O Porteiro – Confissões de meu vício

O Porteiro – Confissões de meu vício

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Me chamo Lívia , mas não gosto do meu nome. Tenho 22 anos , não sei como começou , acho que talvez tenha sido algo de minha infância , ou alguma coisa que esteja dentro dos meus mais obscuros pensamentos. Eu não sou uma mulher bonita , sou meio desconjuntada , mas tenho uma bunda relativamente grande e seios normais. tenho 1.63cm ,58 kg, sou branca , cabelos curtos e olhos castanhos, uso óculos. Odeio academia, mas acabo indo. Talvez eu tenha alguma beleza , mas não procuro demonstrar. Não tenho namorado, gosto de ficar na minha. Alguns me tomam por uma garota nerd , talvez tenham razão. Meu vicio é sexo, literalmente ,eu gosto de transar, se pudesse transaria com muitos parceiros diferentes todos os dias. Não tenho fantasia de ser puta , não é pelo dinheiro , gosto da adrenalina , de sentir o desejo dos homens , gosto da fraqueza de alguns e gosto do poder de outros.

Não gosto de transar com alguém que conheça, não gosto de intimidade e tenho pavor de relacionamentos. Vou contar algumas coisas que penso merecem ser contadas. Na época tinha uns 16 anos , meu corpo era apenas mais frágil, meus seios menores e ainda era meio crua para o sexo , já tinha transado algumas vezes, já tinha provado de alguns homens, mas estava começando a me soltar. O que aconteceu , foi no prédio de minha tia.

O edifício era velho , nada que ninguém tenha visto algumas vezes , e não era bonito e nem feio. Minha tia doente , morava lá, a coitada tinha que tomar um monte de remédio , dormia cedo , e se acordava tarde, era um vegetal , prestes a morrer. A família se revesava cuidando dela. Na casa dela a rotina era isso , colocar ela dormir ,acompanhar ela ao banheiro e ficar por lá. Uma das paisagens da rotina era o porteiro e Zelador , um senhor negro de meia idade, cabelos grisalhos. Seu André.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Ele não era nada demais, um homem alto , magro, também era zelador. Na vida dos moradores, era paisagem, velho demais para ajudar nas compras pesadas e negro demais para almejar algo em condomínio de classe média, pelo prédio ele ficaria ali , dando bom dia e abrindo a porta do elevador .

Era madrugada de terça a noite, dia de verão , já tinha acabado qualquer indicio de rotina , eu estava de pijama , começava a cair um temporal, no outro dia minha mãe viria ajudar a tia e eu iria embora, ela ja dormia fazia horas , e nada indicava que ela iria acordar, a mim me restava ficar no celular. A chuva aumentava, torrencialmente , raios e trovões, não deu outra, faltou luz. Sabia que havia um gerador para esses casos, minha tia tinha mandado instalar. Estava sem sono , e queria luz , para poder dormir com ar condicionado. Desci as escadas, com a luz do celular , coloquei um roupão branco e um chinelo. Ao chegar na portaria não vi seu André , mas observei a porta do almoxarifado entreaberta, Como chovia muito e o barulho da chuva era constante , ele notou eu me aproximar . Pensei, ele deve estar dormindo, ou vendo alguma coisa , já é tarde., ninguém chegara a esta hora e não tem nada para esperar. Ao tocar na porta , ela acaba abrindo e vejo uma cena que me encheu de tesão e medo.

Seu André , estava sentado vendo um vídeo no celular com a calça abaixada e com sua rola para fora. Era uma enorme rola, a qual ele massageava enquanto via o vídeo, já tinha visto homens com pênis grandes , mas aquele além de ser grande era grosso e sua bolas , balançavam em um saco escrotal meio rosa e preto. Ele ao me ver tomou um susto , tentando recolher a calça e guardar aquele caralho enorme.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

– Me desculpe ele dizia, eu não escutei ninguém chegar . e meio que desesperado tentava colocar a rola para dentro das calças.

Nesse momento, eu não pensei duas vezes, gostaria daquilo dentro de mim, me enchi de tesão, medo ao mesmo tempo. Decidi que iria tomar o controle da situação.

– Xii , alguém pode escutar eu disse . Ele silenciou enquanto a chovia la fora , ainda caia , ele demorou para entender , enquanto eu fechava delicadamente a porta. Ele me olhando surpreso falou :

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

– Ai … Eu não quero confusão para meu lado .

– Comecei a tirar meu roupão , eu não estava vestindo nada sexy , mas tinha esperança que meu pijama , um micro shorts de algodão e um blusinha da Minie devolve-se parte da ereção que a situação de flagra havia tirado dele. Olhei para ele, e comecei a me aproximar, ao chegar perto , ele começou a me apalpar , sentia a mão dele em minhas pernas, apertando minha bunda. Levantei minha blusa , mostrando meus seios para que ele se servisse deles a vontade.

Ele começou a apertar e com sua língua a lamber meus seios, senti um pouco de nojo a ver aquela cara de velho se servindo de mim, eu me sentia uma cadela no cio, mas a ideia de chupar e receber aquela vara me deixava doida de tesão.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Seu André, me colocou para o lado e sentou na cadeira, sua rola , estava altiva, não era necessário que ele pedisse , aquele pênis maior que meu antebraço , e seu olhar me indicavam submissão, ele queria que eu chupasse , e eu queria chupar , me ajoelhei , envolvi minhas duas mãos na base do seu pau , e comecei a lamber suas bolas, não tinha coragem de olhar para ele , só queria chupar e sentir aquilo dentro de mim. Seu pau estava muito quente , e fedia um pouco, comecei a lamber as bolas , era como se minha língua fosse refrescante para ele , ele gemia baixinho . La fora aumentava e eu começava finalmente a sentir a rola em meus lábios.

Subia e descia com minha língua, enquanto acariciava seu pau, já estava olhando para ele, meu nojo inicial , agora ja havia se misturado a tesão e eu apenas tentava mamar. Ele gemia, e segurava meu cabelos. A chuva começava a diminuir e o calor na sala ia ficando insuportável, eu vertia suor, não sabia se ele iria gozar na minha boca ou querer me comer. Sem falar nada, ele começou a se levantar e fez sinal para me levantar. Nisso eu tirei minha camisa e arriei meu shortinho. Sem falar nada ele fez eu me posicionar que quadro na cadeira com a cara meio que prensada na parede.

Antes de me penetrar ele passou a mão em minha buceta, que estava extremamente molhada. Segurou minha cintura. Começou bem devagar, mas ao entrar apenas a cabeça ele sentiu que meu corpo tremia. Comecei a gemer alto, e ele disse :

-Silêncio, alguém pode escutar. Disse ele secamente.

Começou indo devagar, mas era muito grande , me dava muito tesão. Enquanto ele entrava e senta as primeiras estocadas sentia um pouco de dor , mas cada vez que o talo do pau dele raspava minha buceta sentia um tesão absurdo. Nisso sinto que ele coloca a mão dele em minha boca e começou a acelerar. Se alguém abrisse a porta , poderia pensar que era um estupro, mas ninguém abriu a porta e ele me fudeu, sem pena , indo cada vez mais rápido. Cada estocada eu sentia mais prazer, o calor era insuportável, e ele ia forte .

Era como se tivesse transando com um cavalo, a dor era intensa , deve ter sido uns 4 minutos de força que ele despejou em mim , de repente ele ura baixo e sinto que explodiu dentro de mim , sinto o pau dele pulsar e despejar um monte de porra em mim , que já escorrem por minhas pernas, ele tira o pau, sorrio de alivio. Penso em não deixar ele repetir. Olho para el , parece cansado, eu tento andar, estou meia desconjuntada. Coloco meu roupão e recolho minhas roupas. Saio da sala, não olho para trás, sinto o calor da porra empapar minha perna, felizmente a luz voltou , vou de elevador.

Ao chegar no apartamento minha tia , continua dormindo, tomo um banho gelado, deve ter dado uns 45 minutos essa aventura toda.

No outro dia, ele só viria a noite, mas também fui embora a tarde, dei bastantes desculpas para não voltar lá cuidar de minha tia , que acabou falecendo um mês depois. Nunca mais vi Seu André. Mas naquela noite ele me arrebentou completamente, se havia algo virgem em mim ele com seu pau passou por cima, algo e aprendi que teria que tomar cuidado em minhas aventuras.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *