Sendo putinha em casa

Oi, pra quem não me conhece me chamo Dayane, tenho 35 anos, pele clara, cabelos e olhos castanhos, 1,65, 61kg. Possuo seios grandes, bumbum médio pra grande e quem quiser conhecer mais um pouco de mim é só dar uma olhada nos meus outros contos.

Os acontecimentos deste conto se passaram há 8 anos, 2 semanas após os relatos do conto anterior. Foi na mesma semana que meu noivo voltou de viagem. Na sexta à noite eu teria um compromisso com minha mãe, apenas nós duas e meu noivo Flavio iria ficar em casa. Na quinta ele me disse que voltaria mais cedo, só iam trabalhar até começo da tarde. Eu tava doidinha pra transar, desde que ele voltou tínhamos feito só uma vez e foi bem meia boca, o coitado tava cansado, normal. Acabou não rolando nada na quinta também. Mas não era um grande problema, pois eu já tinha me programado. Avisei o pessoal da empresa que eu trabalharia de casa na sexta. Pelas minhas contas ia conseguir fazer a maior parte do trabalho de manhã e à tarde poderia tirar o atraso com meu noivo antes de sair com minha mãe.

A sexta de manhã rendeu bem e consegui fazer muita coisa, até aproveitei um tempinho após o almoço pra tomar aquele banho completo, lavar tudinho, me depilar por inteira, passar hidratante, maquiagem leve, perfume. Coloquei também uma lingerie preta que ele adora e um vestido bonito pra esperar ele. Enquanto isso praticamente terminei meu trabalho da semana, só ficou uma pendência que eu resolveria na segunda, pois o material que eu precisava estava na empresa. Eram pouco mais de 14horas quando meu noivo chegou. Desliguei o computador e fui na sala receber ele. Ele disse ‘oi’ e passou rápido por mim. Perguntei:

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– Por que a pressa, amor?

Ele me respondeu indo pro quarto e pegando uma mala de mão:

– Sabe que é aniversário do Rafa amanhã, né? E vamos fazer uma surpresa pra ele. Vamos lá na casa dele hoje fazer um churrasco. – ele foi colocando roupas dentro da mala.

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– Você vai que horas pra lá? – perguntei, já que Rafael era um ex-colega que morava há uns 100 km dali.

– Agora, o Pedro tá ali me esperando, daqui já passamos na casa dele e vamos pra lá.

Fiquei pasma:

– O quê?!

Ele respondeu:

– Sim e como você vai sair com sua mãe, vai ser até bom, não vou ficar aqui sozinho.

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Eu não sabia mais o que responder. Estava eu ali toda linda, arrumada, cheirosa e ele nem tinha percebido. Flavio continuou arrumando a mala, pegou algumas coisas na geladeira, me deu um beijo no rosto e disse:

– Até amanhã, amor. Divirta-se com sua mãe. – E saiu.

Eu fiquei ali, parada, sem saber o que dizer. Brava ao quadrado. Queria ter explodido, brigado com ele, mas não, não disse nada. Depois que ele foi, eu xinguei um monte, mandei tudo a merda e estava me preparando pra sair. Ia para a empresa resolver aquela pendência de uma vez e depois iria pra casa da minha mãe. Eu não queria mais ficar ali passando raiva. Foi quando passou algo pela minha cabeça. Achei bobagem, loucura, mas não pensei muito, fui lá e fiz. Liguei pra empresa e pedi pra uma colega separar a pasta com os documentos que eu precisava e enviar pra minha casa. O motoboy já não estava mais lá, eu sabia, então ela disse que o estagiário levaria os documentos, eu sabia disso também. Resolvi trocar de roupa, só o vestido. Coloquei um mais simples até, mais velho, estava curto e eu só o usava em casa. Mas destacava bem meus seios e coxas, bem como o bumbum. Fui na geladeira, abri um vinho e bebi duas taças. Estava pensando em pegar a terceira quando toca o interfone. Vou lá e mando o estagiário subir pro meu ap. Abro a porta e parece que ele se assusta:

– Nossa! – ele disse.

– Oi, Jorge. O que foi?

– Nada não, é que.. Nada. Oi. Aqui estão os documentos.

– Entra – falei.

– Errr… me liberaram mais cedo já que eu tinha que vir pra cá, então acho que vou pra casa.

– Eu sei, mas entra. Fique à vontade, senta aí no sofá.

Ele entrou, sentou, ofereci algo pra beber. Ele aceitou água. Peguei o material que ele trouxe e coloquei em cima da mesa e dava pra ver que ele estava bem nervoso, olhando pros lados, parecendo procurar algo. Perguntei:

– O que foi, Jorge?

– Nada não, é que seu marido pode chegar e sei lá, meio estranho eu aqui e você assim, tão linda… quer dizer, deixa pra lá.

– Meu marido não volta hoje pra casa, só amanhã. – respondi.

Deu pra ver o alívio na cara dele na hora. Nem dei muito tempo pra ele pensar, fui em sua direção, peguei o copo da mão dele e coloquei na mesa enquanto falava:

– Preciso de mais um favor seu, Jorge. Na verdade é uma ordem.

Ele me olhou meio espantado e com e depois esboçou um leve sorriso no rosto, já prevendo o que aconteceria. Sentei no colo dele e falei:

– Preciso que você me coma bem gostoso. Agora.

Nos beijamos ali, eu no colo dele, sendo agarrada, ele passando as mãos nas minhas coxas, cintura, costas. Depois de um tempinho ele beijava meu pescoço e foi descendo até os seios.

– Que cheirosa, que saudades dessa pele gostosa – ele disse.

Eu sorri, levantei e tirei o vestido, ficando só de lingerie. Ele disse:

– Nossa! Que delícia.

Ele levantou, me jogou no sofá e foi me beijando todinha. Eu tava adorando aquilo. Ele tirou minha calcinha enquanto me beijava. Foi subindo e parou perto da virilha.

– Nossa, que lisinha e cheirosa. – ele disse enquanto começava a beijar minha bucetinha.

Eu já estava molhada antes disso, então só aproveitei aquela língua safada. Não sei se era o meu tesão alto ou ele tinha melhorado, pois tava mais gostoso que das outras vezes. Tirei meu sutiã e fiquei peladinha enquanto ele me chupava. Nossa, aquela língua estava muito boa, lembro que não demorei pra gozar e ele percebeu isso:

– Gozou rapidinho hoje, safada. – e foi tirando sua roupa.

Eu tinha acabado de gozar, mas queria muito aquele pau gostoso dentro de mim. Ele veio, se agachou e começou a esfregar e bater de leve o pau na minha bucetinha, me deixando mais excitada ainda. Eu lá deitada de frente pra ele, com as pernas abertas, ele preparando pra penetração, olhando da minha posição o cacete tava enorme, parecia que iria judiar de mim, me deu um frio na barriga até. E ele veio, entrou devagar, voltou um pouquinho, veio mais fundo, voltou e na terceira foi até o fim. Eu só pude gemer, aquele pau me abrindo toda, doeu, mas tava gostoso. Jorge começou o vai e vem, ai que delícia, como eu precisava daquilo. Entrava e saia gostoso, minha bucetinha já estava acostumada, era só prazer. Jorge metia mais rápido agora e na posição que eu estava conseguia ver aquele cacetão saindo e entrando todo na minha bucetinha, me deixando com mais tesão, uma mão dele segurava minha cintura, firme e com outra apertava meu seio, me deixando louca. Aí ele resolve abrir mais minhas pernas, com as mãos e metia mais forte agora. Voltou a doer, mas doía porque estava indo fundo mesmo, mas o tesão era grande e eu gemia mais alto. Jorge percebeu e socou mais forte e mais rápido e o meu gozo veio quase que instantaneamente, só tive tempo de puxar ele pra mim e veio com todo o peso, abracei a cintura dele com minhas pernas e puxei o mais forte que consegui, sentindo o pau no fundo de mim. Gozei e foi forte, gritei, não foi um gemido, foi um grito mesmo. Puxei ele pelo cabelo e dei um beijo na boca, demorado, de língua, apaixonado eu diria, enquanto eu ainda me contorcia com o orgasmo que não acabava. Quando o êxtase passou, soltei meu corpo e fiquei lá. Jorge foi saindo de cima de mim:

– Uau, você tava com tesão mesmo – ele disse.

Sem perder tempo Jorge voltou a beijar minha bucetinha e foi me erguendo até alcançar meu rabinho com a boca, começou a beijar, lamber e passar o dedo molhado de saliva.

– Ei, safado! – falei.

– Quero esse cuzinho – ele disse – Acho que mereço.

E merecia mesmo. Dei um sorriso, mas fiz sinal pra ele parar. Levantei e o chamei até meu quarto. Fui até uma gaveta, procurei um pouco e encontrei o lubrificante que não usava com meu marido há meses. Entreguei pra ele dizendo:

– Você sabe o que fazer.

Deitei na cama de bruços. Jorge estava com muito tesão, eu conseguia perceber fácil. Ele veio, me beijou o pescoço, as costas, o bumbum, mordia de leve minha bunda, massageava, passava as mãos por tudo… E foi passando lubrificante no meu cuzinho com uma mão, enquanto com a outra, por baixo, estimulava minha bucetinha. Gostei daquilo, eu já estava relaxada, mas aquele toque me deixava mais confortável. Quando percebi o Jorge estava com um dedo dentro do meu cuzinho, não doía e isso era ótimo. Jorge parou com os carinhos, olhei pra trás e ele estava em pé, passando lubrificante no pau que parecia maior do que nunca. Jorge veio, me virou de ladinho e foi encaixando seu corpo. Peguei o pau (estava grosso mesmo!) e fui direcionando pro meu cuzinho. Entrou a cabeça, senti uma pressão forte, mas pouquíssima dor. Gostei. Fui puxando ele um pouco mais e aquele pau foi me invadindo aos poucos, me alargando de uma forma gostosa, excitante. Segurei ele, estava bom, mas eu não queria que entrasse tudo e doesse demais. Respirei fundo, pedi pra ele ir com calma e ele foi. Entrando e saindo aos poucos, suavemente. Comecei a gemer baixinho, levando uma mão à boca, mordendo meu próprio dedo na esperança de não fazer muito barulho. Jorge ia mais fundo agora, ele também gemia, então senti a virilha dele bater no meu bumbum. Tinha entrado tudo e doía bem pouco, me arrepiei. Estava gostoso. Ele continuava indo e voltando devagar, não acelerava. Eu tava com tanto tesão que queria que ele fosse mais rápido, então falei:

– Pode ir mais rápido se quiser, safado. Tá gostoso.

– Ai que delícia. – ele disse gemendo – Adoraria ir mais rápido, mas tô aqui me segurando pra não gozar. Quero aproveitar esse cuzinho por mais tempo.

‘Safado’, pensei. Então resolvi judiar um pouquinho, comecei a rebolar. Ele passou a gemer mais. Comecei a ir pra frente e pra trás, rebolando de leve, indo e voltando. Ele parou de se mexer.

– Ai, caralho! Não faz isso – ele disse.

Eu sentia aquele pau maior, mais grosso. Era visível que ele estava pra gozar. Continuei indo, pra frente e pra trás, um pouco mais rápido e quando ia até o fundo eu rebolava. Na terceira vez que fiz isso só senti o Jorge tirando o pau de mim, me virando e vindo por cima.

– Toma, safada! Toma porra!

E veio com o pau na minha cara jorrando porra. Um jato foi direto no queixo, depois rosto. Então abri a boca e boa parte do resto foi direto na minha língua. Ele gozou bastante, gemendo alto. Depois ainda colocou a cabeça do pau na minha boca pra eu chupar. Fiz isso sem frescura e engoli a porra que estava ali.

– Nossa! – Jorge falou enquanto deitava ao meu lado – Que delícia. Caralho.

– Safado. – respondi enquanto levantava pra ir ao banheiro me limpar um pouco. Tinha porra até nos cabelos.

Voltei e fui pegar uma água pra gente. Não falamos nada, ficamos aí deitados um pouco. Não sabia se pedia pra ele ir embora agora ou o quê. Então ele veio e me deu um beijo no rosto e disse:

– Você é muito gostosa.

– Você também é, seu safado.

Então ele me deu um beijo na boca enquanto acariciava meu corpo. Retribuí. Ficamos nos pegando, beijando, amassando por um tempo. Ele me botou em cima dele e foi metendo devagar na minha bucetinha. Ai que delícia que estava. E foi acelerando, tava gostoso. Então Jorge esticou o braço e pegou o lubrificante que estava na cama, enquanto eu estava montada nele gostoso. Abriu, pegou um pouco e passou direto no meu cuzinho, ia acariciando enquanto metia na minha bucetinha. O carinho estava bom e pensei ‘que sem vergonha, tá querendo meter lá de novo?’ Eu gosto de anal, foi muito boa a de antes, mas não esperava por aquilo. Então ele tirou o pau da bucetinha e foi indo em direção ao cuzinho.

– O que você tá querendo, estagiário? – perguntei.

– Vou comer esse cuzinho de novo.

– Vai?! – respondi.

– Sim, vou. Hoje sou eu quem manda aqui.

Não esperava por aquilo. Que atrevido! Mas confesso que gostei da atitude. Peguei o pau dele e direcionei pro meu cuzinho.

– Isso mesmo, sua puta – ele falou – põe meu pau nesse cu gostoso.

E o pau foi deslizando pra dentro. A penetração foi mais fácil que eu esperava, doeu pouco. Ele começou os movimentos, me segurando pela cintura, indo devagar. Aos poucos ele ia acelerando e eu sentia o pau engrossar, ficar mais duro, com mais tesão… Olhei pro lado e vi uma foto minha e do meu noivo. Fiquei com um pouco de pena dele, mas depois pensei ‘foi você quem não quis e você quem propôs a situação’. Jorge já metia mais forte, eu ia me tocando, estava curtindo também. Então ele me vira de lado, passa mais lubrificante e coloca aquele pau no meu cuzinho. Dessa vez ele não ia devagar, metia de ladinho e mais rápido, com força. Pior que eu tava gostando, apesar da dorzinha.

– Que cuzinho gostoso. – ele dizia, gemendo.

Queria deixar ele doidinho, então respondi:

– Que pau gostoso.

Realmente funcionou. Ele metia mais forte ainda, me segurando pela cintura. Então ele me vira e me puxa pra beirada da cama, tentando me colocar de 4. Fiquei naquela posição então, meio receosa, pois sabia que iria fundo de verdade ali. Jorge batia com o pau na minha bunda enquanto falava:

– Quer mais, safada? Quer mais piroca no cuzinho? Fala a verdade.

– Sim… – respondi sem pensar.

Ele enfiou aquele cacetão no meu cuzinho, foi devagar, mas foi até o talo. Ai, aquilo me arrepiou toda, mesmo com a dorzinha. Logo ele já estava indo e voltando, acelerando, metendo mais forte.

– Toma, vagabunda – ele disse enquanto metia e dava um tapão na minha bunda.

– Ei, safado!

– Isso mesmo, vagabunda, gostosa! – mais um tapa, agora do outro lado.

Então ele me puxa pela cintura e vai socando forte, como se fosse a última vez que ele transaria. Estava bom, mas doía, pois ia fundo, nunca tinha sentido um pau tão dentro do meu cuzinho. Pedi pra ele ir com mais calma, mas certeza que nem ouviu, ele socava com força e gemia alto. Eu ia me tocando, pra aproveitar também.

– Quer leitinho, minha puta, quer?!

– Quero…

– Então pede, putinha. Pede!

– Dá, leitinho, dá. Goza no meu rabinho… – respondi.

– Ah, que cu gostoso. Toma, pega essa porra!

Então ele gozou, senti aquele líquido quente invadindo meu reto, aquele pau enterrado em mim e o peso do Jorge caiu sobre meu corpo, acabei deitando com ele por cima, parecendo sem forças. Eu só sentia o pau dele em mim, pulsando ainda. Eu não gozei daquela vez, mas senti bastante prazer, além da satisfação de agradar um homem – coisa que eu adoro. Jorge saiu de cima de mim, deitando do lado. Eu nem me mexi, estava acabada.

Acordei depois de um tempo, percebendo que havia pegado no sono. Jorge não estava mais ali. Olhei pela casa e era isso mesmo. Voltei ao quarto e vi um bilhete: ‘Obrigado pelo maravilhoso fim de tarde. Pode me chamar sempre que quiser. Beijos, Jorge’. Dei um leve sorriso, rasguei o bilhete e joguei fora. Fui correndo tomar um banho pois tinha o compromisso com minha mãe. Enquanto me lavava eu pensava se aquilo não tinha sido loucura demais, trazer o moleque pra dentro de casa, mas resolvi ignorar, já tinha feito e também havia aproveitado. Eu estava precisando de uma foda naquele dia e tive uma completa, não podia reclamar.

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