O sogro – parte 1

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Este conto começa,quando Marli ao lado de Alberto vem morar com o sogro após cinco anos de casamento , onde durante três anos tentaram serem pais . Mas ao não conseguir engravidar sua esposa . Ele frustrado perdeu seu apetite sexual .

Nestes dois últimos anos procurava poucas vezes ela que também se sentindo culpada suportava a situação mesmo que sentindo falta dos prazeres sexuais , quase se deprimindo com a vida que estavam levando .

Por se sentirem distantes ele propôs retornar a casa de seu pai pois seu novo emprego o afastaria ate vinte dias ou mais dela. E para que ficasse menos só ela teria a companhia de seu pai que enviuvara a seis anos , assim solucionaria a situação para ambos não ficarem sós.

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Evandro um sessentão alegre extrovertido sentira muito o falecimento da esposa mas calejado pela vida tocava para frente conformado não se abatera, e agora ficou muito feliz por ter companhia no enorme casarão que habitava já a algum tempo sozinho.

A semana foi uma novidade para ambos . pois Marli se encantara com a arquitetura e os jardins do velho casarão . se distraia ao lado do sogro cuidando com esmero das plantas e propondo ate uma reforma, uma nova pintura para o novo lar .

O que deixou Alberto satisfeito pois acertara em seu intento de deixar todos bem acomodados. Assim poderia viajar tranquilo pois seu pai e sua esposa estariam bem .

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Tudo acomodado Alberto partiu numa segunda feira para suas vendas e só retornaria vinte dias depois. Sr Evandro e Marli pareciam duas crianças cuidando de tudo, juntos faziam o café da manhã depois iam cuidar das plantas faziam o almoço descansavam retornavam ao jardim banho jantar , t v dormir cinco dias depois isto já se tornara uma rotina.

Só não fosse que o senhor Evandro disse a ela que toda sexta feira ele se reunia com os amigos para uma trucada .mas que ela não preocupasse que tudo ficaria bem e assim que pudesse ele estaria em casa .ela até incentivou ele a ir mesmo que seria bom para ele sair da rotina.

E assim foi. O dia estava amanhecendo quando ele voltou .ela nem viu ele chegar pois dormira num sono profundo.naquele sábado ele não desceu para o café . Nem para o almoço ela sem saber que ele voltara tão tarde , preocupada subiu as escadas pois o quarto dele ficava na parte sobradada da casa . ia bater na porta mas percebeu que ela estava encostada.

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Então para não incomodar resolveu espiar se tudo estava bem .Evandro roncava deitado de barriga para cima somente com uma cueca samba canção, que deixava escapar aquele enorme falo adormecido como seu dono mas de uma protuberância nunca imaginada por ela . Mole como estava tinha o dobro de tamanho do pau do filho .um arrepio percorreu seu corpo e Marli saiu dali atordoada.eram duas horas da tarde quando ele desceu, ela prestou atenção pela primeira vez naquele homem .

Ele era enorme tinha um corpanzil de quase dois metros pesava uns cem quilos , uma mão enorme e dedos compridos os cabelos grisalhos e a barba por fazer davam a ele um jeito másculo que encantou Marli que sentiu uma sensação nunca antes sentida .

Como um predador sempre alerta em busca da caça ele experiente sentiu o olhar de desejo nos olhos dela .decidido audaz resoluto e atrevido ele caminhou em direção dela colocou um dedo sobre a boca dela contornou os lábios e pressionou forçando –o entrar ela fitou bem fundo os olhos dele depois cerrou seus olhos sentiu seu peito arfar com o coração disparado serpenteou a língua naquele dedo.

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Sorveu com deleite deixando escapar um gemido choroso. Então ele penetrou outro dedo naquela boca gulosa e começou um movimento de ir e vir entrando e saindo. Com a outra mão desnudou seus seios que saltaram pontudos denunciando todo êxtase que ela sentia ganiu como uma cadela quando ele manuseou aqueles bicos enormes salientes.insana ela desabotoo sua calça e viu saltar um caralho enorme duro completamente ereto.

Alucinada ela trocou os dedos que estavam em sua boca pelo caralho que babava lambendo toda glande e depois de joelhos foi engolindo o maximo que podia. Ele a despiu e viu que da sua buceta escorria um veio de mel que lambuzava suas coxas. Jogou-a literalmente sobre a mesa .

Marli escancarou as pernas , ficando toda exposta sua buceta piscava ela sentia faíscas percorrerem seu corpo implorou chorosa para que ele entrasse nela.

Ele judiava passando a glande por sobre seus grandes lábios .e depois se afastava deixando ela alucinada.Evandro afastou as coxas dela e beijou o seu grelo ela deu um uivo animalesco ao sentir o toque da língua dele e se esvaiu em gozos alucinados sendo lambida na vulva ele sabia o que estava fazendo dando chicotadas com a lingua em sua buceta.

Como se estivesse tendo um ataque epilético Marli tinha convulsões se contorcendo como um animal ferido deu um grito profundo e desfaleceu num orgasmo violento profundo choroso alucinado seu pélvis parecia que tinha vida própria e seus quadris ondulavam suas pernas tremiam sem que ela pudesse controlar seus próprios movimentos , só então ele parou de lamber sua vulva , e paciente esperou ela se aquietar , então pincelou novamente seu pau na entrada daquela gruta que deixava brotar de suas entranhas aquela umidade que formava uma poça por baixo de sua bunda escorrendo chegando a pingar da mesa para o assoalho , Evandro sentiu que aquela cona mamava na cabeça do seu pau igual uma boca faminta querendo engolir ele todinho . ele seria capaz de jurar que aquela buceta estava chupando seu pau para dentro .

Então ele socou forte e fundo arrancando um grito luxurioso dela que estremeceu quando sentiu que as paredes da buceta se alargavam e aquele invasor quase tocava seu útero , aos poucos ele foi acelerando as estocadas batendo forte e fundo nas entranhas dela que havida pelo prazer alucinada gozava como uma loba no cio e tinha os mais intensos orgasmos , chorosa ela deu um gemido lascivo quando sentiu a respiração ofegante dele e sentiu esguichos de porra inundando sua buceta . ate ele retirar a verga que sai pingando porra misturada com a seiva dela , soluçando Marli se virou de lado ainda sentindo os lábios vaginais se contraindo pelo prazer que tinham recebido.

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