O garoto da loja de material de construção

Meu nome é Selma. Li este conto e lembrei de uma fantasia que tive quando fiz uma pequena obra na minha cozinha. O rapaz que me atendeu teve um ereção e não conseguiu escondê-la. Fiquei tentada, mas como meu macho viria naquele dia, descontei meu tesão nele. Decidi repassar o relato com as devidas desculpas ao autor.

“Eu me chamo Kléber e tenho 20 anos (mas com cara de 16). Trabalho desde os 16 anos na casa de material para construção do meu tio. Sou um cara normal, magro, 1,70 m de altura, mas meu pau é grande (18 cm e grosso), fica duro com facilidade e só abaixa depois de gozar cinco vezes. Eu demoro no mínimo 5 minutos para gozar, que são suficientes para fazer minha namorada gozar gostoso, mas me concentrando, consigo segurar por uns 15 ou até mais. Sei que não é muito, mas minha namorada mal aguenta isso.

Eu não sou pegador, longe disso. Só namorei duas garotas e comi três. Meu relato é sobre a transa com a garota, na verdade, mulher, que comi sem namorar.

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Há um ano uma gostosa entrou na loja no início da tarde com uma lista de compras, mas alguns itens não tinham as especificações necessárias. Ela disse que precisava dos materiais com urgência, pois os pedreiros já tinham ido embora por falta deles. Propus ir até a obra e pegar as especificações. Fomos até sua casa e enquanto pegava as especificações. Vi melhor suas curvas no vestido justo e meu pau ficou duro estufando minha calça. Eu sabia que meu pau não ia baixar e já planejava dar um suadouro na minha namorada depois do trabalho.

Ela se chamava Val, era loira, aparentava ter uns 40 anos, era bonita e tinha 1,65 m de altura, seios fartos, cintura fina e bunda grande. Val me perguntou se eu tinha namorada. Falei que tinha e ela perguntou se eu transava com ela. Eu estava deitado olhando o sifão da pia e olhei para Val, que estava curvada exibindo seus seios no decotão. Era a primeira vez que um mulherão daqueles dava mole pra mim e menti dizendo que não. Ela então passou a mão na minha calça e disse que ia dar um jeito nele. Abriu o zíper e tirou para fora. Elogiou o tamanho e chupou. Foi o melhor boquete da minha vida.

Val disse para irmos para o quarto, que era no andar de cima. Seu quarto estava arrumado e limpo, nem parecia que havia uma obra na casa (normalmente os clientes levam móveis para o quarto durante a reforma). Ela tirou a roupa e vi seu corpão nu. Branco com algumas sardas e sem marcas de biquíni. Seios grandes com mamilos rosados e largos e biquinhos pequenos. Cintura fina e uma barriguinha que eu chamo de excesso de gostosura. E bunda tão maravilhosa que a celulite era uma qualidade e não um defeito. Sua xoxota era totalmente depilada e parecia um capô de fusca. Ela era totalmente diferente da minha namorada, que era morena e magrinha, com seios e bunda pequenos. Tirei minha roupa e deitamos na cama.

Val voltou a chupar meu cacete e puxei sua perna para encaixarmos um 69. Abri sua boceta e vi seus lábios rosados (não escuros como da minha namorada). Lambi e deliciei-me com seu sabor. Val perguntou se eu tinha camisinha e respondi que não (deixava as camisinhas na minha mochila, que ficou na loja). Ela disse “Foda-se, eu tomo pípula pra isso”. Val sentou no meu cacete e cavalgou animadamente. Sua boceta apertada quicava no meu cacete e seus peitões chacoalhavam com os movimentos. Senti que não ia aguentar muito tempo e concentrei-me para me segurar. Meti a cara naqueles peitos maravilhosos. Estava no paraíso. Ela gozou e saiu de cima, deitando na cama. Por cima, meti na sua boceta. Comecei com um papai-mamãe e logo levantei suas pernas socando forte na posição frango assado. Val gemia e pedia para eu arrombar sua boceta. Eu me esforçava para segurar o gozo. Soquei rola por alguns minutos até Val gozar escandalosamente. Tirei o pau e pedi uma espanhola, algo que eu sonhava mas nunca namorei uma garota com peito suficiente para fazê-lo. Val fez eu sentar na beira da cama e, de ajoelhada no chão, espremeu meu cacete entre seus melões e começou a subir e descer. Era fantástico. Falei que ia gozar e Val abaixou a cabeça, abocanhando apenas a cabeça. Gozei jatos e mais jatos na sua boquinha. Ela deixou a porra cair nos seios e espalhou como se fosse um creme de massagem. Depois lambeu os dedos.

Meu pau continuou durão. Val ficou de quatro e rebolou. Meti na boceta por trás. A segunda sempre é mais tranquila e demorada, então podia meter forte e rápido sem me preocupar em gozar rápido. Ela gemia e rebolava na minha vara. Depois de vários minutos, passei a me concentrar para segurar o gozo. Foram mais de 10 minutos de meteção forte. Val havia gozado duas vezes e pedia para eu gozar. Perguntei se queria porra dentro ou fora e ela disse fora. Tirei o pau, esfreguei no regão e gozei.

Val falou que eu era muito gostoso. Ela se virou com um sorriso de satisfação e ficou assustada ao ver meu pau duro. Perguntou se eu não estava satisfeito e respondi que nunca ficaria satisfeito com uma mulher como ela. Val chupou brevemente meu cacete e voltou a ficar de quatro. Separou as nádegas e enfiou o dedo no cu melado de porra. Eu nunca havia comido cu. Minha namorada morria de medo, assim como a anterior. Val disse que eu merecia seu cuzinho. Encostei o cacete na entrada e lentamente enfiei. Era quente e apertadinho, melhor que qualquer boceta. Cu é outro nível e precisei segurar a onda desde o início. Comecei metendo devagar até que Val pediu para eu meter com força. Passei a socar forte, metendo até o talo e tirando até a cabeça ficar na argola. Ela gemia sem parar. Gritava para eu estourar suas preguinhas. Depois chamou-se de filho da puta e disse que seu marido ia perceber que não tinha mais pregas e ia brigar com ela. Era muita putaria. Eu me esforçava para não gozar, mas quando ela gozou e seu cu estrangulou meu pau, aí não deu para segurar mais. Ainda com o pau no cu, Val disse que sentiu minha porra quentinha dentro dela.

Meu pau não amoleceu e voltei a bombar. Val falou “Que é isso, menino, seu pau não amolece nunca?”. Respondi que a culpa era dela. Val pediu para mudar de posição. Deitou na cama de costas e levantou bem as pernas para que eu metesse no cu. Não sabia que dava para comer cu de frente. Eu estava tranquilão. Já era a quarta e a emoção de comer cu pela primeira vez já tinha passado. Val gozou três vezes tocando siririca e começou a implorar para eu gozar logo. Dizia que não aguentava mais e que seu cu estava ardendo. Depois de uns 15 minutos socando forte no seu cuzinho, tirei o pau e gozei. A porra era pouca e meio rala, mas deu para acertar uns jatos nos seus peitões.

Val foi para o banheiro e fui atrás. Meu pau estava duro ainda. Ela lavava a porra dos seios quando meti por trás na sua boceta. Ela não estava nada animada, mas deixou eu meter inclinando o corpo. Para economizar água, desligou o chuveiro. Ela disse que não aguentava gozar mais, mas ficou parada com o corpo inclinado levando rola e pedindo para eu gozar logo por quase 10 minutos. Gozei na sua boceta. Val viu meu pau mole e disse “Até que enfim!”.

Voltamos para a loja quase na hora de fechar e meu tio estava puto com a demora, mas ficou satisfeito com a venda. Enchi o porta-malas da Val com a mercadoria e ela se foi. Ainda sonho em reencontrá-la, mas ela não apareceu mais. Minha namorada pagou o pato. Eu a convenci a dar o cuzinho. Ela sofreu muito nas primeiras vezes, mas acostumou e hoje até gosta. É até um descanso para a sua bocetinha que tinha dificuldade de aguentar minhas 5 gozadas seguidas.”

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