O Soldado

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Depois de Pedro, esfolei o meu pau por meses, todo dia eu batia uma bronha. Gozava litros por dia pensando naquela bunda gostosinha e naquela situação insana de foder num bosque. Eu acreditava que se saísse outras vezes com ele, eu pudesse ser descoberto.

Foi o ano de alistamento militar. Eu nem queria servir, mas fui obrigado. Passou o período básico e vários homens me chamavam a atenção naquele lugar, mas o meu medo de ser descoberto permanecia.

Com o fim do período básico, fui encaminhado pra seção que eu permaneceria até o fim do cumprimento do serviço militar. Essa seção, era completamente afastada do batalhão.

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Ficávamos numa fazenda. Portanto, era como um internato pra nós. Só saíamos aos fins de semana de lá. Isso quando não precisávamos ficar de serviço pelo fim de semana inteiro.

Nesses fins de semana, eram sempre um de nós, recrutas, e um soldado antigo os encarregados de ficar aquartelados. Foi aí, minha primeira história do quartel.

Moreno, era o nome de guerra de um dos soldados antigos dessa seção, embora seu nome de origem espanhola seja esse, Moreno era um cara branco, cabelo com um castanho quase loiro e olhos verdes bem claro.

Ele era enorme, tinha pelo menos um e oitenta e cinco de altura. Na época, provavelmente, tinha cerca de 23 anos. Essa seção, por ser em fazenda, tinha um trabalho braçal forte, o que fazia Moreno ter um corpo muito interessante: braços grossos e bem desenhados, peitoral aberto, costas largas e, o mais importante pra esse relato, coxas grossas, coxas realmente grossas.

Mais ou menos na terceira semana, que eu estava na seção, me encontrava sentado vendo TV na área comum. Já era bem tarde, eu via um filme que passava na Globo.

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Moreno, chegou de moto à seção, vinha do batalhão. Passou direto por mim e foi pro dormitório dos soldados antigos. Depois de algum tempo, ele voltou de banho tomado, cabelinho molhado e ar de relaxado.

Vestida a camiseta branca de TAF (Teste de aptidão física – que costumávamos ter de fazer) e um shortinho verde, também do TAF. Ele se sentou na poltrona ao meu lado e colocou um tornozelo sobre a outra perna, cruzando-a.

Eu, forçava o meu olho para a visão periférica para ver as pernas do homem. Já mal prestava atenção ao filme, já que aquelas pernas torneadas, brancas, com leves formações musculares ressaltando e pelos finos desenhando um redemoinho que escondia sua outra metade dentro do short.

Por fim, reparei que Moreno deu um sorriso de lado. Depois me perguntou algo sobre o filme e eu não soube responder, eu disse que estava viajando. No que ele respondeu:

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– Nas minhas pernas, né? – E riu.

– Tá doido? Trabalhei pra caramba. Cansadaço…- Me levantei e fui pro meu dormitório dormir. Morrendo de vergonha.

No dia seguinte, em forma, cada soldado antigo poderia escolher um soldado recruta para auxiliar na missão, que eram sempre braçais. Moreno, foi o segundo a poder escolher. Eu fui o seu escolhido.

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As missões na área de fazenda sempre era em lugares afastados e, sempre, braçais. Outro soldado antigo foi na mesma viatura conosco. Assim, ficou combinado que na volta buscaríamos eles naquele lugar.

No nosso posto de trabalho, um lugar de mata fechada que precisávamos fazer a manutenção de uma cerca de moirão e arame farpado, em certo momento, Moreno disse que ia mijar.

Eu sentei no chão para descansar, acreditando que ele fosse pra um lugar mais privativo. No entanto, ele apenas desceu um ressalta e de frente pra mim, sacou sua rola da calça.

Manteve seu rosto pra baixo, com aquela expressão de concentração, dava pra ver suas bochechas rosadas enquanto segurava a rola pra mirar pro chão. Sua rola, estranhamente estava em meia bomba.

Uma rola rosa, devido o rapaz ser muito branco, todo o seu pau era rosa, da cabeça à base. Um grande cabeça rosada liberava o jato de mijo, e eu não consegui parar de olhar. Quando voltei a mim, Moreno estava me olhando com um leve sorriso no rosto.

– Tá olhando o que, Hérculles?

– Me perguntou. Eu ainda muito tímido, não consegui responder nada. Ele guardou a rola, ajeitou com a mão na calça e subiu o ressalto pra voltarmos a trabalhar.

Ao fim do trabalho, paramos em uma mina de água. Enquanto eu bebia água, ao longe ouvia a voz dos outros dois soldados nos gritando, pois queriam que fossemos logo pra irmos embora.

Nesse momento, eu estava inclinado bebendo água. Moreno, por trás de mim, respondeu aos gritos dos rapazes, usando um tom de voz que só eu e eles podíamos ouvir:

– Caras chatos, apressados, a gente vai fazer troca-troca aqui.

– Nesse momento eu me tremi inteiro e sai andando em direção a viatura. E voltamos à seção sem mencionar os ocorridos naquele mato. Eu muito bobo na época, me perguntava:

O que afinal Moreno quer?

Ele quer realmente trepar comigo, ou quer me expor como viado pra todos saberem? Eu devo cair nessa, ou devo fingir que não estou entendendo? Ele tem namorada, o que ele quer afinal?

Mas as respostas vieram. Naquele fim de semana, eu ficaria de serviço com um soldado antigo chamado Mabel. Entretanto, Moreno pediu que Mabel trocasse a escala de serviço com ele.

E então, sabendo que eu e Moreno ficaríamos, o fim de semana inteiro sozinhos e afastados do batalhão, percebi que o que ele queria, era de fato foder comigo.

No fim da tarde de sexta, todos foram embora para passar o fim de semana com suas famílias. Eu tomei meu banho e fui pra sala de TV com um lanche. Pouco depois, Moreno apareceu com um lanche também. Conversamos coisas tolas, enquanto a noite caia e esfriava o tempo. Até que Moreno se levantou perguntando:

– Quer beber um negócio bom?

– Tirou detrás da mureta que separava a cozinha da sala de TV uma garrafa de tequila.

– Mas eu mamo essa garrafa inteira. – Juro que falei inocentemente.

– Tá na cara que você curte uma banana, Hérculles. – Respondeu rindo muito.

Viramos vários shots de Tequila enquanto jogávamos baralho na mesa da cozinha. Já estava bem a noite e eu estava bem alto. Moreno olhou para a garrafa, pegou-a em sua mão e disse,

– Olha, você mama bem mesmo, a bebida já tá no fim. -Pausou com um sorriso formidável, sorriso de companheirismo. Eu ri e ele ficou me olhando com olhos de bêbados por alguns instantes, depois prosseguiu – Só tequila que você mama bem?

– Ainda num mamei outras coisas pra saber… – Eu ri. Era verdade, só tinha, realmente, sido ativo com Pedro.

– Quero saber se você mama minha rola com a mesma vontade que olha… igual aquele dia que eu mijei virado pra você.

– Moreno se levantou, deu a volta na mesa e se abaixou perto de mim. Pegou minha cabeça com força e beijou minha boca por um longo tempo, pegou minha mão e levou até o volume da sua pica.

Eu vibrava por dentro e tremia como um animal indefeso por fora. A textura daquela rola me deixava enlouquecido. O queixo quadrado do rosto dele me dava tesão. Mas o medo ainda existia em mim.

Moreno me pegou por um braço e foi me conduzindo de volta a sala de TV, ele se jogou no sofá colocando seu quadril bem a frente, abriu as pernas e disse:

– Vai, se diverte com minha piroca, seu safado.

Eu me ajoelhei, como num ritual religioso, na frente daquele deus grego. Seu pau duro quase saltava pela lateral do shorts. Coloquei uma mão em cada panturrilha grossa daquele puto, enquanto com meu rosto eu pressionava o volume duro da sua tora.

Levemente, escorreguei minhas mãos por suas pernas e pude ouvir sua respiração ofegar. Quando cheguei com as mãos em suas virilhas, saquei sua rola dura pela lateral do shorts, ajeitei o shorts e a cueca, deixando que suas bolas rosadas, também viessem pra fora.

Olhei pra Moreno, ele me olhou e sorriu, colocou uma mão na minha cabeça como se implorasse por minha boca. Coloquei meu nariz na base daquele pau, que tinha uma inclinação bem leve pra direita e que era grosso como um frasco de desodorante, mas em tamanho, um pouco menor.

Subi da base até a cabeça sentindo o cheiro de piroca, quando meu coração acelerou, finalmente a minha boca nodosa de saliva acomodaria uma rola gostosa, parecia um sonho. Fui sentindo aquele gosto suave da baba daquela pica, ainda sem jeito, levei o mastro o mais longe que pude, senti na garganta, mas sem forçar, apenas dançando com a língua naquele corpo quase celeste. Ouvi um gemido de Moreno, depois uma voz trêmula:

– Eu vou te ensinar com calma…

– E ele riu.

– Traz a boca até aqui…

– Ele colocou um dedo na metade do corpo da rola, então eu fui.

– Viu? Até aqui te incomodou?

– Eu respondi que não fazendo hum-hum – Isso!

Agora você vai continuar – Ele afastou alguns milímetros o dedo para baixo – Agora, tenta vir até aqui.

– Eu fui, mas dessa vez senti na garganta e puxei a cabeça num quase engasgo. – Ele riu e disse que era normal. Depois, enquanto se levantava, ele disse:

– Agora, vou te mostrar uma coisa, que tenho certeza que você vai curtir. – Ele me pegou no braço de novo, me conduziu de frente até o sofá e pediu que eu subisse, estava de joelho no sofá quando ele começou a me encurvar, para que eu me apoiasse ao encosto e deixasse a bunda empinada. Eu fiquei retraído, mas ele me acalmou

– Relaxa, não vou fazer nada demais. Eu tenho certeza que você vai curtir.

Senti as mãos quentes de Moreno penetrarem nos meus shorts com suavidade. Ele as repousou por instantes, na minha bunda, e depois, lentamente, foi descendo pelas pernas para que o shorts saísse de mim. Eu tremia de medo, achando que Moreno fosse enfiar aquela tora em mim num susto só. Olhei pra trás e vi quando ele se abaixou. Senti uma mão em cada banda da minha bunda, uma pressão suave e delicada, com a visão periférica vi um sorriso sacana no rosto de Moreno ao revelar meu cu. Ele se aproximou do meu cu com o nariz, puxou o ar com força e disse:

– Da pra sentir o cheiro de virgindade. – Olhou de novo – E da pra ver ele apertadinho. Que delícia.

Então, uma das coisas mais mágicas me aconteceu. Senti a língua úmida de Moreno tocar as minhas pregas com voracidade. A língua dele não passava suavemente, era como se ele entendesse meu cu como uma boca e o beijasse enlouquecidamente.

Eu comecei a rebolar minha bunda na cara de Moreno, minha vontade era pegar sua cabeça e forçar contra meu rego, mas eu ainda era tímido. Depois de alguns minutos assim. Moreno se levantou, pego meu braço outra vez e me conduziu até o dormitório. Lá, ele tirou toda a roupa e eu também, depois ele dirigiu o que seria feito. Ele deitou de costas na cama com o seu pau bem tudo, pediu que eu fosse por cima dele com a bunda virada pro seu rosto.

Quando ele encaixou sua boca no meu cu, outra vez, e seu nariz se encaixou perfeitamente no meu rego, enquanto suas mãos abriam minha bunda delicadamente, foi então que entendi o que ele queria, pois, meu rosto ficou de frente pra quela rola deliciosa que eu queria cultuar. Logo, cai de boca naquela cabeça rosa, sugando com força. Era mágico sentir aquela sensação indescritível de uma linguada no cu, enquanto saboreava uma piroca apetitosa.

Nos mantivemos nessa posição por um longo tempo. Até que um barulho de desentupidor se fez, era Moreno tirando a boca do meu buraco com um chupão. E em sequencia dizendo:

– Pelo amor de deus! Me dá esse cu, preciso te comer…

– O tesão era tanto que eu realmente queria. Fui saindo de cima dele, mas logo dizendo.

– Será que consigo???

– Serei bondoso – Ele respondeu.

Ele me convenceu que de frango-assado era a forma menos dolorida. E enquanto ele colocava a camisinha e lubrificava com hidratante, já que não tínhamos lubrificante, Moreno dizia que chupar meu cu, enquanto eu mamava ele, deu tanto tesão que ele já estava perto de gozar.

O homem robusto subiu à cama levantando as minhas pernas e me deixando bem abertinho. Colocou com carinho um de seus dedos grossos pra sentir a o meu anel. Depois, mirou sua cabeça grande na porta do meu cu. E tudo o que eu pensava era que estava grato por finalmente acontecer.

Ele apoiou suas mãos uma de cada lado da minha cabeça, e pediu que com as minhas mãos eu abrisse minha bunda. Com isso ele começou a empurrar muito lentamente a piroca, era só uma leve pressão. Eu sentia meu cu relaxar e doía, mas o tesão vencia aquela dor. Até a dor, começou a se tornar um ato de prazer. Finalmente, senti uma dor forte, que venceu o tesão e gritei. Era a cabeça que acabara de escorregar com força pra dentro. Moreno parou a cabeça onde estava e disse:

– Shhhhh… Calma… é assim mesmo. Se eu tirar vai doer também. Temos o final de semana todo. Vamos ficar assim por um tempo.

– A tora inda permanecia ali e eu ficava fazendo sons inaudíveis com a boca, mas aguentava forte. Até que Moreno decidiu investir em uma empurrada de leve, enquanto dizia:

– É só de leve pro seu cuzinho relaxar mais, viu?

– E quando menos percebi a dor forte veio outra vez, junto a dor, senti um prazer grande em ter todo o meu cu preenchido por uma rola, ainda, junto a dor, senti as bolas baterem na minha bunda. Estava tudo dento e Moreno não o movimentou, lá dentro, e deitou seu corpo sobre o meu. Segurou com uma mão por trás da minha cabeça e com a outra segurou entre minha cintura e minha perna dobrada.

– Isso! Olha como teu cu tá mastigando meu pau. Tá gostoso? – Perguntou ele com a boca salivando perto do meu ouvido

– Tá uma delicia…

– Eu poderia gozar assim, com ele paradinho dentro de você e você mastigando

– Enquanto ele falava isso, já me bombava muito lentamente. Eu sentia uma leve pontada na barriga, mas que o tesão nem se importava.

Eu esfregava minha mão em suas costas e peitoral, nossos suores se misturavam e na minha boca o sabor suave de sal do suor do seu rosto morria. Nessa catarse, quando percebi, Moreno já me bombava com certa velocidade. Até que ele começou a gemer muito, e de novo apoiou as mãos uma em cada lado do meu rosto, levantou o corpo para facilitar sua bombada. Eu acariciava seu peitoral e ele bombava cada vez mais rápido. A dor, sumira. Até que seus gemidos foram ficando cada vez mais fortes e altos e de repente ele girtou:

– Vem leite pra você!

– E deu uma ultima estocada com brutal força, senti como se seu pau chegasse ao meu intestino. Ele tirou a pica ainda rígida e tirou a camisinha sobre a minha barriga, me banhando com seu leite ainda quente. Subiu e se apoiou na cabeceira da cama, enfiando sua rola na minha boca. Depois disse:

– Vai, agora é sua vez de gozar. Bate punheta enquanto isso.

– Meu cu ardia, mas eu sentia prazer. Aquela rola pulsante na minha boca, o gozo lambuzando meu corpo, logo gozei, misturando meu leite ao dele.

O fim de semana foi de muita mamada, leite e dor no cu. Comecei a semana com o cu coçando. Era a cicatrização de tanto ter levado rola grossa.

Mas, depois desse dia, não tiramos mais serviço juntos e não ficamos mais sozinhos convenientemente. Como ele tinha namorada, era difícil fazer algo. Só consegui mamar Moreno duas vezes depois, mas no meio do mato, em missão. Não tinha como ele me foder sem camisinha e, tampouco, num lugar que poderia aparecer alguém.

Foi incrível, pois viramos grandes amigos e guardamos esse segredo… Mas, acho importante comentar que ele demonstrou ciúmes de mim. É que a minha história no quartel, não acaba aqui.

Hérculles

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