Uma Fogosa Insatisfeita com Três Surubeiros 1

No relato anterior descrevi como entrei na conversa de duas colegas professoras universitárias na sala de professores onde corrigíamos provas e trabalhos, qdo falavam da experiência muito satisfatória de uma delas com sexo anal feito com o namorado.

A colega contou com riqueza de detalhes como o namorado soube nos últimos seis meses enrabá-la, e viciá-la tornando-a dependente dessa modalidade sexual q significava para ela um tabu totalmente improvável.

Elas falavam desse assunto íntimo ao meu lado sem nenhuma preocupação com privacidade, pq participávamos de surubas, íamos a casas de Swing de vez em quando, e naquele dia mesmo em função dessa conversa marcamos uma festinha para a outra noite havendo convidando também o namorado q a viciou em sexo anal, e uma ficante minha, a Joice, com a qual tinha uma química fenomenal, e por isso extraía de mim mais esperma e mais orgasmos do q com qualquer outra mulher.

Prometi naquele relato a continuidade narrando como fora a nossa festinha em meu apartamento, mas adoeceu gravemente naquele mesmo dia a mãe da colega q o namorado fizera gostar de ser enrabada, e cancelamos a suruba por motivos óbvios.

Então, apresento neste relato outra situação altamente erótica q estou vivendo com dois colegas de surubas, o Renato e o Anselmo, e não sobre a suruba q planejei, e não aconteceu.

O relato é muito extenso, e repleto de momentos eróticos. Por isso o dividi nas duas partes a seguir.

Um dos meus companheiros de suruba, o Renato, foi visitar emergencialmente a mãe dele na Bahia, pq a família recebeu a informação do médico de q ela iria a óbito nas próximas semanas.

Quando atendi o telefone percebendo ser ele q me chamava, esperava notícias ruins, e talvez o pedido de algum favor.

Mas depois dos cumprimentos iniciais, e após atualizar as informações sobre a viajem em si, e tb sobre a mãe e a família dele, Renato disse:

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– Cara, eu conheci uma garota aqui, a Nena, e me envolvi muito, muito, muito mesmo, com ela!

Surgiu naturalmente a seguinte pergunta ao Renato pq fazíamos surubas maravilhosas com frequência, e nosso assunto principal sempre era sexo com alguma mulher q ele ou eu estávamos comendo, ou então tínhamos essa perspectiva, e um às vezes precisava colaborar com o outro ganhando sempre com isso:

– Como vc a conheceu, e quem ela é?

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– Meu sobrinho q é enfermeiro, e transa com ela direto, a apresentou. Ele é um caso à parte. É um pegador e comedor q me impressionou. Nas poucas vezes q fiquei perto dele, o celular chamava ou vibrava muito, e ele me dizia ser alguma garota querendo sair com ele. Ele até se ofereceu para me apresentar outras garotas, se eu quisesse conhecer. Ele tem coleções delas, querendo levar pau ! A Nena é vizinha da minha família. Ela tem 22 anos, e é formada em contabilidade, o meu sobrinho me falou.

– Se o teu sobrinho come a Nena, pq ele a apresentou a vc? Continuei perguntando.

– Essa garota é simplesmente uma deusa de tão linda. Uma falsa magra daquelas, bem violão como vc gosta, com a barriguinha bem chapada, uma bunda indescritível de linda e gostosa. Ela tem um corpo sensacional, de modelo. Q corpo maravilhoso, ela tem, cara! A beleza dela me impressionou, meu sobrinho percebeu, e me perguntou se queria ficar com ela, já dizendo ser muito boa de cama, q ela trepa pra caralho. Chupa um pau, meu, q é demais! Dá a bunda muito gostoso, e adora sexo anal pq o namorado dela comeu o cu dela durante mais de um ano, até ela dar a bucetinha tb. É bem apertada tanto na bucetinha, quanto no cuzinho. Mesmo comendo três vezes o cu dela num dia, me disse o Renato, a cada recomeço o cu dela estava apertado, ela sentia dor e pedia para colocar devagar e esperar, para acostumar. Ela é multi orgásmica, emenda um gozo no outro direto, e está me dando a maior canseira, ele contou. Dormi e transei muito com ela já em três noites, e trepei de dia tb várias vezes. Nunca comi uma mulher assim, linda e gostosa, q goste assim tanto de rola, e estou impressionado, disse o Renato.

– Tem alguma das meninas q a gente come aqui, q se parece com ela em alguma coisa?, perguntei.

– Ih, meu, deixa eu pensar…mas acho q não. Vc sabe q tenho experiência com mulheres, mas ela gosta muito de sexo, muito mesmo. Ela namora um carinha daqui do bairro q tirou a virgindade dela. Ela gosta muito dele, mas esse carinha bebe muito, e usa drogas. Ela me contou q no começo do relacionamento o namorado a satisfazia em td na cama. Porém, ela contou q a bebida e as drogas o detonaram especialmente nos últimos oito meses. Ela não bebe nada, e é toda cuidadosa com a saúde, frequenta academia, e tem o maior cuidado com a alimentação. Já o carinha se detona direto, e por isso, frequentemente ele não tem ereção, ou a ereção é fraca, ele goza logo a deixando na mão, e mesmo chupando muito e bem o pau dele, às vezes nada acontece, ela me contou. Meu sobrinho transa com ela direto faz uns dois anos, por causa disso. Ela quer mudar daqui da Bahia para se livrar desse relacionamento ruim com o namorado, e tb para trabalhar e se sustentar melhor onde exista mais emprego.

– E vc está pensando o q para ela, e p q me procurou? Quis saber.

– Estou pensando dela morar com vc, trabalhar para nós dois fazendo faxina em nossos apartamentos, e nós dois pagarmos o salário dela e os direitos trabalhistas, td certinho, de acordo com a lei, como vc sabe q eu procuro fazer sempre. Se depois ela tiver mais lugares para trabalhar como diarista, ou noutro emprego, ela ganha mais, e a grana fica com ela. Assim, nós dois comemos a Nena, e passamos a ter uma deusa sexual à nossa disposição, todo dia. Ela dorme no teu apartamento, pq vc sabe q o meu é muito pequeno, e menos confortável q o teu. É isso, Augusto, q estou lhe propondo. E gostaria de decidir isto até depois de amanhã, quando retorno ao Rio de Janeiro.

– Em princípio concordo com o teu plano, respondi. Mas para decidir certinho sem haver arrependimentos, quero primeiro falar com ela, quero vê-la pelo vídeo do Whatsapp, e ter umas fotos dela pelada em ângulos diferentes, q vc pode tirar se ela concordar. Pq a tua descrição dela é um gosto teu, e o meu pode ser diferente. Tb tem q ficar claro, q é sexual o motivo dela vir morar aqui no meu apartamento. Não vou fazer uma beneficência social, uma caridade. Me dá o telefone dela, e te retorno hj ainda sobre essa tua proposta. Dependendo do q conversar com ela, se concordar em trepar de dia e de noite, a qualquer hora, com a gente e com quem estivermos, mando hj a passagem, e vou buscá-la no aeroporto. Vc já combinou dela morar no Rio de Janeiro comigo, e trabalhar limpando nossos apartamentos?

– Combinar com ela, ainda não, pq dependia de vc concordar, embora soubesse pelo q nos conhecemos de q a chance da tua concordância era grande. Ela está aguardando a tua ligação, pois pelo q te conheço sabia q falaria com ela. Disse-lhe q pediria a vc para combinar com ela. Então anota o telefone aí…disse-me Renato, e me passou o número da Nena.

De posse do telefone dela, liguei para a Nena, assim q terminei de falar com o Renato.

– Oi Nena, aqui é o Augusto do Rio de Janeiro, amigo do Renato, td bem com vc?

– Oi, Guto, td bem comigo. E contigo, td bem? Posso chamar vc assim? Tenho um primo q se chama Augusto, e nós o tratamos como Guto, desde pequeno.

– Claro q pode me tratar como Guto. Assim ficamos mais íntimos desde já, disse-lhe. Então, quer morar mesmo no Rio de Janeiro?

– Eu quero muito, Guto. Fiquei como q sonhando, quando o Renato me propôs essa alternativa.

– Vc está sabendo e concorda q ao vir morar comigo, o teu trabalho incluirá limpar o apartamento do Renato e o meu, e transar com ele e comigo quando nós dois quisermos, e tb com os nossos amigos junto com a gente, nas surubas q fazemos de vez em quando?

– Olha Guto, sobre a parte do trabalho, faço isto aqui na cidade tem mais de um ano, depois q saí do banco onde era caixa e não consegui mais emprego fixo. Passei a faxinar, para conseguir pagar as contas. Mas sempre tive dias vagos, sem conseguir preencher pelo menos os cinco dias de uma semana normal de trabalho. Sobre transar com vc não tem nada demais, e tb com o Renato q inclusive já me comeu várias vezes muito gostoso aqui. Sobre transar com mais homens, posso dizer até q é um fetiche meu e acho q tb de muitas mulheres, q ainda não realizei. Gosto muito de sexo, muito mesmo, e o q o Renato deve ter falado pra vc a meu respeito, é td verdade sobre o q faço e o modo q me comporto na cama. Somente não tenho experiência em transar com mais de um homem ao mesmo tempo. Mas imagino q seja o caso de fazer uma vez e aprender pra sempre, pq nos filmes q assisto parece não ter nenhum segredo. Até agora dei apenas para um homem de cada vez…disse-me sorrindo. Pelo q vejo nos filmes de suruba e de orgias, menage, q aliás curto muito e me masturbo vendo esses filmes, uma mulher pode satisfazer sozinha três homens ao mesmo tempo, chupando o pau de um, dando a bucetinha para outro, e tb o cuzinho para mais um. Faço isso desde os 17 anos, só q faço e gosto muito dessas três maneiras de satisfazer um homem e a mim tb, na vez q recebe meu oral, depois qdo come a minha bucetinha, e por fim qdo come e goza no meu cuzinho. Aliás, adoro essa sequência, adoro! Nossa! Gosto tanto de sexo, q falando assim com vc, já está escorrendo pelas minhas coxas! E suponho q dispor de três homens me penetrando ao mesmo tempo seja algo maravilhoso, fantástico, sem palavras, pois se apenas o pau de um me deixa encantada, me retira do chão, me leva ao delírio e até desmaio de prazer a ponto de querer sempre repetir, imagino q três paus me farão gozar simultaneamente o triplo! Tenho tb essa convicção de q dar para três ou mais deve ser muito bom, pelas expressões de felicidade pura e colaboração total q me contagiam sempre, das mulheres dos filmes transando com dois ou mais homens!

– Muito legal o papo contigo, Nena, muito legal, mesmo! As coisas numa suruba funcionam assim mesmo, desse jeitinho aí. Mais paus para preencher a tua boca, a bucetinha e o cuzinho, mais bocas para te beijar, te chupar e te lamber, mais mãos para te tocar e massagear, mais dedos para te dedar de todas as formas e meios, todos para te dar e receber mais prazer, mais tesão, mais td de bom! Vamos nos dar super bem! Pedirei ao Renato para fotografar vc hj ainda, e me enviar. Td bem pra vc?

– Td bem, Guto. Se quiser me ver, podemos fazer uma chamada de vídeo, assim q me arrumar. Sobre as fotos, a gente começa a fazer essas fotos daqui a no máximo meia hora. Só vou me arrumar melhor, passar uma maquiagem…

– Nena, compro logo as passagens, e envio pelo Renato, disse-lhe. Já pode ir se preparando para viajar para o Rio de Janeiro, e morar aqui. Tentarei comprar as passagens para vc viajar com ele.

– Legal, aguardarei, então. Bjs, concluiu Nena.

Dentro de quarenta minutos fiz uma vídeo chamada para a Nena, e ela já estava sendo fotografada pelo Renato.

A visão dela em vários ângulos foi a melhor possível da bucetinha, das coxas, da bunda q é mesmo respeitavelmente de uma verdadeira potranca, dos seios médios para brandes bem empinados, dos cabelos compridos encaracolados abaixo da cintura…enfim, a achei mesmo muito bonita, e gostosa.

Dentro de uma hora e pouco recebi as mais de cinquenta fotos da Nena tiradas pelo Renato, e confirmei q ela era mesmo uma deusa, q faria td de bom e mais um pouco, se morasse comigo.

Ele a fotografou bem e me deliciei com poses, ângulos e detalhes maravilhosos de cada pedacinho do corpo da Nena. Realmente ela é uma mulher lindíssima, e muito sensual.

Comprei a passagem da Nena somente para um dia depois da viagem do Renato, pq no mesmo voo com ele seria mais do q o dobro do preço.

Acabara a licença dele no trabalho solicitada para viajar, e fui buscar sozinho a Nena no aeroporto.

Até o dia da viagem e durante tb, mantive contato com ela trocando fotos além de msgs pra lá de picantes, condição q nos tornou bastante íntimos e ao nos encontrarmos reagimos como namorados q sentiam muita saudade, se beijando, abraçando, e curtindo as partes mais sensíveis do outro longamente.

O beijo de Nena agradou demais me deixando já de pau duro, e fiz questão q ela sentisse na sua bucetinha, reagindo com um melhor posicionamento para me sentir esfregando melhor a bucetinha e as coxas fenomenais.

Ela tem ótimo gosto para se vestir, e a sua beleza de baiana morena jambo, tb contribuía para chamar demais a atenção.

Saia justa pelo meio das coxas maravilhosas, salto q empinou a bunda e a deixou extremamente sensual nos seus 1,75 m, seios de médios para grandes com um decote generoso justo e sem sutiã q quase mostrava os bicos, cabelos pretos encaracolados no meio do bumbum arrebitado, maquiagem leve e perfume suave delicioso, era um conjunto diferenciado e incomum q fazia as pessoas pararem qdo passávamos, e sempre olhava para trás quem nos ultrapassava pq andávamos bem devagar.

– Vc está percebendo o q está acontecendo? Percebe o q está causando, até nas mulheres aqui no Rio de Janeiro? Disse-lhe sorrindo.

– Estou percebendo, sim, e fiquei surpresa. Não sabia q possuía todo esse potencial de atrair a atenção até mesmo das mulheres. Tb, nunca saí da Bahia, nunca me arrumei com tanto capricho ainda mais para dois homens, e tb é a primeira vez q viajo de avião!

– Gostou de andar de avião? Perguntei.

– Deu medo no começo qdo decolou, respondeu. Mas em seguida comecei a olhar pela janela, me distraí e me acalmei admirando a paisagem q é única e espetacular.

Daí chegamos ao carro, q dos três q possuo é o mais novo, e o q mais impressiona pela sofisticação do modelo, e dos seus equipamentos. Tenho boa condição financeira, pq além das aulas na universidade numa especialidade em q sou referência nacional, tb presto consultorias para empresas e governos q são naturalmente caras em função do meu currículo.

Coloquei no porta malas as três q Nena trouxe, nos acomodamos, regulei o ar condicionado, afivelamos os cintos, e a minha primeira reação ao vê-la sentada foi olhar a cor branca da sua calcinha, pq a saia subira inteira pela despreocupação dela em cobrir suas coxas lindíssimas de morena jambo.

Ela nem fez questão de se ajeitar, e percebendo a situação, me disse sorrindo sensualmente:

– Coxas grossas, saia curta e justa…são a combinação perfeita para mostrar a calcinha…q vc logo vai tirar, não vai? Como eu sei q vc gosta de ver calcinhas, pq já imagina o q vai fazer com o q está dentro delas e tentam esconder, nem me dou a esse trabalho de ficar puxando a saia, fechando as pernas, me compondo como uma jovem senhora de respeito…disse-me a Nena, de modo muito sensual.

– Depende, respondi. Posso não retirar a tua calcinha tb. Posso apenas colocar a calcinha do lado, e te comer direitinho, bem gostoso, ou sem a calcinha tb, como preferir. Vc já deu assim mantendo a calcinha? Já te comeram sem tirar a calcinha? Perguntei ao sair da guarita do estacionamento.

– Deixa eu pensar…acho q nunca dei a bucetinha ou o cuzinho, mantendo vestida a calcinha. Qdo apenas fiz o oral, o boquete, e foram muitas vezes, sim, continuei de calcinha, claro. Tive só dois parceiros além do meu namorado q foi o meu primeiro homem: O primo do Renato q é meu vizinho e me come faz uns dois anos, e o Renato nesses dias q estava lá do lado de casa. Até aqui a calcinha ainda não foi para mim um objeto sensual como pode passar a ser, do modo q já li nas revistas femininas. Guto, ainda tenho muito q aprender sobre sexo, a Nena me disse. Me acho ainda um tanto apressada, querendo ser comida logo. Sabe aqueles filmes longos de putaria, em q td é muito lento e sensual, qdo assisto fico pensando em fazer daquele jeito bem aos poucos, mas qdo percebo o pau já está dentro indo e vindo bem gostoso, já estou gozando, estou até mesmo enrabada, e aí, já era! Disse-me gargalhando.

Me excitou bastante td q aconteceu antes e desde o nosso encontro no aeroporto, e nesse momento qdo ganhávamos velocidade Nena percebeu melhor a minha ereção pelo volume no short. Então, estendendo a mão e apalpando o meu pau, disse-me sorrindo com sensualidade:

– Nossa! Ele está animado! Nesse aperto todo dentro da cueca, ele deve estar incomodado aí…vou libertá-lo…posso?…acho q ele precisa respirar, transpirar, tomar um ar…disse abrindo o zíper do meu short, liberando meu pau hiper rígido, com carinho e muita delicadeza. E qdo o liberou inteiro, parecendo estar admirada, olhando detidamente, disse: Que lindo q ele é! Acho q é o pau mais lindo dos três homens q já vi, e peguei! Os paus dos filmes pornográficos não estão nessa conta, pq não toquei em nenhum deles embora sempre salive a boca qdo vejo um boquete bem feito, exatamente como está acontecendo agora…minha boca encheu de saliva, acredita?

– Acredito, sim, Nena, pelo teu jeito de falar sentindo prazer até mesmo no teu olhar. Os três paus q pegou, são muito diferentes? Perguntei.

– São bem diferentes do teu, sim, claro, disse-me olhando de mais ângulos um pouco mais para ele. O do meu namorado é mais fino, mais comprido e preto, pois ele é negro. O pau do primo do Renato, é pouco menor do q o teu no comprimento, e na grossura, e é o q me tem satisfeito mais ultimamente. Ele é muito gostoso, pois sabe muito bem como dar prazer para uma mulher. O pau do Renato, vc já conhece, e não preciso descrever, nem comparar.

A Nena disse assim, pq o Renato sempre participa das surubas q fazemos em meu apartamento, quase toda semana junto com o Anselmo, variando as mulheres a cada vez. Mas faço questão de repetir sempre com a Joice, uma negra com a qual td é melhor, e mais gostoso.

– Putz, Guto, q vontade q eu estou de chupar teu pau! Minha boca está salivando, como se estivesse com fome, e diante do alimento q mais gosto. Disse-me a Nena, enquanto alisava meu pau suavemente com admiração, olhando pra ele e pra mim com um jeito bem erótico.

– Nada impede q satisfaça a tua vontade, Nena! Pode chupar o qto quiser! Está inteirinho à tua disposição! Pegando nele, ele está sob a tua posse, vc é a dona dele, aproveita! Disse-lhe, de modo bem cafajeste.

– Não atrapalharei vc dirigir? Guto, Nena perguntou sorrindo. Nunca chupei um pau qdo o seu dono dirigia.

– Não, Nena, não atrapalhará nadinha a minha direção. Dirijo com a cabeça de cima, com as mãos e os pés, concluí sorrindo, esperando q não perguntasse nada mais para começar a chupar o meu pau, pq o tesão estava simplesmente no pico, no máximo.

Mas assim q Nena começou a lamber como se estivesse experimentando para sentir primeiro o sabor numa degustação, qdo chupou de verdade não demorei muito para pedir q desse uma parada, pq ela fazia tão bem, estava tão gostoso, e o tesão se acumulara tanto, q rapidinho já estava em ponto de ebulição e não queria acabar assim em nossa primeira vez.

Curto muito gozar na boca da parceira, e se pedisse, Nena certamente concordaria, mas seria rápido demais em função das condições já apresentadas.

Não queria q ela ficasse com a impressão de q gozo rápido, pq a primeira impressão é a q fica, e isto no meu caso não é verdade, sou exatamente o oposto disso.

Assim, nos quarenta minutos até em casa ela precisou parar várias vezes a chupada.

Reclamava, a cada vez q pedia a sua interrupção.

Alegava q se continuasse, talvez gozasse pela primeira vez, apenas chupando um pau.

Ela queria experimentar gozar assim apenas chupando um pau, pq tb já estivera mais de uma vez para gozar se o parceiro continuasse a fazer carinhos nos seus seios.

Pq se continuasse chupando, achava q gozaria pela primeira vez sem penetração, e tb sem nenhum estímulo na bucetinha.

Seria para Nena, uma nova maneira de sentir orgasmo.

Chegando ao prédio apresentei Nena ao porteiro, Sr. Luiz, q já sabia q fora buscá-la, e q moraria comigo. Em seguida peguei as três malas e levei ao elevador, enquanto Nena esperava nele. Nos abraçamos e nos beijamos, e tive dificuldades em pegar as malas para sair do elevador, pq Nena não me soltava. Abri a porta ainda com dificuldade pq Nena não parava de me abraçar e me beijar, e queria adquirir logo toda a privacidade do meu apartamento a fim de continuar o q começáramos no carro.

Tão logo entramos com as malas, ainda antes de fechar a porta, Nena pulou no meu pescoço e o entrelaçou com os seus braços, colocou as pernas em minha cintura, me beijou parecendo q seria o último da sua vida de tão maluca q estava, e precisei chavear e colocar o trinco na porta carregando-a com dificuldade de me movimentar.

Assim q concluí o fechamento da porta, pendurada em meu pescoço e com as coxas cruzadas na minha cintura, Nena começou a me sussurrar de um jeito q nunca esquecerei:

– Me come, Guto, por favor me come, Guto, não aguento mais esperar, me come Guto. E fazia movimentos para me encochar, tentando encostar a bucetinha no meu pau.

Pq ambos estávamos muito excitados, ainda vestidos e em pé mesmo, segurando-a pela sua bunda maravilhosa, desci o qto deu a sua calcinha pois as suas coxas circundavam a minha cintura e apenas colocá-la de lado seria impossível, introduzi o pau de uma vez até o fim na sua bucetinha apertada, alagada, fervente, uma fornalha, e começamos o movimento de ir e vir alternando beijos o qto podíamos, contraindo o nosso peito um contra o do outro, numa posição e numa velocidade q eu mesmo nunca fizera, e nem sabia q era capaz.

À medida q aumentei a velocidade, a intensidade e a profundidade das enterradas na bucetinha da Nena q gemia e gritava falando palavrões e pedindo para não parar pq gozaria logo, pressenti q este meu orgasmo seria fenomenal e diferenciado.

Pq poderia faltar energia nas pernas, procurei uma parede da sala para me encostar por medida de segurança, pois carregava-a dispendendo forças q não me eram comuns.

Mais um pouco de ir e vir um no outro estando encostado na parede, e td me escureceu no maior orgasmo de toda a minha vida, precisando firmar as minhas costas a fim de não cair com ela, gozando junto com a Nena, bem no mesmo tempo, ficando completamente enterrado e parado na bucetinha dela, agarrados um no outro enquanto terminávamos os espasmos de prazer, e nos recompúnhamos.

Assim q Nena se desvencilhou de mim, simultaneamente descendo do meu pescoço e retirando as suas coxas da minha cintura, ela me abraçou bem apertado, se segurando mesmo em mim para não cair, e me perguntou:

– Guto, q tesão foi esse! Caralho! Que orgasmo vc me deu! Que orgasmo vc me deu, Guto! Repetiu. Se na primeira vez já foi assim, como serão os outros? E qdo fizer com mais de um parceiro, como serão os meus orgasmos? Parece q estou entrando num mundo novo, q me era desconhecido, pois desde q conheci o Renato nunca mais meus orgasmos foram os mesmos. Um é melhor do q o outro! Gozava com o meu namorado, apesar de q ultimamente estava bem difícil, gozava muito com o primo do Renato, era muito bom e queria sempre, mas com o Renato eu simplesmente passei a não querer parar de fazer sexo, de sair de cima ou de debaixo de um homem! Isto nunca aconteceu! Pra vc ter uma noção do q está acontecendo comigo, até faltei no trabalho para dar para o Renato!

Mesmo o orgasmo sendo muito bom a cada vez, agora quero continuar. E qdo continuo, o orgasmo seguinte sempre é melhor do q o anterior, e isto se repetiu agora tb.

Dando uma paradinha no q falava e parecendo querer pensar um pouco pra falar, olhando agora bem profundamente nos meus olhos, Nena me disse de modo bem sensual: Estou sentindo falta de vc comer o meu cuzinho. Quero te dar o meu cuzinho pela primeira vez, Guto. E logo! Ele está piscando de vontade.

Põe o dedo nele, e confirma pra vc sentir como isso é verdade. É involuntário. Depois q dou a bucetinha, preciso q o meu parceiro me enrabe gostoso, e me faça gozar pelo cuzinho. Se souber comer o meu cuzinho, gozo várias vezes fazendo sexo anal sem tirar o pau, e sem tocar na bucetinha, Guto.

Antes, pra gozar no sexo anal, precisava dedar o clitóris enquanto era enrabada. Sempre gozei muito assim, e bem rápido a cada vez.

Foi o Renato q me acostumou a gozar somente com a enrabada, nesses últimos dias. Pra ser verdadeira, nem sei o q ele fez de tão especial para eu ficar assim. Ele acabava comigo, ficava quase q só na cama do motel nesses dias, antes de vir para cá.

Pq era muito especial o q Nena me dizia, fiquei tão concentrado no q falava, q até esqueci de a levar para sentar no sofá da sala. Com a conclusão da sua fala, a levei ao sofá colocando-a de bruços, dedei o seu cuzinho, e confirmei q piscava continuamente.

Nessas dedadas no seu cuzinho enrugadinho e super apertado percebi tb q ela erguia a sua majestosa e arrebitadíssima bunda, a cada vez q introduzia e movimentava, indo e vindo a princípio um e depois dois dedos, e nos momentos nos quais linguava e salivava para facilitar as introduções, ela colocava as mãos na minha cabeça forçando-a para baixo, querendo me dizer pelo q entendia, q deveria continuar pq aumentava o seu prazer.

– Qdo coloco a língua, fica mais gostoso do q somente com os dedos? Perguntei.

– Amor, qdo coloca a língua, fico maluca, o tesão me leva ao paraíso, respondeu. Se linguar meu cuzinho por mais tempo, acho q gozo mesmo sem a penetração dos dedos, ou do pau. Somente com os dedos posso gozar tb, assim como gozo com o pau enterrado, indo e vindo sem tocar na bucetinha.

A essa altura dos acontecimentos o pau já começava a sua recuperação, e o dei para Nena chupar num 69 sensacional, enquanto dedava e lambia seu delicioso cuzinho tendo uma ampla visão da sua bucetinha totalmente depilada, e da sua majestosa bunda.

Em função das suas observações sobre o q sentia no cuzinho qdo o dedava e o lambia, e do pedido q fizera para ser enrabada, comecei a preparação para q essa primeira vez tb no seu rabo criasse o desejo de continuar a ser bem comida.

Nesse momento me propus a chupar sua bucetinha, e a alternar dedadas e lambidas do seu cuzinho. Ou seja, induziria um duplo prazer, criando uma percepção de competição por penetração entre a bucetinha e o cuzinho, enquanto meu pau estava entre os seus lábios, tocando às vezes a sua garganta.

Rapidamente Nena começou a colaborar movimentando a bunda no sentido de q os dedos penetrassem mais no seu cuzinho, e empurrando para trás a bucetinha para a língua tb entrar mais. E loguinho, loguinho, Nena começou a gozar gemendo muito, gritando palavrões, tremendo, molhando o meu rosto com os seus líquidos.

Assim q se acalmou, com uma expressão maravilhosa de felicidade se levantou, virou de frente para mim, sentou em minhas pernas, pegou o meu pau com uma das mãos, direcionou para o seu cuzinho apertado e molhado, forçou a penetração empurrando lentamente a sua bunda para baixo, até se certificar com a mão direita de q entrada td. E me disse olhando fixamente nos olhos:

– Já já te dou o comando, Guto.

Observei bem a sua fisionomia, e de olhos fechados ela expressava o mais puro prazer, agora subindo e descendo lentamente seu cuzinho apertado no meu pau. Fechava os olhos e abria, lambia seus lábios, apertava os seios, suspirava, e dizia:

– Isto nunca deveria acabar, Guto. Queria ficar assim nesse pau gostoso, o resto da minha vida! E me beijava linguando e salivando bastante.

Para mim tb estava maravilhoso, pq além de estar muito apertado e quente no meu pau, tinha as mãos nos seus seios, Nena piscava o cuzinho permanentemente criando sensações prazerosas q não costumo sentir, e me fariam gozar logo, logo, tb de modo muito intenso, gemendo e gritando, enchendo de esperma o cu fornalha maravilhoso de Nena, depois q passou a subir e a descer bem rápido, parando somente qdo percebeu q esvaziaria mais uma vez o meu saco escrotal!

Nena gozou muito assim q despejei minha porra no cu dela, agarrando-se a mim, tremendo, gemendo e gritando palavrões, ficando dessa vez toda molinha, e com a boca totalmente gelada.

Assim q Nena se recompôs depois de uns cinco minutos toda feliz dizendo estar muito satisfeita, falei-lhe da necessidade de procurarmos o Renato, pois ele certamente estaria esperando notícias de q estávamos vivos, e ela presente na cidade onde ele mora.

Ela concordou e falamos com ele todo feliz, agendando o nosso primeiro encontro, para a noite daquele mesmo dia. Para apressar o conhecimento da Nena com o Anselmo, q é o meu outro parceiro de surubas, combinamos tb chamá-lo para esse encontro.

Como não pensamos no fato de q seria uma mulher para três homens logo assim na primeira vez, embora Nena não discordasse pois alegou possuir três orifícios q podem alojar três paus perfeitamente de modo simultâneo, achamos melhor trazer e assim combinamos ter uma outra mulher q foi a Joice, a negra com a qual me dou super bem, e gozo muito.

Mas essa história continua depois…

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