Viagem sem pretensão que terminou em sexo

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Estava chegando o final de semana e eu já estava triste porque não tinha nada planejado. Eis que minha amiga me convida, juntamente com os amigos dela, de irmos pra uma casa de praia uns 300km de onde moramos. Topei. Não tinha nada a perder mesmo.

Chegando lá, acabei conhecendo todos, bebemos e nos divertimos durante o dia até a madrugada. Então acabei me aproximando de Sarah, uma mulher mais madura (ela tinha uns 38 anos e eu 22), corpo bem cuidado, bonita e de bom papo. Não tive más intenções de início, mas o clima foi ajudando a nos conhecermos melhor.

O pessoal todo começou a ir dormir nos quartos, até que sobrou só eu e ela na sala. Aproveitei que estávamos bebendo drinks com leite condensado. Então derramei um pouco no canto da sua boca e fui lá dar um beijo com todo o fogo que estava armazenado do dia quente de verão. Fui deslizando minhas mãos pelo seu pescoço, descia mais. Comecei a acariciar seus peitos fartos. Puxei seu sutiã pro lado e afoguei minha mão entre seus peitos enquanto a outra mão continuava desbravando seu corpo. Não me contive.

Caí de boca nos seus peitos. Me delicie como se não houvesse o amanhã. Minhas mãos já estavam perdidas pelo seu corpo. Toda essa loucura acontecendo em plena casa com várias pessoas. O que deixava mais picante essa sensação de risco de alguém ver ou escutar. Mas meu corpo e minha não se contiam.

Minha mão já deslizava entre suas pernas, mesmo por cima da calcinha, sentia sua buceta toda molhada. Fazia massagens, fazia ela gemer. Com a outra mão fechava sua boca para que ninguém escutasse seus gemidos. Enquanto tudo isso rolava, ela veio, levantou minha blusa e enfiou sua mão dentro do meu calção. Meu pau já estava estourando de duro na sua mão. Ela me masturbava e eu já estava com dois dedos dentro dela. Ela estava molhada, lubrificando meus dedos. Não aguentei e caí de boca.

Chupei ela toda. Sentí todo seu sabor. Ela fincava suas unhas de tanto tesão em meus braços. A dor me dava mais prazer. Chupava com mais prazer. Ela enlouquecia. Se tremia. Até que gozou na minha boca. Me olhou com uma cara de tesão. Me jogou no sofá e veio chupar meu pau. Que loucura. Ela chupava muito bem, sabia me tocar. Descia pras minhas bolas, subia pra cabeça do pau. Percorreu os 17cm com sua língua e sua cara de faminta. Ela não aguentou só chupar.

Jogou sua calcinha pra longe e me mandou fudê-la. Meti sem pena. Ela era macia por dentro. Tinha momento que sua buceta colocava todo meu pau pra dentro, até eu escutar o barulho das minhas bolas batendo em seu corpo. Socava. Revezando momentos lentos e metendo profundo com momentos de velocidade louca. Até que ela dá o sinal que vai gozar de novo. Eu não perco tempo e me preparo também.

Então gozamos juntos. Ficamos ali, corpos estátuas enquanto ainda continuamos gozando. Misturando todo esse tesão até escorrer tudo pelas suas pernas. Nos recompomos e fomos nos deitar já no amanhecer. No outro dia, nos falamos com um sorriso maroto que só nós entendíamos. Dia normal como se nada tivesse acontecido na madrugada anterior.

Comenta aí, pessoal. Por favor. E manda um feedback pro meu email [email protected] Obrigado!

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