Minha mãe e meu irmão adotivo – Resistência X Persistência

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Ainda desnorteado, fiquei na rua até a hora de retornar. Eu tinha certeza de que, se nada fosse feito, com certeza Beto iria conseguir comer nossa mãe. Ele a envolveu numa trama que era muito difícil de desvincular. Eu ficava atônito com tantos fatos absurdos. Não é uma coisa que vc digere facilmente. Quando cheguei em casa, pude perceber a melancolia nos olhos de mamãe. Ela estava cabisbaixa. Perguntei o que tinha acontecido e ela só disse que estava com cólica. Sabia que era mentira. Beto agia normalmente. Como sempre, ele nem falava comigo. Era uma pessoa muito arrogante.

Minha vontade era de fazer chantagem com mamãe e esperar que ela me agraciasse com aquele bundao do jeito que eu bem quisesse. Mas só de pensar nisso eu me tremia. Não tinha adquirido ainda essa coragem e seria minha palavra contra a dela. A chance de me passar como um mentiroso e uma pessoa sem escrúpulos era muito grande. Resolvi tirar a prova de um fato muito relevante. Será que mamãe ficou excitada? Eu resolvi averiguar. E só tinha um jeito. Fui ao banheiro pra verificar sua calcinha. Certamente ela já tinha tomado banho. Fui ao banheiro onde ficava o cesto de roupas usadas.

Não encontrei. Só poderia estar na lavanderia, que ficava ao lado da nossa mini academia. Entrei e encostei a porta. Vi que o lenções da cama de Beto estavam la. Revirei um pouco e… Bingo! A calcinha de mamãe estava embaixo do lençol. Entendi o pq de ela ter colocado a calcinha lá. Quando peguei a peça íntima, vi que ela estava ensopada. Aquilo não era gala de Beto e sim lubrificação de mamãe. Isso demonstra sua excitação. Talvez por isso ela tenha ido tao longe. Ela estava se aproveitando da situação. Talvez por isso ela estivesse triste. O fato de ser muito religiosa e saber que aquilo é um pecado mortal, sem falar de toda a imoralidade daquele ato, deve ter deixado mamãe com um grande sentimento de culpa. Pela primeira vez senti o cheiro de sexo de mamãe. Não aguentei. Tranquei a porta do cômodo e, ali mesmo, bati uma punheta com a calcinha enrolada no meu pau.

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Gozei em 2 minutos. Era muita excitação. Saber que ela estava molhada por causa de um ato tao indecente me deu um puta tesão. Depois de gozar, coloquei a calcinha do mesmo jeito e saí. Passei aquela tarde no meu quarto mexendo na internet e procurando respostas pra esse caso. Vez ou outra eu parava e me masturbava. Não conseguia tirar aquilo da cabeça. Imagina Beto, que viveu aquilo tudo… acho que nem eu seus melhores sonhos ele se deu tão bem.

Fiquei em alerta total, pra ver se pegava alguma coisa. Mas com o passar do tempo, vi uma mudança radical no comportamento de mamãe. Ela parou com aqueles beijos e abraços com Beto, ia à igreja praticamente todos os dias e suas vestimentas mudaram por completo. Não como da primeira vez. Agora ela tinha comprado roupas bem mais folgadas e longas que inviabilizavam qualquer tentativa de ver suas curvas e principalmente sua bunda. Eu ficava frustrado, mas ao mesmo tempo aliviado. Vi que, por diversas vezes, Beto fazia uma investida, mas mamãe sempre saía de forma fria. Ela mudou de vez seu comportamento. Era incrível. Em relação a mim nada havia mudado, mas Beto passou a ficar mais rebelde. Acho que ele estava irado. Quem mandou ser afoito? Já havia passado quase dois meses e comecei a encarar aqueles fatos como uma fase negra. Uma mancha no seio familiar da minha casa, que ficou no passado, enterrado e sepultado. Tudo se encaminhava para voltar ao normal.

A única oportunidade de ver mamãe mais a vontade era em seu momento de academia. Mas isso era quase impossível pq ela fazia bem no momento em que não havia ninguém em casa. Eu só via as roupas dela no cesto e sabia que aquele dia ela tinha malhado. Aproveitava minhas lembranças pra me masturbar. Apesar de ter ficado aliviado com o fim de tudo aquilo, sentia vontade de ver mamãe novamente naquela posição com seu monumento pra cima. Quem ficava louco era Beto. Ele se mostrava muito revoltado e mal falava com o pessoal aqui de casa. Vi que um dia papai questionou mamãe sobre o comportamento de Beto. Percebi uma leve aflição da parte de minha genitora. Ela tinha medo que, se papai confrontasse Beto, ele pudesse falar alguma coisa. Escutei mamãe dizer que não sabia o que era, mas que iria conversar com ele.

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Apesar de amar mamãe, vi que ela mentia e dissimulava muito bem. O que me preocupou foi ela dizer que conversaria com Beto. Aquilo me causava arrepios pq poderia ser a brecha que Beto precisava. Além disso, notava como papai tratava mamãe. Sempre de forma ríspida, como se ele estivesse falando com um de seus subalternos. Se ele soubesse como seu tratamento influenciou tudo aquilo, ele valorizaria muito mais mamãe. Ele não era um homem atencioso e carinhoso. Na verdade, ele tentava suprir tudo com bens materiais. E todo mundo sabe que, muitas vezes, isso não é suficiente.

Mulheres como mamãe precisam de atenção. Era muito fácil ela chamar a atenção de qualquer homem, muito embora o perigo residisse ali mesmo em nosso lar. Concluí que mamãe pode ter descambado para aqueles atos libidinosos justamente por não receber o afeto marital que ela merece. Aquele era outro motivo que me preocupava muito. Até quando ela poderia aguentar? De certa forma eu baixei a guarda, mas sempre com uma pulga atrás da orelha.

Certa vez estava na sala, jogando no meu PC com fones de ouvido. Vi que Beto passou em direção à cozinha. Sabia que mamãe estava lá. De uma forma quase instintiva coloquei o volume no mudo. Quem me via de fone achava que eu não escutava nada. Vi que Beto disse alguma coisa à mamãe inaudível. Mas quando ela respondeu pude escutar. Ela disse: Vamos conversar sobre isso mais tarde. Seu pai vai jogar bola. Quando seu irmão for à casa do amigo dele, a gente conversa. Eu sempre tinha o costume de ir à casa de um amigo meu do condomínio pra jogar vídeo game. A gente sempre fazia campeonato. Era um sábado, quando deu umas duas da tarde, eu me despedi de mamãe e disse que ia jogar vídeo game. Papai estava jogando bola e só voltava no fim da tarde. Ou seja, mamãe e Beto iriam ficar sozinhos. Como de costume, dei um tempo e logo voltei. Entrei pelo portao com minha chave. A porta da frente estava fechada mas vi que a da cozinha estava aberta. Fui por lá. Dessa vez, mamãe e Beto conversavam na na sala. Me posicionei de forma estratégica. Eu os ouvia. Mamãe dizia:

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– Meu filho, eu sei que vc ta chateado, mas vc tem que entender que tudo que passou foi uma fase. Eu só tentei te ajudar. Mas tudo isso vai ficar no passado, ok?

– Mas mamãe, olha como eu fico perto de vc. Eu te amo tanto. Não consigo para de pensar em vc.

– Beto, eu não posso continuar com isso. No começo, eu só tentava te ajudar, mas depois as coisas complicaram. Isso é traição, filho. Eu amo seu pai e sou casada com ele. Além disso, nós somos uma família da igreja. Se alguém um dia sonhar com isso, será a nossa ruína.

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– Eu sei mamãe! Mas ninguém nunca saberá. Eu jamais vou cotar pra alguém. Mesmo vc se afastando eu não falei nada.

– Eu agradeço, filho. Espero que tudo isso sirva de experiência e vc arrume uma namoradinha.

– Mãe, eu sei que o papai não te dá 10% da atenção que vc merece. Ele não é presente e sempre te trata de uma forma grosseira. Eu só quero suprir o que ele não te completa.

Beto tinha as palavras certas para os momentos apropriados. Assim como eu, ele sacou que, muitas das dúvidas de mamãe eram provenientes das incertezas do casamento de papai com ela. Ele jogava bem e tinha grande poder de persuasão. Mamãe tentava refutar.

– Filho, eu admito que casamento é uma coisa complicada, mas o que fizemos não é justificativa. O que vc precisa entender é que seus hormônios estão aflorados. Logo esse seu desejo vai passar. Vc deve se interessar por meninas da sua idade.

– Eu não quero ninguém, mamãe. Só quero vc. Posso te perguntar uma coisa?

– Pergunta filho.

– Aquele dia, na minha cama, vc não sentiu nada? Mesmo quando vc rebolou?

– Olha filho, eu não vou ficar falando disso, tá bem! O que passou, passou.

– Só me responde. Vc gostou ou não?

Mamãe ficou em silêncio por um tempo e disse:

– Beto, eu fiz coisas com vc que seu pai nunca nem tentou. Além disso ele não tem tanto vigor como vc por causa da idade. Mas não posso ficar comparando essas coisas pq é pecado.

– Mas vc achou tão ruim assim o que fizemos.

– Na hora não, Beto, mas o arrependimento vem depois.

– Então, mamãe. Vc precisa entender que a única pessoa de confiança pra esse tipo de coisa sou eu. Mais cedo ou mais tarde vc vai se chatear com papai e logo vai perceber que o que fazemos é até saudável para o seu casamento. É melhor do que correr o risco com outro caso aí na rua.

– Me respeita Adalberto. Eu jamais faria isso com seu pai. E vamos encerrar esse assunto. Espero que vc compreenda a minha decisão. Fique com as lembranças, OK?

– Mas quando eu sentir saudade, eu posso pelo menos te dar um abraço?

– Desde que seja de mãe e filho, não vejo problemas.

Beto saiu pro quarto dele e mamãe ficou na sala. Saí ainda pelos fundos e depois fui pra casa do meu amigo. Nem conseguia concentrar pensando naquele diálogo.

Com o passar dos dias, vi uma mudança de comportamento de Beto. Ele já não era tão afoito. Tentava fazer as coisas com mais calma, como se estivesse esperando a oportunidade perfeita. Ele se tornou mais atencioso com mamãe, mas a impressão que ele passava era que o seu intuito era só buscar a confiança de mamãe. Foram varias semanas assim. Ele passou a participar mais dos eventos da igreja com ela. Essa era a única atividade social de mamãe. Beto estava explorando bem esse artifício. Sabia que, mais cedo ou mais tarde, ele ia fazer uma investida. Ao passo que Beto se aproximava, meu pai se afastava. Ele estava em casa todo dia, mas seu comportamento com mamãe era muito rude. Obviamente ela sentia isso. Ficava mais carente e isso era um prato cheio para os planos de Beto. Um dia estava no meu quarto a tarde, em um final de semana. Comecei a ouvir umas vozes exaltadas. Era de papai e mamãe. Eles estavam tendo uma discussão feia. Pra falar a verdade, eles não eram de discutir e aquela, com certeza era a maior briga que eu tinha presenciado. Papai pegou o carro e saiu. Era por volta de uma da tarde. Fui perguntar mamãe o que tinha acontecido. Ela me respondeu:

– Seu pai só leva a vida em jogar bola e beber no final de semana. Não sei o que é sair pra jantar ou ir ao cinema há muito tempo. Fui falar com ele hoje e ele me tratou com muita brutalidade.

– E pra onde ele foi, mamãe?

– Disse que ia jogar futebol, depois ver jogo num bar e beber com os amigos do trabalho. E eu? Fico a semana toda aqui. Será que eu não mereço me divertir.

Nessa hora, Beto entra na cozinha e começa a escutar as lamentações de mamãe.

– O pai de vcs é muito ingrato. Tem hora que dá vontade de…

Ela não terminou a frase. Mas ao mesmo tempo ela olhou nos olhos de Beto e saiu para lavar roupa na lavanderia. Aquilo me deu um frio na espinha. Era o empurrão que Beto precisava e sei que ele captou aquela oportunidade que há muito ele esperava. Eu fiquei um tempo por ali, mas logo fui tirar um cochilo no meu quarto. Eu acordei por volta de umas seis da tarde. Mamãe ainda estava triste. Papai já estava em casa. O clima tava pesado. Nesse dia fiquei até tarde no PC jogando. Achei que naquele dia haveria um filme. Entretanto, todo mundo foi dormir. Estranhei pq pensei que Beto iria tentar algo naquele dia.

No outro dia era domingo. Levantei por volta de oito e meia e vi papai colocando a farda. Achei estranho e resolvi perguntar:

– Vai trabalhar hoje, pai?

– Eu fui convocado pra ir à base aérea de Anápolis. Vou voltar amanha cedo. Toma conta da sua mãe e do seu irmão, Guga.

Anápolis fica a uns 160 km daqui. Sempre que papai ia ele dormia e voltava no outro dia. Fiquei apreensivo com aquilo. Na hora de se despedir papai deu tchau pra mamãe, mas ela mal respondeu. Era diferente dessa vez. Ela não estava magoada. Estava com raiva. E mulher com raiva fica muito tendenciosa a fazer besteira, mesmo sabendo que mamãe era uma mulher de respeito. Naquele dia almoçamos e nada demais aconteceu na tarde. Fiquei no meu quarto praticamente o dia todo. Por volta das seis e meia desço pra fazer um lanche. Não vejo ninguém embaixo. Subi e vi que mamãe se arrumava em seu quarto. Quando ela saiu, eu fiquei de queixo caído. Mamãe usava uma calça jeans com cos alto e uma blusa branca social de botões colada. A blusa modelava sua fina cintura. Além disso, mamãe usava uma bota marrom com saltinho, típica para momentos em que o clima está ameno. A calça mais a botinha deixavam sua bunda muito empinada. Pensei que ele iria para uma festa. Eu a questionei:

– Vai pra onde, mamãe?

– Vou à missa.

– Pq não me chamou?

– Vc tava no seu quarto. Não quis incomodar.

Estranhei pq mamãe sempre me chamava.

Quando ela liga o carro já na garagem e eu passo o olho pela janela, vejo Beto entrando no carro. Ele iria com ela. Fiquei ainda mais puto, mas como era pra ir à igreja, fiquei mais tranquilo. Não tirava a imagem de mamãe da cabeça. Ela tava irresistível. Pouco depois de a hora da missa acabar, eu mando uma mensagem pra mamãe. Pergunto se ela já está chegando. Ela disse que Beto queria comer alguma coisa na rua, mas eles não iam demorar. Perguntei onde era pq assim eu os encontraria. Ela nem se deu ao trabalho de me responder. Fiquei irado. Resolvi ir a casa do meu amigo. Deve dar 1 km de distância. Eu coloquei um agasalho com capuz e um boné. Fazia frio nessa noite. Quase chegando à casa do meu amigo, eu vejo um carro passar. Era o de mamãe. Conheci pela placa. Todos os vidros fechados. Não dava pra vê-los pq era um vidro fumê, mas tb sei que eles não me reconheceram. Normal. Eles estavam indo pra casa. Já quase continuando com a cabeça pra frente, vejo que eles viraram em uma rua do condomínio que não era a nossa. Achei muito estranho e até parei. Aquela rua, que era sem saída, não tinha casas com moradores. Eram casas em construção. Inclusive, nessa rua, somente a luz do poste da esquina era acessa. Mais pra dentro era bem escura, pois não morava ninguém. Num ato de extinto eu vou atrás. Quando chego na esquina vejo o carro entrando de ré numa casa que era bem grande, mas estava em acabamento. Basicamente com tudo pronto, só que sem portas e janelas e apenas rebocada. Pq eles estariam estacionando ali? Só pude pensar no pior. Sabia que se quisesse ter a chance de ver alguma coisa, não poderia ir pela frente da casa. A chance de serem surpreendidos era enorme. Então, 3 casas antes eu entrei e, pelos fundos, fui avançando. Quintal por quintal, eu consegui chegar até a casa pretendida. Apesar de estar frio, o céu estava limpo e a lua dava uma certa claridade no lugar. O poste no começo da rua também ajudava (muito pouco, mas ajudava). Esperei recuperar meu fôlego e entrei pelos fundos com muita cautela, pois a visibilidade era muito pequena. Quando cheguei na sala, consegui avistar da janela a garagem. Dessa vez eu tinha a vantagem de poder chegar perto por causa da baixa luminosidade. Então me encostei na parede da sala que dava acesso à garagem. Logo a cima de mim, a abertura de uma janela e um pouco mais a direita, o vão de uma porta. A garagem era grande e quem passasse na esquina da rua não veria o carro que estava totalmente dentro da garagem. Eles estavam dentro do veículo. Por muita sorte, saíram. Vi mamãe falando:

– Beto, não sei pq vc nos trouxe aqui, mas seja o que for que vc queira falar, é melhor falar fora do carro, pq espaço fechado me dá fobia.

– Eu só queria conversar com vc mamãe. Vi toda a sua briga com papai. Só queria que vc soubesse que sempre estarei do seu lado.

– Obrigado filho. Realmente seu pai me deixou muito chateada. Ele é muito bruto e mal me dá atenção. Ele pensa que eu não faço nada.

– Meu pai é um idiota de fazer isso. Se ele soubesse quantos homens dariam tudo pra estar com vc, ele te daria muito mais valor.

– Obrigada pelo elogio, filho (mamãe falou com a voz mais alegre).

– Eu sim te dou toda a atenção que vc precisa mamãe. Eu nunca esqueci tudo que vc fez de bom pra mim. Aquele dia no meu quarto foi incrível.

– Filho. A gente acabou de sair da missa. Não vamos entrar nessa conversa, por favor.

– Esse é seu problema, mamãe. A gente só ta conversando. E se eu não puder falar com vc sobre isso, vou falar com quem? Aliás, eu queria te fazer uma pergunta.

– Lá vem… O que foi Beto?

– Lembra daquele dia? Que a gente tava no meu quarto? Eu só preciso saber de uma coisa. Vc sentiu prazer?

– Que pergunta besta Beto. Pra que isso agora?

– Só quero saber! Preciso da sua sinceridade, como eu sempre fui com vc.

– Olha Beto. Não significa que eu gostei. Mas eu não sou de ferro. Claro que quando há um toque a gente se sente diferente.

– Entao vc sentiu prazer?

– Afff Beto! Vc quer ouvir? OK! Senti sim!

Aquilo foi uma facada no meu peito. Ela admitiu que aquele ato incestuoso foi prazeroso. Obviamente depois de muita insistência de Beto.

– Eu só quero a sua felicidade, mãe! Eu sei que vc sente falta de algumas coisas. Só quero te dar a chance de vc ser feliz como merece. Não estou tirando proveito. É amor de mãe e filho, só isso.

Atrás da parede, eu escuto uns pequenos estalos de beijo. Me deu um frio na espinha. Será que Beto beijava mamãe? Eu fui me arrastando pro canto do vão da porta. Tinha que ver. Quando coloquei o olho, pude ver a uma distancia de uns três metros. Beto encostava mamãe no porta-malas do carro. Ele a abraçava, mas, ao contrário do que eu pensei, ele não a beijava na boca, mas no pescoço. Pude ver com mais nitidez, pois a luz interna do carro estava acessa e ela iluminava, mas não podia me denunciar. Fiquei pasmo ao ver que mamãe permitia. Ficaram uns dois minutos assim sem falar nada, até que Beto pegou mamãe pela cintura e puxou forte o corpo dela pra junto do dele. Ela deu um suspiro e disse:

– Ai Beto, por tudo que é mais sagrado, não faça isso. É errado filho.

– Só relaxa, mãe.

– Não posso filho.

Ela não se entregava, mas também não fazia força pra sair daquela situação. Beto começou a fungar com mais força no cangote de mamãe. Ela parecia se excitar, pois seus olhos estavam fechados. Ele para, olha pra ela, se afasta um pouco e… abaixa a calça jeans.

– Eu preciso, mamãe! Nem que só mais uma vez, mas eu preciso por favor!

Ele nem precisou falar nada. Ela se agachou, segurou o mastro na mão e colocou na boca. Me deu vontade de chorar. Eu ficava muito puto e muito excitado, pq aquilo era a prova que ela tava no clima também. Já não era mais forçado. Pelo menos não até aquela etapa. Ela chupava com gosto. Beto gemia e dizia que tava muito bom. Devia ta mesmo, pois mamãe caprichava. Chupava, lambia. Parecia que queria comer aquele pau grosso. Beto já se tremendo diz.

– Mãe, posso te pedir uma coisa?

– O que filho?

– Abre só um pouco a sua camiseta. Pra eu ver o seu sutiã.

Pareceu meio bobo, mas sabia onde ele queria chegar. Mamãe nem relutou. Atendeu. Desabotoou três casas da camisa. Ela estava com um sutiã branco. Seus peitos ficavam estufados. Parecia um sutiã meia taça. Era uma visão incrível. Beto forçava a cabeça de mamãe. Já não era um mero ato de afeto. Era mais selvagem e lascivo. Beto para e pede pra mamãe ficar de pé. Ela indaga:

– O que vc quer de mim agora?

– Quero que vc fique de pé pra aproveitar mais.

Logo eu entendi pq. Enquanto mamãe punhetava o pau dele em pé, Beto começou a dar beijos no pescoço de mamãe. Ele foi descendo até alcançar seus seios. Ele enfiava a cabeça entre os peitos dela e chupava. Ficou uns dois minutos assim e disse.

– Não aguento mais. Eu preciso fazer completo.

E com a mao direita ele abaixou o sutiã de mamãe por completo, revelando seus seios. Eram rosados, com auréolas perfeitas. Bem alvos e é claro, empinados pelo silicone. Que perfeição. Aquela mulher era a coisa mais gostosa que eu já tinha visto. Beto chupava os bicos enquanto mamãe fazia o trabalho embaixo. Eles começaram um assunto estranho, que foi iniciado por mamãe:

– Ai Beto. Que tara esquisita vc tem por mim. Nunca imaginei isso de vc. Desde quando hein?

– Ai mãe, eu sempre te quis. Desde que comecei a me masturbar. Mas nos últimos tempos estava impossível segurar. A sua bunda me provoca todos os dias. Ela é minha perdição.

– Minha bunda? Vc acha? Pq? (mamãe falava numa voz manhosa).

– Vc é a rabuda mais gostosa que eu conheço. Sua bunda é igual a da Nina Lins.

– Quem é essa Beto?

– É uma atriz muito bonita, mãe!

Ele só esqueceu de dizer que era uma atriz pornô. Eu pesquisei depois e vi que realmente existia uma grande semelhança, principalmente o corpo. Em especial a bunda.

– Ai filho obrigado. Ela deve ser bem bonita, pra vc gostar assim neh.

Beto para, com a cara toda babada e vira mamãe de costa. Ele coloca as mãos dela no porta malas e diz:

– Mãe. Vou fazer uma coisa. Se vc não quiser é só me falar ta.

– Olha lá em Beto. Toma cuidado com o que vc vai fazer.

Beto passa a mão pela cintura de mamãe. Achei que ele ia se esfregar na calça dela. Ele foi além. Beto desabotoou a calça de mamãe e estava tentando descê-la. Como a calça era muito colada ele não conseguia. Mamãe então deu uma força. Ela abaixou até perto do joelho. Quando eu vi aquela calcinha, quase gozei. Era uma calcinha preta com detalhes nas laterais. Uma argola de cor prata que emendava as laterais da calcinha. PQP! Nunca tinha visto nada igual. Beto disse o que eu pensava:

– Caramba, mãe. Que calcinha é essa? Nessa bunda, qualquer um fica louco. Como eu sou sortudo.

– Beto, o que vc vai fazer agora?

– Relaxa, meu amor (meu amor? Beto já não tratava aquela como a nossa mãe mais).

Ele começou a esfregar o pau naquela bunda enorme. Passava a rola com gosto naquele monumento. Beto alternava colocando o pau entre a alça da calcinha e a pele de mamãe. Num ato já selvagem, ele coloca o pinto no meio das coxas dela, bem perto da buceta. Ele fazia um vai e vem frenético. Ele para e troca de posição com ela. Beto se escora no carro. Ele fez isso pra poder tocar naquele bundao. Quando Beto voltou a esfregar no meio das coxas de mamãe, segurando aquela raba enorme, mamãe começou a falar coisas sem muito nexo com a voz trêmula:

– Que blasfêmia! Isso é errado Beto. Não pode acontecer, bebê.

– Fala que vc ta gostando fala! To cansado de vc só reclamar. Fala que vc ta gostando de sentir minha rola tao perto da sua bucetinha mamãe.

– Ai Beto. Para seu tarado! Vc ta molestando a sua mãe. Apertando a minha bunda. Vc não tem escrúpulo?

– Cala a boca sua safada. Fica dando uma de santinha, mas ta doidinha. Ta toda molhada. To sentindo sua calcinha ensopada.

– Seu pervertido! Tarado, safado. Faz o que vc tem que fazer, antes que eu exploda.

– Só vou gozar quando vc gozar mamãe.

– Não vou fazer isso, Beto!

Sem nem pedir licença, Beto virou mamãe de costa encoxando aquele bundao. Ele colou o corpo dela no dele. Subitamente, ele coloca a mao direita dentro da calcinha dela. Que loucura. Ali mesmo eu gozei. Quase desmaiei de tanto tesão. Enquanto eu esporrava nas calças, Beto dedilhava mamãe. Ela rebolava no corpo de Beto. Ela ficava toda vermelha. Começou a gemer e disse:

– Nossa, quanto tempo eu não sentia isso! Não vou aguentar! Não para, Beto! Eu vou… Eu vou…

– Fala! Fala se não eu paro.

– Eu vou gozar, Beto. Vou gozar na sua mao. Não aguento mais seu tarado filho da puta. Ta doido na sua mãe neh. Doido na bunda dela. Vai safado. Aproveita que isso acaba hoje.

– Acaba um caralho. Não sossego enquanto eu não conseguir realizar meu sonho.

– Que sonho seu louco?! Vc já não fez tudo que queria.

Aumentando o ritmo da mao e da esfregação, Beto diz:

– Eu quero te comer, mãe. Quero transar com vc. Colocar minha rola dentro da sua buceta e gozar la no fundo.

– AAAAAAA Betooooo! Seu sarrador de mãe… Vou gozar seu moleque. Goza tb vai. Goza pra mim. Goza bem perto da minha bucetinha que vc nunca vai ter. Essa putaria acaba aqui seu pervertido.

Mamãe tremeu toda. Ela praticamente desfaleceu no corpo de Beto. Ficou mole. Enquanto isso, Beto jorrava porra entre as coxas de mamãe. Vi que escorreu pelas suas pernas e acabou parando na calça que estava no joelho. Era muita loucura. Mamãe estava toda bagunçada com o cabelo fora do lugar e toda vermelha dos apertos e chupões de Beto. Ele fica cheirando o pescoço dela. Ficaram quero uns 5 minutos. Ate que mamãe se afastou e disse subindo as calças:

– Vamos embora. Seu irmão já deve ta preocupado. E eu preciso de um banho tb.

Beto sobe as calças e entra no carro. Mamãe se recompõe como pode e também entra. Os dois saem sem falar muita coisa.

Eu saio pela frente e vou pra casa. Não acreditava que meu irmão estava a um passo de comer minha mãe. Será que ele conseguiria?

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