Minha mãe e meu irmão adotivo – O acordo (Final)

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Todo esse relato que contei se desenrolou em uns 15 meses (desde que eu comecei a perceber). Para muitos, pode parecer que tudo foi muito fácil. Ledo engano. Foram intermináveis dias, semanas e meses de insistência por parte de Beto e resistência por parte de mamãe. E devem ser levadas em conta todas as outras variáveis como a negligência de papai, os desejos reprimidos de minha mamãe e principalmente o laço familiar, de mãe e filho. Sem isso, esse relato não passaria de fantasia.

Enfim, eu sentia que essa história estava quase em seu ápice. Um ponto final se aproximava. O que aconteceria nos próximos fatos, seria fundamental pra dar um rumo nessa história surreal. Eu fiquei muito encabulado com o que mamãe disse. Ela queria dar um ponto final, mas Beto cobraria um preço por isso. De certa forma, isso era uma vantagem para Beto, pois ele poderia exigir de mamãe o que ele ainda não tinha conseguido. Ele com certeza prometeria o fim de tudo aquilo, como já tinha feito diversas vezes, mas nunca cumpria. Eu percebia que, por mais que no ato libidinoso mamãe extravasasse, ela se arrependia assim que tudo acabava. Dava pra ver na cara dela. Concluí que ela acreditava que tudo não passava de uma fase, mas essa fase já estava durando muito tempo. Ou ela dava um fim nisso, ou Beto jamais a deixaria em paz. De certa forma, não a culpo, afinal ela é de carne e osso também. O problema é que era com seu filho, por mais que ele fosse adotado. Ela que o ajudou a caminhar, a falar, deu educação e tudo que uma mãe que ama o filho pode fazer. Eu ficaria muito de olho nos dois. Afinal, qualquer movimento dali pra frente poderia ser decisivo.

Passados alguns dias não havia notado nada, além de um comportamento discreto de mamãe. Isso não me impressionava já que em outras ocasiões ela fingia ter afastado, mas na verdade estava só dissimulando. Percebi que Beto também não tentava nenhum tipo de conversa. levando em conta que ele estava quase conseguindo o que queria, pq ele não insistia? Eu não entendia. Eu notei que mamãe ficava mais tempo ao telefone. Isso só poderia representar uma coisa: os dois estavam trocando conversa pelo celular. Mesmo em casa ela não parava de mexer no aparelho. Mamãe nem era muito ligada a telefone. Na verdade, ela nem tinha rede social. Concluí que tinha que pegar aquele telefone. Eu sabia que tinha senha. Então precisava bolar uma maneira de descobrir, rezar para ela não ter apagado as mensagens e ter tempo de ler tudo antes que ela desse falta do celular. Era uma missão difícil. Comecei a espreitar. Em poucos dias vi que ela digitava uma sequência de números para desbloquear. Mas qual? Foi praticamente uma semana de vigília. Eu só vi os dois primeiros números, mas já tinha um forte indício do que era. Os números coincidiam com a data de casamento de papai e mamãe. Eu tinha que tentar. Só precisava da oportunidade. No final de semana seguinte, mamãe vai à missa. Ela sempre tinha o costume de deixar o telefone. Eu inventei uma dor de barriga pra ficar. Foram ela, Beto e papai. Não dei bandeira. Esperei o momento certo. Mamãe disse:

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– Se precisar de qualquer coisa, liga no telefone de seu pai.

– OK, mamãe.

Quase explodi por dentro pq ela ia deixar o telefone dela. Mamãe devia pensar que não haveria perigo já que o celular tinha senha. Ela era muito descuidada. Assim que o carro saiu, peguei o aparelho em cima da pedra da cozinha e tentei o desbloqueio. Eu abri um largo sorriso quando vi que tinha acertado no meu palpite. A data do casamento dela. Fui logo no aplicativo de mensagens. Existia alguns grupos da igreja, papai, eu e Beto. A conversa de Beto era a primeira, o que demonstrava uma recente conversa. Fui subindo a conversa até onde dava. Algumas imagens de bom dia e boa noite, muitas amenidades. Fui logo na data posterior ao dia do clube. Vi que Beto começava uma insistência via aplicativo de mensagens:

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– Vc gostou de ontem, mãe?

– Muito arriscado garoto. Temos que evitar. Na verdade, eu andei pensando naquilo que te falei…

– No que, mãe?

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– Beto. Ta na hora de parar com isso. Eu sei que vc acha divertido e tal, mas pra mim é muito arriscado fazer tudo isso. Eu só queria te ajudar, mas acabou virando uma bola de neve. Se a gente não parar, uma hora alguém desconfia e acaba estragando nossas vidas. É isso que vc quer?

– Claro que não mãe. A gente já toma bastante cuidado. Não precisa se preocupar.

– Eu não me sinto a vontade fazendo tudo isso. Na hora é até legal, mas depois bate muito arrependimento. Além disso, vai contra tudo que eu aprendi e tb contra o que eu te ensinei.

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– E eu? Vc não pensa como eu fico?

– Penso sim. E por pensar em vc que eu cheguei tão longe. Falei muito besteira naquelas horas. Coisas que eu fiz que não fui eu. Parecia que eu estava possuída. Ta na hora de voltar pra realidade. Além disso, vc precisa ser um adolescente normal. Arrumar gente da sua idade.

Eu quero fazer um pacto com vc. Vamos enterrar tudo isso e guardar essas lembranças.

– Eu sei que a gente já fez muito, mãe. Chegamos muito longe. Vc é a melhor mãe do mundo. Eu te amo demais. Só que eu preciso de um tempo pra pensar nesse pacto, ok.

– OK.

Eles falavam como se fossem amantes. Era muito estranho pra mim, mesmo já tendo visto praticamente tudo de mais depravado entre eles. Vi que eles não falaram nada no outro dia. Até que mamãe emenda dois dias depois:

– Vc já pensou, Beto?

Ele demorou pra responder. Acho que ele sabia da aflição de mamãe e esperou ela estar mais vulnerável para ceder a alguma coisa.

– Beto me responde. Ta com raiva?

Ele demorou quase meio dia pra responder. Apenas a noite ele devolveu a mensagem:

– Eu te entendo mãe. Sei que pra vc é difícil. Por isso eu to disposto a concordar com vc.

– Sério, filho? Nossa, a mamãe fica muito feliz.

– Eu vou ficar muito tempo magoado pq eu te amo muito. Mas é o que vc quer.

Beto ia falando e se colocando como vítima. Acho que ele tinha a intenção de deixar mamãe com pena dele. Depois ele atacaria com outra abordagem. A conversa se encerrou ali e no outro dia continuou com mamãe dizendo:

– Meu filho vc está bem?

Beto só respondeu com um joinha. Acho que mamãe se corroía por dentro. Ela queria se libertar, mas não queria que Beto mudasse seu jeito com ela. E ele realmente tinha dado uma mudada. Acho que no fundo existia uma certa vaidade por parte dela. Se sentir desejada faz bem pra qualquer mulher, apesar da situação ser atípica. Logo abaixo começa uma conversa que interessava a Beto. Mamãe pergunta:

– Filho, tem alguma coisa que eu possa fazer por vc? Pode falar pra mamãe.

– To muito triste, mãe. Só isso.

– Fala, filho. Qualquer coisa. To muito angustiada com vc. Me diz o que eu posso fazer?

– Posso começar com uma pergunta?

– Claro, filho. Pode perguntar. O que é?

– Vc realmente nunca fez nada por trás?

– Ai filho… Como assim?

– Sexo anal, mãe.

– Ai Beto! Era isso?

– Vc disse qualquer coisa. Mas se não quiser não precisa responder.

– Tá, filho. Olha só. Eu sempre tive muito medo de me machucar. Umas amigas dizem que dói muito, ainda mais da primeira vez. Além disso o seu pai nunca quis essas coisas. Ele é muito sistemático. Aí eu passei toda vida sem fazer nada no meu bumbum.

– Nossa mãe. Difícil de acreditar, pq vc tem a bunda perfeita e seria o sonho de qualquer homem.

– Pois é. Não parece ser o sonho do seu pai.

– E vc teria coragem de fazer? Sei lá… Por curiosidade?

– Seu pai não gosta filho. Não teria chance…

– Eu sei, mas se a gente…

– Mas, filho. Lembra do nosso combinado? Não tínhamos encerrado essa história?

– Olha só, mãe. Muitas coisas me perturbam ainda. Eu quero esquecer tudo isso que nem vc, mas saber dessas coisas me deixa maluco. E também pq vc disse que deixaria tudo pra trás e eu pedi uma contrapartida.

– E o que seria essa contrapartida, Beto?

– Então… Já que vc tem curiosidade… A gente podia tentar neh?

– Ai filho. Eu sabia. Sabia que vc chegaria nisso. Não pode ser uma outra coisa como ponto final? Eu te aliviar, por exemplo?

– Não, mãe isso a gente já fez! Já fizemos tudo, menos isso. Além disso, eu sei que isso seria especial, pq seria uma coisa só minha e sua. De mais ninguém. Nem mesmo de papai. O que eu posso te prometer é que, se vc aceitar, eu juro pelo amor que sinto por vc: nunca mais irei te perturbar. É meu ponto final. O que vc acha?

– Sei não Beto. Preciso pensar. O que vc me pede é muito grave. Tenho muito medo.

– Pensa com calma. Vc quem sabe. Só quero acabar com isso também.

Meu estômago revirava. Ler tudo aquilo só provava que Beto mais uma vez era o rei da persuasão. Apesar de mamãe não ter aceitado, ela estava pensando, o que já demonstrava grande gravidade. Não havia nada demais no histórico de conversa. Já tava na hora de eles voltarem. Coloquei o celular no mesmo lugar e fui pro meu quarto. Só de imaginar aquele bundao virgem sendo arrombado… Eu ficava maluco. Toquei várias punhetas naquela noite. E esperei por mais diálogo dos dois.

No outro dia não me aguentava de ansiedade. Esperei até a noite. Quando todos foram dormir, desci as escadas e vi o celular de mamãe no mesmo lugar. Estava carregando. Desconectei e o levei para o meu quarto. Desliguei a internet para ninguém perceber que mamãe estaria online no aplicativo. Comecei a ver a conversa e vi que tinha novidades. Umas mensagens de bom dia e… no meio da tarde mamãe começa:

– Beto. Eu tava pensando aqui. Vc é muito grande. Acho que não consigo.

– Claro que consegue, mãe. Existem produtos que ajudam.

– Produtos?

– Sim! Lubrificantes que facilitam muito essas coisas. Eu vou comprar pra te mostrar.

– Ai menino! Vc tem jeito pra tudo neh!?

– Vc vai gostar mamãe! Se doer a gente para na hora. Prometo.

Olho mais embaixo e vejo que Beto tinha enviado uma foto de um KY pro celular de mamãe:

– O que é isso, filho?

– O lubrificante que eu te falei. Com isso aqui vc não vai sentir nada além de prazer.

– Será, filho? Tenho muito medo de machucar.

– Confia em mim.

– OK. Supondo que eu aceitasse. Onde seria isso? Não quero que seja aqui em casa. Ia ficar na minha cabeça.

– Eu sei. Então… Lembra aquele retiro da igreja que tem todo ano? Ele não é naquela fazenda enorme? Acho que ela é perfeita.

– Tá doido menino? Como a gente faria isso num retiro? Cheio de conhecidos.

– Relaxa, mãe. A fazenda é muito grande. A gente daria uma volta e se afastaria. Eu até conheço um lugar perto de um riacho lá, que é bem afastado. Não tem erro. Além disso, são 3 dias: sexta, sábado e domingo. Ninguém desconfiaria da gente, mãe. A gente não vai ter outra oportunidade. Depois disso, meu compromisso com a senhora, nesse sentido, acaba. Fala que sim por favor (*.*)…

– Até que se fizer direitinho pode dar certo. Mas olha só: não to garantindo que vou fazer ok? Tudo vai depender do dia e se eu vou ter forças pra isso. Além disso preciso dar nosso nome pra poder participar do evento. Vou ver isso amanhã.

Era inevitável. Eu sabia que mamãe estava prestes a fazer tudo aquilo. Eu sabia que ela querendo ou não, o desejo de Beto ia se concretizar. Além disso, eram 3 dias. Eu precisava dar um jeito de ir. Devolvi o celular pro carregador e voltei pra tentar dormir. No outro dia vi que mamãe saiu. Perguntei onde ela iria. Disse que iria resolver uma coisa na igreja. Eu sabia o que ela iria fazer, mas mantive a discrição. No jantar, comíamos nós quatro. Mamãe fala pra papai:

– Amor, eu vou ao retiro da igreja. Eles vão precisar de ajuda pra cozinhar e arrumar os salões para as palestras e dinâmicas. Vc quer ir?

– São quantos dias?

– Sexta, sábado e domingo.

– Não, Alessandra! Já marquei um futebol. Leva um dos meninos pra ajudar.

– É… Imaginei que vc não iria. Eu vou levar o Beto. Vc quer ir, Gustavo?

– Ah, mãe. Não sei… Se for eu te aviso ta.

– Ta bom filho.

Eu quis passar a ideia de que o plano dos dois corria conforme eles planejaram. Obviamente ia dar um jeito de ir, sem que eles soubessem. Aquela semana foi uma eternidade. Parecia não passar. Foi interminável. Na quinta, resolvi conferir o telefone de mamãe, já que durante aquela infeliz semana eu não vi nada presencialmente. Da mesma forma que da última vez, peguei o telefone de mamãe e verifiquei o histórico. Entre algumas amenidades, Beto perguntou:

– Tudo certo pra amanhã neh, mãe?

– Acho que sim.

– To levando o colchão inflável e tudo que a gente precisa.

– Filho, vc tem certeza disso? Eu to com um mal pressentimento.

– Bobeira, mãe. Não tem como dar errado. E depois disso, tudo fica no passado, lembra? Vamos terminar com isso logo.

– OK. Chegando la a gente vê como faz.

Na sexta feira, vi que Beto já tinha arrumado tudo no carro. Papai estava de férias. Nesse dia eu não tinha cursinho. Mamãe se despediu de papai. Ela ainda me questionou se eu não iria. Disse que se decidisse ir, pegaria o carro e os encontraria lá. Vi seu olhar de desconfiança. Mesmo assim ela não pestanejou. Seguiu caminho. Foi o tempo de eu subir e tomar um banho. Disse pra papai que iria. Ele não disse nada. Fui em busca de respostas. Sei que não conseguiria ficar escondido os três dias, mas me esforçaria até presenciar algo suspeito. Dava uns 60 km de distância, sendo que dez eram sem asfalto. Quando chego la, vejo muitos carros. Devia ter umas 60 pessoas. A fazenda era linda. Pertencia a paróquia. Além disso, havia muito espaço. Muitos dormiriam em barracas e algumas pessoas dentro do casarão. Provavelmente os mais velhos ficariam dentro da grande casa. Vi que uma palestra já se iniciara. Eu usava um óculos escuro e boné. Fiquei no fundo do salão onde rolava a tal palestra. De longe vejo Beto e mamãe. Eles assistiam a palestra. Ficaram perto de uma porta do outro lado de onde eu estava. Não tirava o olho deles. De repente vejo mamãe falar alguma coisa com a amiga dela e sair com Beto. Não perdi tempo. Saí por uma outra porta e vi os dois se afastando. Beto estava com uma mochila. Eles caminhavam a passos acelerados e sempre olhando para os lados. Andaram bastante. Dava pra seguir de longe, pois o campo de visão era amplo. Assim eu não era percebido, pois observava de longe. Vi que eles atravessaram por baixo de uma cerca e seguiram rumo a uma mata ciliar. Acho que era o tal riacho que Beto tinha dito. Quando chego perto do riacho, não os vi. So podiam ter atravessado para o outro lado do riacho. Era tranquilo, pq a água estava baixa. Até ali tinha uns 20 minutos de caminhada, o que representava uma boa distância. Quando atravesso o riacho, vejo um pasto bem grande com o capim até alto. Além disso havia algumas arvores mais esparsas. Quando olho com mais calma, vejo os dois debaixo de uma grande árvore, que ficava ao lado do riacho. Era um lugar bem ermo. Como estava fora da trilha e era de difícil acesso, com certeza ninguém poderia chegar ali. Fui por dentro da mata ciliar até chegar o mais perto sem ser visto. Além disso, mesmo que fosse surpreendido, dificilmente eles me reconheceriam, por causa dos óculos e do boné. A posição em que eu me encontrava era boa, pois eles ficavam de costas pra mim. Beto abriu a mochila e estendeu um lençol no chão de capim. Dava pra ouvi-los. Beto estava com uma calça jeans, sapatênis, e uma camisa normal. Mamãe estava com uma camisa da igreja, uma calça legging preta torando, que deixava seu bundão mais redondo e empinado. Ela também usava um tênis rosa. Mamãe começou:

– Tem certeza, Beto? To achando esse lugar perigoso.

– Não tem perigo mamãe. Além disso não teria graça se fosse sem emoção.

– Rsrsrs… Vc é doido menino. Eu nem sei o que fazer.

– Fica de quatro no lençol.

Mamãe obedeceu. Beto veio por trás dela, abaixou a calça jeans dele e ficou passando o pau naquela bunda enorme. Começou a dizer.

– Como hoje é a última vez, eu quero que vc fique a vontade, mamãe. Quero ver vc curtindo também. Eu sei que vc também quer. Se solta ta.

– Ai filho, vou ver se consigo…

Mamãe já falava com uma voz manhosa. Beto ficou pincelando o pau na bunda dela. Até que ele abaixou calça de mamãe até o joelho. Ela continuava de quatro. Fiquei maluco quando vi que ela usava uma calcinha fio dental rosa, que combinava com o tênis. Era muita bunda praquele moleque. Beto colocou a calcinha de mamãe de lado e não perdeu tempo. Caiu de boca na buceta dela. Na verdade, ele lambia da extensão da buceta até o cuzinho dela. Mamãe já gemia baixinho.

– Tá gostando mamãe?

– Ai filho, que loucura! A gente aqui fazendo isso. Que sensação de proibido.

– Vc tem um rabo enorme mãe. Saber que eu vou comer esse seu cu me deixa louco. Ele deve ser muito apertado. Vou arrebentar suas pregas.

Beto foi falando isso e colocando um dedinho no cuzinho dela.

– Ai filho. Passa o óleo que vc comprou.

Mais do que depressa, Beto abriu a mochila e pegou o KY. Ele espalhou pela bunda de mamãe que ficou toda untada. Ele ficou passando o pau no meio da bunda dela até que disse:

– Abre a bunda mãe. Ta na hora da verdade!

Ela obedeceu. Pegou cada uma das maos e abriu as bandas. Eu vi aquele cuzinho rosa. Já abaixei o calção e comecei a me masturbar. Mamãe advertiu:

– Vai devagar, pra não doer.

Beto nem respondeu. Ele encostou a cabeça na entrada do cuzinho dela. Devagarzinho ele tentava a penetração. Era difícil pq a cabeça era muito grande. Mamãe dava uns gemidos altos. Acho que era mais de dor. Confirmei quando ela disse:

– Vai dar não, Beto. A cabeça é grande demais. Eu tentei filho, mas é impossível.

Sem falar nada, Beto sai da posição e pega outra coisa na mochila. Parecia um creme. Mamãe questionou:

– O que é isso Beto?

– Eu sabia que vc poderia reclamar. Eu também comprei um creme que serve pra adormecer e evita a dor. Empina a bunda vai, gostosa.

Mamãe obedeceu. Ele pegou o dedo e ficou rodeando o anelzinho dela. Ele colocou o dedo indicador, tirou, depois colocou o dedo do meio. Perguntou pra mamãe se tava doendo e ela disse que não. Então Beto colocou dois dedos, enquanto se masturbava com a outra mão. Aquela merda devia ta fazendo efeito pq com dois dedos mamãe não falava nada. Beto volta a posição e encaixa o pau na entrada daquele monumento. Ele começa a colocar. Como mamãe não falava nada, ele empurrou e a cabeça entrou. Mamãe deu um gemido com a boca aberta como se estivesse assoprando. Beto colocou a cabeça e tirou umas três vezes pra se certificar que tava tudo tranquilo. Ele foi aos poucos colocando o pau naquela bunda. Beto colocava e tirava com muito cuidado. Ele fazia movimentos uniformes pra dentro e pra fora. E que estava de costa via tudo. Já tinha metade do pau dele la dentro. Não entendia como ela dava conta. Era muito grosso. Beto logo começou a falar obscenidades.

– Puta que pariu! Finalmente eu to comendo seu cu, mãe. Demorou, mas valeu a pena! Vc é muito safada. Se solta, vai! Tá gostando, tá?

– Ai Beto, seu tarado. Como pode fazer isso com sua mãe. Me trazer pro mato e comer o meu… o meu…

– Fala, sua biscate! Fala agora ou eu paro!

– Vc me traz pro mato pra comer meu cu!! O cu da sua mãe, seu porra. Seu doente. Vc é tarado por minha bunda neh. Agora aproveita! Aproveita que é a primeira e última vez seu safado. Acha que eu não via o jeito que vc sempre me olhou neh. Desde sempre me comeu com os olhos, agora ta me comendo com sua rola. Aiiii meu cuuuuu.

– Quem manda vc ser tão gostosa, hein? Vc ficava usando aquelas roupas coladas. Eu não sou de ferro. Ainda mais com um bundão desses. Vc adorava me provocar neh sua cachorra?!

– Ai, filho, não vou negar. Às vezes eu fazia de propósito mesmo. Via o jeito que vc me olhava. Eu também não sou de ferro. E agora a gente ta aqui. Fazendo anal no meio do mato. Eu sou uma safada mesmo.

– Vc é mesmo! Toma rola no cu, mãe. Vc merece. É uma puta que dá pro próprio filho.

– Ai, dou mesmo. Come vai. Come meu cu. Faz seu pai de corno. Aquele babaca que nunca me deu valor. Agora ele ta tendo o que merece. Mas vai ser só dessa vez. AAAAAIIIIII CARALHOOOO tá doendo, meu amor. Goza vai.

– Vira aqui então.

Beto põe mamãe de joelhos e faz ela chupar o pau dele com muita violência.

– Sente o gosto do seu cu, vai. Chupa safada.

Beto dava surra de pica na cara dela e enfiava com tudo na sua boca. Ela engasgava toda hora. Ele a colocou de lado, terminou de tirar a calça dela sem tirar os tênis. Ele começou a meter nela, segurando sua coxa. Eu via aquele pau entrando e saindo. Ao mesmo tempo em que ele metia por trás, Beto tocava uma siririca pra ela. Ficava dedilhando sua xereca rosinha e toda depilada. Nem parecia que era virgem. Acho que o creme fez toda a diferença. Beto continuava:

– Nossa como é bom comer esse cuzinho virgem. Vou meter até esfolar esse toba. Que cu gostoso mamãe. Vou passar a noite toda te comendo. Comendo esse seu cu rosinha.

– Ai filho, termina logo então. A noite a gente vê isso. Goza vai. Mas não goza no meu cu.

– AAAA sua safada. Ta tomando no cu ta?! Tomando no cu pelo seu filho, sua puta. Eu vou gozar na sua boca então. Piranha traidora do caralho.

– AAAA porra! Vc ta me esfolando. Eu nunca tive outro homem, seu moleque. Sempre respeitei seu pai. E olha que não faltaram cantadas. E eu, depois de todos esses anos, fui dar logo pro meu filho. Vc é muito tarado, seu FDP.

– Sou mesmo um filho de uma puta. Ai caralho vou gozar. Vem aqui, fica de joelhos, mamãe cachorra.

Ela obedece na hora. Beto fica se masturbando e segura o cabelo dela, posicionando o pau bem na sua boca. Ele pede pra abrir. Mamãe abre a boca. Ele começa a ejacular. Da umas três esporradas naquela boca linda dela. Pra não cair na blusa, mamãe bebe tudo. Ainda tinha gala na cara dela. Beto tem espasmos de tanto prazer naquele gozo. Ele diz:

– Puta que pariu! Como eu esperei por isso. Foi muito gostoso pra mim. E pra vc, mamãe!

Mamãe passava um lenço umedecido entre a bunda. Ela se limpava, quando disse:

– É Beto! Foi bem diferente. Mas olha só isso:

Mamãe mostra o lenço. Tinha um pouco de sangue.

– Vc me machucou Beto. Espero que não fique doendo mais tarde. Falei pra vc que era muito grande.

– É assim mesmo, mãe. Depois passa. É pq vc era virgem. Logo vc se acostuma.

– Nem vai dar tempo pra isso, meu filho! Já disse que isso acaba esse final de semana. Agora vamos embora.

– Vamos sim! À noite na barraca a gente brinca mais.

Mamãe foi falando isso e subindo a calça. Beto arrumou tudo dentro da mochila. Eles foram saindo. Eu terminei a minha punheta. Fiquei ali um tempo depois de gozar enquanto os via sumir no horizonte de volta para o evento. Fiz uma retrospectiva de tudo aquilo. Eu não me aguentei. Comecei a chorar de raiva. Sabia que a chance de Beto continuar naquela relação com mamãe era muito grande, mesmo depois de acabar o retiro. Eu voltei pra sede da fazenda enxugando o rosto. Aquele inferno só estava começando.

Depois de ter visto tudo aquilo, voltei para a sede. Como já havia matado minha curiosidade, não adiantava mais me esconder. Quando cheguei no barracão de lanche (já era umas 17h), fui falar com mamãe. Ela tomou um susto quando me viu. Perguntou pq eu estava ali. Disse que tinha resolvido ir. Surpresa, ela me disse que não esperava minha aparição. Sei que ela ficou nervosa por outros motivos. Ela continuou o questionário:

– Vc chegou a que horas, Guga?

– Já tem umas duas horas, mas não achava vcs dois em lugar algum. Onde estavam?

Mamãe não me olhava nos olhos. Ela deu uma leve gaguejada e disse:

– Eu e Beto estávamos trabalhando nos bastidores das palestras. Deve ter sido por isso.

Eu dei uma risada sarcástica pra ela. Acho que foi instintivo. Ela arregalou os olhos. Deixei no ar uma ponta de dúvida. Nunca tinha feito isso, mas me senti melhor. Saber que ela se preocupava me trouxe satisfação. Com certeza ela teria mais cuidado.

Foi anoitecendo e por volta de nove horas os eventos do dia se encerraram. Era hora de todos se recolherem pra dormir. Minha mãe pediu pra tomar banho enquanto ela arrumaria os lugares pra dormir. Quando eu retornei do banho, pude ver que havia um campo gramado ao lado da casa grande com várias barracas montadas. Procurei mamãe e a achei. Perguntei pra ela onde estava a nossa barraca. Para minha surpresa ela disse:

– Filho, vc vai dormir dentro da casa. Consegui arrumar um lugar pra vc com um colchão no chão. Eu vou dormir na barraca com seu irmão.

– Como assim? Pq vou dormir longe de vc?

– Vc não avisou que vinha. Então só trouxemos uma barraca pra dois.

– E vc vai dormir sozinha com o Beto?

– Ué, Gustavo! Qual o problema? Ele é meu filho que nem vc.

Fiquei olhando pra cara dela. Como podia ser tão cínica?

– Para de ciúmes bobo meu amor. E vai logo que amanha a gente tem que acordar cedo. Muita coisa legal pra amanhã.

Eu me despedi e fui pro quarto. Só tinha gente de mais idade e eu não conhecia praticamente ninguém. Aqueles velhos roncavam tanto que era impossível dormir. Já era quase meia noite. A porta ficava aberta pra quem precisasse ir ao banheiro ou beber água. Aproveitei pra sair um pouco. Não tinha ninguém acordado. A noite tinha um céu limpo e fazia calor naquele momento. Quando estava na varanda, vi que a barraca de mamãe já não estava no mesmo lugar. Com um olhar mais atento, vi a barraca um pouco mais distante das outras. Olhei para os lados e decidi me aproximar. Estava escuro, mas existiam algumas luzes acesas que me permitiam enxergar um pouco. Eu me aproximo da barraca e tento ouvir alguma coisa. Eles não podiam me ver, assim como eu também não via nada. Então podia chegar bem perto. A meio metro da barraca eu percebi que eles estavam acordados. Escutei mamãe falando:

– Calma, Beto! E vê se não faz barulho. Alguém pode ouvir.

– Foi por isso que eu afastei a nossa barraca mamãe. Agora tira essa roupa.

Vi que a barraca se mexia. Ficaram um tempo em silêncio. De repente, mamãe começa a gemer.

– Shhhh… Ai, Beto. Vai pondo devagar… Ainda doi, meu filho. Shhhh… Nossa é grande demais!

– Vc aguenta, mae! Essa sua bunda só existe pra tomar rola. Ela é perfeita pra vc dar o cu. Abre a bunda vai… Isso… Que delícia… Nossa que rabo! Eu vou te comer demais essa noite. Vou comer esse cu a noite toda.

Mamãe só gemia e dizia: “Ai meu cu, shhhh… Ai meu cu”

A barraca se movimentava e eu ouvia um som: PLOC PLOC PLOC… Acho que Beto comia ela por trás. Depois de uns 10 minutos eu escuto Beto falar:

– Vira de frente, mãe. Quero chupar seus peitos.

Dava pra ouvir pequenos estalos de chupões. Acho que Beto mandava ver naqueles peitos siliconados. Eu já de pau duro não me aguentei. Comecei a me masturbar. Escutar aquelas coisas e saber que era minha mãe me deixava perturbado de tesão, mesmo sabendo que depois eu me arrependeria. Na verdade, meu ódio é pq quem estava dentro daquela barraca era meu irmão bastardo que eu tanto odeio. Hoje mais ainda por todo o ocorrido entre ele e mamãe. Depois de um tempo vejo mamãe falando com a voz trêmula:

– Para Beto. Aí já é demais.

O que será que ele estava tentando? Logo eu descobri quando ele a respondeu:

– É só um beijinho mae. Nada demais. Ninguém nem vai saber mesmo. E a gente já fez coisa pior. Deixa vai.

Mamãe ficou calada. Quando achei que não ia dar em nada, eu escuto uns barulhos de beijo. E era beijo de língua. Aqueles malditos. Mamãe beijava o próprio filho dela na boca. Que raiva daquela vagabunda. Era um misto de tesão e ódio. Eu me controlei pra ver até onde ia dar aquilo.

– Nossa Beto que loucura. Vc é muito maluco, filho! Vc aqui em cima de mim e a gente fazendo isso… É tão errado.

– Mas é muito gostoso, mãe. Eu sei que vc gosta. Abre as pernas vai. Quero continuar chupando esses seus peitos. Vou te chupar a noite toda sua safada.

– Só não me deixa marcada. Depois eu nem sei o que falaria pro seu pai. Ele é muito ciumento.

– Ele é muito é corno… Vai mãe, fala que meu pai é um corno.

Ai filho… Ai seu safado… Vai me chupa. Chupa meus peitos… Coloca chifre no seu pai. Aquele corno. Olha o que ele ta perdendo… Nossa eu vou me arrepender disso depois, mas agora… Vai… aproveita e me chupa toda. Chupa a minha buceta.

Acho que Beto caiu de boca, pq mamãe começou a gemer com mais intensidade. Imagino que Beto colocava a língua bem no grelo dela. Talvez ela nunca tivesse sentido tanto prazer pq mamãe estava muito ofegante. Eu já me espantava com tudo aquilo. Quando penso que nada mais me surpreenderia eu vejo Beto falar:

– Abre as pernas, mãe!

– O que vc vai fazer Beto?

– Eu só vou passar meu pau no seu grelo pra vc ver o tanto que é bom. Pra vc sentir o calor da minha rola.

– Isso não, Beto! É muito perigoso.

– Para de besteira, mae. Eu não vou fazer nada não. É só pra vc ver como é bom.

– Cuidado hein, Beto! A gente ta desprevenido.

Beto não disse mais nada. Vi um movimento da barraca. Acho que mamãe se posicionava de frango assado. Só vi que seus gemidos se intensificaram. Beto diz:

– Tá gostoso neh, mae. Será que vc aguenta?

– Ai filho é realmente muito bom! Mas não avança ta, querido. Mamãe ta no período fértil.

A barraca se mexia freneticamente. Acho que Beto friccionava com tudo na porta da xereca de mamãe. Ela gemia demais:

– Shhh… Ai cacete, que loucura. Nossa eu não to aguentando! Se continuar assim eu vou… eu vou…

– Vai o que, mãe? Fala vai, sua cachorra… Vai gozar no meu pau neh putinha!?

– Ai Beto, vou gozar desse jeito. Essa sua rola é muito gostosa. Continua vai.

Eu já perplexo escuto o que pra mim foi o ápice de toda aquela história incestuosa desde o início. Mamãe fala com voz desesperada.

– NÃOOOO! TIRA BETO. VC FICOU LOUCO?! VC PROMETEU. NÃO FAZ ISSO FILHO…

Beto tinha socado a rola na buceta de mamãe. Era inevitável. Eu sabia que aquilo aconteceria. Era só uma questão de tempo. Pelo menos achei que ela iria parar com aquilo. Engano meu:

– É só dessa vez, mae. Não vou tirar porra nenhuma. Vou meter nessa sua buceta, pq sei que vc quer. Olha que delícia. Sua buceta ta molhadinha. Toda babada. Vou empurrar nessa sua xereca gostosa. Olha como ela ta ficando arrombada, olha.

– Ai… Ai caralho. Ai minha buceta. Vc ta comendo a minha buceta, filho. Vc é um tarado safado. Não perdoa nem a buceta da mae. Ta me alargando com essa sua rola enorme. Nossa! Nunca achei que essa sua rola ia caber aqui. Caralho, vou ter que tomar remédio, Beto. Nem camisinha vc ta usando. Eu sei que vou me arrepender… Ai… METE VAI! METE NESSA BUCETA. METE NA BUCETA DA SUA MAE FILHO DA PUTA. FAZ O QUE VC SEMPRE QUIS. MATA SUA TARA!

– Vou comer essa sua buceta de todo jeito possível. De todas as posições que vc imaginar sua piranha. Vc precisa de um macho de verdade. Agora toma vai! Fica de quatro.

Acho que ela obedeceu. Ele metia tao forte que se alguém passasse a uns 5 metros de distância, com certeza ouviria. Mas a barraca estava bem afastada. Foi tudo premeditado. Beto finalmente conseguira o que sempre tentou. Em pouco mais de um ano, ele saiu da condição de filho para amante. E amante da própria mae. E que mulher gostosa ele comia. Não podia ver, mas imaginava aquele bundao pra cima e o saco de Beto batendo naquele monumento. Mamãe gemia que nem uma cadela. Ouvi ela dizer:

– Amanhã vou ter que achar uma farmácia, Beto! Isso é muito grave! Vc ta me comendo sem se prevenir.

– Cala a boca. Deixa eu aproveitar sem vc encher o saco! Compra mesmo pq vou te comer a noite toda e amanha vou te comer no meio do mato. Quero sua buceta e seu cu. Eu disse que ia conseguir não disse? Olha pra tras e me vê te fudendo. To fudendo a buceta apertada da minha mae. Caralho… acho que vou GOZAAAAR!!!

– Goza fora Beto! Por favor…

– AAAAA toma minha porra na sua buceta sua piranhaaaaaaaaaa! AAAA caralhoooooo que gozadaaaaa…

Tudo ficou em silêncio. Eu gozei na mao. Quase caí. Foi a gozada mais violenta que dei na vida. Era tudo muito surreal. Depois de um tempo ouço mamãe falar com voz de choro.

– Pq vc não me obedeceu, Beto? Vc tinha prometido. Olha onde a gente chegou?

– Fica tranquila mae. Amanha eu compro o remédio pra vc. Não vai dar nada. Vem cá, vamos dormir.

– Deixa eu vestir a minha roupa e me limpar.

– Não, mae. Quero dormir pelado com vc. Vem!

Percebi que mamãe se ajeitou e não disse mais nada. Fiquei atônito. Não sabia o que fazer. Sai com muita calma dali. Não voltei pro quarto. Era impossível dormir. Fiquei vagando pela fazenda como um zumbi. Me deu muita vontade de chorar! Eu fiquei umas duas horas andando pra la e pra ca.

Ele tinha conseguido. Não restava mais nada. Agora Beto tinha o controle total da minha mae. A única coisa que ainda restava ele conseguiu. Comecei a pensar que aquilo poderia durar para sempre. Afinal, o que os impediria? A única coisa que poderia parar com tudo aquilo seria mamãe sustentar a promessa que ela fez, jurando que aquilo seria só para aquele final de semana. Outra maneira seria revelar tudo a mamãe, mas isso poderia acabar com a minha família, sem falar que não era garantia de que eles iriam parar.

Antes de voltar ao meu quarto, eu decidi voltar à barraca. Me aproximei com calma pra ver se percebia movimento. E havia! Cheguei mais perto ainda pra tentar ouvir alguma coisa. Mamãe dizia, entre gemidos:

– Vc não cansa, Beto? Já é a quarta vez? Vou ficar assada assim!

– Eu te disse que comeria vc a noite toda. Eu sempre disse que te comeria. Finalmente eu consegui. Sua buceta é muito gostosa, mamãe.

– Há muito tempo eu não tinha uma transa que me deixava tão exausta. Vc tem muita energia, filho. Mas isso acaba esse final de semana. É uma promessa. Só por isso te deixei ir tão longe.

– É tão gostoso te comer de lado! Aproveita minha mãe gostosa. Vc gosta quando eu aperto seu peito?

– É bom sim! Mete vai! Aproveita que ta acabando!

Eu escutava um barulho: poc poc poc poc… Beto devia estar matando a vontade que ele tinha. Um desejo represado por muito tempo. Meu pau já dava sinal de vida novamente. O som que vinha da barraca para. Achei que ele tinha gozado. Quando eu escuto mamãe dizer:

– Já vai por atrás?

– Claro que vou! Seu cuzinho é muito gostoso mamãe! Dessa vez vou colocar até o talo. Vamos ver se essa bundona aguenta.

Passados alguns segundos eu escuto o barulho de foda novamente. Acho que dessa vez ele metia realmente no toba de mamãe, pq ela gemia como se estivesse doendo e pedia pra Beto gozar logo:

– Filho, goza logo! Se vc continuar nesse ritmo amanha eu não consigo nem andar.

– Então pede, vai sua safada. Mas pede como safadeza que eu gozo rapidinho.

Houve um momento de silêncio, mas depois ouvi mamãe dizendo.

– Vai seu puto tarado, comedor de cu de mãe. Goza dentro do meu rabo vai! To mandando! Goza no cu da sua mae! Vc não queria!? Agora come. Vc não queria tirar a virgindade da minha bunda, seu pervertido do caralho. Come vai. Enche meu cu de porra que eu vou gozar tb. Vai meu amor goza pra mim, vai! Vai que eu to gozando… Shhhhhh…. Ai caralho vou gozar com meu filho comendo meu cuuuuu… AAAAAAAA que gozada gostosaaaaaa!!!

Nisso Beto da um gemido forte. Com certeza tinha gozado. Eu toquei minha punheta da mesma forma que da primeira vez e gozei também da mesma forma. Era o fim de mais uma transa insana entre aqueles dois. Eu tava exausto de tudo aquilo. Ainda fiquei ali uns minutos mocado perto da barraca pra ver se ouvia algo. Quando já ia embora ouvi mamãe dizer:

– Amanha vc vai levantar cedo e ir até a cidade comprar uma pílula do dia seguinte.

– Tá bom, mãe! Eu vou sim. Tudo pra ver a sua felicidade.

– Felicidade minha nada, Beto. Só se for sua! Isso que a gente ta fazendo é muito errado. Mas agora não tem volta. Além disso a gente prometeu neh. Vc vai voltar ao normal, não vai?

– Vou sim, mamãe! Fica tranquila. Já que a gente tá tão íntimo, posso te fazer uma pergunta?

– Fala logo, Beto. Já ta tarde e agora eu vou dormir mesmo. O que é?

– Vc algum dia imaginou que isso iria acontecer? Tipo assim: antes de rolar tudo isso, vc já imaginou uma situação assim?

– Ai menino! Vc inventa cada pergunta.

Mamãe fez um instante de silêncio. Eu fiquei apreensivo pela resposta.

– Olha só, Beto… Obviamente eu, como sua mãe não imaginava que essas coisas pudessem acontecer com o próprio filho, mas…

– Mas o que mãe?

– Então… Desde que vc começou a mudar comigo… seu jeito de me olhar, me abraçar… Eu já percebia. Eu sou sua mae e te conheço neh! Eu achei que era coisa da idade, mas vc corria atrás de mim que nem um cachorro atrás de uma cadela no cio.

– KKKKKKKK… Eu sempre fui muito tarado nessa sua bunda mae. Não aguentava vendo vc malhar la na academia de casa. Eu me masturbava umas seis vezes ao dia só pensando em vc. Mas me responde: Vc já tinha imaginado antes de acontecer?

– Teve um dia que vc me ajudou a pegar alguma coisa no armário. Eu tava na escada de saia. Eu tinha colocado de propósito só pra confirmar se vc realmente tava de safadeza pro meu lado. Vc naquele dia até pegou na minha bunda com desculpa de me ajudar. desde esse dia eu sabia o que vc queria comigo. Só não sabia que vc ia conseguir.

– Mas vc me imaginou te comendo?

– Então… Naquele dia não, mas conforme vc ia ficando ousado comigo, eu comecei a acreditar que vc queria realmente me comer, rsrsrsrsrsr… Depois da primeira vez que vc me forçou a te ajudar, no dia que assistíamos a um filme a noite, lembra? Então, ali eu confirmei que isso ia dar uma grande merda. Mas minha intenção sempre foi te ajudar. Agora vamos dormir.

– Só mais uma pergunta: Você já pensou em trair o papai antes?

– Claro que não, mas muito homem já tentou.

– Sério? Algum conhecido?

– Ah filho, sim neh. Até um amigo do seu pai que foi la em casa quando a gente fez uma festa. Ele até passou a mao na minha bunda quando ninguém tava perto. Como ele tava bêbado e seu pai é muito ciumento, eu nunca falei nada. Mas vira e mexe alguém dá em cima de mim. Que nem vc disse: é o preço que se paga por ser gostosa.

– Vc é muito gostosa mesmo. E amanha, como fica?

– Amanha vc levanta cedo, vai a cidade aqui perto e compra o remédio que eu te falei. Logo de manha tem um passeio numa cachoeira. É um pedaço de carro e uma trilha a pé. O pessoal deve demorar. Vamos ver se dá pra fazer alguma coisa. Amanha é o último dia, pq domingo a gente vai embora de manha depois da missa.

– Então tem que aproveitar neh.

Não quis mais ficar ali. Já era umas três da manha. Me bateu um desespero, pq Beto tinha conseguido tudo. Conseguiu até mais do que o combinado.

De manha, eu acordei com a movimentação do quarto. Quando olho o celular,vejo que já era 10 horas. Que inferno! Todo mundo já devia estar em pé. Ninguém me chamou e como dormi tarde, eu não acordei cedo. Me levantei, escovei os dentes e fui tomar café num outro barracão. Como já era tarde, tive que procurar comida no refeitório da cozinha. Perguntei pra cozinheira onde tava todo mundo. Ela me disse que eles tinha ido fazer uma trilha. O problema é que eu não tinha ideia onde mamãe poderia estar. Eu resolvo ir aquele mesmo riacho do da anterior. Chegando no mesmo ponto, vejo mamãe cavalgando em Beto. Ela estava peladinha e ele também. A única coisa que mamãe usava era um boné. Ela cavalgava com força e eu vi que Beto comia a buceta de mamãe. Como estava no mesmo lugar espreitando, eu conseguia ouvir. Mamãe falou:

– Vc podia ter comprado pelo menos um pacote de camisinha neh Beto?

– Pra que? Eu comprei seu anticoncepcional! Nem faz sentido. E sentir sua buceta é bem melhor.

– Então sente bem. Hoje é seu último dia e eu juro pelo amor de mae que sinto por vc que essa relação ta chegando ao fim.

– Tá, mãe! Vem cá então.

Ainda cavalgando, Beto puxa mamãe e da um beijo na boca dela. Ele continua metendo com força, com uma mao em cada lado da bunda. Mamãe já desinibida fala:

– Ai minha buceta já ta doendo. Já é a terceira vez so agora de manha. Não sei de onde vc tira tanta energia. Mete vai! Mete com força na mamãe. Goza pra mim!

Beto começa dar uns gemidos altos. Quando vi ele tinha gozado dentro dela. Mamãe so se levanta da posição e deixa escorrer o esperma de Beto. Ela diz:

– Bom, meu filho! Espero que tenha aproveitado. Acho que vc nem consegue fazer mais nada, pq a gente passou a madrugada transando e agora de manha também. Eu preciso voltar pra ajudar o pessoal e como amanhã a gente sai cedo. Essa foi a derradeira vez. Espero que vc entenda.

Beto punhetando o pau que já estava meia bomba diz:

– Realmente eu to exausto. Obrigado mamãe. Prometo que vou te deixar em paz. Mas antes da gente voltar, posso te pedir uma coisa?

– O que?

– Um último boquete.

Mamãe não disse nada. Só ajoelhou e começou a chupar o pau de Beto, que jpa dava sinal de vida. Ficaram uns minutos nisso até que Beto disse:

– Ahh que sorte de ter uma mae tão gostosa. Nunca vou esquecer essas sacanagens. Toda vez que eu olhar pra sua bunda lá em casa vou lembrar que fui eu que comi esse cu pela única vez. Vou lembrar que fui eu quem gozei tanto nessa boca e comi essa buceta rosinha. Vc vai lembrar também, mamãe? Fala que vai!

Mamãe para de chupar, fica só na punheta e diz:

– Não tem como não lembrar filho. Agora tudo vai ficar na lembrança, mas vai ficar guardado com carinho. Agora goza vai! Da sua ultima gozada.

Beto empurra a cabeça de mamãe pra sua rola e despeja tudo. Nem foi tanto assim pq ele já tinha gozado demais. So sei que mamãe engoliu tudo. Sem falar nada, eles colocaram as roupas. Antes de sair, Beto olha pra mamãe, tira o boné dela e sem falar nada, dá um beijo bem apaixonante de língua nela, apertando bem aquela bunda que foi a culpada de toda aquela história. Ela sorri e diz:

– Então é isso! Vamos voltar filho.

Eles saem tranquilamente. Eu volto depois de um tempo. Ficamos o resto da tarde na sede como se tudo fosse normal. Dormimos da mesma forma que na noite passada. Como eu estava morto, nem fui ver o que eles poderiam fazer na barraca. Com certeza, fuderam a noite toda. No outro dia cedo, após a missa fomos embora.

Vc deve estar se perguntando: e ai?

Bom, querido leitor, fato é que, já faz uns 6 meses que o lance do retiro aconteceu. De lá pra cá, não vi absolutamente mais nada. Procurei no telefone de mamãe, tentei surpreendê-los e nada. Uns dois meses depois do retiro, Beto arrumou uma namoradinha. Muito bonita, diga-se de passagem. Acho que, contra todas as possibilidades, no fim, mamãe sustentou sua posição e evitou que aquela história pudesse ir adiante. Muitos me criticaram, falando que eu deveria chantageá-la pra poder tirar proveito. Entendam que isso não é uma fantasia. É uma história real que de fato aconteceu por quase dois anos na vida da minha família. Ela é a pessoa que eu mais amo na vida e não conseguiria chantageá-la pra tirar proveito, pois sei que ela se sentiria mal com isso. Eu sempre torci pra isso acabar, mas quando acontecia, eu ficava excitado por todo o contexto que rodeava os acontecimentos. Mas no final, eu me sinto aliviado. Parece que tudo ficou pra trás. Até o casamento de mamãe melhorou bastante. Eu só não esquecia do que Beto disse. Com certeza, quando ele olhava aquela bunda, ele lembrava de tudo que aconteceu. Sorte a dele, no final das contas.

Eu penso que se fosse pra tentar alguma coisa, não seria na base da chantagem. Tentaria conquistar mamãe pelo afeto e quem sabe, com muita sorte, pegá-la num momento de fragilidade. O que posso dizer é que, de uns meses pra cá, tenho tido muito mais afinidade com ela e nós nos aproximamos muito. Estamos fazendo várias atividades juntos e eu sinto que a maré pode ser boa pra mim. Nada aconteceu de concreto, mas alguns fatos são dignos de serem relatados aqui. Vou esperar mais um tempo pra poder postar nesse site. Agradeço a todos pelos comentários. Aguardem um pouco que eu volto com novidades.

1 comentário em “Minha mãe e meu irmão adotivo – O acordo (Final)”

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