O despertar da inocência 2

O despertar da inocência 2

A volta pra casa foi silenciosa, sem nenhum comentário , mas tanto eu como Clarissa ansiávamos pela próxima quarta feira e sem nenhum questionamento sem nenhuma palavra sobre o ocorrido nós aguardávamos os dias passarem e por incrível que pareça não havia nenhuma mudança na nossa rotina diária como se tudo estivesse na normalidade , parecia que tínhamos feito um pacto , nunca tecemos nenhum comentário sobre o que acontecia lá.

Aquilo era algo estranho inconcebível , eu perdia cada vez mais meus conceitos morais e éticos e aquela tara infame se apossava do meu ser tomando conta de mim ,não faço nenhum julgamento , pois acredito que Clarissa fora manipulada por um poder de convencimento que foge dos meus conhecimentos, coisas de bruxarias ou algo parecido para ficar tão envolvida e me arrastar junto.

Esta seria a sétima sessão , e quando Clarissa surgiu de trás do biombo onde se trocava ,para meu espanto ela trajava uma minúscula calcinha vermelha que mal tapava a sua fenda ,os ralos pentelhos acobreados estavam a mostra , pareceu desfilar ate a maca onde ele a aguardava , com facilidade pegou ela no colo como se fosse um bebê e a deitou de barriga para cima colocou seus braços rente ao corpo , cobriu seu rosto com fina toalha que sempre usava para iniciar as sessões , murmurou com suavidade em seus ouvidos.

—RELAXA, RELAXA.

Ele se retirou deixando –nos a sós na sala,eu fiquei admirando o corpo nu encantador dela , apesar de estar com a toalha sobre o rosto havia muita cumplicidade entre eu e ela mas o silencio era total e foi quebrado com o ranger da porta quando ele retornou trazendo um recipiente com cubos de gelo que deixou sobre o balcão.

Então como se estivesse fazendo um ritual rodou em volta dela , parou por um momento tocando seus pés fazendo com que ela abrisse as pernas , deixando-a completamente exposta, pois aquele minúsculo pedaço de pano que seria sua calcinha entrou entre sua fenda dividindo seus lábios vaginais totalmente a mostra.

Ele segurou dois cubos de gelo em suas mão e foi deixando pingar sobre o corpo dela , que se contorcia e gemia com o contato dos pingos gelados , Clarissa arfava o peito sua respiração estava acelerada , tirou a toalha do rosto talvez querendo se expor se exibir ainda mais , Marcão perspicaz deixou cair os pingos na boquinha dela que possessa grunhia palavras inteligíveis com a boca aberta , então passou os cubos de gelo sobre os bicos dos seios dela ate eles ficarem umedecidos tenros pontudos.

Eu nunca imaginei que ouviria dos lábios da minha filha as palavras que ela chorosa proferia,

—ME FODE , ME FODE , ME FODE.

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Só quem já pode presenciar tal cena pode imaginar a insanidade de um momento destes , introduzi minha mão entre minha calça e mal toquei meu pau me esvaindo num gozo alucinante e sem nem mesmo perceber eu murmurei quase implorando.

—–FODE ELA VAI FODE COME ELA.

Mas ele tinha um controle mental impressionante a não ser a enorme ereção que ele mantinha, nada mais demonstrava , a não ser estampado em seu rosto o prazer de estar levando ela em busca de orgasmos e gozos supremos.

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Percorreu cada pedaço do corpo dela com seus hábeis dedos tocando com sabedoria cada ponto erógeno de sua pele que estava toda arrepiada, seus seios tremiam ,ela se contorcia chorando copiosamente insana soluçando suplicante sentindo-se esvair num prazer alucinado talvez demoníaco.

Retirou com delicadeza sua calcinha encharcada pelos sucos que escorriam com abundância da sua bocetinha , o aroma perfumado do sexo dela se espalhou pela sala deixando no ar um cheiro de pecado e sedução , atirou ela ate minhas mãos eu peguei aquele minúsculo tecido umedecido e levei ate minhas narinas e senti o sabor virginal da minha filha ser aspirado ate meus pulmões lambi com sofreguidão aquela calcinha querendo engoli-la sentindo um prazer imenso , mas retirei dos meus bolsos meu lenço envolvendo-a e a guardei como o mais rico troféu que eu já obterá em toda minha vida.

Eu assistia incrédulo a degradação da minha filha , aqueles gemidos chorosos compulsivos que se manifestava nela tinha algo luxurioso e erótico que encantava quem ouvisse aquele lamurio.

Não posso precisar se aquele era o primeiro beijo de Clarissa mas a sofreguidão e avidez dela era algo inexplicável ,parecia ate levitar tendo sua linguinha chupada e enroscada na enorme bocarra dele que sugava com ênfase e quando ele ofereceu a dele , mal cabia na sua boca e ate mesmo tinha dificuldades para respirar , absorta ela se deliciava , cheia de luxuria.

Sagaz ele se aproveitou por ela estar embevecida e se deitou ao seu lado quase fazendo aquela maca arriar , aninhou ela de lado em seus braços , fazendo com que ela sentisse a protuberância do seu pau entre sua calça encostando no corpo nu dela , ficou dando languidos beijinhos no seu pescoço voltando a sua boca, deixando sua mão escorrer pelas suas costas provocando ondas de prazer nela que suspirava tremula a cada toque.

Trouxe sua delicada e suave mãozinha ate seu cassete fazendo ela pela primeira vez tocar sua rola mesmo que por sobre suas vestes , mas ela pode mensurar o tamanho da geba , e com espanto percebeu que não conseguia envolve-la . desajeitada e ansiosa ela tentava desabotoar sua braguilha e havida implorava.

—-TIRA , TIRA ELE ME MOSTRA.

Como num passe de mágica ele se desvencilhou das suas calças , deixando a verga cavalar a mostra , Clarissa parecia estar em transe com os olhos fixos na rola preta , ousou tocar temerosa com suas mãos no falo e num murmúrio balbuciou .

TUDO ISTO.

Marcão estendeu o braço ate a gaveta do balcão pegou um preservativo destes aromáticos colocou no cassete pois não queria deixar ela desconfortável , então com firmesa ordenou

—CHUPA , CHUPA VEM MAMA , MAMA BEZERRINHA.

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