Morrisson`s rules

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“Amanhece mais um dia e tudo é exatamente igual.

Calor insuportável, 28 graus.

Faltou água, já é rotina, monotonia, não tem prazo pra voltar, hã!

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Já fazem cinco dias”

Realmente assim iniciou-se o dia. Ele levanta e senta-se ao lado da cama, com cara de sono, o despertador o acordou com o som do Racionais MC`s, lembrando-o de que o homem tinha que ir para a estrada.

Então, ele dirigiu-se até a janela, olhou para fora e viu as pessoas já transitando pela rua, eram 07:30 da matina em um sábado qualquer. Seu corpo malhado por causa das artes marciais, basquete, skate e surf absolvia a luz do sol que invadia o seu espaço.

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Foi até a cozinha, tomou um copo d´ água e pôs o café para fazer. Ato contínuo foi até o banheiro, lavou o rosto, escovou os dentes e colocou-se a fazer as flexões diárias, ainda com o Rap ao fundo.

Vestiu-se rapidamente, pegou seu carrinho e rumou à escola de seu sobrinho, para a festa da família.

Teria que superar alguns longos e extensos quilômetros, mas o companheiro de sempre iria possibilitar o prazer no trajeto.

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Subidas, descidas, curvas fechadas ou abertas, toda a extensão estava sendo superada, sem manobras, pois o longboard diminui as possibilidades, mas – de outro lado- facilita a locomoção, uma remada do long equivaleria umas 4 ou 5 do “skatinho”.

Pessoas não mais viam no skatista um meliante, o marginal de outrora, mas alguém despojado, da moda, atleta social.

Chegando na escola, deixou o skate na própria guarita e entrou em um mundo novo. Pessoas bonitas, tanto as professoras e empregados como os familiares dos alunos, quase que na totalidade bem sucedidos, todos arrumados e cheirosos, ali existia uma realidade “ex adversa”, mas não menos empolgante.

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Entre uma atividade e outra com o sobrinho, o distinto rapaz mostrou-se um excelente observador, mormente em se tratando do sexo feminino. Reparou que haviam irmãs, mães, professoras e até avós que valeriam algum investimento. O tempo passa, é curto demais para não aproveitar a vida.

De todas as presenças femininas, duas se destacaram, eram professoras lindas, gostosas, Deusas. Uma morena, cabelos encaracolados, apenas o suficiente para dar volume ao rosto, composto por duas bochechas lindas e redondas, com lábios muito bem torneados contornados por um batom vermelho e olhos negros redondos, como se tivessem sido extraídos de um desenho mangá. De blusa azul e calça branca, que expunha um bumbum redondo, perfeito, delicioso, no qual ele poderia destinar horas a fio. Que GOSTOSA.

A outra, por seu turno, estava de blusa de tricot chumbo e calça preta, igualmente gostosa, a blusa não conseguia esconder as curvas daquele rabo, delicioso. Os seios eram empinados, deliciosos. Não tinha o rosto angelical igual à primeira, mas de safada, exalava ar sexual único. Cabelos compridos, rigorosamente na moda, pois eram cinzas, o que deixava ainda mais em destaque o contorno do corpo.

Entre uma atividade ou outra ele começou a conversar com a dupla, que – diferentemente do que imaginava – o tratou com educação e amistosidade. O papo começou a fluir naturalmente.

O dia estava sendo gostoso.

Hora do almoço, ele as convidou para comer em um restaurante perto dali, o que facilitaria o retorno de todos à escola para a continuidade das atividades.

O convite fora negado.

O retorno da tarde parecia não seria empolgante, mas a verdade é que a dupla não pode deixar de reparar no moço de camisa e calça de sarja larga, do “big style” ambas de cor crua, o mais natural possível o que fazia com que as tatuagens no braço do rapaz ficassem em destaque.

O trio quase não teve tempo de conversar, mas quando estava indo embora, o rapaz fora procurado pela morena e questionado sobre uma possível carona.

Ele afirmou que não podia dar a carona, porque não estava de carro, mas de skate.

Surpreendentemente, a moça balançou a cabeça negativamente e afirmou que sabia da condição do rapaz, na verdade elas estavam lhe oferecendo uma carona, queriam transferir o convite da manhã para noite.

Ele afirmou que não rolaria, mas colocou-se à disposição para recepcioná-las em sua casa para o jantar que ele mesmo prepararia.

Sem hesitar a dupla aceitou.

Ele rumou para sua casa, remando, remando, um pé após o outro, passou na vendinha que havia na sua rua, comprou salsinhas, pimentas, cebolas, alhos, entre outros ingredientes para preparar, para logo mais o jantar das moças.

Por seu turno, elas estavam extasiadas, animadas com o encontro, o rapaz, além de bonito, charmoso e esportista, ainda cozinhava.

Chegando em casa, como sempre, a primeira coisa que fez foi ligar o som, e como não há opção melhor logo colocou o bom e velho jazz de John Coltrane.

Higienizou-se para cozinhar, abriu uma garrafa de “Pinot Noir” francês, de “Château de La Tour Clos Vougeot Grand Cru Vieilles”, que cairia bem com o prato que seria preparado.

Assim, o rapaz dedicou-se para fazer um filé de pintado com pure de banana da terra e filé mignon ao molho madeira, duas opções excelentes, fáceis e que não estragaria o jantar, eis que ainda desconhecia o gosto das professoras.

Terminado o rango, o rapaz foi tirar o suor, tomando um banho calmo e tranquilo. Vestiu-se com um camisa branca a qual deixou semi-aberta e outra calça clara, não calçou nada, como de costume, gostava de ficar com os pés descalços.

O ponteiro do relógio registrava quase 21:00 horas quando o interfone soou, a dupla demorou mas chegou.

Ao abrir a porta, ele viu duas lindas e gostosas princesas, vestidas elegantemente mas não menos sexy. O brilho nos olhares femininos chamava a atenção.

Tudo correu bem até o término do jantar, quando sentaram-se os três no centro da sala, em cima do tapete felpudo, branco que ornava e aquecia o ambiente.

Estavam altos, quando ele trocou a música e colocou “Doors”, nome pelo qual costumava chamar os “The Doors”, um mimo do qual não abria mão.

“Doors” soava como algo mais íntimo, mais próximo.

Ao som de “Riders on the Storm”, a morena desfiou o rapaz, dizendo que havia se preparado para a noite mais louca de sua vida, que achava que o skatista poderia lhe proporcionar uma noite única e inesquecível, regrada a muito “sexo, drogas e rock and roll”.

Ele falou que não seria possível completar o desejo, que poderia dar uma noite repleta de prazer, com muito sexo, mas sem drogas, pois não era usuário. Enquanto dizia isso, foi logo chupando o pescoço e os ombros da morena linda, que ria e gemia ao mesmo tempo.

Enquanto isso, a “loira” (de cabelos cinzas) apenas olhava, e foi ficando excitada.

Após alguma insistência da morena, que o beijava ensandecidamente, sempre falando que duvidava que ele não tinha algo e que ela queria muito experimentar algo assim, ele resolveu ligar para um brow para pedir algo especial.

Enquanto falava com o brother, a loira abaixou suas calças e começou a lhe pagar um boquete gostoso. Realmente era safada. Engolia a pica inteira, lambia a cabeça, o saco, deixando-o louco.

Enquanto isso a morena chupava-lhe o pescoço, os peitos, o abdômen.

Ele estava no céu e nem havia morrido. Aliás, estava no céu sentindo ao vivo todos os pecados e prazeres que o inferno pode dar.

Logo, as duas ficaram seminuas, apenas de lingerie e, como se tivessem combinado, uma de preto e a outra de branco. A morena, de branco estava com um conjunto daquelas calcinhas tipo “boxer” de renda, uma delícia e a loira, de preto, com fio dental que exaltava ainda mais a bunda deliciosa.

Enquanto a morena passou a lhe fazer um boquete igualmente delicioso, a loira postou-se à frente dele, fazendo-o a chupar toda sua buceta já molhada.

Não demorou muito e a loira gozou na boca do rapaz, que demonstrou ser um ávido estudioso e conhecer da anatomia feminina.

Quando ele estava prestes a gozar, toca o interfone, a encomenda tinha chegado.

O brother recebe a permissão para ingresso no prédio e sem entender, foi logo obrigado a ir embora, não sem antes deixar a encomenda.

Assim ele desafiou a dupla, cheirem isso e vamos trepar em outro lugar.

Sem saber como proceder, a dupla teve uma pequena lição do rapaz que, apesar de não usar, sabia um pouco do processo, pois testemunhara várias vezes amigos nessa empreitada.

Após enfileirar a carreira no espelho, teve que tentar por algumas vezes até que elas conseguissem inalar um pouco da farinha. Morrison vibrava no pós morte, a dupla de patricinhas estava sendo corrompida.

Ato contínuo, os três rumaram seminus para a escadaria, de modo a alcançarem as antenas do prédio.

Chegando lá, ele colocou a loira novamente para chupar sua pica que implorava por um carinho e deitou a loira no mural para chupá-la novamente.

Passados alguns minutos, ele colocou a loira de quatro e meteu a pica preenchendo-a calmamente, a cada suspiro, um arrepio. Quando conseguiu penetrá-la por completo, exigiu que ela sugasse a amiga, sentindo o mel gostoso que escorria da buceta praticamente pelada.

Depois a morena levantou-se e abraçou o rapaz, enquanto ele penetrava a amiga, agarrando e arranhando a bunda dele, enquanto ele sugava seus lindos seios.

A amiga não demorou muito para gozar novamente, então ele tirou sua pica da vagina encharcada e penetrou a morena que já estava sedenta por uma boa foda.

Ele ia penetrando calmamente, porém alternando os momentos com estocadas grosseiras fazendo sua parceira ir para o céu.

Surpreendentemente a morena pediu para que ele esbofetasse seu rosto e a chamasse de vadia, cadela.

Ele não hesitou e passou a atender o pedido, o que fez com que a moça gozasse como jamais o fizera.

Findo o prazer da dupla feminina, ambas se ajoelharam e passaram a alternar o boquete no rapaz, explorando o saco, a virilha, toda a extensão da rola.

Não demorou muito para que ele ejaculasse na boca das moças que ainda se beijaram e engoliram todo o néctar da procriação.

Essa seria apenas o primeiro encontro entre eles, o próximo contaremos em um dia desses.

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