Minha mãe e meu irmão adotivo – Apogeu

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Saudações, ávidos leitores. Eu sei que demorei bastante pra publicar o que vocês tanto queriam ver. Apesar disso, acredito que valerá a pena a espera. Justifico minha demora por conta da rotina puxada e por uma sequência de fatos que talvez eu relate em um futuro próximo. Reitero a veracidade dos fatos que serão narrados logo abaixo. Peço perdão antecipadamente por possíveis erros ortográficos. A história ficou grande e não tive tempo suficiente de revisar possíveis equívocos, apesar de fazer questão em relatar tudo com um bom português, o que faz toda diferença. Enfim, vamos ao caso:

Já era umas sete da noite de sábado quando decidimos nos arrumar. Precisávamos estar no baile as oito e meia. Mamãe na verdade, que estava toda empolgada, já tinha começado os preparativos de sua vestimenta, maquiagem e cabelo, no meio da tarde. Umas sete e quarenta e cinco, saí do quarto e fui esperar na sala. Eu mexia no meu celular, enquanto meu pai, já todo irritado por conta da demora de mamãe, tentava apressá-la. Oito em ponto mamãe saiu do quarto. Sei que já falei isso aqui várias vezes, mas dessa vez foi diferente. Quando olhei pra ela quase não acreditei como uma mulher pode ficar tão gostosa daquele jeito. Ela vestia um vestido azul de tom escuro com alças finas. O vestido tinha um detalhe que fazia muita diferença. Ele era bastante apertado. Era tão justo que facilmente mostrava os contornos das cochas de mamãe e desenhava sua cintura de uma forma absurda. Além disso sua bunda era um show a parte. Sempre fui escravo daquele rabo, mas naquela noite ele parecia mais apetitoso ainda. O vestido permitia fazer um volume em seu traseiro que mamãe colocava no bolso qualquer panicat. Além disso a parte de cima não deixava a desejar. O vestido permitia um decote generoso. Além disso o vestido de mamãe era um pouco ousado pra ocasião. Ele ia até a metade das cochas e, na parte de trás, deixava metade das costas em evidencia. Era muito provocativo. Eu que já estava maluco, fiquei babando com aquela cena. Além disso mamãe tinha se maquiado de forma bem delicada, mas que deixava em destaque seu lindo rosto. Ela tinha passado um lápis preto que destacou bastante seus olhos. Mamãe olhou pra papai na sala e perguntou:

– E aí, como ficou?

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Eu, se fosse ele, teria enchido mamãe de elogios, claro. Mas se tratava de papai: um cara extremamente grosso que nunca soube valorizar o que tinha em casa. Ele simplesmente disse:

– Tá bonita, mas precisava ter enrolado tanto? Eu tenho hora pra chegar.

Aquilo foi um balde de gelo na cabeça de mamãe. Sei como ela estava na expectativa de melhorar as coisas no seu casamento. E aquele maldito comentário de papai pode ter influenciado de forma muito negativa suas expectativas. Vi que mamãe ficou chateada. Ela so pegou a bolsa e se dirigiu ao carro. Naquela hora percebi o quanto papai merecia a traição. Na verdade entendi melhor minha mãe. Era muita areia pra ficar encostada em um caminhãozinho que não saia do lugar. Decidi que, se houvesse uma oportunidade ali, eu entraria de sola sem me importar com a consideração em relação ao meu pai. Quando estávamos entrando no carro, pude ver (pq estava logo atrás de mamãe) algo que ainda não tinha percebido: sua calcinha. Na verdade, só percebi pq estava muito perto dela. Era uma calcinha minúscula de cor preta. Parecia mais uma lingerie. Acho que ela tinha planos com papai para aquela noite, mas o começo não tinha sido nada promissor. Eu que não sou bobo passo a frente dela e abro a porta do carro, fazendo as vezes de um cavalheiro. Mamãe dá um sorriso amarelo e entra no carro. Quando ela sentou no banco e estava se ajeitando, vi que por conta do vestido relativamente curto, sua calcinha ficou a mostra. Realmente era uma peça preta. Eu já fiquei com o pau armado ali mesmo. Mamãe me olha já sentada no banco e diz:

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– Pela sua gentileza.

Eu entendi duas coisas naquele momento. A primeira era que mamãe já estava puta de raiva com papai. A segunda e mais importante era que, se tudo piorasse para o lado dele, com certeza melhoraria para o meu. A chama da esperança se reascendeu e eu só precisava de uma oportunidade. Para a minha felicidade, o imbecil do meu pai foi reclamando o caminho todo pela demora de mamãe. E nós nem estávamos atrasados. Era pura vaidade dele. Mal ele sabia o quanto ele estava arriscando com aquela briga boba. Mamãe nada falava, mas sabia o quanto ela estava furiosa por dentro. Chegando no clube encontramos um lugar pra estacionar um pouco longe da entrada. Papai novamente culpou mamãe. Quando ele manobrou o carro na vaga e desligou o motor, já foi descendo e disse:

– Eu vou na frente pq preciso recepcionar as pessoas. Encontro vcs lá na porta pq vc é muito enrolada.

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Que vacilão! Eu que não sou bobo, desço mais do que de pressa pra abrir a porta pra mamãe, na esperança de ela me presentar com aquela visão magnifica de sua calcinha. Quando abro a porta, ela estava colocando as coisas na sua pequena bolsa de mão. Eu espero mais um pouco enquanto vejo papai ao longe andar apressado e de outro ângulo, as pernas torneadas de mamãe. Quando ia descer do carro, ela me disse:

– Me ajuda Gustavo.

Ela estendeu sua mão e eu a peguei pra servir de apoio. Mamãe passou a perna direita pra fora abrindo bem o compasso. Na verdade, acho que ela abriu mais do que o necessário, pois pude ver em evidencia sua calcinha. E mais do que isso. Vi que a parte da frente era de renda e como o carro havia ficado embaixo de um poste, estava muito claro. Percebi que mamãe tinha se depilado por inteiro na parte da frente. Pude ver em milissegundos, que a calcinha era tão pequena, que logo abaixo da buceta, o pequeno fio sumia no meio das suas polpas. Eu fiquei babando. Certamente meu pau também já estava babando. Ela demorou mais do que o normal pra sair do carro. Acho que ela queria que eu a visse daquela forma. Quando ela finalmente saiu do veículo, eu fechei a boca. Mamãe então disse:

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– Ainda bem que temos um cavalheiro nessa família.

– Alguém precisa acompanhar essa dama. Aliás a dama mais bonita da festa.

– Como assim Guga? Vc nem viu as outras mulheres da festa ainda.

– Não preciso. Vc é sem dúvida a mais linda mamãe.

Ela olhou pra mim com um sorriso que revitalizou sua autoestima. Ela precisava de um elogio desses. Com isso eu so ia ganhando pontos. Quando estávamos saindo, mamãe disse:

– Guga, se controla aí embaixo filho.

Quando olho vejo que estava ereto. Estava de calça social, o que deixava evidente o volume.

– Velhos hábitos nunca mudam, neh mamãe!

– Eles insistem em voltar kkkkkk…

Eu fiquei contente com aquela resposta de mamãe. Sabia que toda aquela situação tinha mexido com ela e a noite estava só começando.

Já na porta de entrada nos encontramos com papai e alguns de seus amigos e familiares. Cumprimentávamos os que conhecíamos e papai apresentava os desconhecidos. Nesse meio tempo, eu via como os homens olhavam pra mamãe. Mesmo os amigos de papai, em momentos precisos miravam para aquela bunda. Posso imaginar o que se passava na cabeça deles. O sonso do papai nem percebia nada. Nós entramos e nos sentamos. Como papai fazia parte da solenidade, ficamos na mesa eu e mamãe. Aproveitamos pra conversar bastante. Percebi a irritação de mamãe com papai.

– Eu me arrumo como nunca pra esse imbecil e a única coisa que ele sabe fazer é brigar comigo. Olha lá! Agora fica só paparicando os amigos dele. Ele é tão idiota. Duvido que ela ficaria assim se soubesse como os amigos dele me olham.

– Então vc também notou, mãe?

– E vc acha que isso é novidade pra mim. Sempre que saímos, os amigos dele faltam me comer com os olhos. Se eu fosse outra até daria moral só pra descontar a raiva que ele me passa. Vontade que eu tenho é de sair dando pro primeiro que estiver na frente.

Eu me surpreendi com aquela fala. Ela estava muito mais irritada do que eu imaginava. Tentei fazer uma piada. Me posicionei na frente dela e disse:

– Tá aí. Sou o primeiro…

Sorri pra ela e ela sorriu de volta quebrando aquele clima pesado. Depois disso mamãe me pediu:

– Filho, pega uma taça de champanhe pra mim por favor.

– Ué, mãe. Vc nunca bebe. Tem certeza?

– Sim. Hoje quero fazer coisas que nunca fiz… Pode ser?

Não sei se era coisa da minha cabeça, mas ouvi uma ambiguidade naquela frase. Fui correndo e peguei o champanhe. Em pouco tempo mamãe bebeu uma e logo pediu outra. Da segunda vez sentei ao seu lado. Estávamos em uma mesa redonda que cabia quatro pessoas. Era no canto da parede a mesa possuía um pano que se estendia quase ao chão. Ou seja, a parte de baixo não era visível pra quem estava em pé. Eu que não sou bobo sento ao lado de mamãe e de pronto coloco a mão em suas cochas por cima do vestido. Sabia que se houvesse repreensão por parte dela, seria naquele exato momento, mas para minha felicidade, ela fingiu que nada estava acontecendo. Na verdade, não estava mesmo. Eu só pousei minha mão em sua perna. Um ato normal. Talvez não tao normal pra mim que queria muito mais do que aquilo. Continuamos conversando amenidades enquanto papai fazia sala para seus amigos e superiores. O evento se desenrolava enquanto eu tentava ousar. Em certo momento eu olhava para um lado do salão, mas com a mão sempre nas cochas de mamãe. Decidi que era hora de progredir. Estava ao seu lado esquerdo. Com a mão direito pousada em sua cocha esquerda eu tento alisar mais a parte interna de sua perna. Já era bem na fenda do vestido. Uma situação bem mais intima compartilhada apenas por casais. Mas era eu ali no comando. Me fingi de desentendido e continuei a esfregar minha mão naquelas cochas. Que delícia. Vi que mamãe nada fizera. Talvez pela sua raiva e por conta das duas taças de champanhe. De forma inocente eu pergunto:

– Vai mais uma taça mamãe?

– Vc quer me embriagar é garoto?

– Claro que não!

– Sei. E essa mão ai embaixo?

– É só carinho. Um filho não pode acariciar sua mãe não?

– Acho que vc ta tentando acariciar em um lugar onde filho não pode.

– Mas a gente é diferente mamãe.

Mamãe só me olhou e terminou de secar a taça. Eu notei, enquanto ela terminava de beber, que suas pernas foram levemente arqueadas. Eu não dei bobeira. Aproveitei e introduzi mais ainda a minha mão, chegando a tocar de leve sua calcinha. Senti um choque percorrer meu corpo. Eu sabia que, com aquilo, eu estava no jogo ainda. Só que mamãe era jogo duro. Ela se levantou e disse que ia procurar meu pai. Eu fiquei sentado, pois se levantasse, meu pau me denunciaria. Mamãe levantou ajeitando o vestido que estava um pouco suspenso por conta da posição de sentada. Que bunda deliciosa… Naquele momento eu entendi que seria tudo ou nada. Ou eu conseguiria de fato comê-la aquela noite ou desistiria da ideia pq não queria atrapalhar mais a vida de mamãe nem impedir o progresso da minha. Então resolvi fazer de tudo pra que eu pudesse comer, ainda naquela noite, aquele rabo delicioso. Dei um tempo ali na mesa até meu pau abaixar. Já era quase meia noite e a festa estava bem agitada. O ambiente estava lotado. Resolvi ir ao banheiro. No caminho, vejo de longe papai e mamãe conversando um pouco afastado da multidão do salão. Pelas gesticulações, eles com certeza estavam brigando. Papai parecia esnobar as reclamações de mamãe. Não quis me aproximar. Resolvi ir ao banheiro e voltar pra mesa. Quando retornei do sanitário, mamãe já estava sentada com a cara enfurecida e, detalhe: ela estava com uma outra taça de champanhe na mesa. Quando sentei ao seu lado, pude ver o misto de raiva e frustração em seus olhos. Mulher com esse sentimento e bebendo álcool pode ser um perigo. Eu perguntei a ela:

– O que aconteceu agora, mãe? Cadê o papai?

– Eu nem quero saber daquele imbecil. Cansei de tentar valorizar nosso casamento enquanto ele só pensa em beber. Desde que chegamos ele sequer sentou a mesa com a gente e só sabe ficar babando o ovo dos amigos dele. Quero que ele se foda…

Aquelas palavras soaram forte, mas eu sabia que a situação daquela forma poderia me favorecer. Resolvi colocar lenha na fogueira.

– É, realmente ele mal ficou aqui com a gente. E justo hoje que a senhora é a mulher mais linda da festa. Acho que ele não sabe o perigo que corre deixando um mulherão desses por ai.

Mamãe deu um grande gole secando metade da taça, olhou pra mim e disse:

– É por isso que as vezes não me arrependo do que fiz. Parte disso é culpa dele.

– Parte disso não, mae. É tudo culpa dele. Se as coisas pioraram é pq ele sempre foi negligente. Ninguém pode culpar a senhora. Afinal, é escolha dele estar la. Eu por outro lado sempre vou ficar aqui com a senhora.

Mamãe olhou pra mim e me deu um beijo na testa. Nessa hora quase que seus seios decotados tocam a minha boca. Tenho certeza que ele fez de propósito. Depois disso, voltei a colocar a mão nas cochas de mamãe e alisar de leve. Pude ver que o champanhe estava fazendo efeito e mamãe já se soltava um pouco mais. Ficamos conversando amenidades até que em certo momento ela diz:

– Posso te fazer uma pergunta?

– Claro, mae! Diga aí!

Mamãe chegou mais perto de mim e de forma bem discreta perguntou:

– Vc realmente sente muito desejo por mim? Quer dizer… Vc me acha realmente muito gostosa?

Eu já sentia que a conversa era boa…

– Eu te acho fantástica mamãe. Seu corpo é maravilhoso. Eu sei que é pecado, mas não tenho culpa de ter uma mae tão gostosa.

Mamãe riu e completou com uma pergunta:

– E qual parte do meu corpo vc mais gosta?

– Ah, mae! Sem dúvida a sua bunda. Ela é perfeita. Redonda e firme, além de ser cheia e empinada. Nesse salão não tem uma sequer igual a sua. Eu nunca vou esquecer aquela imagem la no meu quarto. Foi muito gostoso.

– Vc sabe levantar minha autoestima filho. Obrigado pelas palavras. Se vc se comportar, eu te deixo dar uma olhadinha ainda hoje, ok?

Eu fiquei todo animado com aquele papo. Sabia que estava no caminho correto. Só faltava a oportunidade. Mas como??

Já por volta de uma da manhã, eu continuava conversando com mamãe. Papai papeava com todo mundo no salão e ele se apresentava bastante alterado pelo efeito das bebidas que tomara. Ele sentou na nossa mesa. Eu tirei a mão das pernas de mamãe, mesmo que ele não pudesse ver. Na mesma hora que ele sentou, mamãe levantou e disse que ia ao banheiro. Eu fiquei um pouco com papai pra ver o que ele ia falar. Não demorou:

– Sua mãe é muito chata. Não me deixa beber e fica implicando com meus amigos. Hoje vou beber até cair, só pra ela aprender quem manda aqui.

Papai sempre foi meio machista. E com esse pensamento ele só se ferrava, pois deixava mamãe dando sopa por aí. Eu que não sou bobo disse:

– Tá certo, papai. Aproveita pq o senhor tava esperando essa festa há muito tempo.

– Vlw garoto! Agora vai la e cuida da sua mãe, pq ela não está muito legal comigo. Não deixa ninguém chegar perto dela.

Eu me levantei e fui atrás de mamãe. Sai pensando que eu cuidaria de mamãe mesmo, mas não de um jeito que seria bom pra ele. Além disso, pelas palavras pouco delicadas que ele falava sobre mamãe, eu queria mais que ele se fudesse. Aquilo me deu mais gás pra eu tentar por meu pau naquela buceta.

Eu me dirigi até o banheiro feminino. Quando cheguei perto, vi que tinha uma fila enorme. Mulher demora muito no banheiro. Eu encontro com mamãe na fila e pergunto:

– Só tem esse banheiro neh?

– Só, filho e vai demorar! Eu não to me aguentando. Bebi muito champanhe.

Eu sabia que o clube era enorme. Então tive uma brilhante ideia.

– Mamãe, pq a gente não procura um lugar bem afastado pra vc fazer. Pelo jeito que ta aqui vc vai ficar uns 30 minutos na fila.

– Verdade neh… Então bora.

Mamãe nem pensou muito. Peguei na mão dela e fomos nos afastando da aglomeração. O lugar era muito bonito. Todo gramado e com várias decorações de jardins. Fomos para o lado do estacionamento onde o movimento era ermo. No final do estacionamento a luz já era bem fraca e havia umas árvores na parte de trás. Com certeza, não haveria ninguém ali. Mamãe olha pra mim e pergunta:

– Será que aqui ta legal?

– Deixa eu verificar.

No intuito de me prevenir, dei mais uma boa olhada. Certifiquei-me que não havia realmente ninguém. Mamãe olha pra mim e diz:

– Então tá!

Ela vira de costas pra mim. Nós estávamos atrás de uma arvore e a claridade da luz de um poste iluminava bem pouco o ambiente, mas o suficiente pra ver tudo. Mamãe, sem cerimônias, levanta o vestido. Vi aquela perfeição de bunda numa calcinha fio dental preta socada. Foi por instinto que peguei no meu pau. Eu só fiquei observando mamãe abaixar a calcinha também. Como ela podia usar uma peça tão pequena…

Mamãe olha pra trás e me vê naquela situação e diz:

– Se segura aí filho kkkkkk

Ela estava meio alta por conta da bebida. Em situações normais não faria aquilo nem a pau. Eu tinha que aproveitar. Então eu digo.

– Tira a calcinha toda, pq senão vc vai se sujar mãe. Nem tem papel aqui.

– Verdade.

Ela levanta e tira a calcinha e diz:

– Segura ela pra mim filho.

Eu não só segurei, mas assim que ela me deu, eu cheirei bem gostoso. Mamãe viu tudo e só de uma risadinha. Vi que se fosse pra agir ali seria o momento. Então eu digo:

– A senhora se importa seu eu também me aliviar.

Mamãe de costas pra mim diz:

– Claro que não filho.

Eu desafivelo o cinto e puxo o zíper pra baixo. Eu não queria mijar. Queria botar meu pau pra fora e comer aquela mulher. Enquanto ela estava de costa urinando eu ficava olhando aquela bunda e vez ou outra cuidava pra ver se não havia ninguém por perto. Mamãe percebe que eu não estava mijando e diz:

– Eu não tô escutando barulho de xixi, filho. O que o vc ta fazendo, hein?

– Nada demais, mamãe.

Nisso, mamãe se vira, ainda agachada e se depara com minha pica dura quase na cara dela. Ela já tinha acabado de urinar, mas ainda continuava na posição de cócoras. Foi estranho pq ela ficou me olhando e eu mexendo no meu pinto, olhando-a de cima, vendo aqueles peitões deliciosos. Ela então diz:

– Vc é um tarado neh. De pau duro pra mamãe.

Eu não aguentei aquelas palavras. Sabia do clima de sacanagem que pairava ali. E num surto de tesão, eu simplesmente ponho a mão direita na nuca dela e forço sua cabeça pro meu pau. Não precisou de muito, pois ela já foi abrindo a boca e me chupando. Eu soltei um gemido abafado na hora. Estava esperando aquilo há bastante tempo e ia aproveitar. Sabia que pela circunstancia mamãe também queria. Na verdade, era uma vingança pelas trapalhadas de papai. Eu via aquela cena maravilhosa de cima. A bunda de mamãe era tão grande e gostosa que, de cima, eu conseguia ver o relevo que ela fazia. O contorno perfeito de uma bunda redonda e grande. Aquilo so me enchia de tesão. Eu já fazia um movimento de foda naquela boca que agasalhava meu pau. Mamãe alternava entre chupar e lamber. As vezes até lambia e chupava o saco. Isso demonstrava toda a vontade dela no sexo oral. Eu que já tava maluco pra gozar, resolvi segurar um pouco, pois sabia que aquilo poderia render mais do que um boquete. Mas eu queria esculachar. Então começo a provocá-la:

– Tá gostando de chupar a rola do seu filho, tá safada. Chupa gostoso vai.

Eu não esperava resposta de mamãe, mas acho que por conta do álcool ela me surpreendeu:

– Que rola gostosa, filho. Vou chupar até vc gozar na minha cara. Goza nos meus peitos. Já que seu pai não quer, chupa vc, vai. Mostra pra ele quem é o macho lá de casa.

Aquilo me deixou transtornado. Eu apertei ainda mais a cabeça dela contra meu pau fazendo um garganta profunda. Mamãe deu uma engasgada e ficou com a cara vermelha, mas não parou. Eu tentava me conter pra não gozar, mas tava ficando difícil. Ela então diz:

– Seu tarado safado. Tá doido pra passar a rola na sua mae neh. Ta doido querendo esse rabo aqui neh. É isso que vc quer filho. Comer a pepeca da mamãe?

Em meio a gemidos eu digo:

– Quero muito sentir vc. Quero colocar meu pau nessa buceta quente. Encher vc de porra.

– E vc vai me xingar, enquanto mete na mamãe vai?

– Vou até de dar uns tapas, sua cachorra safada…

Mamãe me olha e batendo punheta pra mim agachada diz:

– Nossa, desse jeito eu vou até repensar na minha promessa…

Foi o limite pra mim. Ela não iria mais me provocar e sair fora. Eu olhei pra mamãe, peguei no braço direito dela fazendo a levantar e disse:

– Não aguento mais.

Levantei mamãe e ainda de costa fui colocando meu pau entre suas pernas. Ficou meio desajeitado, mas aos poucos consegui chegar na porta da buceta dela. Mamãe entre gemidos me pedia calma. Eu só queria colocar. Então, assim de repente, tudo aquilo que eu vinha sonhando há mais de um ano e meio aconteceu num ato sublime. Meu pau escorregou dentro daquela buceta que estava super molhada. Pude ver que mamãe estava excitada. Era quente e aquela xana agasalhava meu pau de uma forma incrível. Comecei a meter de leve. Eu segurava as ancas de mamãe enquanto ela empurrava aquela raba enorme contra meu corpo. Não aguentando de tesao, mamãe escora numa arvore e empina mais ainda sua bunda. Eu queria aproveitar cada segundo daquele momento. Metia gostoso. Alternava abrindo as bandas da bunda dela e vendo seu cuzinho piscar. A cada minuto eu parava de meter pra evitar o gozo. Minha rola pulsava forte. Mamãe so gemia de leve e fazia sons como se estivesse com tesao. Meu sonho finalmente se realizara e eu aproveitaria cada instante. Comecei a dizer:

– Vai, mamãe, me da a buceta gostoso. Safada… Sabia que vc ia me dar!

– Ai, cacete, que tesão. Vc finalmente conseguiu neh… Mata sua tara vai! Anda logo que tá perigoso.

– Vou gozar quando eu quiser, safada! Rebola pra mim vai. Rebola que nem uma vadia.

Incrivelmente mamãe rebolou. Nessa hora tive que tirar o pau pq senão ia gozar. Esperei uns 15 segundos e voltei a meter, dando um tapa na bunda dela. Sabia que mamãe estava no clima, por isso resolvi descer o nível:

– Puta safada. Me provocou a vida toda com essa bunda. Agora vai me dar todo dia. Aquele corno não te come, mas eu como.

– Eu queria dar pra ele hoje. Me arrumei toda e ele nem notou. Ele merece chifre mesmo. Vai puto, coloca chifre no teu pai. Mete na minha xereca vai! To mandando vai… Mete cachorro.

Eu acelerei os movimentos. Nessa hora eu abaixei as alças do vestido dela pra poder chegar aos seios de mamãe. Segurei forte com as duas mãos aqueles peitos siliconados e metia que nem um doido. Percebi que a metida fazia um barulho que poderia ser ouvido a certa distância: POC POC POC POC… Eu já não me importava. Só queria continuar metendo. Devemos ter ficado uns 10 minutos naquela posição. Eu já estava de uma forma que mesmo não fazendo movimento algum, meu pau pulsava pra gozar. Não podia mais resistir. Sabendo da oportunidade preciosa, resolvi parar a metida e agachei pra chupar aquela buceta. Caralho que delícia. Escorria um melzinho da bucetinha apertada de mamãe. Eu metia a língua la no fundo. Ela simplesmente delirava:

– Shhhhh… Vai chupa Guga… Que delícia. Ai tarado. Chupando a buceta da própria mãe. Vc não tem vergonha? Se seu pai sonhar… Shhhhh aí isso continua.

Ficamos uns 3 minutos assim. Como eu disse, não saberia se teria uma oportunidade como aquela novamente. No outro dia mamãe poderia se arrepender de tudo e me colocar pra trás. Então, precisava agir pra fazer tudo aquilo que queria e naquele momento só me faltava uma coisa…

Virei mamãe novamente de costas, com o vestido levantado e os peitos de fora. Seu cabelo já estava um pouco bagunçado. Fiz ela escorar as mãos na árvore novamente. Peguei meu pau que tava todo melecado e comecei a pincelar na entrada daquele cuzinho. Como a bunda dela é muito grande, tive que abrir uma banda com a mão. Mamãe percebendo minha intenção disse:

– Ai, filho! quer comer o cu da sua mãe é? Aí dói demais amor. Mamãe não vai aguentar.

– Eu vou colocar devagar mãe.

Fui falando isso e já empurrando a cabeça naquele buraco apertado. Na verdade, eu queria era judiar daquele cu. Iria descontar todas as raivas e vontades que passei por causa daquele corpo. Era minha vingança. Quando encostei a cabeça na porta do cuzinho dela, não pensei duas vezes: empurrei de uma só vez. Mamãe deu um gemido meio alto e disse:

– Ai caralho. Ta doendo…

– To nem aí mãe. Não saio daqui sem comer esse cu. Ele é meu agora.

– Ai filho da puta… Come vai. Come esse cu. Tanta gente que deseja esse cu e eu dou logo pro meu filho… Shhhh caralho tinha esquecido como dói…

– Tinha esquecido neh… Quando vc dava pro Beto sua puta. Acha que eu não sei neh… Ele já comeu esse cuzao neh…

– Ai mlk cala a boca… Vc não sabe de nada. Acha que foi pq eu quis… Aquele garoto não me deixava em paz um só dia. Me comia todos os dias praticamente. Eu ficava assada. Aquela rola grande dele…

Vi que essa conversa despertou algo em mamãe. Ela começou a gemer mais alto e agasalhou meu pau no cu dela por completo. Minha virilha já batia em sua bunda. Resolvi provocá-la pra ver o que ela dizia:

– Vc sente falta de dar pra ele neh sua piranha? Dando praquele bastardo. Agora ele ta comendo outra e vc fica aí…

– A escolha foi dele. Ele que quis arrumar aquela vadiazinha… Quem perdeu foi ele…

– Se não fosse isso vc tava dando pra ele até hoje? Fala a verdade…

Era estranho. Ao mesmo tempo que tava comendo o cu da minha mae a gente ficava naquele papo. Estranhamente aquilo me excitava. Saber que ela era uma vadia me deixava louco. Acho que ela também se excitava. E, por conta da bebida, ela falava tudo. Mais do que transar com ela, eu tinha a chance de saber suas reais intenções, naquela noite. Por isso, enquanto eu comia, também instigava:

– E vcs nunca mais fizeram nada? Como ele pode largar de comer uma bunda dessas?

– Aí vc tem que perguntar pra ele, filho. A culpa não é minha. Só sei que foi melhor assim. Pelo menos aquele perigo todo de ser flagrada acabou. Ainda bem que eu posso contar com seu silêncio. Na verdade, muito do que ta rolando aqui é pra vc não se sentir menosprezado. Amo vcs de forma igual.

Sabia que mamãe fazia aquilo não por conta do meu silencio, mas pq no fundo ela curtia essa parada de perigo e incesto. Além disso, uma cavala daquela precisava trepar. Eu ia dar pra ela o que ela tava querendo há muito tempo. Só que aquela chance poderia ser única não pelo fato de eu só comê-la uma vez, mas por poder ter a chance de saber o que ela realmente sentia quando dava praquele bastardo. Eu iria saber se era por pena, por medo ou por que queria mesmo… E ela logo me revelaria:

– Vc não me respondeu mamãe… Nunca mais fizeram nada?

– Nunca mais. Shhhh vai mete e termina logo… Seu pai deve tá procurando a gente. Já são quase duas e meia da manhã.

– Só mais um pouco mamãe. To quase gozando nesse cuzinho…

Então termina logo que eu vou sair em 2 minutos.

Enquanto eu cadenciava naquele cu por trás, ficava imaginando a vadia que eu tinha nas mãos. Mamãe tirou as mãos da árvore de repente, firmou bem os pes no chão e disse:

– Segura na minha cintura.

Obedeci prontamente. Ela pegou as mãos e abriu as duas bandas da bunda revelando aquele cuzinho rosa, que já se mostrava vermelho pelo castigo que estava recebendo. Aquilo aumentou minha vontade de gozar em mil por cento. Senti que não ia segurar. Antes eu fiz minha ultima pergunta enquanto bombava:

– Posso te fazer uma última pergunta mamãe?

– Só se vc gozar agora…

– Tá bom… Vc teria coragem ainda de dar pro Beto?

Quando disse isso mamãe deu um gemido fino e acelerou os movimentos. Tirou uma mão da bunda e levou na buceta. Ela estava se masturbando enquanto me dava o cu. Mamãe olhou pra trás e me deu uma resposta surpreendente:

– Ai filho, já que vc sabe guardar segredo, vou te contar uma coisa. O Beto não tem só a rola enorme. Ele sabe comer uma buceta. Quase todo dia eu penso no que aconteceu e… Vou te confessar…

– Fala cachorra! Fala sua puta, vadia dos infernos… mamãe vagabunda do caralho…

– Se ele me provocar de novo, com certeza eu dou pra ele. É só ele querer… Shhhhhh aaaaa caralhooo que saudade daquela pica enormeeee…. AAAA TO GOZANDO FILHOOO.

Foi o meu limite. Num misto de tesão e raiva, eu gozei tudo que tinha acumulado dentro do cu de mamãe. Segurei suas ancas com tanta força que ela ficou toda marcada. Minha vista escureceu e logo voltou, assim como s força das minhas pernas. Mamãe também cambaleou, mas logo soltou a mão da bunda e da buceta e se apoiou na árvore. Ela tremia as pernas, ao mesmo tempo em que abaixava a cabeça. Acho que o orgasmo dela foi muito forte. Dei uns 30 segundos e, enquanto meu pau pulsava dentro daquele cuzinho que se contraia, fui tirando de dentro dela. Mamãe me pediu a calcinha. Ela se agachou e me disse:

– Vai ficar de olho enquanto eu me limpo.

Eu me afastei e fiquei a esperando na trilha de pedra. Olhei para os lados e não havia sinal de ninguém. Dali vi o risco que corremos. Da distancia de onde estávamos, era possível talvez perceber nós dois. Falo isso pq ao longe via mamãe. Claro que só seria possível nos ver se tivéssemos feito barulho, até pq ninguém anda olhando para árvores à noite. Ali ao longe, vejo mamãe de cócoras se limpando com a calcinha. Acho que meu gozo estava saindo de dentro do seu cu. Tenho certeza que gozei muito. Vendo que pouco adiantava, mamãe joga a calcinha no mato e sai dentre as árvores ao meu encontro. Ela me diz:

– Preciso ir ao banheiro. Seu negócio logo vai escorrer.

– Eu te acompanho até a porta.

– Não precisa. Vai achar seu pai e chama ele pra ir pro carro. Nós já vamos embora.

Eu não quis questionar, mas fiz outro tipo de pergunta:

– Foi bom pra vc mamãe?

– Eu tava precisando muito disso. Agora vê se fica calado.

– Nem precisa pedir.

Voltamos para perto do salão e o movimento de pessoas logo aumentou, apesar de muitos já terem ido embora. Mamãe foi para o rumo do banheiro como se nada tivesse acontecido. Ela sabia ser cínica. Fui tentar achar papai. Não gastei muito tempo. Ele estava sentado a mesa com dois amigos, caindo de bêbado. Eu disse a ele que mamãe tinha chamado para ir embora.

Ele, totalmente embriagado, se levantou, despediu dos amigos e, escorado em mim, foi me acompanhando em direção ao carro. Meio grogue, papai disse:

– E aí filho, a festa foi boa?

– Vc nem faz ideia de como papai…

– Eu to muito bêbado filho… Sua mae vai me matar, mas ela vai me entender amanha. Onde ela está filho?

– Ela foi ao banheiro pai. Já está vindo.

Papai soluçava de bêbado. Eu cheguei no carro e disse a ele.

– Pai, vou atrás da mamãe. Deita aí no banco de trás. Vou deixar a janela um pouco aberta.

– Sem pestanejar, papai se deita no banco de trás e dó diz:

– Vai mesmo. Tem que cuidar dela.

Mal ele sabia que eu queria era meter naquela buceta de novo, ainda aquela noite. Fui atrás de mamãe e no caminho a encontrei. Ela me perguntou:

– Cadê seu pai?

– Tá no carro dormindo, totalmente bêbado.

– Típico do seu pai. Vamos embora.

Eu ainda estava com muito tesão. Queria muito transar com aquele corpo gostoso. Tentei ver a reação de mamãe. Já perto do carro, ao lado dela caminhando, eu olho para os lados e não percebo a presença de ninguém. De forma ousada eu meto a mão no meio do rabo de mamãe por cima do vestido e pergunto:

– Se limpou direitinho?

Ela tira minha mão mais do que depressa, olha para os lados e só diz um “sim” normal. Eu completei.

– Nem precisava se limpar… Ainda são duas da manhã. Vamos chegar em casa antes das três. Da pra fazer alguma coisa ainda.

– E vc queria que sua gala ficasse escorrendo do meu cú é? Parece que não raciocina.

Eu adorei a resposta de mamãe. Ela não disse nem “não” nem “sim”. Ou seja, ela com certeza queria. Antes de entrarmos no carro, eu abri a porta do passageiro pra ela. Tive que ir dirigindo, pois ela tinha bebido. Na hora que ela passa pela porta eu coloco a mão embaixo do vestido dela. Consegui pegar na sua buceta e vi como estava quente. Com certeza ela partilhava do mesmo tesão que eu. Sem falar nada ela entre e eu assumo o volante. Ligando o carro ela diz:

– Se comporta.

Falou isso apontando o dedo pra trás. Ela não queria dar bandeira, mesmo eu sabendo que papai não acordaria nem se eu a comesse no banco da frente com ela gemendo alto. Não quis contrariar. O caminho era cerca de meia hora e pouco falamos dentro do carro. Mamãe estava com a cabeça escorada na janela, olhando para a estrada. Eu só queria chegar logo. Ficava imaginando que ia comê-la a noite toda, em todos os cômodos de todas as posições possíveis. Eu acelerei um pouco e finalmente chegamos. Antes de qualquer coisa, precisava ajudar papai, que não se sustentava em pé. Com muito sacrifício, consegui leva-lo ao quarto. Apenas tirei seus sapatos e desci pra fechar o carro e trancar a porta. Nesse meio tempo, mamãe entra em seu quarto e fecha a porta. Fiquei preocupado. Será que não ia rolar nada? Fui pra sala e liguei a televisão. Ouvi quando mamãe abriu a porta e desceu as escadas. Ela levava uma toalha na mão e já estava descalça. Perguntei:

– O que a senhora tá fazendo?

– Vou tomar banho aqui embaixo. Seu pai vomitou no banheiro todo. Amanhã ele levanta e lava tudo.

Ela foi indo e eu vi aquela bundona rebolando. Não pensei duas vezes. Quando ouvi o chuveiro ligar, eu fui ao encontro de mamãe. Esse banheiro fica na parte de baixo de casa. Antes de tudo. Conferi, no piso superior, se papai estava em sono profundo. Nem precisei me esforçar. A porta estava trancada. Eu tive certeza de que tinha sido mamãe. Até pq eu escutava papai roncar como um porco. Já desci tirando os sapatos e a calça. Meu pau pulsava na cueca. Quando cheguei perto, a porta estava entreaberta. Tinha muito vapor e não dava pra ver nada. O banho devia estar bem quente. Quando entrei, a porta do boxe estava fechada, mas era possível ver os contornos do corpo de mamãe. Ela percebeu que a porta se abriu e perguntou:

– É vc Guga?

– E quem mais seria? Posso entrar?

– Pra que?

– Preciso tomar banho também.

– Sei…

Mamãe não disse mais nada. Mesmo assim entrei. Quando abri a porta do boxe, mamãe estava de costa. A água batia em seu corpo, mas não molhava seu cabelo, que estava amarrado em um coque. Eu so tinha olhos praquela bunda. Já pelado, encostei meu pau na bunda de mamãe. Enquanto isso peguei suas mãos e coloquei na parede. Posicionei meu pau na estrada de sua buceta e empurrei. Foi fácil entrar. Estava bem molhado pela água. Logo comecei a meter com força. O barulho da água intensificava a metida. Mamãe gemia bem gostoso. Ela disse:

– E se seu pai acordar?

– Vc fechou a porta, não?

– Rsrsrs… Sabia que vc ia vir atrás de mim.

– É. E se quisesse me evitar tinha fechado a porta do banheiro. Eu sei que vc queira me dar também.

– Ai… É só hoje também… Só pq eu to precisando muito. Isso acaba aqui Guga.

– Entao cala a boca e me dá essa buceta vai piranha…

Acelerei as metidas. Antes de a vontade de gozar chegar, eu desliguei o chuveiro. Abaixei mamãe e fiz ela chupar meu pau. Dessa vez eu fazia ela chupar sem dó. Fazia ela se engasgar, babar e ficar com os olhos cheios de lágrimas. Eu estava fudendo a boca de mamãe. Levantei a safada, abri a porta do boxe e sentei no vaso. Disse a mamãe:

– Senta no meu pau.

De frente pra mim e toda molhada, mamãe sentou. Ela quicava gostoso e rebolava. Não aguentei… Segurei a cabeça dela e meti um beijo na sua boca. Sua língua dançava dentro da minha enquanto eu apertava, com uma mão, sua bunda e, com a outra apertava seu peito. Mamãe se levantou, virou de costas e voltou a sentar. Aquela bunda na minha frente foi demais. Já que eu ia comê-la a noite toda, não segurei muito. Perto de gozar eu falei:

– Senta na minha rola casada vagabunda. Puta safada. Dá a buceta pro seu filho vai… Vou passar a noite toda comendo sua buceta e seu cu. Vou te comer todo dia. É isso que vc queria, puta? Agora vc tem!

– Come seu puto, vai. Sabia que vc sempre quis me comer. Eu via como vc me olhava. Aproveita vai. Não sei nada sobre amanhã, então aproveita hoje. Eu quero gozar também de novo.

Nisso mamãe rebolou me deixando maluco… Ela emendou.

– Ai que vontade que eu tava. Quase que pedi pro Beto me comer de novo. Não tava aguentando. Eu tava babando por uma rola. Come sua mae vai. Come essa putinha que vc tanto queria. Aproveita minha bundona. Aproveita antes que eu saia por ai dando o cu pra qualquer um seu filho da puta…

Num surto de tesão por aquelas palavras, coloquei mamãe de joelho e anunciei meu gozo:

– Sua puta! Abre a boca piranha. Vou encher sua boca de porra, vagabunda. Shhhh aaaa caralho to gozando.

Gozei na boca de mamãe. Foi bastante gala. Escorria pelo seu queixo. Eu sai do banheiro e coloquei uma cueca no meu quarto. Depois desci. Mamãe já estava na cozinha tomando uma água. Ela vestia uma calcinha vermelha sempre no seu estilo fio dental, além de um sutiã preto. Não queria que aquela noite acabasse. Já era umas três e meia da manhã. Aproveitei e transei com ela em todo lugar da casa até amanhecer. Comi mamãe na sala, na cozinha, até mesmo na garagem em cima do capô do carro. Sempre com muita sacanagem e xingamentos. Alternava entre colocar no cu e na buceta dela. Gozei na buceta nos peitos no cu, na cara dela. Fiz tudo que eu sempre sonhei. Quando estava pra amanhecer, nós paramos. A casa estava desarrumada pq a sacanagem se deu em quase todos os cômodos. Além disso, pairava um cheiro de sexo no ar. Eu estava exausto. Só em casa, transamos umas cinco vezes. Me despedi de mamãe. Ela foi dormir e eu tb. Caí morto na cama. Quando acordei naquele domingo, já era meio dia e meia. Desci para a cozinha. Lá vi papai, que estava com uma cara de ressaca, Beto que já havia chegado, juntamente com sua namorada e mamãe. Ela estava com uma calça moletom cinza e uma blusa verde. Cumprimentei todos. Mamãe agiu com uma normalidade que dava até frio na barriga. Ela sabia exatamente como se portar. Bastava saber agora como seria tudo dali pra frente. Óbvio que eu precisava esperar a melhor oportunidade. Naquele domingo seria impossível, pois sairíamos pra almoçar. Seria melhor na segunda. Outra coisa me preocupava. Tudo que mamãe tinha falado sobre Beto. Aquilo me arrepiava. Agora que tinha comido aquele rabo, não queria dividir com ninguém.

Na segunda feira papai foi trabalhar e Beto para o cursinho. Logo de manhã mamãe me pediu ajuda para arrumar a casa. Mamãe fingia que nada acontecia. Decidi quebrar o gelo e a chamei pra conversar. Mamãe estava na cozinha, mexendo nos armários.

– Mamãe, preciso falar uma coisa com vc.

– Diga, Guga.

Ainda de costas, mamãe mexia nos armários. Parecia que ela não fazia ideia do que eu ia falar.

– Queria saber se tá tudo bem. A senhora não falou muito comigo no domingo.

– Tá sim Guga. Tudo certo.

– Mas a senhora não ta zangada ou arrependida neh.

Mamãe parou de arrumar as coisas, se virou e me disse com a maior naturalidade.

– Olha Guga, deixa eu esclarecer uma coisa. Tudo que aconteceu no sábado tem que ficar em segredo. Eu sei das coisas que eu fiz, apesar de não me lembrar de tudo. Eu também sei que posso confiar em vc pq vc já demonstrou isso. Então se ficar tudo bem pra vc, eu queria que isso fosse guardado a sete chaves.

– E nós?

– kkkkkkkk. Nós? Meu amor, vc é meu filho e sempre vai ser.

Sabia que ela faria um jogo difícil. Já que eu tinha intimidade, resolvi fazer uma última pergunta:

– E aquilo que vc falou do Beto ontem… É verdade?

Mamãe tentou disfarçar a surpresa em minha pergunta. Mesmo assim percebi seu desconforto. Ela me respondeu tentando disfarçar seu nervosismo:

– O que foi que eu disse? Não me lembro filho… Seja o que for, deixa pra la. Ontem eu tomei aquelas bebidas e devo ter falado tanta bobagem.

Mamãe foi falando isso e já foi voltando a seus afazeres. Sabia que ela mentia. Eu não ia ficar grilado por isso. Numa só noite comi seu cu e sua buceta. Dali pra frente ia fazer aquele jogo bobo de mamãe. Afinal, o importante era transar com ela. Disse ok e falei que ia arrumar meu quarto. Antes disso resolvi provocar. Mamãe usava um short de pano soltinho. Eu dei um tapa na bunda dela e apertei bem gostoso aquele rabão. Mamãe nada falou. Conclui que se ficasse de boa, toda vez que ficássemos sozinhos eu poderia me aproveitar.

Concluí que tudo poderia caminhar pra manutenção daquela sacanagem, até que no final daquele dia recebi uma notícia que me fez sentir um frio na espinha: Beto havia terminado com sua namorada…

Do momento dessa notícia até agora, algumas coisas aconteceram, mas irei aguardar o possível desfecho para que eu possa trazer novidades pra vocês.

Aguardem…

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