Minha mãe e meu irmão adotivo – A persistência vence

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Olá, queridos leitores! Peço desculpa pela falta de publicação. O que posso adiantar é que essa história está perto do fim. Posso prometer que a conclusão é surpreendente. Até mesmo pra mim, quando penso no desfecho! Enfim, continuemos…

Voltando pra casa naquela noite fria, pude perceber que o pior era inevitável. Com o casamento de mamãe fragilizado e o tarado do Beto na cola dela, era só uma questão de tempo nossa genitora ceder por completo. A casa em construção ficava a uns 800 metros da minha. Nessa caminhada, que parecia não terminar, fiquei pensando nas atitudes e no caráter da minha mãe. Eu já não tinha mais aquela visão de que ela era uma moça pura e santa. Uma mulher de respeito e de dignidade intocável. Na verdade, comecei a pensar o pq de ela concordar com tudo isso. Comecei a entender que nenhuma mulher do porte dela fica imune a cantadas e elogios. Mas deixar o próprio filho ejacular na bunda dela? Era muito desproporcional. Mamãe estava mais solta e desinibida nos encontros com Beto. Ela já rebolava e aceitava fácil os pedidos dele. Masturbação, boquete e até sarrar bem perto da buceta dela. Qual seria o próximo passo? Passei a entender que papai tb tinha culpa nisso. Por sua negligência, mamãe ficava carente e não pensava direito quando Beto insistia naqueles absurdos. O que mais me preocupava é que algumas vezes na semana Beto e mamãe ficavam sozinhos. Isso me assombrava pq nada os impediria. Fiquei imaginando uma forma de pegá-los nesses momentos. Fui pra casa pra raciocinar com calma. No outro dia, dentro do meu quarto, passei um pente fino na rotina dos dois. Após verificar com calma, percebi que Beto e mamãe ficavam sozinhos apenas uma vez por semana. Era na quarta-feira de manhã. Papai trabalhando, eu no cursinho e os dois em casa. Eu fiquei mais aliviado pq, coincidentemente, nesse mesmo dia, a diarista fazia faxina na nossa casa. Então seria difícil acontecer alguma coisa. Mesmo assim fui investigar. Perguntei um dia, de forma despretensiosa a dona Rita (nome da diarista) se mamãe ajudava nos afazeres de casa quando ela ia dar a tal faxina. Dona Rita me disse que ela até ajudava, mas nas últimas duas semanas mamãe sempre saia pra resolver alguma coisa e ficava a manhã toda fora. Eu perguntei:

– E o Beto?

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– Ah, Gustavo… Ele não ajuda em nada. Mas agora sempre que sua mãe sai ele vai com ela. Acho que é pra ajudar ela neh.

Eu fiquei tenso pq aquilo poderia ser uma alternativa para os dois aproveitarem sozinhos. Mas como saberia para onde eles estavam indo? Eis que me surge uma ideia fantástica. Eu tinha a senha do e-mail de mamãe. Na verdade, ela já deixava salva no computador. Pelo e-mail eu conseguia visualizar o histórico de sua localização, pois a conta era vinculada ao telefone, que tinha GPS. Fui correndo olhar. Percebi que toda quarta umas nove da manhã, ela saia e passava na igreja. As vezes em um mercado ou padaria. Mas nas ultimas duas semanas percebi que ela saia cedo e se dirigia ao Parque da Cidade. Esse é o nome do maior parque aqui de Brasília, que por sinal é imenso. Além de muito lugar pra se exercitar, os estacionamentos eram grandes a perder de vista. Dependendo da hora, esses estacionamentos eram praticamente desertos. Pelo aplicativo de localização, vi que ela sempre parava o carro no estacionamento perto de um pavilhão. Esse pavilhão servia para exposições, mas quando não tinha evento, o lugar era ermo. Fiquei intrigado pq o carro ficava ali umas duas horas e não tinha absolutamente nada de útil por perto. A não ser que eles buscassem justamente um lugar com essas características. Pois bem, comecei a armar um flagra pra próxima quarta. No dia, fiquei no cursinho só até o intervalo. Esse dia fui de carro (temos três carros em casa). Quando ia saindo do cursinho, dei uma conferida pelo notebook no deslocamento de mamãe. Bingo! Estava no mesmo local. Pensei comigo: agora eu tiro essa dúvida. Demorei uns 20 minutos até chegar. Fui com cautela pra não ser percebido. Nesse dia, chovia e a visibilidade era baixa. Ao mesmo tempo em que eles dificilmente me veriam, seria difícil ver qualquer coisa. O carro de mamãe tinha os vidros escuros.

Quando me aproximei do estacionamento, vi de longe o carro de mamãe. Ele estava estacionado em uma parte que com certeza não passaria ninguém a pé, simplesmente por não ter nada de interessante naquele local. O carro de mamãe ficava embaixo de uma arvore. Não havia ninguém por perto pq a chuva tinha dado uma engrossada. O fato de não haver ninguém era arriscado, de certa forma. Se eu me aproximasse eles iriam perceber a presença e poderiam reconhecer o meu carro. Então resolvi ir embora. Antes de ir, mandei uma mensagem para mamãe perguntando onde ela estava. Pouco depois ela me respondeu: “Estou na igreja”. Mentirosa! Sai dali sem eles me perceberem. Fui pra casa. Pensei por uma semana como faria pra flagrar os dois. Naquele local seria quase impossível. Até que a oportunidade apareceu. Na outra quarta vi que eles não foram para o parque. Eles tinham ido para o clube onde papai era sócio. O clube? Que diabo ela iria fazer la? Fiquei de butuca pra armar um flagra naquele momento.

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Decidi ir para o cursinho e sair no intervalo de novo. Fui de carro. Era um dia nublado. Não fazia sentido ir ao clube. A não ser que a intenção fosse outra. Eu cheguei ao clube umas dez horas. Na portaria, dei um de bobo e perguntei ao porteiro se ele tinha visto um carro (dei as características do carro) entrar por ali. Ele achava que tinha visto há mais ou menos uns 40 minutos. Eu já comecei a ficar louco de raiva e tesão. Aqueles dois deviam estar em algum lugar por ali. O problema é que o clube era enorme. Mas como estava vazio, achar o carro não seria complicado. E onde o carro estivesse, eles estariam próximos. O clube estava deserto. Só funcionários limpando as piscinas. Vejo uma fileira de carros (provavelmente dos funcionários) e bem mais ao longe avisto o carro de mamãe. Confirmei pela placa.

Estacionei onde eles não iriam ver o carro que eu dirigia. Fiquei olhando pra ver se via algo. Coloquei um boné e um óculos escuro e decidi me aproximar. Eles não estavam no carro. Eles tinham estacionado bem no final e dali pra frente só havia um espaço enorme com altas árvores e muitas plantas. Tinha uma pequena trilha que contornava o fundo do clube. Essa trilha seguia o muro, que era uma cerca viva de um lado e do outro as arvores. Fui com calma pra ver se avistava alguma coisa. Já bem longe do estacionamento, eu continuava andando e não via nada. Comecei a ficar puto. Onde eles estariam? Chego ao final da trilha e nada.

Eles so poderiam ter entrado na mata entre as arvores. Eu faço o caminho de volta mais atento ao lado de dentro das árvores. Nada. Já chegando de volta no carro, vejo Beto abrindo o carro de mamãe. Ele estava apenas de short e pegava algo no porta-luvas. Vi que ele saiu com uma bolsinha que era de mamãe. Beto foi quase que correndo pra dentro das arvores. Não perdi tempo. Fui atrás. Deu pra seguir. Vi que eles tomaram um rumo diferente onde ninguém poderia aparecer. Quando me aproximo, vejo mamãe deitada num colchão inflável estendido no chão gramado. Era um espaço entre as arvores. Não sei como eles tinham achado aquele lugar, mas era perfeito para quem não queria ser incomodado. Ela estava de costa com um maiô preto. Não era um biquíni como aqueles de costume. Era um fio dental. Ela so podia ter comprado aquilo há pouco tempo pq não lembro dessa vestimenta. Beto senta ao lado dela e fica olhando. Ele começa a falar:

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– Gostou da ideia de vir pra cá mãe?

– É melhor do que ficar arriscando naquele estacionamento do parque neh! La tava muito perigoso. Aqui pelo menos é fechado e a gente pode ficar fora do carro.

– Verdade, mãe. E aqui tem mais liberdade. Vc gostou do maiô que eu escolhi pra vc?

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– Só vc mesmo Beto. Eu jamais usaria essa peça na frente de alguém, principalmente do seu pai. Mas ele valoriza muito meu corpo.

Mamãe deitada de costa falou isso olhando para seu próprio corpo. Era surreal. Era um maiô preto muito cavado na bunda e com detalhes que deixavam suas costas abertas. Era que nem os maiôs das panicats daquele programa. E a sua pele branca contrastava com a cor preta da peça. Beto sentado ao lado dela disse:

– Então, mãe. Fui la no carro e peguei o óleo que eu tinha te falado. Aproveitei e chequei o lugar como a senhora pediu. Não vi nada de estranho.

Mamãe ainda tinha a preocupação de verificar o lugar. Aquilo era sinal de que alguma coisa iria acontecer. Eu logo descobriria.

– Relaxa mãe. Vou passar esse óleo com muito carinho ta.

– Toma cuidado em Beto. Não vai fazer besteira (até parece).

Ela deitou a cabeça enterrada no colchão inflável. Sem cerimônia, Beto subiu na bunda dela, desamarrou o maiô na parte de cima e começou a passar nas costas. Ao mesmo tempo em que ele passava, o movimento do seu quadril pra frente e pra trás demonstrava que Beto tirava proveito da situação. Logo confirmei pq vi do seu short o pau duro. Ele passou nas coxas, nos pés e deixou a bunda por último. Antes de ir para aquele monumento, ele disse a mamãe:

– Mãe, vou tirar meu short. Ta apertado.

– É Beto! To vendo pq ele ta apertado.

Ele deu uma risadinha junto com ela e foi tirando. O grau de liberdade dos dois já era bem elevado. Mamãe não se incomodava com as investidas de Beto. Parece que ela tinha aceitado. Mas até onde ela iria? Beto ficou em cima das coxas dela e começou a alisar aquela bunda. Ele parecia escravo daquele pandeiro enorme. Redondinha, estufada, carnuda. Como meu próprio irmão declarou, era a bunda da Nina Lins. Que fenômeno! A medida em que Beto passava, seu pau quase saia da sunga. Ele tava muito focado. Sabia que ele tomaria alguma atitude mais ousada a qualquer momento. E eu não me equivoquei. Uns 10 minutos naquela posição, Beto abaixou o maiô de mamãe até a cintura e foi forçando cada vez mais pra baixo. O maiô dela já mostrava o inicio de seu rego. Beto apontou o pau pra fora da cueca e com uma mao ele alisava o pinto e com a outra a bunda de mamãe. Ele enfiava a mao bem no meio da banda. Com certeza ele se encostava no cuzinho dela. De repente ele pede:

– Mamãe, vira de frente

Com uma cara bem tranquila, mamãe vira. Ela deixou os peitos a mostra. Beto diz:

– Tem uma coisa que eu quero fazer mãe. Uma coisa que não dava pra fazer no carro.

– O que é Beto?

– A senhora já fez uma espanhola? (não é possível que ele iria propor isso?)

– Espanhola? O que é isso?

– Nossa mãe! Vc é uma santa mesmo. Vou te mostrar.

Beto subiu em mamãe, tirou a cueca, posicionou a rola entre seus peitos siliconados e começou um vai e vem. Beto segurava os peitos de mamãe. Um em cada mão. Ele fazia um lento movimento. Mamãe tinha um sorriso no rosto como se tivesse descoberto um novo jogo. Talvez pra ela muita coisa fosse novidade. Ela era muito inocente em termos de sexo. Beto apenas aflorava os desejos dela, pq em momento algum ela não se mostrou indisposta. Beto continuou:

– Nossa mãe. Esses seus peitos são demais. Vc viu o que é uma espanhola agora? Nunca tinha feito?

– Ai filho, nunca. O seu pinto fica quase encostando no meu queixo. Mas é legal. Realmente não dava pra fazer no carro neh rsrsrsrs. O seu pai não gosta dessas coisas. Ele só faz praticamente papai e mamãe. E já tem um bom tempo que ele não faz nada.

– Sério, mãe? Quanto tempo vcs não transam?

– Ai filho… Isso é pergunta que se faça?!

– Mãe… Eu to com o pau no meio dos seus peitos. Isso é o de menos.

– Aaaa menino insolente. Ta bom! Tem uns 40 dias.

– Nossa vc deve ta doidinha. Como ele pode ser tao brocha assim? Ainda mais com um avião desses.

– Não fala isso Beto. Ele é seu pai! Respeita pq ele é um bom homem. Além disso, nem precisa ficar com rodeios pq eu sei o que vc realmente quer. E isso vc nunca vai conseguir. Vc já tentou dentro do carro e eu não deixei. Então nem insiste ta.

Aquelas informações me deixaram perplexo. Com certeza, nos encontros dentro do carro, Beto evoluiu bastante nas suas tentativas, mas aparentemente ele não tinha comido mamãe. Eu tava muito excitado. O pau de Beto era muito grosso. Ficava apertado naqueles peitos siliconados. E no vai e vem a cabeça ficava encostando quase nos lábios de mamãe. Beto ficou meio com raiva pelo que mamãe disse. Dava pra ver na cara dele. Ele fala:

– Ah é… Tudo bem, mas eu vou fazer o que eu quiser, tirando isso. Do jeito que eu quiser.

Mamãe com um sorriso irônico disse:

– Vc que sabe, meu amor.

Com muita raiva, Beto para, vira mamãe de costa e abaixa o maiô dela até o calcanhar. Caralho que bunda gostosa da porra. Não aguentei. Eu tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar. Beto, com muita ignorância coloca o pau no meio da bunda de mamãe. Apesar do pinto grande, ele quase sumia naquela bunda. Com ódio nos movimentos, Beto ficou esfregando o pau na bunda dela. Era praticamente uma foda. Beto puxava os cabelos de mamãe e alternava dando tapas naquele bundao. Por estar com raiva, ele começou a falar muita baixaria:

– Não vai deixar eu te comer não? Então sente a minha rola passando no seu cu, sua vadia! Vc é uma depravada, isso que vc é! Só tem a cara de santinha. Empina esse rabo vai! Empina que seu filho roludo ta mandando, piranha do caralho.

– Para de falar besteira, seu moleque. E não adianta ficar com raiva. Vc não vai ter o que quer.

– Vamos ver então! Eu já cheguei muito longe. Mais cedo ou mais tarde vc vai me dar essa buceta apertadinha. Vai me dar até esse cuzinho. Agora fica de quatro, sua puta.

Mamãe obedece prontamente e fica olhando pra trás. Fica olhando pra cara de Beto e diz:

– Eu jamais deixaria vc me comer por trás. Eu nunca fiz nada por ai. Eu sou virgem por trás.

Beto virou um animal depois que ouviu isso. Saber que aquele bundão era virgem e que Beto poderia arrancar aquele cabaço o deixou louco. Ele esfregava o pau no meio da bunda dela de quatro e dedilhava a buceta de mamãe. Ela gemia. Ela começou a fazer movimentos pra frente e pra trás e a rebolar.

– Vai querido, goza logo! Já ta na hora de voltar pra casa.

– Eu vou gozar sua safada. Vou encher sua bunda de gala. Eu te amo, mãe! Amo a sua bunda, o seu corpo. Vc é minha. Eu sou seu macho. Vai! Fala que eu sou seu macho, vai!

– Para, Beto! Não me obriga a falar isso. Eu amo seu pai. Isso tem que parar. Vc já ta ficando doente.

Beto aumentou o ritmo das sarradas e dedilhava com força a buceta de mamãe. Ele pegou os dedos enfiou na boca, sentiu o gosto daquela buceta e pôs de volta na xereca dela.

– Vai, fala logo. Quero nem saber. Ummmm que delicia o cheiro dessa buceta apertadinha. Vou torar vc mais cedo ou mais tarde. Vai piranha! Fala quem é seu macho.

Nisso, Beto enfia dois dedos na buceta dela. Mamãe da um longo e fino gemido:

– Shhhhhhhh… Cacete! Vc é louco. Faz isso não. Eu to sem transar há muito tempo. Isso é covardia.

Beto começou a enfiar os dedos dentro da xereca dela. Dava pra ver que escorria um suco de sua buceta. Ela tava pingando de tesão.

– Goza pra mim vai mamãe. Sua mãe safada que fica mostrando o rabo pro filho! Fala quem é seu macho fala!

– AAAAA SEU FDP!! Quer ouvir!? Vc é meu macho, seu bastardo. Vai! Passa a rola na sua mãe. Esfrega até gozar. É isso que vc sempre quis neh!? Então aproveita. Aproveita desse meu corpo gostoso que só vc pode ter. Me faz gozar tarado. Masturba a mamãe vai. Ela ta quase lá.

– Fala que eu vou te comer! Fala que vc vai deixar. Só pra eu gozar vai mãe. Fala!

– AAA quer socar a rola na minha buceta, quer? A mamãe deixa! Quer deflorar sua própria mãe seu tarado incestuoso!? Essa rola ia arrombar minha buceta. Seu pervertido. Seu doente. Goza pra mim vai! Goza que eu to gozando agoraaaaaaaa…

Num longo gemido, mamãe goza. Ela sai da posição de quatro e deita no colchão. Ela estava exausta. Beto não se cansava. Ele continua sarrando o pau na bunda dela. Num gesto de muita ousadia (a maior até então), ele para e posiciona o pau na entrada da buceta dela. Ele vai tentando colocar devagar. Acho que ele conseguiu colocar a cabecinha, pq Beto deu um gemido e disse “caralhoooo”. Quando ele fez um movimento pra trás e empurrou pra frente, mamãe se afastou e disse:

– Ta louco é!? Aí não menino. Já disse que aqui vc não tem vez.

– Mas vc disse que deixava?

– Era só pra vc gozar logo.

– Mas eu ainda não gozei.

-Entao goza, mas sem gracinhas.

Com raiva, Beto põe mamãe de joelhos e diz.

– Vou gozar na sua boca, que é o que vc merece. Vc vai me dar. Vc sabe que vai. Não tem como escapar. AAAAA… Abre a boca vadia. Abre que eu vou gozar e vc vai engolir tudooooo…

Beto dá um urro bem alto. Ele enche a boca de mamãe que estava aberta. Transbordou e caiu nos peitos dela. Beto disse:

-Engole tudo. Não derrama nada.

Mamãe obedece. Com uma cara de nojo ela bota pra dentro. Beto deita no colchão e fica um pouco. Mamãe pega uma toalha na mochila e vai se limpando. Eu aproveito pra gozar. Ela diz:

– A gente tem que passar na farmácia.

– Pq?

– Pq vc é um idiota. Vc colocou a cabeça do seu pinto nos lábios da minha periquita. Eu não posso engravidar, Beto. Vou precisar de uma pílula. Isso vai desregular minha menstruação. Ta satisfeito?

– Ah, mãe! Pensa na minha situação também. Não é fácil me segurar. Vc falando aquelas coisas me deixou louco.

– E eu já to mais que arrependida por tudo isso. Não quero que as coisas saiam do controle, Beto. Numa dessas a gente se enrola. O seu pai é vasectomisado. E se eu engravido? Acabou meu casamento e tudo na minha vida. Vamos parar com isso por favor. Vc já teve o que quis.

– Vc gosta tb mãe. Vc fala isso agora, mas eu não te forcei a nada (isso era verdade).

– Depois a gente conversa pra chegar a um acordo e por um ponto final nisso, ok?

– OK, mãe. Mas eu vou querer uma contrapartida pra esse ponto final.

– Vamos embora Beto. Arruma tudo que já passou da hora.

Eles pegaram tudo e saíram. Eu dei um tempo e vazei tb. Na volta fiquei pensando. Se Beto já tinha praticamente feito quase tudo com mamãe, a contrapartida que ele queria pra encerrar aquela história só representaria uma coisa. Fazer sexo com mamãe. Penetrá-la e satisfazer seus desejos. Talvez seu maior sonho.

O próximo conto será bem extenso. Vou tentar relatar o desfecho dessa loucura que acontece na minha família. Preparem-se…

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