de tão folgada mostrava seu top com aquele peito super empinado. Ela parecia conversar com Beto de uma forma a repreendê-lo. Eu já achava que aquela meia conversa dela não convencia ninguém, acho que nem mesmo a ela. Ele deu um abraço repentino nela. Mamãe ficou sem reação. Beto sabia o que precisava fazer pra evitar as repreensões de mamãe e, a cada dia, evoluir naquela relação, que pra mim já se mostrava bem incestuosa.

Gostaria da opinião de vcs. Talvez me ajude. O próximo relato é um divisor de águas. Nele irei contar fatos que fizeram mudar meu conceito de “amor entre mãe e filho”.

1 comentário em “Minha mãe e meu irmão adotivo – A academia no fundo de casa”

  1. Desculpe ou ñ a minha sinceridade, o Beto menos mal ele ñ é mesmo filho dela mais vc meu camarada tá me saindo pior até pq vc foi parido por essa mulher,outra coisa achar sua mãe ingênua ñ cola ela tá é com muito tesão reprimido sendo assim ela tá gostando sim e quer saber ela tá doida pra dá e vc pra vê, preguiça de gente q se faz d inocente,vítima sei lá q nome dá. Agora analisando o conto sem frescura tá ótimo bem descritivo,parabéns vc escreve bem legal.

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