Taty, A Piveta Safada

Taty, A Piveta Safada

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Este relato foi inspirado por comentários que recebi em meus outros contos.

Alguns leitores revelaram que vez por outra aparece nas proximidades da região onde moram alguma novinha que se torna a “marmitinha” dos amigos, fazendo a felicidade da “pivetada” e até de alguns adultos.

Pensando nisso, lembrei da minha amiga de infância, a Tatiana, que chamávamos carinhosamente de Taty. Desde muito menina, ela era maliciosa e adorava as brincadeiras que envolviam algum tipo de sacanagem. Como nós dois tínhamos a mesma idade, ainda não tinha surgido dentro da minha pobre alma inocente aquele 1% vagabundo e por isso me tornei apenas espectador das histórias relatadas a seguir.

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Talvez esse relato não se torne “picante”, por corresponder às memórias há muito tempo vividas e por não ter sido eu o personagem principal, mas pretendo detalhar ao máximo todas as lembranças que ainda estão guardadas em minha mente.

A primeira história sacana que vivi com Taty ocorreu entre ela e o meu irmão. Eu sou o filho caçula e o meu irmão é quase dez anos mais velho. Essa diferença de idade nunca nos incomodou, aliás, acredito que me ajudou a amadurecer muito mais rápido, pois me inspirava muito nele.

Durante a infância e o início da adolescência, eu e a Taty éramos praticamente um só, de tão juntos que vivíamos, estávamos sempre perto um do outro, brincando, brigando, rindo e chorando. Porém admito que nunca aconteceu nenhuma sacanagem entre nós dois, talvez por eu ter ficado na “friendzone”. Depois que ela começou a namorar “de verdade”, a primeira “paixonite” dela, a gente se separou e a amizade ficou de lado.

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Nessa primeira história, lembro que era noite, os nossos pais conversavam na calçada e a gente brincava no quarto, em cima da cama, nada demais. Então, o meu irmão entrou no quarto, puxou assunto e se deitou ao lado da Taty. Como estávamos frente-a-frente, ele se posicionou por atrás dela e deve ter ficado roçando o pau na bunda dela. Sendo bem mais experiente do que eu, ele deve ter notado que ela era uma safadinha e que não iria reclamar. Depois ele puxou alguns assuntos bem safados e ela seguiu o baile. Eu só sei que em determinado momento ele fez algum tipo de desafio e eu teria que mostrar o pau para ela. Muito bobo que eu era, fiquei envergonhado e não queria mostrar. A Taty apenas ria de tudo aquilo. Mas foi só o meu irmão me chamar viadinho medroso que fiquei com raiva, baixei as calças e mostrei o meu pau para ela. Depois o meu irmão fez o mesmo desafio para a Taty e ela mostrou a ppk sem a menor cerimônia. Tivemos que mostrar por umas três vezes, reversando, até o meu irmão ir embora sorrindo. Para mim, aquilo não passava de uma brincadeira, mas hoje sei que ele queria ver a bucetinha dela, matou a curiosidade e saiu. Será que foi bater uma punheta? Risos.

Apesar da pouca idade, a Taty me contava várias aventuras que ela já tinha vivido, até casos de incesto, e em diversos locais, como zoológico, piscina, casas de praia etc. Portanto, eu tinha plena consciência que ela “era da putaria”.

Para a segunda história, tenho guardado na lembrança os detalhes das brincadeiras de esconde-esconde, que ocorriam a noite, em um bairro ainda em desenvolvimento, cheio de locais escuros, sendo alguns bastante perigosos, contendo até cacimbas abertas, com bastante vegetação e animais peçonhentos, contudo, naquela idade, não tínhamos senso do perigo, só pensávamos em brincar.

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Lembro que a brincadeira juntava muitos amigos, de todas as idades, de 20 a 30 pessoas, e não existia aquela coisa de brincadeira de criança separada da adulta. Todos se divertiam juntos na mesma “vibe”. Época boa em uma sociedade menos “cri-cri”.

Existia um local onde muita gente gostava de se esconder, o qual chamávamos de “bequinho”, que era tão escuro que mesmo estando perto da pessoa, a gente não conseguia identificar quem era. Muitas vezes a gente tinha que passar a mão no corpo da pessoa ou no rosto, para conseguir identificar e por isso que era o canto preferido para se esconder. Este local foi o responsável por muitas perdas de virgindades, tendo história para “dar e vender”.

Voltando para os relatos sobre a Taty, nós costumávamos nos esconder juntos e por isso vivi muitas sacanagens nesse “bequinho”. Aqueles amigos com mais idade, já sabiam do potencial da minha melhor amiga e muitas vezes nos seguiam.

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Teve uma noite que corremos para o “bequinho”, junto com outros amigos: eu, a Taty e mais uns 5. A gente se afunilava no fundo desse corredor, pois quanto mais atrás, menor era a probabilidade de ser achado, pois os da frente eram achados primeiros. Os amigos maiores, por terem mais força, conseguiam ir mais para o fundo, enquanto os menores, nós, ficavam na frente. A Taty, que estava atrás de mim, mas na frente dos meus amigos maiores, começou a me unhar nas costas e eu ficava reclamando para ela parar. Os detrás riam muito e a gente sempre pedia silencio, pois o som poderia nos delatar para a pessoa que nos procurava. Todos nos calamos. Mas o silencio não durou muito, pois a Taty deu um grito de “ai” e a “risadeira” começou novamente. Nitidamente ela estava muito incomodada.

Depois, quando saímos dali, perguntei o porquê do “ai” e das unhadas nas minhas costas e ela me contou a sacanagem que aconteceu. Apesar de não saber quem e nem quantos foram, ela me contou que afastaram o short dela e começaram a socar o dedo na buceta. Pelo tamanho e grossura dos dedos, certamente tinham sido pessoas diferentes, que ficavam se reversando nas dedadas. O momento do “ai” foi quando um deles “errou” a buceta e dedou o cu dela, revelando que tinha doído mas tinha gostado.

Desde aquela noite, sempre quando nos escondíamos, passei a perceber que muitos dos amigos se posicionavam perto dela e de alguma forma faziam alguma sacanagem. Mas teve uma noite que a aventura foi bem diferente. Dessa vez, não aconteceu no “bequinho”, pois tínhamos chegado atrasado e já estava lotado, então decidimos nos esconder dentro de uma casa em construção, entrando bem devagarinho, “pisando em ovos”, para não furar os pés com algum entulho cortante. Logo atrás da gente, entraram os primos Henrique e Jonas. A gente ficou procurando um local para se esconder e tentamos nos amotinar em um quarto, por detrás de uns entulhos. Mas obviamente, o entulho não era tão grande ao ponto de conseguir esconder nós quatro, foi então que o Jonas pegou a minha mão e disse para a gente ir se esconder no andar de cima. Eu não queria ficar longe da Taty, mas por causa da insistência deles e concordância dela, acabei indo. Subi as escadas e procurei um local com boa visibilidade, pois queria ver a entrada da pessoa que estava nos procurando. Lá de cima, através das brechas no teto, eu conseguia ver muito bem a Taty e o Henrique, se escondendo lá embaixo. Então, comecei a observar o que os dois estavam fazendo. O Henrique começou a passar a mão no corpo dela, agarrando e se esfregando, e ela parecia estar gostando daquilo. Ele a virou de costas e ela se segurou nos entulhos, inclinando um pouco a bunda para trás. Ainda com as roupas, ele esfregava o pau nela e ela retribuía rebolando o traseiro. Ao meu lado, o Jonas também ficou vendo aquela cena e revelou que ele seria o próximo. Foi só o Jonas fechar a bocar que vi o Henrique tirar de dentro das calças um cacete duro e muito maior do que o meu. Começou a se movimentar de frente para trás, esfregando o pau no meio da bunda da Taty e então decidiu baixar o short e a calcinha até os pés. Ele segurou o pau, cuspiu na cabeça, encaixou na buceta e enfiou. Ela foi jogada para frente e só não caiu porque se segurava nos entulhos. Pela primeira vez na minha vida, estava presenciando duas pessoas fazendo sexo e estava surpreso com tudo aquilo. Ao meu lado, o Jonas estava babando de vontade, já sonhando com a vez dele. Não demorou muito e o Henrique saiu de dentro dela, passando a mão no cacete e limpando na própria roupa. Confesso para vocês que ainda não sabia que aquilo era porra e que ele tinha gozado, não deu para ver se dentro ou fora da buceta dela.

No final daquela partida, mal deu tempo de conversar com a Taty sobre o que tinha acontecido, mas falei que tinha visto lá do andar de cima e que estava muito impressionado. A brincadeira reiniciou com outra pessoa procurando e novamente fomos para a casa em construção. Naquela vez, nós tínhamos consciência do que iria acontecer. A Taty e o Jonas ficaram atrás do mesmo entulho e os primos solicitaram que eu me retirasse, mas avisei que iria ficar vendo de pertinho. Então, sem maiores embromações, o Jonas pediu para a Taty tirar a roupa e já foi tirando a dele. Ela ficou na mesma posição, de costas para ele, e abriu a bunda para facilitar a entrada do cacete. Perto de mim, o Henrique batia uma punheta, enquanto olhava o primo transando. Eu estava tão perto que escutava os gemidos baixinhos que a Taty dava quando era socada e aquilo de alguma forma chamava a minha atenção. Eu estava achando incrível ficar observando um menino e uma menina se entregando ao sexo, pois até aquele momento achava que era coisa de adulto. Na verdade, nem tinha ideia do quanto sexo representava na vida das pessoas. O Jonas demorou um pouco mais do que o Henrique para gozar, tirando de dentro da buceta da Taty e terminando na punhetinha. Foi só nesse momento que descobri que saia porra de dentro do cacete dos homens. Santa inocência! Os tempos eram outros.

Depois daquela noite, passei a presenciar muitas das aventuras sexuais da Taty e como todo bom confidente, até ajudava o momento acontecer. Nós mentíamos para os pais dela dizendo que ela vinha brincar em minha casa, mas que na verdade íamos para outro lugar. A Taty se sentia mais segura quando eu estava por perto, e nem sei o porquê, já que eu nada podia fazer contra os caras bem maiores e mais velhos.

A terceira história não poderia deixar de relatar, pois acontecia sempre quando a Taty vinha a minha casa. Sabendo que era muito safadinha, o meu irmão se aproveitou da situação para transar com ela. A primeira vez que vi os dois transando foi de maneira inesperada, pois ao sair do banho, entrei no quarto e dei de cara com a bunda da Taty, subindo e descendo no cacete do meu irmão. Estávamos sozinhos em casa e eles nem se importaram de fechar a porta. Fiquei em pé, imóvel, na entrada do quarto, só observando os dois na maior pegação e eles nem perceberam. Então o meu irmão se levantou da cama e a colocou de quatro, só nesse momento que me viram, riram e continuaram. Na maior cara de pau, o meu irmão me disse que se eu quisesse um pouquinho teria que esperar ele terminar. Peguei a roupa na gaveta e fui me trocar em outro local. A curiosidade me levou de volta para aquela porta e fiquei vendo até o meu irmão jorrar leite nas costas dela.

Por um bom tempo, quase todo santo dia eles transavam. A Taty dizia que o meu irmão se garantia no sexo. A rotina era sempre a mesma. Se não tivesse alguém em casa, eles transavam em qualquer canto, mas se tivesse, eu e a Taty entrávamos no quarto, fingíamos que estávamos brincando, o meu irmão entrava, eles transavam e eu ficava ali assistindo tudo que faziam. A Taty fazia de tudo, em todas as posições e até engolia esperma, sem cuspir, mas teve uma coisa que o meu irmão tentou várias vezes e não conseguiu, que foi fuder o cuzinho dela. Simplesmente, o pau não entrava, mesmo a Taty aguentando até onde conseguia, mas ela perdia as forças, começava a gritar e parava. Aquele cacete tinha um cabeção. No geral, a foda era realmente boa.

A quarta história se desenrolou no dia que saímos para brincar perto de um campo de futebol, onde havia muitas pessoas jogando e assistindo as partidas, estando este local bastante lotado. Quem estava nos “vigiando” era o meu irmão, mas ele estava mais interessado no jogo do que na gente. A maioria das pessoas eram conhecidas, por isso não tínhamos medo de ficar lá. Então chegaram dois homens, aparentando já ter bastante idade e falaram que a mãe da Taty estava procurando por ela há muito tempo e que estava furiosa. Disseram também que estavam de carro e nos perguntaram se gostaríamos de uma carona. Inocentemente, aceitamos, pois não tínhamos ideia dos riscos daquilo. A gente saiu e meu irmão nem viu, entramos no carro e partimos. Os dois homens foram na frente e ficamos no banco de trás. Era até legal andar de carro, pois quase ninguém possuía um. Mas logo no início, percebemos que o percurso estava errado e tentamos alertá-los. Eles dirigiram mais um pouco, pararam em uma zona deserta, olharam para o banco de trás e nos perguntaram se ela era a tão famosa Taty, a safadinha do bairro que alguns estavam comentando. Ficamos brancos, amarelos, bege, cinza, todas as cores possíveis, de tão nervosos e assustados. Institivamente, negamos, falando que eles tinham pegue a Taty errada. Então o motorista olhou para a gente e disse que tinha a certeza de que era ela e que não precisávamos ficar com medo, pois eles tinham uma proposta. Eu e a Taty nos olhamos e mesmo assim continuamos a negar, pois o medo era maior do que qualquer coisa. Então o passageiro tirou algumas cédulas de dinheiro do bolso e falou que se ela chupasse o cacete dele, então ganharia a grana. Lembro que não era muito dinheiro, mas era suficiente para dois pivetes (nós dois) comprar um monte de besteira. Não sei se por medo, por safadeza ou pelo dinheiro, mas a Taty aceitou ir para a frente, sentando-se no colo do passageiro. O motorista olhou para mim e falou para não me preocupar, pois eles eram gente boa. Mudo estava, mudo continuei.

O motorista afastou o banco para trás, pediu a Taty para ficar ajoelhada entre as pernas dele, arriou as calças, colocou o mastro para fora e mandou mamar. Era a primeira vez que via um velhote excitado. Ele passava as mãos nos cabelos lisos dela, segurava a cabeça e ajudava a fazer os movimentos de subida e descida. Vendo aquilo, o passageiro abaixou o banco e afastou para trás, quase me esmagando no banco traseiro. Ainda bem que eu era pequeninho! Percebi que também estava com o pau na mão, olhando e se punhetando, não era grande, mas era o mais grosso que já tinha visto. O motorista não se aguentou e chegou ao orgasmo, jorrando leite quente naquela boca de menina faminta. Para finalizar, como ela sempre gostava de fazer, a Taty lambeu e sugou toda a porra que tinha deixado cair, deixando o pau do motorista bem limpinho.

O passageiro falou que era a vez dele e ela foi se ajoelhar no meio das pernas dele. Enquanto ela trocava de lado, o motorista também abaixou o banco, deitando-se e se esticando, feliz da vida, ainda sentindo a alegria do orgasmo. Praticamente, fiquei espremido no meio dos dois bancos, sem muito espaço para se mexer. A coisa boa era que não tinha obstáculos na minha frente e dava para observar a Taty chupando aquele cacete muito grosso, que não cabia na boca dela, conseguindo ficar só pela cabeça, mesmo ele empurrando com força. Quanto mais ele forçava, mais ele reclamava que os dentes arranhavam a cabeça do pau. Parecia que estava ficando nervoso, mas não tinha o que fazer. Então, ele parou, puxou o rabo de cavalo dela, olhou bem nos olhos e disse que não estava satisfeito, mandando-a tirar a roupa. Ela obedeceu. Ele a puxou para cima dele, aprumou o pau na entrada da buceta e mandou sentar. Apesar de ter visto muitos cacetes entrar naquela xereca, estava curioso para saber como aquele pau grosso iria entrar ali. E realmente não entrava de jeito nenhum. Igual como aconteceu com a boca, a sentada não passava da cabeça. Eles achavam que ela estava muito nervosa e contraída, e que por isso não entrava. O motorista deu a ideia dela deitar no peito do passageiro, para que este pudesse aproveitar de todo jeito. Naquela posição, a cabeça da Taty ficou bem próxima a minha, o que dava para sentir o sofrimento que ela estava passando. Também tentei ajudar e a abracei, tentando passar boas energias. O motorista viu aquilo e fez chacota, me tirando a pagode. O passageiro tentou alguns minutos e não conseguiu, vindo a desistir. O motorista aproveitou, pegou a Taty que já estava com o corpo super cansado, fez ela se deitar em seu peito e socou com vontade. O pau dele entrou com facilidade. Mas era de se esperar, já que depois daquele pau imenso de grosso ter forçado a entrada, qualquer pau conseguiria socar na buceta arrombada dela. Em cinco minutos ele gozou, nem tirou de dentro e a Taty voltou para o banco detrás, com a buceta vazando e vestindo a roupa. Nitidamente éramos quatro personalidades bem distintas. Eu, admirado. Ela, bastante cansada. O motorista, satisfeitíssimo por ter gozado duas vezes. O Passageiro, chateado por não ter conseguido. Nos pagaram a grana prometida e naquele mesmo dia a gente torrou tudo em besteira. Depois daquele dia, a Taty descobriu que poderia ganhar muitas coisas com o poder da buceta e a gente passou a se divertir mais com “os lucros” das nossas aventuras.

Para terminar, a quinta e última história é um relato de um desafio. Eu já tinha visto a Taty fudendo de todas as formas e maneiras, com gente de todos os tipos e idades, era uma caixinha de alegria nas mãos da rapaziada. Houve uma época que tivemos que dar uma parada nas safadezas porque o pai dela começou a pegar no pé e a desconfiar. Tínhamos medo de que alguém pudesse ter falado alguma coisa. Mas após três semanas, ela estava que não se aguentava mais de tanto desejo e começamos a pensar em milhões de sacanagens e escolhemos uma que nunca tínhamos feito.

O desafio apareceu quando perguntei a Taty com quantos homens ela aguentaria transar ao mesmo tempo e ela não soube responder de imediato. Ficamos quase uma manhã inteira pensando neste assunto, até que arriscou a respondeu que aguentaria um máximo de três meninos, e olhe lá. Como já falei, o bairro estava em crescimento, com várias construções e muitos trabalhadores dando duro. Elaboramos um plano, bem bobo, mas bastante objetivo. Nós iríamos em uma dessas construções, preferencialmente, uma bem longe de casa, analisaríamos quem eram as pessoas e os chamaríamos para transar. Começamos a caminhar pelo bairro, entrando nas construções que estavam abertas, em algumas nós éramos expulsos e em outras o povo nem ligava para a nossa presença. Então, já cansados de caminhar e pensando em desistir, entramos em uma casa bem simples e pequena, onde só tinham dois trabalhadores, bem novinhos, por volta dos 20 anos. Era meio-dia, o clima estava quente e vimos um garrafão com água. Pedimos um pouco de água e o novinho já veio cheio de segundas intenções, sorrindo e perguntando o que nós dois fazíamos ali sozinhos. Nós nos olhamos e começamos a sorrir, deixando o novinho no vácuo. Ele não gostou da nossa risada e perguntou o que daríamos em troca por um copo com água. A Taty, cheia de malícia, respondeu com uma outra pergunta, indagando-o se ele gostaria de um boquete. O novinho chegou perto e disse “então, mama, putinha!”.

Ainda não sabíamos que o desafio tinha começado e que viveríamos uma surpresa do destino. Em pé mesmo, ela puxou o cacete dele para fora e mamou com saudade de ter um pau na boca. O novinho olhava para mim com cara de safado, dizendo que eu era o próximo a mamar e respondi que não tinha a menor possibilidade de aquilo acontecer. Ele insistiu dizendo que iria me pegar a força, então a Taty parou de chupar e avisou que se ele tentasse alguma coisa comigo, a gente iria embora e ficava por isso mesmo. Ele concordou e me afastei dali, sentando-me em um batente de cimento. No mesmo instante, aparece o outro novinho, entrando no recinto e perguntando quem tinha chegado. Quando ele viu aquilo, bateu palmas e disse gargalhando que enquanto estava trabalhando, o amigo dele estava no bem bom e se divertindo. Perguntou para o amigo de onde tinha surgido aquela moleca e ele não soube responder, acusando a minha presença, apontando para mim e anunciando que eu também estava ali. Sem entender nada, ele me perguntou se eu também fazia aquilo, e o novinho respondeu para ele que não mexesse comigo, por ordens da “patroa”, apontando para a Taty. Já estava ficando com medo, louco para sair daquela construção, pois nunca tinha sido tão ameaçado, mas não podia deixar a Taty sozinha com aqueles dois.

Em seguida, o novinho que estava sendo mamado, levou a Taty para um cômodo, onde tinham alguns colchões velhos e rasgados, que eles usavam para descansar durante os intervalos. Levantei-me do batente e tentei entrar no quarto, mas fui impedido pelo o outro novinho, dizendo que se eu não “brincava”, então também não participava. Com medo, voltei a me sentar no batente e fiquei apenas escutando os gemidos da Taty de onde eu estava. O barulho das socadas ecoavam na casa, já que não havia obstáculos para interromper as ondas sonoras. O outro novinho me vigiava, enquanto batia uma leve punheta e esperava pela vez dele. Teve um momento, que ele chegou perto de mim e falou baixinho para eu mamar ele, com o pau quase no meu rosto, dizendo que sabia que era um viadinho. Tive tanto pavor que sai correndo de lá, ficando observando do meio da rua e só entrei novamente quando a vez dele chegou. O primeiro novinho saiu balançando o pau, ainda “meio mole-meio duro”, respirando ofegantemente e foi beber água. Quando me viu entrando, perguntou o que eu estava fazendo lá fora e respondi que o amigo dele tinha quebrado o acordo, querendo me pegar a força. Ele sorriu e disse que poderia ficar tranquilo, porque com ele nada iria acontecer. Perguntei se podia ver como a minha amiga estava, ele concordou e fui até a porta. A Taty estava quase toda cinzenta da sujeira e do cimento, em cima do colchão, deitada de barriga para cima, com as pernas para o alto e o novinho no meio delas, mandando ver e se acabando de socar. Por pura trairagem, o primeiro novinho chegou por trás de mim, me forçou contra a parede com uma das mãos e com a outra baixou o meu calção. Comecei a lutar e quanto mais me esforçava, mais me arranhava naquela parede sem reboco. Ele tapou a minha boca com uma das mãos e tentava enfiar o pau na minha bunda. Fiquei com gosto de cimento na boca e só não aconteceu nada porque outros cinco novinhos começaram a chegar, todos aparentando a mesma idade. Como era hora do almoço, tinham ido almoçar e traziam as marmitas para aqueles dois que tinham ficado lá. Por causa da surpresa, consegui me desvencilhar do primeiro novinho e sair de perto. Os que tinham chegado, perceberam que estava rolando alguma coisa estranha e perguntaram a ele o que eu fazia ali. O meu rosto tinha sido arranhado e saia sangue. Um deles indagou se estava tentando me comer a força e ele desconversou, os levando ao quarto e mostrando a Taty fudendo com o segundo novinho. Um deles teve compaixão de mim e afirmou que podia ficar despreocupado, porque iria me proteger, mas eu deveria ficar de boca calada sobre aquela foda com a Taty, pois todos eles iriam entrar na brincadeira. Senti que dessa vez era proteção de verdade, eles entraram em senso comum de não fazer nada comigo, mas quanto a minha amiga, nem posso falar o mesmo, pois foram horas de revezamento entre todos eles, com alguns repetindo mais de uma vez.

Naquela tarde, depois do quarto novinho, já não escutava a Taty gemendo. Só os via entrando de um por um e saindo satisfeitos de lá. Não me deixaram observar e sempre quando um saia, eu perguntava se ela estava bem. Tenho certeza que a Taty nunca fudeu tanto, quanto naquela tarde. Por fim, saímos daquela construção cansados, eu, de tanto esperar, e a minha amiga com as pernas bambas e reclamando de ardência na vagina. Fomos para a minha casa e tomamos um bom banho. Eu limpei as minhas feridas, as quais tive que mentir que tinha caído no chão, e ela tirou a maior parte do cimento do corpo, porém ainda ficou no cabelo dela por algum tempo.

No mesmo dia, conversei com ela que estava começando a ficar com medo daquelas aventuras. Falei que quase tinha sido estuprado e ela falou que tinha percebido, mas estava em uma situação de não poder me ajudar. Fizemos um pacto de nunca mais fazer aquele tipo de bobagem, que protegeríamos um ao outro sempre, e que as aventuras se limitariam aos moleques já conhecidos. E assim aconteceu…

Depois perguntei curioso para saber como ela estava se sentindo, já que tinha se superado, transando por algumas horas com sete novinhos ao mesmo tempo. Então, ela respondeu alegremente e safadinha como sempre foi, relatando que tinha tido…

Muita porra na buceta…

Muito leite quente na boca…

Alguns preferiam apenas anal…

Ela teve vários orgasmose que tinha ficado para a história…

Difícil de acreditar, não é?

Eu também tenho dificuldade de encontrar o meu Eu do passado, pois parece que nem fui eu quem vivi essas loucas aventuras.

Bons tempos!

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E sim… b e l e z a _ é _ f u n d a m e n t a l.

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Que comecem os “mimimis” nos comentários!

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