Minha mãe e meu irmão adotivo

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O relato que passo a contar é extremamente verídico. Com certeza serei alvo de criticas, mas depois de muito pensar, decidi relatar os acontecidos em minha vida familiar. Eu poderia ter procurado até ajuda psicológica, mas acho que essa é a melhor forma de desabafar sem comprometer minha dignidade. Esse conto será grande, pois quero demonstrar a veracidade das histórias com riqueza de detalhes, por isso esse relato deve possuir alguns capítulos. Não estou em busca de popularidade ou qualquer outra coisa. Como eu disse, isso será um desabafo. Vamos aos fatos:

Após ler alguns contos do mesmo gênero, percebi que há muitas histórias inventadas sem pé nem cabeça. Nunca tive interesse no tema até perceber que casos de incestos podem ser verdadeiramente reais. E aconteceu onde eu menos esperava. Apenas por segurança, irei trocar os nomes dos envolvidos, mas todo o resto é real e aconteceu (ainda acontece) há algum tempo.

Meu nome é Gustavo. Tudo começou quando eu tinha 20 anos. Meu irmão se chama Beto tinha 18, minha mãe que se chama Alessandra 38. Papai se chama Carlos, 42. Minha mãe casou com meu pai muito nova. Na verdade, o casamento foi por conta da gravidez. Aos 18 anos ela já tinha dado à luz a mim. Minha mãe é de uma família muito religiosa (católica), por isso se casou e constituiu família com papai. Ele seguiu carreira militar das forças armadas e hoje possui uma patente de respeito, o que nos garante uma boa condição financeira. Moramos em Brasília. Algum tempo após meu nascimento, mamãe resolveu adotar uma criança. Quando eu tinha dois anos e pouco, ela adotou Beto, que tinha uns 6 meses de vida. Foi uma grande alegria para meus pais, principalmente para mamãe que sempre tivera esse sonho. Éramos uma família perfeita aos olhos da sociedade. Tudo ia muito bem até o momento em que Beto completou 18 anos, foi quando comecei a desconfiar do seu comportamento. Antes de entrar na história em si, irei nos descrever:

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Sou branco, 1,75 de altura, 69 kg, cabelos e olhos pretos. Gosto muito de tecnologia e detesto esporte. Sempre fui um aluno mediano. Basicamente isso. Meu irmão Beto é moreno mais escuro, cabelos crespos, um pouco menor que eu, mas possui o corpo mais atlético, pois gosta muito de praticar atividade física. Papai deve ter uns 95 kg (meio gordo), por volta de 1,69 de altura, meio calvo pelo tempo. Não dispensa o futebol todo final de semana e adora tomar cerveja. Além de tudo é um bom pai e um bom marido, mas vejo que ele dá pouca atenção a mamãe (acredito que esse foi um dos motivos para chegarmos ao absurdo que irei relatar). Apesar disso ele morre de ciúmes dela e permite que ela tenha pouco contato com outros homens. Basicamente o pessoal da igreja e da família. Por um motivo bem óbvio: mamãe é simplesmente uma mulher de parar o trânsito. Aos meus olhos, ela é perfeita: 1,68 de altura, 57 kg, cabelos castanhos claros, bem lisos e longos até a cintura, uma pele branca e bem delicada (só de encostar, ela fica vermelhinha), rosto fino angelical, com nariz afilado, olhos penetrantes castanhos e uma boca bem desenhada com lábios destacados. O que me cativava era seu corpo. É muito bem desenhado, com seios pequenos (que logo deram lugar a silicones – irei contar), cintura fininha, coxas grossas e pés 35 bem delicados. Mas seu maior atributo era sua bunda. A família toda de mamãe era bunduda, mas a dela era perfeita, por ser redonda, cheia, proporcionalmente larga e firme. Era uma questão de genética e atividade física. Simplesmente perfeita. Devia ter uns 97 cm. Nunca vi uma igual. Era tão perfeita que, mesmo de blusas compridas que tapavam sua bunda, a peça de cima ainda ficava destacada por sua bunda ser muito empinada. Mamãe não trabalhava, só ficava por conta da casa e exercício físico, que ela fazia nos fundos de casa em uma mini academia que tinha os equipamentos básicos para ela manter a forma. Acho que muito pelo ciúme de papai. Eu até entendia e, na verdade achava bom, pois como eu era caseiro, quando entrei na adolescência, ficava o dia todo secando aquele bundao, principalmente quando ela ia malhar. Na verdade, quando entrei na adolescência não parava de pensar nela. Em casa, mamãe usava umas roupas mais curtas como shorts que até mostravam a polpa da bunda e deixavam sua barriguinha travada do lado de fora, além das maravilhosas roupas de academia. No convívio em sociedade, ela era totalmente diferente. Sempre de calça jeans ou com vestidos discretos. Ela tinha uma rotina bem metódica. Casa igreja, igreja casa e, vez ou outra, uma corrida no parque, além do convívio com sua família que vivia em Goiânia.

Eu sei que é errado o que eu fazia, mas com os hormônios explodindo, não tinha como evitar. Ainda mais com uma gostosa daquelas dentro de casa. Tudo ia perfeito até Beto entrar na adolescência. Ele se tornou insuportável e me implicava de todas as formas. Mamãe sempre ficava do lado dele. Uma por ele ser o caçula e outra por ter medo de ele perceber algum tratamento diferenciado só por ser adotado. Nós nunca escondemos essa condição dele, mas até então nunca tínhamos tido problema. O que passei a perceber foi esse imbecil tirando vantagem dessa situação com mamãe. Passo a contar isso agora.

Mamãe, apesar de caseira, sempre foi muito vaidosa. Muito discreta, mas também sempre bem arrumada. Ela era motivo de admiração de todo homem e de muito ciúme por parte de papai. Entretanto ela nunca deu motivos para desconfiança, por ser uma mulher muito católica e de uma boa índole (pelo menos eu achava). Apesar de sua discrição, mamãe nunca escondeu o fato de sempre querer implantar silicone. Realmente seus seios eram pequenos e com a idade, eles já estavam ficando um pouco caídos. Depois de muito insistir com papai, ele lhe concedeu a intervenção. Eu já imaginava como ela iria ficar gostosa. Passadas as fases de exame e consultas, mamãe internou para fazer o implante. Como moramos sem parentes aqui, só meu irmão e eu cuidávamos dela em sua internação, pois papai não pôde se afastar do trabalho. Foram apenas alguns dias num luxuoso hospital aqui da capital. Entretanto, lá comecei a perceber o que seria o inferno da minha vida. Eu estudava de manhã e Beto à tarde. Ele tinha doze para treze anos e eu 16 para 17. Eu almoçava e ia ficar com mamãe. Certa vez, quando chegava no quarto dela, não vi ninguém. Achei estranho. Quando ia saindo pra procurar, escuto a descarga do banheiro. Imaginei que era mamãe e chamei por ela. Ela disse que já ia sair. Demorou uns 5 minutos ainda até abrir a porta. Tomei um susto. Ela saia acompanhado de Beto, que segurava o soro dela. Nós nunca tivemos a liberdade de ver mamãe nua, por isso me espantei com meu irmão no banheiro com ela.

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– Oi meu filho. Já chegou?

– Já mãe. O que o Beto faz no banheiro com a senhora?

– Eu chamei a enfermeira, mas ela não apareceu. Precisava fazer xixi, então seu irmão me ajudou.

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Beto tava com uma cara de cínico. Aquilo me deu muita raiva pq eu tb tinha ciúmes dela e queria que tivesse sido eu. Imagina aquela bunda enorme sentando no vaso. Mesmo ela estando de camisola (aquelas de hospital), meu irmão deve ter tido a chance de ver alguma coisa. Beto se despediu de mamãe e foi embora sem nem falar nada comigo. Ela deitou na cama e foi repousar. Eu fui comprar um lanche (pro fim da tarde) na lanchonete do hospital e vejo beto entrando no banheiro do corredor. Estranho pq o quarto tinha banheiro. Como estava apertado tb e não tinha ido ao banheiro, resolvo ir atrás. Chegando lá, vejo que não havia ninguém, mas Beto teria de estar lá dentro. Vejo uma porta fechada. Imaginei que era ele. Eu uso um mictório e me alivio. Antes de ir embora, quando passo pela porta fechada eu escuto: “Ah gostosa, que bunda!” Eu gelei pq ele só podia estar falando de mamãe. Olho por baixo da porta e vejo suas calças arriadas e ele meio que se tremendo. Aquele fdp tava se masturbando, provavelmente pra nossa mãe. Até então, não tinha percebido nada de anormal. Mas daquele dia em diante vi que Beto era uma ameaça, pois ele tinha muito mais intimidade com mamãe e passava mais tempo com ela. Resolvi ficar de olho.

Passados alguns dias mamãe recebera alta e já estava em casa. Tinha algumas limitações mas já podia fazer quase tudo. Eu, é claro, só queria ver o resultado daquela cirurgia, mas sabia que seria muito difícil, pq, como disse, mamãe era muito reservada. O que notei depois que mamãe voltou, é que Beto não parava de olhar pra ela. E era um olhar diferente. Não de filho, mas como alguém que a desejava. Eu notava isso pq via ele olhando principalmente para sua bunda. Certa vez ela estava na cozinha lavando uns pratos, com uma short legging torando. A bunda dela era fora do normal. Acho que, logo em seguida ela iria se exercitar. E essas roupas só deixavam o seu monumento mais empinado. Quando entro na cozinha vejo ele sentado na mesa, mamãe, na pia, de costa, e ele alisando o pau com olhar aparentemente fixo na sua bunda. Eu parei e fiquei olhando ao fundo. Ele tava secando a bunda de mamãe na cara dura. De repente ele põe a mão dentro do short e começa uns movimentos estranhos. FDP. Ele tava se masturbando nas costas dela. De repente ele levanta a cabeça para o teto e treme. Ele tinha gozado. Confirmei isso pq vi que o calção dele tinha uma mancha enorme. Eles não me viam pois eu estava de costa para os dois. Mamãe obviamente não percebeu nada. Era inacreditável a ousadia dele. Além de tudo, mamãe ficava cada dia mais próximo de Beto achando que tudo aquilo não passava de carinho maternal. Mas eu sei onde ele queria chegar.

2 comentários em “Minha mãe e meu irmão adotivo”

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