Ninfetinha leva rola pela primeira vez

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Olá, voltei, e esse é o meu segundo conto aqui

Como já havia dito no último conto, eu sempre fui uma ninfeta, sempre tive rabão e muito peito, mas o rosto de uma adolescente novinha.

Eu estava no auge dos meus 17 anos, estudei num colégio particular aqui da cidade, onde as alunas usam saia, meia até nas coxas e blusinha de botões. É claro que todas elas subiram a saia 4 ou 5 dedos acima do permitido. Mas como sempre fui certinha, nunca ousei fazer isso, sempre sentei na primeira carteira e a saia era no joelho.

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Um dia, cheguei atrasada na escola, e quando adentrei na sala de aula, quase caí pra trás. Na minha sala havia um professor, alto, branco dos cabelos loiros, simplesmente lindo, não dava pra ver claramente mas ele era malhado, tinha os antebraços bem definidos, a voz firme, era muito dominador. Meus pensamentos indecentes foram interrompidos pela sua voz séria e grave:

– Posso ajudar? Aqui é a sala 09 do terceiro ano!

– É, eu sei, sou aluna, cheguei atrasada, posso entrar? – ele era intimidante

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– Seu nome

– Dinah

– Pode entrar, que esses atrasos não ocorram mais, se não serei obrigado a te mandar para a detenção

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Sim, meu colégio tinha detenção, lá só ficavam os alunos mais terríveis do colégio

– Não vai mais acontecer, eu prometo!

Arrastei minha cadeira, e logo ouvi rumores de que o nome dele era Daniel, professor substituto de matemática, e por incrível que pareça, eu odiava matemática!

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Nós teríamos logo em seguida a aula de Educação Física e depois retornaríamos para a aula de matemática, então como de costume, fui para o banheiro, vesti meu shorts que ficava incrivelmente pequeno no meu rabo! Amarrei o cabelo, coloquei uma blusinha mais longa e segui para o ginásio, a professora havia avisado que jogaríamos vôlei, eu sou incrível nesse esporte. Entramos no ginásio, montamos times e eu fui colocada pra jogar no time masculino, já que um garoto havia faltado. Depois do jogo, e de muitos palavrões por parte do time rival, nós fomos para o vestiário e lá, alguma garota engraçadinha, roubou a minha calcinha e a jogou no lixeiro do banheiro, enquanto eu tomava banho e trocava de roupa! DROGA! Usar uma calcinha suja não é uma opção! Isso é nojento e pode ser prejudicial a minha saúde. Vou ter que ficar sem, pensei eu. Me encaminhei para a sala de aula e por sorte cheguei antes de Daniel, as meninas todas me olharam surpresas pois acharam que eu não voltaria pra sala. Logo Daniel entrou na sala e nos mandou ir sentar, e a vida é injusta as vezes…

– Turma, eu conversei com a coordenadora e pedi pra ela liberar a sala de vídeo pra nós! Preciso passar uns slides pra vocês, então reúnam o material e desçam pra sala de vídeo com ordem!

E num piscar de olhos a sala tava vazia, recolhi meu material e fui a última aluna a entrar na sala de vídeo, por isso fiquei com a última cadeira dos fundos, todos os alunos se amontoaram na frente do quadro e eu fiquei sozinha atrás sem ver nada! Aí que ódio! O professor veio pra perto de mim e logo entendi que era pra soltar o vídeo no computador, na hora fiquei tão nervosa que me atrapalhei e ao invés de sentar na cadeira, cai sentada de pernas abertas no chão! A sala inteira estava tomada num converseiro e ninguém ouviu, mas Daniel sim, Daniel ouviu e VIU tudo! Na hora eu senti meu rosto mudar de cor! Vergonha e excitação!

Daniel me ajudou a levantar, sentou na cadeira que eu iria usar e me colocou no colo dele, a turma toda estava virada pra frente. E sussurrando ele disse:

– O vídeo tem 41 minutos, isso é tempo suficiente pra gozar dentro dessa sua bucetinha

– Profes…

– Calada! Sente como meu pau tá duro, ele tá assim desde o momento em que você entrou na sala com essa sua cara de ninfeta vadia!– disse ele roçando o pau duro na minha bunda.

Não foi necessário muito tempo, Daniel abriu a barguilha, tirou o pau pra fora, o pau dele era comprido, não muito grosso, mas bem rosinha e levemente torto pro lado.

– Agora coloca a mochila no seu colo e fica um pouquinho inclinada pra frente… – Fiz o que ele mandou e senti os dedos dele massageando os grandes lábios da minha buceta, depois ele passou o dedo pelo clitóris e enfiou o indicador na minha entrada virgem. Droga! Esqueci de dizer que sou virgem!

Me virei pra trás na tentativa de dizer a ele que não podíamos fazer aquilo, mas ele encaixou o pau na minha entrada e puxou o meu quadril pra trás. Senti como se estivesse sendo rasgada ao meio, uma dor enjoativa, senti minha buceta mais molhada, tentei me mexer mas Daniel entendeu errado e achou que eu estava pedindo mais. Imediatamente ele puxou o pau pra fora e enterrou mais fundo ainda, e assim começou e socar o pau cada vez mais fundo. Nos meus olhos já tinham lágrimas de tesão e dor, Daniel aproveitava da escuridão da sala pra meter o pau o mais fundo possível dentro da minha buceta!

– Professor… Aí devagar, tá doendo– disse eu sussurrando

– Cala boca putinha, você pediu rola, então toma rola dentro dessa tua buceta apertada!

– Para! Aí, tá doendo, eu era virgem! Você vai me machucar…

– Eu sei que você era virgem! Sinto cheiro de buceta novinha de longe, acontece que você é puta, você merece receber meu pau dentro de você! Olha como você tá molhada, aposto um boquete que você tá imaginando eu te fodendo lá na frente de todo mundo! Imagina só, a sala inteira te olhando tomar a rola do seu Professor na buceta!

– Ah e se descobr…– ele me interrompeu

– Não vão descobrir! Eu vou te foder muito nessa escola! E você vai deixar porque você é vadia…

Ele segurou forte no meu cabelo e começou a socar o pau freneticamente! Eu queria gritar! Gemer alto! Gritar pra ele foder minha buceta mais forte e gozar na minha cara!

Ah que delícia sentir ele dentro de mim! Daniel alcançou meu grelinho e começou a esfregar! Esse foi meu auge! Gozei fartamente apertando o pau dele dentro de mim! E me sujando entre as pernas… Logo senti Daniel despejando uma grande carga de porra dentro da minha buceta, senti o pulsar das veias do pau dele ao liberar todo seu esperma dentro de mim…

Daniel beijou meu pescoço, desencaixou o pau de dentro da minha buceta e me deu o lugar na cadeira, ele avisou a todos que iria sair da sala pra ir beber água.

A aula seguiu normalmente, no fim esperei todos saírem pra levantar da cadeira, foi quando eu vi uma poça de porra, bem cremosa e branca na onde eu estava sentada, tive que me ajoelhar e lamber, afinal era a porra do meu professor que estava ali. Nunca senti um sabor tão gostoso quanto o daquele esperma. Depois de deixar a cadeira limpinha, liguei pra mamãe ir me buscar, afinal eu precisaria de pílulas do dia seguinte. Após esse dia, nunca mais vi o professor Daniel novamente, queria tanto ter fodido com ele na minha formatura, talvez eu tivesse tido um bebê dele! Isso seria maravilhoso!

Bom eu fico por aqui, foder é bom, mas foder com seu professor substituto é melhor ainda!

Até a próxima!

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