SÍLVIA, A VIGILANTE FOGOSA

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Passaram-se alguns meses em meu atual emprego e com isso fui adquirindo cada vez mais a confiança da Marta (minha chefe) a ponto de termos casuais encontros assim como com a sua sobrinha e secretária Rosa… o caso a seguir nada tem a ver com as duas de forma direta e vamos direto ao assunto.

A Marta precisou de uma pessoa para prestar serviços em outra empresa do grupo, que consiste em buscar mercadorias num complexo logístico/alfandegado; ela me chamou e perguntou se eu aceitaria este encargo, que resultaria em alguns benefícios adicionais além de um aumento substancial de salário… obviamente que aceitei e acertados os últimos detalhes parti para a nova empreitada na manhã seguinte. Chegando à portaria da tal empresa fiz a minha identificação com o atendente apresentando os documentos solicitados além da autorização de carregamento dos produtos; feitos os procedimentos, passei por duas eclusas de acesso até chegar ao armazém e enfim efetuar o carregamento dos produtos descritos na autorização, rotina que se seguiu por vários dias… foi aí que conheci a Sílvia, assunto-tema desta história.

Sílvia trabalha como vigilante no complexo alfandegado onde faço a retirada dos produtos há alguns anos. A sua expressão séria no olhar para as pessoas nas suas abordagens de rotina além de todo aparato que veste por conta de sua atividade esconde uma mulher fogosa e determinada quando o assunto é sexo. Ela tem trinta e seis anos, cerca de um metro e sessenta de estatura, de pele branca e cabelos ruivos ondulados na altura dos ombros; seios de médios para grandes e um porte físico de causar inveja, fruto de atividades intensas em academia além da prática de jiu-jitsu. Ah, é viúva e mãe de uma filha adolescente.

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Eu costumo almoçar no refeitório do complexo de duas a três vezes na semana e numa dessas ocasiões a Sílvia veio me fazer companhia no almoço, entre uma garfada e outra ela resolve puxar assunto após as apresentações feitas.

– O senhor trabalha com a Dª Marta, certo?

– Sim, trabalho. Como sabe?

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– Ela é minha vizinha de rua… inclusive já a observei chegando em casa contigo algumas vezes.

– Hum… e o que mais atiçou a sua curiosidade, Sílvia?

– Sabe, Samir… a Dª Marta sempre se mostrou reservada na sua via cotidiana desde que a conheço há muitos anos. Percebo que de uns tempos para cá ela tem se mostrado mais alegre e espontânea… qual o segredo disso?

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– Quer mesmo saber (perguntei fitando os seus olhos)?

– Quero sim.

– Vou ser direto, Sílvia: é vara e esperma. Embora não tenhamos compromisso sério eu venho dando a ela prazer e satisfação no alto dos meus quarenta e cinco anos. Você também quer o que a Marta recebe?

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Pausa. A face de Sílvia ficou vermelha, talvez de supetão ela não imaginasse a firmeza e forma direta da minha pergunta, por mais que geralmente ajo na defensiva nesses tipos de abordagem no sexo oposto. Sílvia ficou viúva há dois anos e neste período teve alguns “ficantes” mas os mesmos não lhe proporcionavam o prazer devido, segundo suas palavras. Disse ter ficado excitada com o andamento da nossa conversa aliado ao fato de estar sem sexo há cerca de dois meses… trocamos telefones e marquei de buscá-la na portaria da empresa em três dias, que seria numa sexta-feira.

No dia e hora marcados ela embarcou no carro da empresa que fica comigo e dali rumamos para o motel. Sílvia estava com um vestido estampado larguinho e com os cabelos molhados, pois havia tomado banho no vestiário antes de sair… o seu figurino de nada lembrava aquela vigilante por vezes séria nos seus afazeres diários, parecia mais dócil. Ao entrarmos na suíte eu a abracei por trás, dando-lhe leves mordidas na sua nuca. Ela se virou e começamos a nos beijar. Enquanto a gente se beijava fui descendo o zíper de seu vestido até o mesmo ir ao chão, onde pude contemplar o seu lindo corpo, com um conjunto branco de calcinha pequenina e um sutiã meia-taça que mal conseguia cobrir os seus volumosos seios. Ela me fez deitar na cama e abriu a minha calça, libertando o meu caralho. Sílvia fechou os olhos e começou a lamber a cabeça do meu pau, bem de leve… lambia a cabeça e passava a mão nas bolas… mordia (só com os lábios) a cabeça. Sendo chupado ao mesmo tempo eu pedi para ela se virar e, afastando a sua calcinha de lado percebi a sua buceta lisinha e molhada, que visão maravilhosa. Caí de boca naquela gruta deliciosa e nos engatamos num 69 de tirar o fôlego. Ela se livrou do restante das peças de roupa e nem lembrou do preservativo, sentando no meu pau de frente para mim e deslizando devagar, em seguida começando a cavalgar e oferecendo as suas fartas mamas. Eu a levantei, encostando-a na parede, levantando a sua coxa esquerda com uma das mãos e voltei a comê-la, em pé mesmo. A safada estava adorando ser comida daquela maneira, por trás e eu bombando por vezes de forma cadenciada e por outra acelerando o ritmo.

Eu metia até o fundo e tirava, metia até o fundo e tirava… estava querendo “torturar” a safada. eu olhava no fundo dos seus olhos e metia, sem dó… até que ela pediu para voltar para a cama, onde voltei a meter com vontade, forte e rápido… Sílvia gemia sem pudor, pedindo para penetrar fundo, pois estava gozando. Teve o seu primeiro orgasmo, mas queria mais. Tirei o meu pau de dentro dela e passei a lamber o seu cu. Ela disse estar vendo estrelas, pois afirma ser o seu ponto fraco, ama fazer anal mas os parceiros anteriores não eram fãs desta prática. Melhor para mim, que introduzi o dedo indicador, em seguida o anelar… passei a massagear o seu ânus enquanto lambia a sua buceta, cada vez mais encharcada. Tirei os dedos e após salivar bastante o seu buraco posicionei o meu caralho na entrada e fui empurrando. Sílvia com as duas mãos abriu a bunda para facilitar a penetração. Ao passar a cabeça esperei um pouco e tornei a empurrar até chegar no talo… puxei devagar e voltei a empurrar, fazendo um vai-e-vém gostoso, enquanto Sílvia enterrava seus dedos na buceta.

Ela pediu para eu ficar de barriga para cima e veio sentando com o cu na minha pica, descendo e subindo com uma certa velocidade e ao mesmo tempo “mastigando” o meu pau. Sílvia de fato é experiente em sexo anal e conduzia as ações com eficiência. Coloquei a safada de quatro novamente e voltei a chupar o seu cu. Em seguida meti o meu caralho novamente no seu rabo. Ela rebolava na minha vara sendo currada. Continuei metendo sem dó no seu cu. Ela estava gozando novamente e eu também queria gozar.

– Não goza dentro, quero beber a sua porra.

Tirei o meu pau de dentro dela e o ofereci para chupar, coisa que ela fez com maestria. Sílvia sentiu ele inchar e abriu a boca, levando jatos e jatos de esperma que lambeu sem desperdiçar nada. Continuou chupando o meu pau por alguns minutos até deixa-lo limpo.

– Nossa, que saudades de levar uma vara no cu… há muito tempo não sou comida assim.

– Se quiser, você pode ser comida mais vezes. O Samir está disponível na área, se derrubar é pênalti.

– É só a Martha não encrencar que vou pedir para você vir marcar os seus gols aqui.

– A Martha é somente casualidade, não tem nada de sério rolando entre a gente.

Fomos tomar um banho juntos e debaixo do chuveiro com a água caindo sobre nossos corpos me encostei atrás, ela sentiu o volume crescendo na sua bunda, comecei a beijar sua nuca e passar a mão nos seus seios… Sílvia já estava excitada novamente. Ela passou a empinar a bunda no meu pau duro e ouvi um gemido seu. Eu a virei e passei a lamber o bico dos seus seios. Eu lambia um bico e beliscava o outro de forma alternada. Eu a segurei pela cintura e a coloquei sentada no armário da pia do banheiro, abri as suas pernas, ajoelhei e comecei a lamber bem devagar a sua buceta… a vadia estava delirando. Eu passava a pontinha bem durinha da língua no seu grelinho…. ela gozou na minha boca. Eu comecei a lhe penetrar com a língua e Sílvia rebolava que nem uma louca na minha boca. Eu chupava cada gota do seu néctar, lambia seu clitóris, alternando a força com a suavidade… ela estava tendo outro orgasmo.

Voltamos para o quarto. Coloquei ela deitada na cama e comecei a beijar os seios… ela gemia… eu lambia todo o seio esquerdo (sem tocar no bico, que estava duríssimo) enquanto beliscava o bico do seio direito. Comecei então, a lamber o bico do seio dela. Mudei para o outro, continuando a mamar. Mesmo com a mão nos seios fui descendo até chegar no meio das suas pernas. Passei a língua desde o ânus até o grelinho dela, bem devagar…. ela soltou um gemido ainda mais alto. Comecei a lamber a grutinha dela e meti, de uma vez só, a língua nela. A Sílvia enlouqueceu e começou a rebolar na minha língua. Eu metia cada vez mais rápido. Ela gemia que nem uma louca e eu metendo nela enquanto beliscava os seus seios… ela começou a se contorcer e as suas pernas ficaram trêmulas. Quando vi que Sílvia ia gozar, comecei a chupar com força aquela buceta deliciosa e ela teve um longo orgasmo. Fiquei chupando ela até sentir que os espasmos haviam parado.

Sílvia passou a mão na buceta e com o gozo lubrificou o seu cu antes judiado e pediu para comê-la novamente por trás. Eu comecei a roçar o meu pau na sua bunda e aos poucos eu passei a martelar o seu rabo suculento. Segurei seus cabelos e meti sem dó. Sílvia pediu para vir por cima. Ela direcionou o meu pau na entrada de seu cu e foi sentando. A safada acomodou a minha pica dentro de si até ela entrar toda no seu rabo. Começou a rebolar em cima de mim, a subir e descer bem forte, enquanto suas mãos acariciavam seu clitóris. Eu fiquei louco com a sua desenvoltura. Sílvia gozou novamente. Eu continuei as investidas e acabei enchendo o seu cuzinho de porra quente. Ela caiu do meu lado toda mole e meio que desfalecida. Tomamos mais uma ducha e saímos do motel, deixando-a em casa. Ela se disse satisfeita com os momentos passados comigo e que gostaria de sair novamente em outra ocasião. Será que tornarei a dar conta deste vulcão em forma de mulher com jeito de menina escondida em uma farda de vigilante?

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