O Cu Doce da Alessandra

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– Amor, eu estava pensando, faz três semanas e quatro dias que a gente não transa!

Devo admitir que fiquei surpreso com a declaração dela. A gente namora há alguns meses e ela sempre resiste a tentação antes de dar. Eu sei que se eu insistir um pouquinho com beijinhos, toques sem vergonhas, palavras abusadas e soltando o sutiã sem pedir licença ela fica toda molhadinha e acaba dando. Mas só depois disso. Antes ela sempre tem uma desculpa para não fazer. Ai, teve um dia que a amiga feminista dela veio me falar sobre assédio. Eu não sei se foi alguma indireta, mas, antes de eu me incomodar, parei de insistir e assim ficamos só de beijinhos, amassos, cinema, e por aí vai, mas nada de sexo. É a primeira vez que ela pede para ser fudida sem precisar de ajuda. Ouvi dizer que a gente precisa recompensar sempre que vê algo positivo acontecendo, então não perco tempo e dou um beijo bem dado, um abraço apertado e chamo ela de amor e tal. Ela está tão mimosa hoje!

Infelizmente a gente está meio longe de qualquer lugar adequado para transar. Estamos no campus da Universidade do lado do restaurante. Não tem ninguém por perto, mas nunca se sabe. Bem perto dali tem um diretório acadêmico com uns zé droguinhas e do outro lado só tem mato. Só nos resta ficar por ali se amassando até a hora da aula. Nos despedimos no auge do tesão e vamos, cada um, para as nossas salas aula.

O dia transcreve normalmente, a mesma coisa de sempre: aquelas aulas enfadonhas com professores cheios de títulos e de grandes egos. A noite recebo uma mensagem da minha linda, ela está me esperando do lado RU, o mesmo lugar onde a gente se despediu mais cedo. Então me guio pela escuridão do campus até lá. O restaurante já está fechado, a maioria dos alunos já foi embora. Não demora muito para eu ver ela ali parada olhando para os vagalumes na mata. Ela quer ficar por ali curtindo aqueles vagalumes, as estrelas, falar de amor, mas… não tá afim de ir pra minha casa pra gente transar. 🙁

Cara, quase um mês sem sexo! Que se foda esse papo de assédio!! Começo encoxando e dando beijinhos inocentes no pescoço. Em pouco tempo minha mão já está dentro das calças, mas ainda por fora da calcinha. E ela já dá o primeiro gemidinho. Sinto a umidade se espalhar pelo tecido daquela calcinha muito rapidamente. Ela vira a cabeça para mim e me chama de safado, depois me dá um beijo gostoso e puxa meu braço pra fora das calças, se vira, fica de frente pra mim e diz.

– Não vou transar contigo aqui.

Ela mal fala isso e fica me olhando com aquele sorrisinho maroto. Eu me aproximo e prenso o corpo dela entre o meu corpo e um parapeito logo atrás dela. Ela me olha com aquele olhar de moleca e fecha os olhos um segundo antes de nossos lábios se encontrarem.

Na verdade eu acho muito excitante esse jogo, gosto de me sentir irresistível. Ela sempre começa com um “hoje não” mas seco e decidido, mas aos poucos os “nãos” vão ficando cada vês mais suaves e no fim já são misturados com gemidos. Aquele “não” gemido é de enlouquecer!

Logo depois do beijo ela roça a testa dela na minha e diz:

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– Mau, a gente não pode transar aqui!

– Então vamos pra minha casa.

– Não posso. O que que eu vou dizer aos meus pais?

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– Diz que vai ficar na casa de uma amiga.

– Eu já dei essa desculpa a semana toda. Uma hora eu tenho que voltar pra casa!

Ela roça a testa dela na minha e amassa o meu nariz com o dela. Dá pra ver que ela está louca de vontade. Uma semana! Sim, ela ficou uma semana lá em casa. A gente dormiu juntos todas as noites, tomamos café da manhã juntos, almoçamos juntos, jantamos e até tomamos banho juntos. Tudo regado de muitos amassos. E não fizemos sexo!! =/

– Tu não tem dó das minha bolas, né?

– CALA A BOCA!! HAHAHA! Tadinho!

Então eu volto a beijar sua boca, abraço ela com força arrancando um gemido. Logo minha mão já está dentro da blusa dela e corre em direção a seus seios. Coloco minha mão por dentro do sutiã, sinto aquele mamilo durinho ali dentro.

– Pára, Mau! – diz ela gemendo e com os lábios ainda encostados nos meus.

Enquanto isso a outra mão está segurando aquele bumbum carnudo. Ela diz que não pode, e que não vai, mas em seguida me beija na boca e mete a mão por dentro das minhas calças, agarra meu cacete e geme enquanto esfrega sua bochecha na minha.

Ai toca o telefone. Ela tampa a minha boca com a mão e atende.

– Oi, mãe, que foi? …. Sim, eu já estou indo, estou esperando o ônibus.

A velha fala umas coisas que eu não consigo entender com uma voz meio histérica.

– Eu sei, mãe! Daqui a pouco eu estou aí! …. Tá…. Até mais.

Ela desliga o telefone e diz:

– Viu porque eu não posso ficar contigo hoje? Se eu ficar eu estou fudida!

– De fato, literalmente.

– Cala a boca, Mau! Kkkkk! Não vou dar pra ti hoje!

Nós ficamos um pouco ali até decidir que temos que ir embora, mas acabamos não indo. Como quando se acorda de manhã e se fica enrolando para levantar da cama, sabe? Ficamos abraçados, com a cabeça dela embaixo do meu queixo por um tempo. Depois ela coloca a mão dela por debaixo da minha camiseta, passando a em meus peitos. Eu a acompanho, mas enfio minha mão pelas costas e solto o sutiã dela. Ela me olha e faz uma cara de braba, agarra meus braços e afasta minhas mãos do corpo dela. Eu chego a acreditar que ela irá embora agora, mas ela simplesmente me olha mais um pouco e depois me abraça.

– Ai, eu não quero ir pra casa!! – diz ela meio chorando.

Meu cacete está totalmente armado e mal cabe na minha cueca apertada. Ela fica o tempo todo encostada em mim, ainda tem aquele cheiro de sabonete e shampoo, apesar de ter ficado a tarde inteira no campus.

– Uau! Acabei de ver uma estrela cadente. – digo eu só para ela se virar.

Ela se vira para olhar o céu e encosta aquela bunda em mim. Eu abraço ela por traz e mordisco sua orelha arrancando mais um gemido. Ela olha para o lado do diretório acadêmico para ver se tem alguém ali. Está tudo vazio. Ela levanta um pouco a cabeça para olhar mais adiante. Ninguém a vista. Ela quer fazer, mas os pudores não estão deixando. Só tem um jeito de ela ceder, o tesão tem que ser maior que a vergonha. Assim as mãos do Mau entram, uma por debaixo da camiseta até os seios e a outra desce pelas calças até a bucetinha. O buraco está tão molhado que já está quase fazendo uma marca nas calças!

– Ai, Mau! Ahh! Pára safado!

Os mamilos estão tão duros que até parecem duas pedrinha. Ela instintivamente dá uma reboladinha de leve. Meu cacete está encaixado no vale daquela bunda. É só uma questão de tempo para ela abaixar as calças na minha frente.

De repente alguém grita alguma coisa. Ela se assusta e olha ao longe. É só um cara chamando outro ao longe, eles logo vão embora. Eu já imagino que perdi a batalha, ela logo vai dizer “chega, eu não posso passar a vergonha de ser vista fazendo isso aqui”, mas acontece que seus mamilos continuam durinhos e assim que o susto passa ela volta a gemer baixinho.

Ela balança a cabeça de um lado para o outro num sinal de não. Depois ela volta o rosto para minha direção e diz.

– Amanhã tu me paga!!

Sem mais, ela baixa as calças na minha frente e pressiona a bunda contra mim. Vocês não imaginam a saudade que eu estava dessa bunda! Não resisto a tentação de dar um tapa.

– Pára, alguém vai ouvir!!

É tanto tesão acumulado que tenho a impressão que vou ter uma ejaculação precoce pela primeira vez na vida. Tiro a minha rola pra fora e pressiono a entrada.

– Pera aí, Mau! É mais em baixo! Tu tá quase arrombando o meu cu!

Ela pega da minha pica e posiciona nas portas da bucetinha. Tenho que me agachar um pouco para conseguir entrar. Ela inclina o corpo todo pra frente apoiando a cintura no parapeito. Eu seguro firme a cintura dela e meto com vontade, com toda vontade reprimida nas últimas semanas. Ela tenta gemer baixinho, mas não consegue. Ainda bem que não tem ninguém por perto. Ela rebola na minha frente, geme, pede para eu agarrar seus cabelos e puxar com força. Ora, por que não? Cada vez que meu corpo se choca contra o dela uma onda de choque atravessa aquela bunda e um som parecido com o de uma palmada é emitido. Ela segura firme no parapeito e quando eu me canso de entrar e sair ela continua o movimento para o prazer não parar. Seus gemidos vão ficando cada vez mais altos à medida que ela esquece que está no campus. O tesão é tão forte que nada mais importa no momento.

– Ai, Mau! Ahhh! Alii! – isso é típico dela. Depois que ela goza ela quer parar mas não sabe dizer isso para mim.

De repente meu cacete libera toda a porta acumulada das últimas semanas. São jatos e mais jatos dentro daquela menina. É tão intenso que dá uma fraqueza quando termina.

Quando acaba, nós colocamos nossas calças de volta. Ela se vira para mim, me abraça e diz baixinho:

– Te amo, Mau!!

Assim que ela termina de falar a luz de uma lanterna nos ilumina. É o guarda da universidade querendo saber se está tudo bem. Ele nos informa que é melhor a gente correr para a parada, porque os últimos ônibus partem em seguida e depois só amanhã de manhã.

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