Os gemidos da minha mãe

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Meu nome é Tiago tenho 20 anos e o que vou contar começou a acontecer a quatro anos.

Era madrugada quando acordei com a boca seca, levantei e fui a cozinha pegar um corpo d’água. Ao retornar ouço um barulho do quarto da minha mãe, era sua cama rangendo, me aproximei colando o ouvido a porta: “aai, aí”. Sua buceta estava muito molhada pelo barulho do entra e sai. Minha mãe se masturbando foi o que pensei. Mas logo novamente ouço ela “vai devagarinho assim, mete” e ouço um beijo.

Naquele momento meu corpo todo se temer, meu estômago embrulhou, e o coração acelerou.

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Minha mãe tinha 37 anos, parda, cabelo loiro escuro, peitos médios e empinados, uma bunda enorme mas proporcional ao seu corpo e se seus 1,77. Meus amigos brincavam que ela era a Milf dos sonhos.

Morávamos só eu e minha mãe, meu pai nos deixou quando ainda criança então nossa família se resumia a nós dois. Então quem estaria ali? Minha mãe nunca havia trago alguém em casa, nunca tinha visto nada dela com relação a nenhum homem.

Naquele momento não sabia ao certo o que pensar.

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“Que delícia, aí gostoso, mete assim vai”

-Puta, fode essa pica vem, mete gostoso, isso. Mexe essa bunda vai. E ouço um tapa.

“Shhhhh, não faz baru… Ai ai ai, delícia” “mete em mim mete, come a sua puta”

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Como assim sua puta? Quem era esse homem? Meu pau pulsava e quando notei já tava com ele em mãos.

“Delícia, me come, aí ai aaaah” é assim minha mãe ficou por minutos, gemendo gemendo e em horas falando algumas coisas. Ouvia muitos beijos.

-Senta aqui vai, goza no meu pau assim. Cavalga nele vem.

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Comecei a ouvir o impacto dos corpos, e os gemidos voltando.

“Puta que pariu seu gostoso, que delícia, fode vai”

“Mete, mete, não paraaaaa, vai, devagarinho, bota tudo vai”

“Aaaaaah, aaaai, shhhh, hmmmmm, oooh”

Minha mãe não usava nem palavrões em casa, era rígida com relação a educação. Aquele lado o qual não conhecia me deixaram cada vez mais nervoso, estava aflito. Devia ter mais de 10 minutos que eu estava ali e a quanto tempo será que eles estavam assim?

“Fode, gostoso, pau gostoso, seu pau e muito gostoso, que delícia”

Mas no fundo era uma das experiências mais deliciosas que eu estava tendo até os meus 16 anos.

O som foi ficando mais intenso, os gemidos mais ofegantes.

-Goza vai, isso, goza, fode assim. Goza na minha rola sua vadia.

“aaaaaaaai aaaaaah, aaaaaaai aí ai ai mete, aaah, delícia, assim”

-Fode vai, gostosa do caralho, fode essa buceta vai, rebola, rebola.

Tapas e tapas, que agora não foram silenciados por ela.

“Eu tô gozando, aí vou gozar, vou, aí aaah gozar, aaaaah”

E logo ela gozou, parece que muito gostoso pela sua reação.

Logo ouvi o homem dizer: “toma, na boquinha vai, tudo, isso, vai tudo, toma leite seus vagabunda, gostosa.” Seus urros mostravam que ambos estavam loucos de prazer.

.

Ouvi os passos e corri pro meu quarto, deitei na cama e comecei a punhetar, pensava na minha mãe e nos gemidos dela. Como era delicioso, ouvi a porta abrir e parece terem se despedido. Aquilo me fez gozar.

Depois que me limpei comecei a pensar em tudo e fiquei com um misto de sentimentos, não sabia oque fazer, falar ou sentir. Mas meu pau ainda mostrava que o tesão não tinha ido embora, mas logo adormeci.

De manhã acordei, tomei uma ducha e fui pra cozinhar tomar café, minha mãe já tinha preparado e terminava de arrumar a cozinha. A partir daquele momento as coisas tinham mudado, mesmo que sem minha intenção.

Minha mãe vestia um pijama de seda que sempre o usava, era um shortinho curto que as vezes deixava sua polpa de fora. Mas naquele momento quando eu a vi lembrei de tudo que rolou e a olhei de costas, sua bunda era enorme e linda a polpa saia um pouco e aquilo me deixou louco. Me aproximei para dar bom dia tentando encostar naquela bunda.

-Bom dia Mãe.

“Bom dia amor, seu café já tá pronto”

Dei um beijo em seu rosto, mas sem sucesso em tocar sua bunda, fiquei com medo.

“Vai na aula hoje?”

-Ah mãe não tô afim, sabe que hoje é dia da aula daquele mala.

“Já te pedi pra parar com isso, logo o ano já vai acabar. Aguenta um pouco e depois a mãe te dá um presente.”

-Fala sério.

Eu estudava a noite.

“Então vou no mercado preparar as coisas pro almoço e depois vou no centro”

-Ta bom.

Minha mãe saiu e fiquei olhando sua bunda. O dia correu fui pra aula, voltei e em casa tudo normal. Menos eu. Só conseguia pensar na noite anterior.

Fiquei acordado esperando alguém aparecer mas sem sucesso, fiz isso por umas quatro noite seguidas. Estava com o sono todo desregulado já. Resolvi sair no intervalo da aula e ir pra casa, quando eu estava na rua já vejo o portão se abrindo, quando percebo eu encosto em uma fachada pra olhar.

Minha casa tem tem um portão grande que é o mesmo da garagem, vi minha mãe saindo e depois um homem.

Ele vestia uma jaqueta e não consegui ver bem pela distância e iluminação, tentei seguir pra ver quem era mas o tempo até alcançar fez ele entrar em seu carro, só pude ver que era preto.

Fui pra casa e quando cheguei minha mãe tomou um susto, ela estava com um short de malhar e um sutiã.

“Tá fazendo oque aqui essa hora”

-Sai mais cedo.

“já te falei que não quero isso, te passei pra noite como me pediu espero que não fique de graça agora.

-So tô passando mal, meti o pé no intervalo. Não ia ter nada, relaxa.

“Toma um banho então, vou te levar um lanche”.

Assim foi, mas não pude deixar de notar seu cabelo um pouco bagunçado.

Desde então comecei a tentar montar a rotina da minha mãe, quando ia no mercado, na rua e etc. Comecei a reparar que não tinha um dia exato pra ninguém vir aqui. Já tinha se passado quase 1 mês desde que tinha ocorrido tudo.

Eu tinha um aniversário pra ir, seria em uma granja e tudo mais e começaria ao meio-dia do sábado. Minha mãe deixou eu ir sem contestar.

Na sexta minha mãe chegou da rua com o cabelo arrumado, unha feita e tinha uma sacola. Entrou direto pro quarto.

Quando minha mãe entrou pro banho corri pra ver oque tinha na sacola. Era uma lingerie preta, com um fio dental, na sacola também tinha uma espécie de lubrificante.

Corri pro meu quarto já de pau duro, comecei a bater uma, quase fui pego pela minha mãe ainda chegando no meu quarto.

“Vai na festa amor?”

-Aham mãe, vou com os mlk. E vou beber, já tô avisando.

“Só toma cuidado”

E ficamos conversando até que ela foi preparar o jantar.

No sábado eu ja tinha traçado que as 14 horas eu sairia da festa, tinha combinado com o taxista e iria pra casa na tentativa de flagrar minha mãe. Cheguei lá e fiz questão de tirar várias fotos pra ela caso me pedisse.

Desci do táxi na minha rua e fui pra casa, ja tinha deixado no esquema pra eu pular o muro, algo que já era comum que sempre perdia minha chave. Tinha que tomar o maior cuidado do mundo. Tirei os sapatos, na lateral tinha um corredor que dava pra porta da lavanderia que ia pra cozinha.

Fiz isso e quando cheguei a porta pude perceber que ela estava sala, e a porta pra minha sorte aberta.

Entrei engatinhando tentando ver alguma coisa, mas sem sucesso. Até que consegui uma visão turva pela reflexo do armário da cozinha. Minha mãe estava no corredor ajoelhada, com as mãos segurando na perna dele, com a boca atolada no pau. O homem tinha cerca de uns 2m, sem brincadeira, negro, careca, parecia ter uns 40 anos. Tentei me ajeitar pra ver nitidamente, olhei de canto e vi ela com a boca no pau dele, sua babá parecia escorrer enquanto ele segurava sua cabeça gemendo.

Ouvia apenas os sons “gluc, gluc, gluc, aaaaah, gluc, gluc.”

Minha mãe parecia que chupava muito bem, ele não conseguia por tudo na boca pelo tamanho mas parecia estar deixando ele louco. Vi ele dar um tapa na cara dela e a levantar.

Minha mãe estava com os peitos pra fora da lingirie preta e ainda vestia uma saia. Vou chamar esse senhor de Vanderlei.

Vanderlei tirou a saia de minha mãe revelando sua bunda, a saia caiu e ele deu um tapa em sua bunda indo pro quarto, assim pude ver sua bunda enfiada naquele fio dental. Entraram no quarto e ouvi a porta bater.

Fui pra lá na esperança de ver alguma coisa mas sem sucesso, apenas ouvindo.

“Que delícia amor, chupa minha buceta vai. Que delícia, assim vai.” Desse vez ela gemia alto, sem medo de alguém ouvir.

“CHUPA ESSA BUCETA, ME CHUPA SEU DESGRAÇADO”

“aaaai que delícia, chupa”

Ficaram um tempo nessa brincadeira, eu tava morrendo de medo de ser pego ali mas eu tava com muito tesão.

“Vem, bota esse caralho em mim, vem”

“ISSO, passa ele assim nela, olha como ela fica molhada pra você meu amor” “Fode ela vem, hoje eu quero que você me deixa toda arrombadinha”

-Puta, vou fuder sua buceta com força. Que delícia, só a cabecinha assim. Você é muito apertada sua vadia.

“Então me fode vai, quero tudo, vai, que delícia. Tá me abrindo toda, mete” “oooooh, aaaai aí caralho, puta que pariu, caralho, que delícia, porra, me fode, aí, aí ai”

-Aguenta cachorra, aguenta.

Ouço um tapa forte.

“BATE NA CARA DA SUA PUTA BATE, ME FODE, ME COME COM FORÇA” “AI MEU DEUS, QUE GOSTOSO, SEU PAU É MUITO GRANDE”

“FODE, FODE, QUE DELÍCIA. FODE ESSA PUTA VAI”

-da essa buceta pro seu macho vai, fode vai sua cachorra, fode gostoso puta. Que delícia de buceta, toma pau toma, cachorra.

As estocadas eram forte, estalavam alto, ela gritava e gemia.

“Aí ai ai ai ai aaah, aaah ai ai”

E assim ficaram muito tempo, eu parei de me tocar, apenas acariciava meu pau.

“Come bucetinha come, come gostoso, come bucetinha”

-fode sua puta, cachorra. Gosta de dar a bucetinha né vadia.

“Isso come, aí, AI AI CARALHO gostoso, fode porra, que delícia”

Minha deve ter gozado umas 4 vezes nessa brincadeira.

“Filha da puta, minha bucetinha, aí caralho”

-Eu vou gozar sua vagabunda. Vou gozar sua cachorra, filha da puta.

“GOZA, GOZA NA MINHA BUCETINHA, GOZA PORRA, ME ENCHE DE LEITE, GOZA”

Ouvi seus urros e gritos, gozei muito também sujando o chão todo. Tirei minha meia limpando o chão e corri pros fundos. Fiquei um tempo lá e depois sai, fui comer alguma coisa pra dar a hora e voltei pra casa.

Quando cheguei a casa já estava arrumada e minha mãe deitada a cama, fui pro meu quarto e dormi.

Se quiserem a continuação, comenta

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