Transando em pé com a novinha

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Ela tira o meu pau da toalha, lentamente a toalha caí no chão do seu quarto. A vejo hipnotizada pelo tamanho do meu cacete. Ela se ajoelha próxima a mim, segura meu mastro, antes de coloca-lo nos lábios, coloca a ponta da cabeçola no seu nariz e começa a dar leves fungadas. Para sentir o cheiro de macho. Depois, o meu cacete repousa imponente em sua testa enquanto ela cheira agora minhas bolas.

Encosta os lábios na minha verga e me olhando nos olhos ela enfia até a metade. Tira, olha pra mim de novo e diz:

– Além de grande é grosso também… Adorei!

E eu respondo:

– Ele ta duro, assim pensando em foder essa boquinha de veludo.

– Então vem e fode a minha boquinha, disse ela.

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Abocanhou, com a ponta dos lábios, segurei sua cabeça com a mão esquerda e soquei até o fundo e tirei até a metade. Como ela não reclamou, comecei a copular com a sua boca, como se fosse uma buceta. Soquei forte, ela começou a babar, um pouco de saliva ainda vazava pelos cantos da sua boca.

Eu levantei arranquei meu pau da boca dela, tirei sua blusa, ela já estava sem sutiã. Maravilha. Ela se escorou em mim e arrancou sua calcinha. A saliva escorria agora, pelo seu corpo, melando seus peitinhos. E eu socando rola em sua boca. Fiquei apertando a ponta de seus mamilos com a mão direita, puxando para cima e para baixo.

Enquanto me mamava e sua mão direita punhetava meu caralho, com sua outra mão tocava um siririca. Depois de alguns minutos, eu a puxei para cima, sua boca se oferecia para beijos. Eu a beijei ardentemente, aproveitei seus lábios suculentos. Pendurada com seus braços no meu pescoço, me beija como uma verdadeira namoradinha.

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Ao me beijar, me encaixava o mastro entre suas coxas, aos poucos, sarrava sua xota no meu membro. E quando ela roçava na minha pica, eu dedilhava seu grelhinho durinho. Ela na pontinha dos pés, gemendo e eu a chamando de ‘MINHA putinha’.

Lentamente, ela encaixa sua xota no meu pau, na ponta dos pés fica indo pra frente e pra trás, com meu cacete encaixado naquela buceta quente. Ela gemia bem baixinho, sem tirar os olhos dos meus. Como se tivesse tesão vendo minhas reações. Ela tirava a cabecinha, e eu colocava a cabecinha na ponta da buceta úmida, ela me engolia completamente e sarrava lentamente. Quando socava no fundo, e pulsava meu pinto dentro dela, ela mordia meu pau com a xota.

Ela inclinou seu corpo mais para frente, eu agarrei e envolvendo meus braços logo abaixo da sua bunda. Ela beijava meus ombros, e a cada bombada minha, ela gemia mais alto. A musculatura da sua bucetinha espremia meu caralho, suas pernas começaram a tremer e ela dizia que estava gozando.

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Joga sua cabeça para trás, urra como uma cadela no cio. Segurei-a pela cintura, ela gemia muito e inclinava seu corpo cada vez mais, como quisesse minha rola a penetrasse mais profundamente, ela enrola suas pernas em minha costas e aproveita para morder meus pescoço.

Se entrega completamente, no segundo que aproveitas o orgasmo, eu a levando segurando em meus braços, recosto ela na parede bombo fundo a pica em seu ventre, a deixado em um misto de confusão, tesão e dor. Eu socava fundo com força e ela ainda trêmula de sua gozada. É a minha vez de avisar que estou gozando, ela pede que a encha com leite de macho. Ela me olhando nos olhos e com o corpo amolecido. Entra ao ritmo que eu impus no sexo, me beija e gozamos assim. Ejaculo nela, um gozo quente que não tarda e começa a escorrer para fora de sua cona, pingando no chão.

Devagar, ela desce dos meus braços, eu sento no chão suado, procurando fôlego dessa gozada, ela senta me encarando e rindo um sorriso safado, me chamando de safado, me chamando de seu melhor comedor…

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