Namorada Putinha que não conhecia

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Vou me apresentar brevemente e apresentar o motivo do meu relato, lembrando que ele é real… Não é somente um conto e sim algo que realmente aconteceu…

Tenho 18 anos e minha namorada se chama Pamela e fez 18 anos no mês passado e vou relatar oque aconteceu no dia do aniversário da Pamela.

Pamela é uma branquinha bronzeada, cabelo escuro quase preto, comprido até a bunda, 1,70 de altura e mais ou menos 70 kg bem distribuídos em seios redondos de tamanho médio, coxas grossas e uma bunda incrível, aonde passa ela chama atenção dos homens.

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Moramos numa cidade tranquila no Paraná, por motivos de segurança não vou falar qual kkkk mas vamos ao que interessa… Conheci Pamela na escola e logo começamos a namorar, nosso namoro era bem devagar até porque a gente se via só na escola se beijava e nada mais.

Quando terminamos a escola, a gente se encontrava na frente da casa dela e ficava conversando e dando uns amassos, mas nunca transávamos primeiro porque sempre tinha gente na casa dela, não tenho carro e na minha casa não tinha como também… Várias pessoas me falaram que ela é bem safadinha, mas eu não acreditava tanto, a pessoa que me falava isso tinha muito ciúme de nós juntos e também porque estava encantado por ter Pamela como minha namorada.

Fizemos uma festa surpresa para Pamela na minha casa, ela não conhecia toda minha família ainda, somente meu Pai e minha Mãe. Minha mãe resolveu fazer uma festança para a família inteira e chamou meu tio, minha tia, e minha vó que moravam em outra cidade mais afastada, fiquei feliz, porque queria muito ver eles, principalmente minha vó que fazia tempo que não via e ao mesmo tempo eles iam conhecer a Pamela.

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Eles chegaram na sexta-feira à noite e iriam ficar uns dias e foi uma alegria grande, ficamos conversando e logo fomos jantar, ai meu tio veio me perguntar quando que todos iriam conhecer minha namorada, falei que seria no dia seguinte, ele queria ver como que Pamela era, mostrei uma foto minha com a Pamela que tinha no celular para ele, que ao vê-la me disse:

Tio:- Nossa, como meu sobrinho está bem servido hein!

Eu dei risada, aliás todos riram e ele falou para meu Pai que tinha sorte de ter uma norinha tão bonita, que tinha bom gosto.

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Fiquei orgulhoso de mim mesmo por ter uma gata do meu lado, eles queriam conhece-la e como no sábado ia rolar aqueles churrasco de surpresa para Pamela, então ficou marcado de ela vir, eu não morava muito perto dela, então ela viria de ônibus, ela ficou ansiosa para conhecer minha família.

Sábado acordamos cedo fomos ao mercado, meu pai, meu tio e eu… eles mexendo com as mulheres que viam na rua, meu tio falando como eram gostosas as mulheres dali e eu ficava meio sem jeito, tímido, mas eles tinham razão, foi quando meu tio disse:

Tio- Acho que vou morar aqui mesmo, olha essa loira.

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Pai- Rapaz olha aquela ali na porta da loja que delícia!

Chegamos em casa e logo foram preparar as comidas e em quanto eu fui ver o que passava na televisão, minha namorada mandou mensagem falando que já estava a caminho.

Quando minha namorada chegou eu estava nervoso, o pessoal atendeu ela na porta e foi aquela cerimonia, ela veio até a sala e ao me ver me deu um beijão na boca, ela nem costumava beijar assim, foi quando a olhei direito e ela estava maravilhosa, de minissaia branca bem apertada, estava com um fio dental branco(Eu vi isso depois que ela sentou no sofá e foi cruzar as pernas), uma blusinha amarela e uma bota daquelas cano alto até o joelho preta, tava um tesão e eu tinha muita sorte, na hora não me incomodei, todos estavam tratando tão bem Pamela, não desconfiei de nada, continuei assistindo tv com Pamela, meu Pai em outro sofá, do lado dele meu tio e minha tia, passou um tempo minha tia foi pra cozinha ajudar minha mãe e minha avó que estavam la e minha namorada disse que iria também ajudar na cozinha. Na hora fiquei até surpreso, mas deixei sem problemas, fiquei ali assistindo TV com meu tio e meu pai.

Percebi que meu pai e meu tio estavam no celular digitando e os dois davam risada, mas não liguei, logo em seguida meu pai se levantou para ir na área de churrasqueira para começar a assar as carnes e quando ele levantou, não deu para não notar que estava de pau duro, porque ele tava de calção de jogar bola, ele deu uma ajeitada e foi la fora, depois de alguns minutos meu tio fez a mesma coisa e foi na área da churrasqueira, ficando só eu na sala, minha mãe, tia, avó e Pamela na cozinha.

Então eles começaram a assar a carne, tomando cerveja, eu fiquei na sala esperando, quando minha avó veio na sala conversar comigo e depois de mais ou menos meia hora minha tia e minha mãe vieram pra sala também e ficaram conversando com minha vó um papo de igreja, estranhei que Pamela não veio junto e como minha avó estava conversando comigo, não tinha como ir atrás de Pamela.

Minha mãe comentou que estava demorando demais aquela carne e pediu para eu ir à área da churrasqueira e pedir para meu pai apressar com a carne pq o resto já estava pronto, levantei e fui à área dos fundos que tem a churrasqueira, chegando mais perto eu escutava umas risadas vindas da área da churrasqueira e ao mesmo tempo escutava as mulheres na sala dando risada também, então sabia se era na sala mesmo ou na churrasqueira, quando fui pra entrar sair da casa e entrar na área, meu tio estava entrando e me puxou para dentro perguntando aonde tinha sal grosso que meu pai tinha pedido, não deixou eu sair na área e não deu tempo de ver Pamela na área, acho que não queriam a presença de ninguém lá, a não ser eles e Pamela.

Entreguei o sal para ele e pedi para que eles apurassem com a Carne que já estava ficando tarde para almoçar (Já passava das 14:00), em tom sarcástico ele falou:

Tio – Pode deixar meu sobrinho, essa carne já já vai sair bem assada – E saiu dando risada e ao sair ele fechou a porta que da para a churrasqueira.

Eu esperei um pouco ali na cozinha, escutava a risada de Pamela. Resolvi ir la atrás para ver ela. Abri a porta e fui entrando na churrasqueira, meu pai já estava mais alegre por causa da bebida e falou:

Pai – Oooooo, fecha essa porta ai, não é pra deixar aberta pq vai ir fumaça dentro da casa por causa da churrasqueira e tua mãe vai brigar comigo – Nem tinha fumaça na área.

Pamela tava sentada em um banquinho mais alto tinha tirado a bota, estava descalça, tomando cerveja e dando risada.

Meu tio tava sentado no chão de frente para Pamela, e meu pai estava perto da churrasqueira sentada em um banco pequeno e baixinho. Resumindo, eles tinham a visão da calcinha da Pamela, fácil fácil se ela abrisse as perna.

Pamela se levantou me deu um beijo e já percebi que ela tava bem animadinha, sentou de novo e eu voltei para dentro e antes de eu entrar na casa de novo meu tio falou em tom sarcástico:

Tio – Fale para as mulheres la dentro já irem arrumando a mesa, que aviso quando estiver pronto aqui e não se preocupe que daqui a pouco levamos a carne bem assadinha e se der recheada – Ele deu risada, meu pai também e pamela mais ainda. Sai sem entender nada.

Ficamos divididos assim: minha tia, minha mãe, eu e minha vó na sala. Meu tio, minha namorada e meu pai na churrasqueira. Demorou mais meia hora e nada, voltei na cozinha e som tava bem mais alto, não escutava mais a risada da Pamela e nem deles, minha mae, tia e minha avó estavam entretidas conversando na sala, fui no banheiro e a janela do banheiro da para os fundos da casa, da para ver um pedaço da área.

Fui olhar pela janela e só vi meu pai assando carne e não vi meu Tio, pamela como tava mais afastada não tinha como ver mesmo.

Só que quando fui sair do banheiro escutei um Aiii e um fizeram xiuuu como se fosse para ficar quieto, o som estava alto, da cozinha ou da sala não dava para escutar, mas como estava no banheiro que é perto da área eu consegui escutar, na hora fechei a porta de novo e olhei pela janela que era pequena e estava entre aberta e meu tio estava voltando e sentando, ele estava um pouco suado ele se levantou rápido, olhou para a porta da cozinha várias vezes, olhou para o meu pai, apertou o pau dele por cima da calça e falou baixo com meu pai.

Eu não sabia oque fazer, eu não queria acreditar que tava rolando alguma coisa ali com a Pamela. Sai do banheiro e fui direto para porta da cozinha, quando abri a porta, eles deram um pulo. Pamela tava sentada em uma cadeira, na hora ela se ajeitou, meu pai começou a tirar a carne e colocar em uma vasilha para levar para dentro, meu tio rapidamente se levantou do banquinho que Pamela tava sentada antes, e veio para o meu lado, colocou seu braço por cima do meu ombro e foi me puxando para dentro e conversando comigo, ele tava com cheiro estranho, tipo de xixi, principalmente na mão dele que tava perto do meu rosto.

Minha tia brigou com ele por estar demorando, logo em seguida entrou meu Pai com a Carne e logo atrás Pamela já com a bota de novo e arrumadinha, estava um pouco suada e a cada passo ela puxava a mini saia para baixo, sentamos na mesa e almoçamos normal.

Meu pai pediu para ver uns pedaços de carne que ainda estavam na churrasqueira, quando cheguei la atrás, vi a carne que ele pediu, resolvi ir no banheiro que tem na área da churrasqueira e quando abri a porta, tava cheiro forte de buceta e sexo. Eu não acreditava no que tava sentindo, na hora não sabia se acreditava naquilo ou não. Entrei no banheiro, fechei a porta e pra minha surpresa, atrás da porta caído, achei a calcinha da Pamela, fio dental. Não acreditava no que estava vendo. Resolvi deixar la, voltei para dentro como se nada tivesse acontecido. Entrei e eles todos estavam dando risada e mais risada, meu tio sempre alegre, até que surgiu a ideia de comprar sorvete para a sobremesa.

Todos toparam, na hora de sair, meu pai e meu tio iam sozinhos, mas Pamela me encheu o saco para ir junto que queria sair também, concordei meio relutando.

Entramos no carro, eu fiquei para trás, eles correndo tudo, meu pai entrou dirigindo, Pamela no banco de trás do passageiro, meu tio atrás também e sobrou pra eu ir na frente com meu pai. O caminho todo contavam piadas, cantando, meu pai ergueu mais o volume e conversando comigo, eu só olhava pra frente, meu pai puxava um ou outro papo com meu tio, que não tava muito prestando atenção, eu sabia que Pamela estava sem calcinha, pq ela deixou em casa no banheiro de trás, mas no carro, ali não tinha como fazerem nada, além do mais eu tava na frente… eu só escutava as risadas deles até porque eles estavam bem animadinhos por causa da cerveja e alguns movimentos no banco de trás, toda vez que ia virar para olhara para trás, meu pai falava comigo ou me mostrava algo mais a frente, até que teve um momento que a Pamela falou assim:

Pamela:- Aiiiii tioooo. (risos).

Tio:- Foi sem querer, quando casar sara (risos)

Pamela:- Mas doeu…

Eu tentei olhar para trás, mas bem na hora parece que tudo conspirava a favor deles, quando fui olhar para trás, um amigo meu tava na rua e eu gritei pra ele pela janela. As janelas de trás estavam fechadas e só do meu pai e do meu pai que estavam abertas.

Os movimentos foram diminuindo conforme fomos chegando perto da Sorveteria, meu pai falou bem alto, falta pouco minha gente para a sorveteria… Meu tio deu risada e falou:

Tio – Sorvete sem cobertura não é sorvete… (risos)

Pai – Então vamos ter que ver cobertura pro sorvete depois, porque já estamos chegando.

Na hora Pamela fez um barulho tipo gemendo baixinho e falou:

Pamela – Ai meu Deusss… E agora…

Meu Pai tentou ergue mais um pouco o som, mas eu escutei quando a porra começa a sair da buceta que tipo ela faz barulho com o ar… Mas não falei nada. Meu tio se ajeitou no banco, pamela também.

Quando chegamos na sorveteria todos descemos e fomos comprar sorvete eu fui logo escolhendo um de morango e fui pro carro, eles ficaram escolhendo outros e fiquei esperando eles dentro do carro, sem eles perceberem, eu virei para trás e passei a mão no banco, estava muito molhado aonde Pamela estava sentada e o cheiro de buceta tava forte. Eu não sabia aonde aquilo iria parar. Não sabia se Pamela realmente estava me traindo ou se era coisa da minha cabeça e tava com medo de falar algo e ainda perde Pamela.

Eles demoraram um pouco, quando estavam vindo para o Carro, Pamela veio na frente e já foi entrando e sentando no banco de trás do meu. Meu tio e meu pai conversavam e quando chegaram perto do carro, dessa vez meu tio foi dirigindo e meu pai foi atrás com Pamela.

Meu pai falou que não tava muito bem pra dirigir que estava meio bêbado e pediu para meu tio dirigir, estranhei um pouco. Começamos a rodar com o carro e meu tio já subiu o som no ultimo e começou a cantar e me distrair, conversando sobre futebol, sobre coisas nada haver e cada passo ele olhava pelo retrovisor. No banco de trás eu mesmo com o som alto dava para escutar o banco mexendo e risadas. Mas não falavam nada. Percebi que estávamos indo mais longe da minha casa, meu tio então falou bem alto que precisava ir na farmácia que tinha logo a frente e parou o carro, antes dele parar, escutei Pamela falar:

Pamela – Bem agora?

Eu como tinha escutado perguntei para ela sem virar para trás:

Eu – Bem agora oque amor?

Os dois se olharam assustados e Pamela falou:

Pamela – O sorvete vai derreter tudo e não vai dar para tomar ele…

Eles deram risada e meu tio prometeu que seria rápido. Ele parrou fora do estacionamento em uma rua lateral que é mais deserta e disse que já voltava e ficamos no carro conversando eu, meu pai e pamela, quando virei para trás, percebi que pamela estava descabelada, um pouco suada, com a mini saia erguida, mostrando a buceta e com o corpo um pouco de lado, virada com a bunda pro lado do meu pai, e meu pai tava com o short de jogar bola e de pau bem duro. Eu não falei nada, como eles estavam alegres por causa da bebida eles acharam que eu não ia perceber como pamela estava, logo meu pai disse que meu tio estava demorando demais e me mandou ir atrás dele, eu falei que não ia, que pamela ia junto comigo, ele brigou comigo e falou pra ir logo la que a pamela ia ficar ali com ele conversando só e que era pra eu apurar… eu bravo desci do carro e fui até la.

Cheguei na Farmácia e encontrei meu tio ainda escolhendo, na verdade se enrolando, quando me viu me mandou sentar numa mesa e esperar, vi que ele mexia no celular e dava risada, olhava pra mim e ria, falei que o sorvete ia derreter tudo, se levantei e falei que ia para o carro, ele mexeu rápido no celular e fomos pro carro.

Chegando lá, Pamela estava com o cabelo bem desarrumado e a blusinha muito molhada, um cheiro forte de buceta dentro do carro, meu pai tava com calção molhado e de pau duro.

Entramos no carro, meu Tio falou, nossa que calor nesse carro, abriu os vidros para ver se despistava um pouco. Quando chegamos em casa, Pamela correu para o banheiro e meu pai foi dar um mijão como ele disse nas flores da minha mãe, antes de descer do carro, eu me enrolei um pouco e no banco de trás tinha gozo ainda fresco, com certeza ele gozou dentro dela. Entrei na casa, fui pra sala e fiquei tomando sopa de sorvete, porque descongelou tudo, as mulheres ficaram na cozinha, meu tio e meu pai voltaram para a área da churrasqueira e eles comemoravam como se fosse um premio ganho, Pamela saiu do banheiro e foi pra sala comigo, eu levantei e fui ao banheiro, demorei um pouco e pra minha sorte e azar dos dois eles foram bem próximos da janela do banheiro conversar e eu fiquei escutando:

Tio – E ai oque achou? Bem apertadinha né?

Pai – Seu lazarento, o trato era comer ela de camisinha, você entrou no carro e já partiu pra cima dela, tive que aumentar o som no ultimo, a sorte que a putinha da fácil.

Tio – Ah, mas como que ia querer camisinha? Buceta daquela tem que ser no pelo mesmo.

Pai – Na hora que eu ela falou Ai meu deus e agora eu tremi, você gozou nessa hora?

Tio – Sim, enchi a bucetona dela de porra, chegou a escorrer no banco, a sorte que o corno não escutou o barulho da minha porra quentinha saindo da buceta dela.

Pai – Eu só comi ela sem camisinha porque você comeu primeiro e gozou, se ela engravidar o filho é teu kkkkkkkkk

Os dois deram risada e saíram de perto do banheiro, eu saio do banheiro muito bravo, mas não poderia demonstrar nem brigar para não causar uma briga maior.

Quando eu saio do banheiro, Pamela já não estava na sala mais e tinha voltado com os dois lá fora “conversando” com eles.

As horas foram passando e quando foi entardecendo e minha tia foi descansar um pouco, minha vó deitou no sofá e apagou, minha mãe ficou conversando com meu pai na cozinha, não era uma conversa tão legal, mas também era sem brigas, foi quando meu tio deu a ideia de irmos no centro da cidade tirar fotos, eu não queria muito ir, mas assim que meu pai se ofereceu para nos levar, minha mãe me mandou ir também e levar a Pamela já que era aniversário dela.

Dessa vez meu pai foi dirigindo e Pamela já foi entrando na frente, eu fui com meu tio atrás, logo chegamos à cidade, dessa vez sem nenhum tipo de sacanagem, meu pai e meu tio ficavam tirando fotos deles com a Pamela, eles sempre a abraçavam e eu fiquei de fotografo deles, tudo isso com o celular do meu pai, sempre falavam que não tinha ficado com as fotos, que precisava tirar outra.

Quando devolvi o celular para meu pai, ele parecia que mandava em algum grupo do Whatsapp, não prestei muita atenção, logo meu pai deu a ideia de irmos a um ponto mais alto da cidade para tirar foto.

Pegamos uma estrada de terra, eu ali atrás com meu tio e na frente meu pai ficava com a mão na coxa de Pamela o tempo todo, ela dava risada, em certo momento meu tio pediu pra parar o carro porque ele queria “usar o banheiro” paramos num local e ele desceu, meu pai disse que ia também e ficamos apenas Pamela e eu no carro, ela virou pra mim e disse que estava se divertindo muito, logo meu tio e meu pai chegaram e seguimos em frente.

Chegando la mais uma sessão de fotos, aí meu pai me chamou pra ir com ele comprar cigarro em um barzinho que tem próximo do local que estávamos, dava 1 quadra de distancia. Meu tio e Pamela ficaram no carro esperando, fui com meu pai num bar e demoramos um pouco, meu pai estava se enrolando, meu pai olhava o celular, enrolava e nada de voltarmos, até que me deu vontade de mijar e fui no banheiro do bar, quando eu volto, percebo meu pai mandando áudio, só deu pra ouvir “vocês demoram muito”, ai voltamos e chegando lá, meu tio estava com cara de “satisfeito” e minha namorada toda suada e marcada, o carro estava com aquele cheiro forte de buceta, não entendi nada e sentei perto dela, estava muito suada, o cheiro dela era de buceta e sexo, eu peguei na coxa dela por dentro perto da buceta e senti escorrendo porra da buceta dela, ela parecia não ligar muito, parecia que queria me testar, eu não falava nada, meu tio e meu pai conversavam fora do carro e ouvi meu pai cochichando algo como:

Pai- E ai aproveitou ?

Tio – Garanti pelo menos um filho ali pelo tanto que gozei dentro.

Pai – Porra, não era pra gozar dentro de novo… você tinha camisinha…

Tio – Quero ver vc aguentar ela apertar teu pau com a buceta pra você ver se não goza dentro.

Foi quando Pamela disse que precisava ir pra casa que já estava tarde e se eles quisessem poderia passar o domingo com nós lá em casa de novo… eles demora risada e aprovaram…

Continuo no próximo relato em breve com a volta pra casa e a que ponto chegou toda essa loucura…

Se quiserem podem me mandar email [email protected] ou no telegram @Ar20_20.

Posso mandar foto dela se quiserem, claro borrando o rosto pra preservar a identidade dela…

2 comentários em “Namorada Putinha que não conhecia”

  1. Voltei aqui hoje pra apagar meu comentário mais ñ tem como, apagar sim pq cai na real q de real esse conto ñ tem nada até pq ñ acredito q exista 2 velhos tão escrotos e uma garota tão lixo assim,é fiz papel d boba ficando com peninha d um cara fantasioso

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