Tente não gozar

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Já fiz algumas coisas erradas nessa vida, aprendi algumas lições, mas pelo jeito não todas, pois continuo errando.

Há um sabor tentador no ato que não se iguala a mais nenhum gosto, talvez seja a adrenalina, talvez seja porquê é proibido, é algo levemente doce, o suficiente para satisfazer necessidades momentâneas, mas também um pouco picante, o que deixa um gosto de quero mais. É como hidromel depois de uma batalha, água de coco num dia de calor extremo a beira da praia, um copo de água no deserto.

Senti esse sabor levemente na primeira vez que nos tocamos, numa intensidade moderada e contida, abafada pelo medo, medo de diversas coisas que não valem o esforço da explicação. A segunda vez, mais proibida ainda despertou um desejo insano de experimentar tudo, sentir tudo por inteiro e me entregar plenamente a essa sensação.

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Foram apenas beijos, beijos tão complexos, cheios de vontades, tesão e outras coisas que eu nem sei descrever, foram os beijos, foram os olhares, e foram os beijos que os olhares deram antes de finalmente nos jogarmos em uma cama e transformamos esse sabor de desejo que exalava dos nossos corpos em poesia pura.

Após algumas fugas para trocar beijos proibidos, decidi que queria seus lábios no meu corpo inteiro, não seria problema aproveitar um dia de folga já que sempre folgamos juntos, ficou decidido que nos encontraríamos num local certo, combinamos o horário, passearíamos um pouco, como que com intuito de postergar o desejo, conversamos, nos acariciamos e quando não aguentamos mais fomos para o hotel que reservamos.

Não economizei na sedução, de vestido preto curto, com manga comprida e ombros a mostra, usei salto alto e maquiagem impecável, nas unhas esmalte preto, nos lábios o batom vermelho sangue exalava romantismo.

Quando entramos no quarto foi como entrar numa bolha só nossa, ou atravessar para uma outra direção, acho que nunca estivemos tão próximos em um lugar tão fechado só nós dois, não houve tempo de fechar a porta direito, não havia cerimonia nem desculpas para ficar a vontade, só desejo, puro e ha muito tempo guardado.

Após fechar a porta ele se virou um minha direção, os olhares diziam tudo, suas mãos rapidamente foram em direção as minhas, segurou-as contra a parede com força, minha bolsa caiu no chão, mas ninguém se importou, ainda no corredor de entrada do quarto, me beijou furiosamente, como se nunca tivesse o feito antes, com uma vontade jamais experimentada.

Corpos em combustão, seu peito contra o meu, seu corpo me esmagando, sua coxa entre minhas pernas provocando meu ponto mais sensível, segurou minhas mãos mais alto, acima da minha cabeça com uma mão apenas e deslizou a outra para baixo, primeiro pelo meu braço, em seguida passou em minha nuca acariciando meus cabelos, me puxou para mais perto, curvei minha coluna para encontrar com seu tórax e dei acesso as minhas costas, por onde sua mão passou ainda descendo, encontrou a base da minha coluna e veio em direção a lateral do meu corpo, apertou minha cintura.

Nossas línguas ainda coladas, se provando, se devorando. Eu empinava mais o meu corpo para te encontrar, meus seios esmagados contra seu peito, excitada tentava me esfregar nele a todo custo, sua mão livre que ainda me apertava desceu mais encontrando a minha bunda e apertando forte, deslizou para baixo do vestido de tecido leve e a sensação do seu calor na minha pele foi inebriante, segurou a carne da minha coxa forte, me fazendo enrolar uma das das pernas ao seu redor, o puxei para mais perto, quase não conseguia respirar tamanho o tesão que sentia ao te-lo tão próximo.

Soltou minhas mãos que automaticamente pousaram em seus ombros e com essa mão livre, acariciou meu rosto, meu queixo, passou pelo meu ombro, deslizou mais um pouco alcançando meu seio onde ficou massageando e por fim rumou ao sul também. Nossas bocas se afastaram uma da outra mas não dos nossos corpos, eu suspirava de prazer enquanto ele beijava meu pescoço dando leves mordidas, sua mão livre encontrou minha calcinha e ja pressionava levemente meu clitóris me dando prazer, minha boceta se contraia de tesão, respiração ofegante, coração acelerado, se havia algo melhor que o que já sentíamos ainda estava por vir e nem sabíamos, aquele era o auge até o momento.

Nos tornamos impacientes, o desespero de se ter por completo gritava em nossos ouvidos e como se saindo de um transe ele se afastou, abri os olhos tentando entender o por que e me deparei com seus olhos me observando fixamente com um brilho que eu nunca tinha visto em suas iris escuras, veio em minha direção novamente, pensei que ia me abraçar apenas, mas suas mãos me agarraram pela cintura me tirando do chão, cruzei minhas pernas ao seu redor, segurando em seus braços com medo de cair, sua boca capturou a minha novamente.

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Foi andando em direção ao quarto, encontrou a cama onde me colocou delicadamente, liberou meus lábios, abrimos os olhos, me observava atentamente, se afastou um pouco para tirar a camisa e descalçou os sapatos, se ajoelhou em minha frente ficando na minha altura pegou minha perna esticando-a, depositou um beijo acima do meu joelho, afastei as pernas instintivamente deixando minha calcinha a mostra, sem nunca perder o contato visual comigo levou uma mão ate a minha boceta e com o polegar voltou a massagear, subia dando beijinhos e pequenas mordidas na minha coxa, deitada eu suspirava e arqueava as costas, subiu mais levantando meu vestido, passou pela minha boceta indo em direção a dobra na junção da perna e meu corpo, mordeu mais forte ali, sugou a pele me arrancando um gemido.

Consegui pensar por um momento e levantei mais o vestido, tirando-o por cima, deixando a mostra todo o meu corpo e a lingerie preta de renda que usava, seus olhos me devoravam e palavras não foram necessárias nessa hora, eu estava a sua merce, estiquei na cama esperando o seu corpo cobrir o meu, sua boca continuava o caminho de subida, barriga, costela, seios, sempre beijando, sugando, mordendo, suas mãos voltaram a segurar as minhas acima da cabeça, chegou ao meu pescoço novamente, mordeu meu queixo e depois me roubou um beijo.

Eu queria seu corpo junto ao meu, tentando senti-lo mais, querendo te-lo em mim, me libertei da suas mãos e procurei o cinto da sua calça, lutava para abrir-la, estávamos em frenesi e o tesão só aumentava a cada segundo, me ajudou a desabotoar e abaixar seus jeans, ficando só de cueca ajoelhou novamente em frente a cama e pelas pernas me puxou para a beirada, não tive tempo para pensar quando abriu minhas pernas e sem cerimonias cobriu minha boceta com sua boca, por cima da renda da calcinha eu sentia sua língua explorando minha intimidade, até que afastou o tecido de lado e teve acesso ao meu clitóris, a essa altura já inchado de desejo, nossas peles em chamas, sua boca quente chupava e sugava me fazendo gemer cada vez mais.

Afastou mais a calcinha e pode lamber minha boceta inteira, de baixo a cima, saboreando meu mel que já escorria, passava a língua e gemia como se apreciasse um banquete, enfiou a língua na minha entrada e gememos juntos, eu apertava meus seios de olhos fechados e suas mãos apertavam minhas coxas, uma mão subiu e cobriu minha, até que a tirou e baixou a taça do sutiã tendo acesso ao meu mamilo, numa tentativa desesperada de senti-lo mais, consegui abrir o fecho da peça q tira-lo pelos braços, sua língua ainda trabalhava hora me fodendo, hora circulando em meu clitóris.

Não aguentando mais de desejo tentei tirar a calcinha mas sua mão me impediu, se afastou um pouco e me olhou serio, primeiro meus olhos, focou em minha boca, desceu pelos meus seios, barriga, virilha, coxas, de repente se afastou levantando rapidamente, não esperei me chamar, ele estava tirando a cueca, sentei-me na cama, na altura perfeita, ao terminar, sua ereção estava em minha frente, linda e imponente, segurou na base do seu pau com uma mão e com a outra segurou meu cabelo forçando minha cabeça em sua direção, me aproximei olhando para seu rosto, de baixo pra cima aguardando sua ordem, peguei seu pau com uma mão e comecei a masturba-lo sem desviar o olhar, seus lábios se moveram e o ouvi mandar: Chupa.

Não esperei mais nada, fechei meus olhos e me aproximei mais, passei a língua na cabeça daquela pica linda, provei seu sabor, passei a língua ao redor da gemi adorando seu gosto, sua mão no meu cabelo apertou mais forte mantendo minha cabeça firme, tirou minha mão do seu pau e o segurou vindo na minha direção, abri a boca para recebe-lo, a cabeça tocou meus lábios e começou entrar, fui abrindo cada vez mais sentindo seu pau preencher-me, sugava levemente enquanto colocava e tirava sua pica lentamente me mantendo imóvel, me usando para seu prazer, foi aumentando o ritmo das estocadas enquanto eu babava muito deixando tudo extremamente molhado, saliva começava a escorrer pelos meus lábios pingando em meus seios.

Perdendo totalmente a razão, me desvencilhei do seu aperto, empurrei-o afastando o suficiente para me levantar, ja de pé inverti nossos lugares deixando-o de costa para a cama e o empurrei, caiu sentado e rapidamente o fiz se deitar, joguei meu cabelo pra trás, me abaixei e abocanhei seu pau com vontade, fiz entrar todo em minha boca e suguei na volta tirando todo menos a cabeça, que mantive presa entre meus lábios passando a língua em movimentos circulares ao redor, abocanhei novamente até a base e tentei engolir o máximo que pude, minha cabeça subia e descia em movimentos curtos forçando mais a entrada cada vez que descia, me engasguei tendo que tirar da boca para pegar ar enquanto ele gemia, voltei a chupar logo após e seus suspiros eram musica aos meus ouvidos.

Com a boceta ja toda babada e piscando de tesão me levantei e montei sobre seu corpo, peguei seu pau todo cheio de saliva e guiei na direção da minha boceta sedenta, seus olhos acompanhavam meus movimentos, pincelei um pouco a sua pica na minha entrada, brinquei com a cabeça no meu clítoris cheio de tesão, ainda com a calcinha, ajeitei o mais de lado que pude e finalmente direcionei para a minha entrada, sentando de uma vez sem paciência para esperar mais, senti quando sua cabeça ultrapassou a entrada e começou a abrir caminho dentro de mim.

Neste momento suas mãos me agarraram pela cintura e com um movimento de baixo para cima socou o que restava de seu pau com força na minha boceta, gemi alto nessa hora me acostumando ao seu tamanho, experimentando todas as sensações que já havíamos explorado apenas em teoria, me levantei um pouco somente para aliviar a pressão e sentei de novo agasalhando-o, fiz novamente dessa vez tirando quase todo do meu corpo, só para sentar mais uma vez com força finalizando com um rebolada, repeti isso inúmeras vezes fazendo-o delirar, lenta e calmamente, suas mãos apertavam minha cintura e sua boca chamava meu nome, cada vez que eu quase o tirava do meu corpo só para voltar a sentar de uma vez até o fim e rebolar colada ao seu corpo.

Eu estava no controle agora, apoiei as mãos em seu tórax, ele as acariciou, subiu pelos meus braços me puxando em seguida, perdi o apoio e cai em seu peito, nossas bocas se encontraram e voltei a rebolar, sentando e rebolando na sua pica, ia para frente e pra trás com nossos lábios colados, ele me devorava, suas mãos percorriam minhas curvas, hora apertando a minha bunda me trazendo para mais perto, entrando mais em meu corpo, hora puxando meu cabelo me fazendo empinar a bunda para com a outra mão me dar tapas estalados que ecoavam no quarto junto ao som de nossas respirações ofegantes.

Sentei ereta novamente me livrando mais uma vez das suas garras, sem pensar dei-lhe um tapa na cara, foi forte e alto, EU estava no controle, seus olhos se abriram um pouco surpreso e logo em seguida se estreitaram, um sorriso de canto apareceu em seu rosto e novamente fez aquele movimento de baixo para cima socando fundo e me arrancando um suspiro também surpresa, preenchida e me satisfazendo de uma fome voraz, comecei a cavalgar, forte e freneticamente, sentava com força fazendo barulho, sentindo seu pau indo fundo em meu corpo, subi e desci varias vezes apoiada em seu corpo, boca aberta gemendo, olhos fechados, cabeça jogada para trás, seios empinados, oferecendo-os aos seus apertos, e ele apertava, beliscava meus mamilos, apertava minha cintura, estávamos conectados de uma forma inebriante.

Um orgasmo começou a crescer em meu corpo e minha pele se arrepiava antecipando o prazer que viria, ele havia de levantado um pouco meio sentado para alcançar meus peitos e mordia, abracei-o assim arranhando suas costas e cavalguei mais em busca do meu alivio, com uma mão masturbava meu clitóris, o cheiro de sexo estava no ar e suor começava a brotar de nossas peles, nos misturávamos completamente, nos tornando um só, um calor intenso se acumulava em meu sexo e o sangue corria fervente em minhas veias, mais alguns minutos e espasmos começaram a vir um seguido do outro enquanto minha mente ficava turva e pequenos pontos coloridos brilhavam em meus olhos fechados, até que explodi numa gozada arrebatadora que me fez perder um pouco as forças e deixar meu corpo cair sobre o seu, ele tomou o controle novamente e começou a me foder de baixo para cima num ritmo frenético prolongando meu prazer ao máximo, arrancando de mim até a ultima contraída de prazer, até o ultimo gemido, até a ultima gota.

Quase sem forças depois disso, me deixei largar sobre seu peito, ele ainda fodia lenta e gostosamente sentindo todos os líquidos liberados por nossos corpos, mas de repente tudo mudou, me tirou de cima cuidadosa porem energicamente, levantando-se rápido e me ajeitando na cama, entendi o que queria e me virei ficando de quatro com oque restava de minhas forças, sua mão apoiou em minhas costas e fez pressão, meu rosto foi de encontro ao colchão e minha bunda ficou extremamente empinada e aberta, passou a mão em minha boceta de baixo para cima levando minha umidade também para meu cuzinho e encaixou seu pau novamente em minha entrada. Estocou, de uma vez e com força, senti seu pau entrando em meu corpo de uma vez novamente e gemi de prazer, ao mesmo tempo que seu dedo que até então brincava na entrada do meu rabo, entrou um pouco me fazendo gemer mais, tirou um pouco o pau, colocou mais o dedo e socou novamente me fazendo delirar, o tesão desse ato inflamou novamente o meu corpo me dando mais energia e comecei a rebolar.

Mãos espalmadas na cama, rosto afundado no colchão, suspirava e rebolava em sua pica enquanto me fodia também o cu agora com dois dedos, levei uma mão ao clitóris inchado de tesão, rebolava e forçava meu corpo para trás para senti-lo mais, um calor agora me aquecia inteira, iniciava nas minhas partes intimas e em ondas alcançava o restante do meu corpo até as pontas dos dedos, com a mão livre segurei minha bunda abrindo mais para recebe-lo.

Recado dado e recebido, ele brincou mais um pouco com meu cuzinho depois tirou o dedo, tirou também o pau da minha boceta, na hora me senti vazia e sedenta por mais, mas ele passou a mão e fez um comentário safado sobre o quanto estava molhada, levou meus líquidos até meu rabinho e eu empinei mais um pouco a bunda abrindo o máximo que podia, senti quando posicionou a cabeça do seu pau na entrada e forçou um pouco, relaxei o corpo para recebe-lo em todo seu tamanho e grossura, sabia que seria difícil no inicio e não errei, quando ele começou a forçar entrada gemi de tesão e um pouco de dor, um misto maravilhoso que eu aprecio demais, continuei abrindo um lado da bunda, mas com a outra segurei sua cintura mantendo-o imóvel depois de ter encaixado a cabeça em meu corpo, eu que controlaria, forcei um pouco para trás até entrar mais e gemi de novo com a pressão intensificando todas as sensações que eu tanto aprecio e voltei aliviando a pressão, respirei e forcei novamente com mais força e entrou mais um pouco, ele continuava imóvel e suas mãos passeavam pelas minhas costas e bunda, aliviei novamente a pressão para pegar ar, e segurando em seu corpo com a mão esticada para trás o puxei ao meu encontro na mesma hora que me projetei para trás de novo, dessa vez entrou muito mais invadindo cada espaço do meu rabinho, meus músculos ficaram tensos por um momento e mas logo em seguidas relaxaram me trazendo um prazer sem tamanho, agora com metade do seu pau no meu cu dei uma leve rebolada para acomoda-lo melhor.

Soltei seu corpo e levei minha mão de volta a minha boceta encharcada com todo prazer e tesão envolvidos, a partir dali ele era livre novamente, tirou um pouquinho seu pau só para colocar de novo na mesma hora, entrando mais, me alargando mais, fez isso varias vezes, tirava lentamente no mesmo momento que saia voltava socando um pouco mais forte a cada vez e cada vez entrava um pouco mais me arrancando gemidos altos, quando nenhum dos dois aguentava mais esperar, tirou o pau de uma vez até sair quase todo e socou com força até entrar todinho me arrombando finalmente por inteira, espasmos de prazer percorreram meu corpo inteiro e ficamos assim parados absorvendo essas sensações, mas tenho pressa de sentir mais prazer, quero tudo na hora, quero tudo que tiver para me oferecer, então comecei a rebolar com seu pau todo dentro do meu cuzinho, no começo lentamente, ouvia sua respiração pesada e suas mãos apertando a minha bunda, aumentei o ritmo e comecei a rebolar mais, me contorcia e forçava o corpo para trás buscando mais pau, ouvi que soltou uma respiração que prendia, gemeu e falou meu nome como que se desculpando.

Nesse momento me surpreendeu com uma mão agarrando meus cabelos de uma vez só e a outra veio de encontro a minha bunda num tapa forte e ardido, tirou o pau de novo e socou mais uma vez, e de novo, e o fez mais vezes, e socou e me fodeu o rabo sem dó freneticamente, tenho certeza que perdeu a cabeça pois nunca o vi com a aparência tão agressiva, me puxou pelos cabelos de encontro ao seu corpo de forma que me levantei de joelhos na cama com ele encaixado por trás metendo toda sua pica sem dó, falou palavras obscenas no meu ouvido e mordeu meu ombro com força, meteu mais e me puxou pelos cabelos fazendo arquear as costas e empinar a bunda, com a mão livre me abraçou pela frente pegando em meus peitos me imobilizando.

Ficamos assim por uns momentos, mas o prazer era muito grande e sentíamos que estávamos no limite, eu me masturbava freneticamente enquanto ele comia o meu cu com força, soltou meu cabelo e cai de quatro novamente, com as duas mãos me segurava pela cintura e fodia incessantemente, comecei a sentir outro orgasmo vindo e aumentei o ritmo da minha siririca, ele também sentiu que eu ia gozar, pois meus corpo dava espasmos e contraia incontrolavelmente, manteve o ritmo constante até que comecei a gritar sentindo a explosão e mais cores me anuviaram a visão, minha boceta se contraia forte e os músculos do meu rabo estavam tensos apertando o seu pau fortemente, enquanto eu gemia com cada onda de prazer que me atingia ouvi seus gemidos se elevando também e seu pau pulsava dentro de mim, socou com mais força nas ultimas bombadas e por fim socou tudo enquanto também gozava liberando dentro de mim toda sua porra em jatos fortes gemendo alto e me puxando para mais perto, gozou longamente e por fim me libertou das suas mãos me deixando cair na cama sem forças e me acompanhando sem tirar seu pau de dentro.

Deitados buscávamos ar, a respiração era difícil, mas estávamos juntos, ele me abraçando por trás enquanto recobrávamos as energias nos recuperando do que havia sido uma das melhores transas de nossas vidas. Fez carinho no meu ombro, estávamos de lado e beijou a minha nuca, senti um arrepio percorrer a espinha e seu pau pulsou dentro de mim, ele nem havia saído de mim e minha boceta já queria sua atenção novamente, logo já estaríamos engatados novamente numa foda louca e gostosa como deve ser, mas por hora, vamos só curtir a presença um do outro, sem palavras ou preocupações, só sentir o pós gozo.

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