No táxi, desejos a prova

Eu e minha namorada estamos juntos há um bom tempo e nosso sexo jamais caiu na rotina, e sempre trazemos novidades à nossa cama, sempre ousamos e variamos, o que torna nossa relação na cama ainda mais sensacional.

Conheçam minha namorada: Morena da cor do pecado, 1,73, magra com uma barriguinha retinha, seios grandinhos e lindos com mamilos morenos deliciosos. Um bumbum médio gostoso e pernas torneadinhas. Uma linda boca carnudinha e olhos penetrantes.

Certa vez em um de nossos encontros fervorosos, chamamos um táxi para irmos ao nosso motel favorito. Ao entrarmos no carro Isabele estava mais tarada do que o de costume e veio me atacando, vimos que o carro tinha insulfilme e ela foi se soltando e nos beijávamos, nos apertávamos. Eu já queria alisar os seios dela, e ficamos receosos com o motorista, mas como ele nada dizia nem se mexia, continuamos nosso sarro gostoso.
Eu comecei a alisar seus seios gostosos, colocando pra fora bem discretamente pra lamber, morder e beliscar e ela apertando meu pau, toda faminta e enfim chegamos ao motel.
Paguei a corrida, e fomos pro quarto e trepamos alucinadamente.

Então tivemos a deliciosa ideia de fazer uma provocação mais ousada no táxi de nosso amigo, que aqui vamos chamar de Jonas. Passamos a sempre chamá-lo para nossas corridas e começamos a ser mais ousados, mais safados e ele sempre na dele, claro que olhava vez ou outra pelo retrovisor.
Numa noite, a Isabele estava completamente acesa e com um vestidinho de zíper que abria totalmente, e começamos nossos amassos, beijos e eu já procurando sua bucetinha alucinadamente e então ela tirou sua calcinha e nesse momento o Jonas quase perdeu a direção e quase batemos.
Isabele ficou nuazinha no banco de trás do carro, mas atrás dele e isso não o permitia ver quase nada, só algumas partes.
Chegamos ao motel nervosos pelo que fizemos e muito exitados. Pagamos a corrida e mais uma vez tivemos uma noite de uma transa alucinante, acesos pela brincadeira do carro.

Isso mexeu muito conosco e começamos a fantasias com o Jonas diversas coisas e decidimos a deixar que ele visse de uma vez o corpinho inteiro da minha linda namorada.

Certos disso, num feriado bem cedo chamamos por Jonas pra nos levar até o motel. Fizemos o de sempre, muitos beijos na boca, sarro, mordidas, lambidas e a deixei sentadinha no meio do banco traseiro e fui abrindo seu vestido, beijando seu pescoço mordendo, passando minha barba que sempre a deixa acesa, e ia falando no seu ouvido:

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– vai ficar peladinha pro Jonas meu amor? Vai mostrar tudinho pro nosso motorista?
-Ai amor, vou sim, quero mostrar tudinho pra ele…

Eu fui abrindo todo seu vestido, revelando seus seios, com os mamilos eriçados e pequeninos de tanto tesão, e de repente ao olharem pelo retrovisor os olhos de Jonas e de Isabele se encontraram e senti que ela tremeu. Continuei alisando sua barriguinha, ela procurava meu pau que já estava duro feito rocha fervente. Eu dizia que ela era uma safada, exibidinha e ela tremia sendo despida por mim.

– Minha putinha, vamos presentear nosso motorista agora?
– Vamos sim, estou nervosa, mas com muito tesão.

Tiramos sua calcinha e ela esticou a mãozinha com a calcinha pro lado do Jonas e eu disse:

– Amigo, um presente nosso por seu serviço tão bom de sempre.

Percebemos que ele estava de pau duro com tudo aquilo e ainda ganhando a calcinha da minha mulher. Isabele tremia e estava totalmente melada, ela foi abrindo as perninhas e eu mostrei a linda bucetinha melada da minha gata a ele e fiz a fatal pergunta:

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– E então amigo, gosta do que está vendo? Pode olhar, olhe o que minha gatinha está mostrando pra você.
– Estou gostando sim senhor, ela é muito bonita…
– Ótimo, ao chegarmos na garagem, entre com o carro e feche a garagem.

Então chegamos a garagem do motel, ele fechou a porta e voltou pro banco do motorista.

-Agora Jonas, mostre a minha princesa o quanto você está gostando de ver essa linda gatinha nuazinha no seu carro.
-Se o senhor quer assim, eu mostro como estou gostando.

Então nosso motorista foi abrindo a calça e vimos um pauzão rosado, grande e duro saltando de dentro da cueca. Senti que Isabele tremeu forte e engoliu em seco. Apertei forte sua buceta e ele começou a alisar a pica, e eu cai de língua em sua bucetinha. Ela não tirava os olhos da piroca enorme do Jonas, toda babada.

– Tá gostando de ver a pica de outro amor?
– To adorando, me lambe gostoso vai, me chupa amor.

Eu chupava sua buceta e olhava pra ela, e ela vidrada na pica do Jonas, ele começou então a bater uma punheta e senti que ela foi virando o corpo, se contorcendo, e fui acompanhando. Quando vi ela estava com o braço esticadinho e com a mãozinha alisando de leve o pau do nosso motorista.

-Amor, posso bater punheta pra ele? Posso sentir essa pica na minha mão?
-Claro meu amor, pode sim, pega nessa pica de outro macho minha puta linda.

Então vi minha menina com sua mãozinha apertando aquela rolona grande e babada, ela foi batendo aquela punheta e gemendo na minha língua, gozou forte na minha boca e fez aquele pauzão gozar na mãozinha dela.
Puxei ela pra mim, dei um beijo apaixonado em sua boca e perguntei se ela queria mais.

– Não amor, tá bom por hoje, vamos por quarto, pague a corrida.

Liberamos o motorista, subimos pro quarto e começamos a nos beijar, acariciar e então ela se ajoelhou e caiu de boca em minha pica e chupava de um jeito que ela nunca chupou. Babando, sugando, mordendo e deixando ir até a garganta. Gemendo muito, tremendo, tocando siririca e mamando com força, vontade, alucinada. Pulou na cama de quatro e gritou:

– Vem me comer seu corno! Vem comer essa buceta que estou doida!

Trepei em cima da minha gata e comecei a socar a pica naquela buceta ensopada. Ela gemia muito e urrava feito uma louca, eu nunca tinha visto minha gata tão louca assim me dando na cama.
Mudamos de posição, ela trepou em cima de mim e esfregava a buceta em mim, pulava, quicava, gemia, gritava e me chamava de corno.

Num certo momento ela pegou meu celular e sem parar de pular sobre meu pau me deu a ordem:

– Agora seu corno, liga pro Jonas, que eu quero dar é hoje pra ele!
– Amor…a amor…é isso mesmo que você quer?
– Anda logo seu corno viado safado! Liga que eu quero dar pra ele na tua frente…

Fiz o quer minha dona mandou, como bom corno que sou…

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