Vizinha Passadinha

Hoje carrego meus 34 anos, mas o que vou relatar se passou na minha adolecência.

Tinha uma vizinha chamada Verônica, um pouco mais nova que eu, digamos que ela sempre foi mais avançada também, em tudo.

Toda aventura começou na internet, com conversas de amizade que acabaram ficando mais intimas e quentes, até aí tudo bem, afinal de contas somos amigos.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
thor hammer gel amostra grátis

Na escola nossa amizade se estendia, era percebivel de todos, sabiamos tudo um do outro.

Certa tarde fui a casa dela pra gente estudar, era normal, meus pais eram amigos dos pais dela, tudo certo, já existia confiança entre todos.

Estudamos e fomos ao sofá assistir TV, na sala sentadinhos, a mãe dela trouxe um lanche pra gente e marcou aquele momento com “vou dar uma saidinha e já volto”.

Pai trabalhando, mãe saiu, aquilo despertou na Verônica algo que eu ainda não tinha visto na minha vida, tesão.

Levantou fechou a porta para a mãe e no instante de retorno parou bem na minha frente, “quer me ver sem roupa?”, congelou o mundo.

Até então só haviamos conversado, mas aquilo era demais, “aqui na sala mesmo?”, ela respondeu sussurrando, “não, vem aqui!”.

Segui ela até o quarto dos pais, onde sua blusa foi arrancada, sua calça leg desapareçeu, minha melhor amiga estava de calcinha na minha frente, “vem tocar em mim vem!”.

Não precisou dizer de novo, minhas mãos tocaram o seu rosto e foram desçendo vagarosamente até os seios, “tira sua bermuda”.

Enquanto minha bermuda descia pelas pernas, os seios da Verônica estavam me chamando de novo, agora sem sutiã, pele macia, peitinhos durinhos, um beijo quebrou todas as dúvidas.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE
Telegram 
Entre agora!

Nossos lábios se encontravam, e a mão dela encontrava meu pau duro na cueca, que rapidinho saiu para fora, espetacular, pela primeira vez uma menina me tocava daquele jeito.

Beijos doces e prazer, Verônica parecia saber o que estava fazendo, punhetando meu cacete devagar, minhas mãos percorriam seu corpo, eu tirei proveito, beijei ela todinha.

Ao deitar na cama da mãe, suas pernas subiram, era sua calcinha sendo retirada, agora de pernas abertas, minha melhor amiga me chama pra pertinho dela.

Deitei por cima do seu corpo, tratei de me certificar que o pau roçaria sua bucetinha destacada e saliente, sim, nos beijavamos com nossos corpos agarradinhos na cama.

Sussuros de prazer, minha boca chupando seus seios, minhas mãos agarradas na sua bundinha, suas coxas prendendo meu corpo ao dela, logo sem esperar, meu pau encaixa na entradinha da bucetinha, com um movimento sensual e gostoso, a cabecinha entra bem devagar.

Um suspiro, um gemido, duas palavras, “coloca tudo”.

Meu cacete invade sua bucetinha, lá se ia minha virgindade, era surreal comer uma buceta pela primeira vez.

“Acelera vai”, apoiado na cama vendo os olhinhos fechados da Verônica gemendo na minha pica, pedindo mais, acelerei, socando gostoso, gemidos agora eram mais altos, sentia que estava mais lisinho, unhas agarravam minhas costas, minha amiga gozava gostoso pra mim.

Sem aguentar mais, impossível conter, não deu tempo de tirar, gozei dentro da buceta agarrado nos peitinhos, olhando dentro dos olhos da Verônica.

“Coloca a roupa minha mãe deve ta chegando”

Ouvi essas frases muitas e muitas vezes ao longo da minha juventude.

FiM

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *