Sogra preocupada

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Esse fato aconteceu quando eu tinha meus 21 anos e namorava a Rafaela, de 19 anos. A Rafa tinha um corpo magro, com peitos grandes, mais peito do que bunda sabe?

A nossa relação era bem conturbada, ela era muito ciumenta e paranoica num nível bem absurdo e sem motivo. Pra vocês entenderem melhor ela tinha até ciume de eu bater punheta, a gente se via só nos finais de semana e era foda ficar durante a semana sem tocar uma. A gente brigava demais nesse relacionamento, ela sempre descobria quando eu tinha me masturbado pela quantidade e espessura da porra.

Desde o começo do namoro não usávamos camisinha, ela não gostava e eu também não, e ela não tomava nenhum anticoncepcional porque fazia mal demais pro corpo dela. O nosso plano não era ter um filho naquela idade, então o nosso método contraceptivo era simples; no final da transa eu sempre gozava na boca dela. Todo final de sexo eu enfiava o pau na boca dela e gozava. A rafa era o tipo de mulher que não curtia porra na cara, então se um pouquinho de leite fosse no rosto dela ela ficava puta. Ela não gostava muito do gosto mas tava acostumada a mamar e engolir tudo. As vezes pedia pra enfiar o pau um pouco mais fundo na boca pra porra ir direto na garganta e ela não sentir o gosto. Mas na maioria das vezes eu gozava no comecinho da boca, só com a cabeça do pau dentro da boca dela e ela ficava sugando igual um canudinho até eu gozar 2-3 vezes. Por isso ela sempre descobria se eu tivesse me masturbado pela porra rala ou pela quantidade mesmo. As vezes no meio da semana era chato me segurar pra não gozar, mas como eu tava 2 anos namorando com ela já tinha me acostumado. No fim me masturbava e me segurava pra não gozar (nome dessa técnica é “edging”), foi difícil acostumar mas depois ficou fácil. Fazer isso de me masturbar e não gozar durante a semana fazia eu gozar uma quantidade muito maior quando eu ejaculava, quem já fez isso sabe do que eu to falando. A Rafa era possessiva, queria sempre ter o controle da situação era meio louca até, mas no sexo era uma putinha submissa. Mamava igual uma putinha com sede, fazia garganta profunda e babava, sabia engolir um pau. Aquela bucetinha rosinha e cuzinho apertado me fizeram ficar muito tempo nesse relacionamento fudido e cheio de brigas. A Rafaela não curtia muito dar o cu, pra ela dar era sempre um sacrifício, eu tinha que insistir demais pra ela liberar o rabo. Quando dava era raro aguentar eu metendo até eu gozar dentro do cu dela, e nem era muito culpa dela não, dava pra entender porque eu realmente demorava pra chegar ao orgasmo, eu era acostumado a me masturbar e não gozar durante a semana por muito tempo e isso fazia eu demorar demais pra gozar. O que acontecia é que ela pedia pra tirar de dentro porque já tava doendo demais e como tinha metido no cu dela ela não queria mamar (meu pau sempre saia limpinho do rabo dela), as vezes eu ia lavar o pau rapidão e voltava, e ela mamava até tomar leitinho, mas quase sempre era muita burocracia sair do quarto, ir lavar, voltar, até porque ela falava “já te dei o cu bla bla bla amanhã tu goza, ou goza agora na tua barriga”. Eu que não ia gozar na minha barriga, passei a semana guardando leite pra gozar na boca dela, não ia desperdiçar. Eu ficava puto era ruim até pra conseguir dormir, ela só virava pro lado e dormia com o rabinho arrombado.

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Dada toda essa intrudução, vamos ao fato e real conto que venho relatar.

Era uma semana normal, eu tava enchendo o saco da Rafa pra ela me dar o rabo, já fazia tempo que eu não comia aquele cu, no fim depois de resistir muito ela concordou em dar no final de semana.

A mãe da rafa era divorciada há tempo. A dona Laura tinha recém casado de novo, tava no começo dos 40 e poucos anos, era magra e tinha um peitão, igual a filha. O que chamava a minha atenção não era o corpo dela, e sim aquele rosto meio de mulher madura safada disfarçada, sabe? Eu e a Rafa tínhamos nossas dúvidas se ela pulava a cerca ou não. A verdade é que o atual marido bebia pra caralho e eles sempre entravam em conflito por esse motivo.

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Como o clima era de recém casamento de vez em quando eles chamavam eu e a Rafa pra dormir em alguma pousada ou coisa do tipo.

Nesse final de semana ai foi de ultima hora, era sábado decidimos nós 4 irmos pra uma pousadinha perto da praia. Paramos numa lanchonete antes, comemos e tomamos umas cervejas e drinks. Estávamos a caminho da pousada, pegamos dois quartos separados na pousada, um do lado do outro. Ainda na lanchonete Laura e o marido haviam se desentendido porque ele bebeu demais. Foda-se, não era da minha conta eu não tava nem aí. Só queria entrar pro quarto e comer o rabo da Rafa.

Eu tava ansioso pra comer aquele cuzinho. Entramos no quarto e começamos a nos pegar.

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logo deitei ela na cama, deci e comecei a chupar a bucetinha e cuzinho dela, fui deixando com bastante saliva pra logo enterrar meu pau naquele rabo. O meu pau tava pulsando demais. Fiquei em pé ao lado da cama e ela começou mamar deitadinha de lado. Ela sugava com força e de olhinhos fechados enquanto eu passava a mão na bunda dela e preparava pra enfiar um dedo no cuzinho dela. Dava pra perceber que ela tava cansada e com sono se eu demorasse demais a gente ia acabar não transando. falei –

– Baba bem meu pau que eu vou meter no teu cu

ela obedeceu e logo deitei do lado dela. Fui colocando a cabeça na entrada do cuzinho dela e forçando e aos poucos aquele cuzinho foi engolindo a cabeça do meu pau.

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– ta doendo, entrou errado, tira, tira – ela falou

– espera, já vai relaxar e parar de doer – eu disse, enquanto segurava ela pela cintura e ia enfiando o pau todo. ela dava uns gemidinho baixinhos igual uma cadelinha, meu pau parecia que ia explodir.

quando finalmente meu pau entrou todo e eu ia começar a foder com força aquela bundinha ela pediu pra parar.

– tira, tira não ta dando amanhã a gente faz, tô muito cansada

caralho, eu fiquei muito puto, eu não ia forçar ela a nada, só respondi “tabom” e fui tomar banho. Tentei bater uma punheta no banho mas não consegui gozar, eu fiquei com muita raiva. Eu não ia conseguir dormir tão cedo. Sai do banho, coloquei a roupa, abri o frigobar peguei uma longneck e pensei “que se foda, amanhã ela ta fudida”.

Abri a porta da pousada e fui pra rede que ficava na varandinha. Deitei na rede e fiquei de boa bebendo e pensando em como eu ia arrombar aquele cu e encher ele de porra no dia seguinte.

Do nada ouço um barulho de porta do quarto do lado e sai dona Laura, com uma garrafa de vinho na mão aparentemente puta.

– O Otávio acordado ainda?

– Éhh, perdi o sono e decidi aproveitar a redinha

-E a Rafa, já dormiu?

– Sim, sim ela tava bem cansada só chegou e dormiu tadinha

-mas e ai ta tudo certo? perguntei

– O de sempre né, se passou bebeu demais ai a gente gasta um dinheirão pra ir num lugar legal e ele nem lembrar do que fez no outro dia, não aguento mais essa merda

Eu fiquei deitado na rede e ela sentou numa cadeira ali na varanda e ficamos conversando sobre as brigas de ambos relacionamentos e tal, tava um papo bem saudável na real. Conversamos sobre como havia muitas brigas mas no fim valia a pena porque fazia bem pra gente e tudo era trabalhável.

Dona Laura tinha muito medo da Rafa engravidar cedo e acabar com a vida, ela não queria pra filha o mesmo futuro. Apesar de Laura no fim ter conquistado uma vida boa, sabe o quanto uma gravidez cedo pode atrapalhar a vida. Por isso ela ficava sempre no nosso pé pedindo pra gente se prevenir etc, etc, ficava em cima mesmo. “Transar todo mundo transa, mas se previnam”. A gente mentia pra ela que usava camisinha, Laura sabia que A Rafa não tomava pilula anticoncepcional porque fazia mal pra ela. De vez em quando ela ela perguntava pra gente “Vocês tão usando camisinha né?” mais pra Rafa na verdade e ela sempre respondia que sim. Dona Laura não era burra, era uma mulher com experiência e conhecia a filha também, estava desconfiada.

papo vai papo vem ela pergunta.

– Ótavio, vocês tão usando camisinha mesmo?

– sim, respondi que sim tentando falar com confiança.

-olha, pode falar a verdade já fui mais nova, não vou brigar com vcs, me preocupo bla bla bla

Continuo insistindo mais um pouco, como eu já tinha bebido e ela fez eu me sentir confortável acabei confessando que não usávamos.

-na verdade a gente não usa.. mas não se preocupa não tá, a gente sabe o que faz.

(falei e logo em seguida me arrependi, deveria ter só insistindo dizendo que sim, usávamos.)

Nisso ela começou a falar muita coisa. Tomem cuidado com tabelinha, semana fértil, coito interrompido. Eu só fui respondendo que sim, pra ela não se preocupar e ainda acabei prometendo que iriamos começar a usar camisinha. Eu só queria mudar de assunto na verdade. Queria deixar ela tranquila e disse que a gente fazia a tempo que não era leigo e não queria destruir nossas vidas etc.

Deu pra ver que ela ficou curiosa em saber qual método a gente usava, era uma situação meio desconfortável na real, não tinha como eu dizer “ah, não se preocupa dona Laura, no final do sexo eu sempre gozo na boca da tua filha”

Ela começou a chutar os métodos

– tabelinha? coito interrompido?

eu tava ficando puto, ela tava insistindo demais

ai eu falei

– coito inter…

-VOCÊS SABEM QUE NÃO PRECISAR GOZAR DENTRO PRA ENGRAVIDAR? DURANTE A PENETRAÇÃO SAÍ O PRÉ GOZO QUE ENGRAVIDA IGUAL, E ALÉM DO MAIS O COITO INTERROMPIDO MUITAS VEZES NÃO DA TEMPO DE TIRAR E VAI UM POUCO DENTRO

ela tava certa, ela só não sabia que eu demorava demais pra gozar e que eu guardava porra grossa a semana inteira pra filhinha dela mamar. Dificilmente chegava perto de eu gozar sem ser na boquinha da rafa.. eu queria tranquilizar ela, mas era uma situação muito estranha só eu e ela ali conversando sobre aquilo. Até que eu decidir falar

-É que eu demoro pra chegar lá.. é estranho

ela ficou ainda mais curiosa e perguntou

– mas ai como é que vocês fazem só ela tem orgasmo tu não?

-não, não eu sempre tenho também. respondi.

-onde? ela perguntou

– no corpo dela, não tem chance de engravidar, não é na ppk e ri, fica tranquila eu disse. (eu não queria dizer pra minha sogra que eu gozava na boca da filha dela)

Eu achei que ia encerrar ali o papo sobre isso, dona Laura tava mais ousada que o normal em seguida perguntou:

– é no peito né? a Rafa tem um peitão, tu deve gostar – ela disse

Eu resolvi tocar o foda-se e responder tudo que ela perguntasse a partir daquele momento

-não, não. Ela tem um peitão mesmo mas não é não, eu disse-

-então só pode ser na boca dela, ela disse muito confiante foi estranho

– sim, respondi meio constrangido

Ela começou a rir e disse eu sabia!! uma vez fui cumprimentar a Rafa, abraçar e beijar o rosto dela e senti o cheirinho de porra vindo da boca dela, sabia, sabia. Quando ela disse isso eu fiquei de pau duro na hora, como eu tava deitado na rede foi fácil disfarçar.

fiquei mais constrangido, ela percebeu e disse

– não precisa ficar envergonhado é normal

(será que ela também acharia normal saber que a filhinha dela pede pra eu guardar porra a semana inteira pra gozar na boquinha dela?) Isso começou a passar na minha cabeça e deixar meu pau mais duro ainda

Dona Laura depois que descobriu assumiu uma postura mais brincalhona tentando distrair e disse rindo em tom de brincadeira

-será que a minha filha engole?

eu não precisava responder mas fiz questão de responder.

-sim engole, e ela gosta quando sai bastante. eu disse

-e hoje ela engoliu? Laura perguntou

Era minha deixa pra mostrar o meu pau explodindo pra ela. Sentei na rede virado de frente pra ela e segurei meu pau por cima da bermuda e disse:

– hoje não

fui baixando a bermuda e cueca e pegando meu pau, foda-se eu já não ligava pra mais nada. Minha namorada dormindo no quarto de trás, o marido da minha sogra no quarto do lado e eu ali segurando o pau na frente da sogra.

A gente se olhou e ela não disse nada, levantou da cadeira e veio pegando no pau com a mão e joelhando. Começou a mamar, minha vontade ela fuder ela mas tanto ela quanto eu sabíamos o quão arriscado era. Ela colocou as duas mãos pra trás fechou os olhos e começou a engolir meu pau, eu não ia demorar muito pra encher a boca dela de porra e foi o que aconteceu

Segurei ela pela cabeça e comecei a socar o pau todo no fundo da boca dela, o nariz dela batia na minha barriga.

ela fazia sucção com o pau todo na boca, vagabunda sabia o que tava fazendo

coloquei a mão atrás da nuca dela e segurei pra ela não conseguir tirar a boca, deixei só a cabeça do pau dentro da boca dela e comecei a gozar sem avisar. Ela continuou mamando de olhos fechados sem deixar cair nada da boca, depois de uns 4-5 jatos de leitinho ela abriu os olhos com expressão de surpresa e começou a sugar mais forte fazendo “hmmm, hmmm” enquanto olhava nos meus olhos. Eu não tava acreditando no que tava acontecendo eu tava dando o leite da filha na boca da mãe. Dona laura engoliu tudo deu um arrotinho e disse

– Que tanto de leite foi esse

o clima ficou meio pesado e nós dois voltamos pro quarto

continua..

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