O casal e o dono

O casal e o dono

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Oi, me chamo Henry e tenho 30 anos e sou gaúcho de Porto Alegre. Como já falei em outro conto, sou alto (1,86m), um pouco cheinho, mas não gordo, branco, pau de 19cm, grosso, com uma cabeça roxa de 6cm de largura e tronco branquinho. Era início da noite de um sábado a noite e eu estava num bar bebendo e assistindo a um jogo na televisão antes da pandemia. É normal conversar com pessoas próximas e um homem falou comigo sobre um lance do jogo.

-Esses caras às vezes nem parecem profissionais, né?! Disse ele.

-Pois é. Muitas vezes parece o tal acordo entre clubes e empresários que falam por aí do que capacidade técnica. Respondi.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Seguimos naquele papo comum entre telespectadores de futebol. Ele me falou que estava esperando a esposa chegar do trabalho, pois tinham marcado de se encontrar lá. Perguntei seu nome e ele me disse que se chamava Theo. Theo tinha 44 anos. Nossa conversa seguiu enquanto o jogo rolava. Em certo momento falamos sobre locais do mundo e ele me falou sobre viagens que fez com a esposa. Me mostrou umas fotos. As fotos me chamaram mais atenção pela esposa do que pelos lugares, já que na maioria delas ela estava de biquíni ou roupas mais provocantes.

O tempo voou e, quando percebemos, a esposa de Theo chegou. Dayane (Day) era linda, uma morena de 38 anos com um corpo muito bem cuidado, seios médios firmes, coxas grossas, bunda redondinha e empinada. Ela foi muito simpática comigo assim que Theo nos apresentou e, pra minha tortura mental, eu não parava de lembrar dela de biquíni nas fotos que ele me mostrou. Acabamos sentando os três juntos.

Fui ao banheiro em certo momento e, ao voltar, vi os dois rindo cochichando um no ouvido do outro. Percebi um certo clima entre os dois e, já que estava tarde mesmo, decidi avisá-los que iria embora.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

-Pessoal, valeu pela noite noite. Adorei, mas já vou indo.

-Nós também estamos indo, quer uma carona, Henry? Ofereceu Theo com um sorriso simpático no rosto.

Aceitei. Pagamos e saímos no carro deles, já que eu não fui de carro, pois iria beber naquela noite. Day dirigiu, pois Theo também havia bebido. Peguei o celular e mexi um pouco logo que saímos. Eles a princípio insistiram bastante pra eu pegar carona com eles, fazendo questão de me levarem em casa mesmo sendo fora do caminho para a casa deles.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Em certo momento, o Theo colocou a mão na coxa da Day e falou algo no ouvido dela.

-Para, amor!! To dirigindo, seu louco!! Falou ela rindo.

-E não posso mais apertar essas coxas grossas e gostosas da minha esposa?!

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

-Amor!! O que o Henry vai achar?! Respondeu ela.

-Não sei, amor. Vamos descobrir perguntando a ele. E aí, Henry, que achou das coxas da Day? Perguntou ele.

-AMOR!! Exclamou ela meio sem graça, mas rindo um pouco, não sei se foi nervosismo.

-O que foi? Deixa ele falar hehe. Pode falar, Henry. Sem medo.

-Posso mesmo? Perguntei receoso.

-Claro que pode, amigo! Respondeu Theo.

-Olha, com todo respeito, sua esposa é linda! Um rosto angelical com um corpo escultural e sexy.

-Nisso concordamos totalmente, amigo. Não vai agradecer ao Henry, amor?

-Ai, Theo … obrigada, Henry. Me respondeu Day.

-Por nada, Day.

-Mas e dos peitos dela você não gostou, amigo? Perguntou Theo e ela já nem respondia mais, só ouvia.

-Nossa, amigo! Eu adorei. Ela tem peitos lindos e perfeitos. Eu, sinceramente, acabei olhando várias vezes hoje de tão lindos que são.

-Hahaha sempre olham, né, amor?! E são naturais, Henry. Disse ele orgulhoso.

-Sério?! Eu não achava que fossem, pois são lindos.

-Claro que são. Vem, pega neles! Disse Theo.

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, Theo pegou minha mão e levou até o seio de Day. Era um seio perfeito, durinho, redondinho e senti o biquinho duro indicando que ela estava excitada com a situação toda. Eu segurei firme. Meu pau, que já estava duro, pulsou forte naquele momento e eu o apertei forte. Eu enlouqueci ouvindo o marido me oferecer aquela delícia de esposa e só de lembrar, já fico com o pau duro aqui novamente.

Ele ficou com a mão sobre a minha me fazendo segurar o peito da esposa por um bom tempo. Eu sentia que ela estava ofegante e excitada e eu também estava.

-Nossa! Que delícia! Só consegui dizer isso.

-Ai, Henry, que mão grande e quente. Disse Day rindo.

-Gostou, linda? Perguntei.

-Confesso que sua mão tem um toque muito gostoso. Falou se lambendo e mordendo o lábio, pude ver pelo espelho.

-Que tal irmos lá pra casa, Henry? Convidou Theo.

-Claro, vamos sim. Respondi já imaginando o que aconteceria.

Tirei a mão do seio de Day. Enquanto ela seguiu dirigindo, Theo apertava sua coxa e massageava sua buceta por cima daquela calça jeans colada. Eu já me masturbava no banco de trás com a calça aberta sem me importar. Day gemia de tesão sem pudor, totalmente entregue ao desejo. Meu pau já escorria pré-gozo de tão excitado que eu estava. Day para o carro.

-Theo, dirige! Eu não aguento mais! Disse Day saindo do carro.

Ela simplesmente entrou pela porta de trás me flagrando com o pau de fora e já me atacando com um beijo de língua muito gostoso. Eu beijei com tudo sem me importar com o corno ali. Eu pegava naquelas tetas gostosas e firmes (eu gosto de falar “tetas” na hora do tesão, pois acho mais vulgar e o vulgar me excita ainda mais). Ela gemia na minha boca até que parou de beijar e disse:

-Eu sou sua hoje, meu gostoso. O corno só vai me tocar se você quiser e eu vou fazer tudo que você quiser.

-Então hoje você e seu corno vão entender o quanto é bom servir a um dono como eu, sua cadela vagabunda e gostosa. Eu disse apertando seu rosto com firmeza, mas sem machucar.

-Uhuuuummm. Foi o máximo que ela conseguiu responder falando isso como um gemido e olhando nos meus olhos já totalmente dominada.

-Eu posso ir? Perguntou Theo me olhando.

-Pode. Vai direto pra sua casa, corno! Hoje essa cadela vai dar pro dono feito uma puta no cio.

Day começou a me masturbar e já ia caindo de boca quando falei:

-O que vai fazer, cadela vagabunda? Segurei seu pescoço fazendo ela gemer de prazer.

-Aii, meu dono, eu iria chupar você. Disse ela com uma cara de quem não estava entendendo nada.

-E vai mamar o dono sem pedir antes, vadia? Perguntei em tom firme.

-Meu dono gostoso, eu posso chupar esse pau delicioso? Perguntou Day de forma totalmente submissa.

Sorri com cara de cafajeste olhando pra ela.

-Claro que pode, minha cadelinha suja. E a soltei.

Day caiu de boca com vontade como se não fosse nunca mais chupar um pau na vida. Eu, delirando de prazer, não sei como, consegui abrir o botão da calça dela e o zíper. Depois baixei a calça e a vadia estava usando uma calcinha fio dental que quase sumia naquele rabão perfeito. Comecei a mastubá-la alternando sempre entre movimentos circulares mais lentos e outros mais rápidos, mas cuidando o grelinho (homens, cuidado com o grelinho das mulheres, porque é uma área muito sensível). Ela gemia alto, mas abafado pelo meu pau na sua boca. A língua dela na cabeça do meu pau já estava me deixando totalmente alucinado e fazendo meu corpo chegar ao limite do orgasmo.

-Ahhhh, puta suja!!! Eu não … aaahh … não to aguentando mais cadela!! Falei alto, e ofegante. A vadia intensificou o movimento agora alternando com algumas enfiadas de pau fundo na sua garganta. Aquela vadia queria me fazer gozar.

-Vou goza, cadela imundaaaaaaaaaaaa!!! Eu simplesmente parei de masturbar a Day e empurrei a cabeça dela contra meu pau fazendo ela engolir fundo, engasgando. Ela mesma se masturbava enquanto gozei forte. Ela tossiu um pouco por engasgar, mas também tremeu indicando um orgasmo se tocando de 4 no banco enquanto me mamava. Ela lambeu bem meu pau, deixando limpinho e levantou com porra ainda na boca. Me olhou com um sorriso e lágrimas nos olhos por ter engasgado. Olhou pro marido que nos olhava se masturbando, já com o carro parado dentro da garagem da casa deles. O que eu só percebi depois de gozar. Ela balançou positivamente perguntando com o olhar se podia. Eu entendi na hora o que eles queriam, sorri e disse:

-Dá um beijo de língua no corno, minha cadela vagabunda.

Day e Theo, sem pensar, se aproximaram e se beijaram de língua com a minha porra na língua da Day. Meu pau não diminuiu nada com aquela gozada. Eu queria mais e a noite só estava começando. Após o beijo entre eles, minha porra sumiu.

-Pra onde foi todo o meu leite, minha cadelinha? Perguntei rindo.

-Ai, meu dono, eu não queria tomar tudo sozinha, né, aí dei parte pro meu corninho manso hehe. Riu ela com cara de safada apontando pro Theo.

-Meu dono, confesso que o seu leitinho estava maravilhoso ainda mais vindo da boca da minha esposa gostosa. Disse Theo lambendo os dedos após passar os dedos nos lábios.

Eu ri e depois entramos na casa dos dois. Os acontecimentos que vieram na sequência, eu vou escrever em breve. Vou deixar vocês na curiosidade, mas posso dizer que a sequência é bem quente hehe. E não esqueçam a mensagem do HenrySeuDonno:

Vamos curtir a vida. Sei que você pode estar lendo esse conto escondida ou escondido, sei que você pode usar uma carapuça escondendo seus desejos do seu parceiro, pois sabe que ele não aceitaria. Não se reprima mais. Vamos conversar. Se você quer falar putaria, expor seus desejos e fetiches, vem falar com o dono. Vamos fantasiar tudo isso. Faça um perfil não pessoal, se preferir, e me chame nas redes. Vou deixar meu contato abaixo. Beijos minhas cadelinhas e abraços aos corninhos mansos que também me acompanham e mandam mensagens.

Twitter: @seudonno

Instagram: @seudonno

Email: [email protected]

PS: não tem fotos minhas em nenhumas dessas redes. Só pra não deixar ninguém frustrado ao me visitar hehe.

1 comentário em “O casal e o dono”

Deixe uma resposta para Pipoca Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *